Antes de começar a leitura, leia a primeira parte da história.
Fiquei completamente preocupado, sem saber o que fazer. Decidi não entrar em contato naquele dia e esperei alguma atitude dela. Ficava olhando as redes sociais e não chegava nenhuma mensagem; foi assim também no dia seguinte. Desesperado, enviei: "Desculpe, não foi a intenção e não sei o que aconteceu comigo. Estou realmente apaixonado por você e nem sei o que dizer, estou morrendo de vergonha."
Ao mesmo tempo que sentia arrependimento e vergonha, ficava excitado ao lembrar dela saindo e abaixando a saia com o meu sêmen escorrendo, imaginando-a limpando tudo o que deixei em suas pernas quando chegou em casa. Era uma sensação estranha, mas eu precisava reconquistá-la.
Passaram-se algumas horas e recebi sua resposta: "Eu também estava com vergonha, não sabia o que fazer. Foi mal ter saído daquele jeito. Nunca tive experiências assim antes." Ela me explicou, depois, que tudo para ela era meio que um tabu pela forma como foi criada na igreja. Realmente nunca havia tido contato com um homem, fora uns beijinhos que aconteceram na escola tempos atrás.
Continuamos conversando nos dias seguintes pelas redes sociais e, às vezes, no portão dela. Seu pai havia voltado de viagem, então decidimos não ir para o fim da rua nesses dias. Ela parecia ter esquecido o que aconteceu; tínhamos conversas normais e tudo voltava ao que era antes. No entanto, às vezes ela demonstrava muita curiosidade na parte sexual e fazia perguntas. Eu sempre evitava, não querendo me comprometer, mas ela parecia muito interessada.
Estava em casa por volta das 18:00 quando chegou a mensagem: "O que está fazendo? Meus pais vão sair para jantar às 19:00, pode vir pra cá?". Claro que aceitei. Só deu tempo de tomar um banho, pegar a bicicleta e ir pedalando devagar. Assim que os pais dela saíram, eu cheguei. Ela me esperava no portão, com um vestido apertado na cintura e rodado até um pouco abaixo do joelho. Dei um beijo em sua bochecha, já com mais liberdade por saber que os pais não estavam. O cheiro dela era sensacional, inexplicável. Após conversarmos um pouco, trocando olhares carregados de desejo, já nos entendemos. Ela trancou o portão e seguiu para o fim da rua; eu esperei um pouco e fui logo atrás.
Ela sempre ria, tímida, quando eu chegava, evitando o contato visual. Peguei em suas mãos e me encostei no muro, trazendo-a para junto de mim. Nossos corpos colaram e iniciamos um beijo — como sempre, desajeitado no começo, mas que ia se encaixando e, inevitavelmente, me deixava excitado. Com o costume de sempre se afastar para verificar o movimento da rua, ela foi e voltou. Dessa vez, por conta própria, virou-se e apoiou o bumbum no meu quadril. Segurei em sua cintura e, devagar, orientava os movimentos, roçando-a no meu pau que estava de lado na cueca. Suspirava em sua nuca e ela se contorcia. Foi quando ela se virou, me deu um beijo e perguntou em tom de ironia:
— Espero que não faça aquilo em mim de novo.
— Me desculpe, não foi a intenção — respondi, completamente sem graça.
— Está tudo bem, aquilo deve ser uma coisa normal, né? Quero que vá com calma, está sendo tudo muito bom. Mas te peço paciência comigo.
Fiquei sem reação. Disse que seria tudo no tempo dela e pedi desculpas novamente. Mas meu pau estava duro ali, encostado abaixo da barriga dela. Não sabia até onde podia ir agora; fiquei quieto, enquanto nos olhávamos em silêncio. Ela olhou para baixo, sentindo o volume contra seu corpo e, com o rosto avermelhado, disse:
— Nossa, é grande!
Na hora, continuei sem reação, sem saber o que responder. Ela riu, muito envergonhada. Tomei a atitude para não deixá-la naquela situação desconfortável: me afastei, peguei sua mão — com aquela unha pintada de branco — e a coloquei sobre minha bermuda. Ela segurou sem fazer muita pressão. Sentindo sua mãozinha e respirando fundo, eu disse:
— Tá vendo? Nem é tão grande.
— Acho que é sim, bobo. Nunca vi um antes.
— Quer ver, amor?
Ela ainda segurava meu membro com o braço praticamente esticado. Na hora, soltou, aproximou-se mais e colocou as mãos na minha cintura. Olhando nos meus olhos, completamente tímida, balançou a cabeça positivamente, dando a entender que queria ver. Eu vestia uma bermuda de tactel com elástico; apenas a puxei um pouco para baixo junto com a cueca, fazendo meu pau saltar para fora. Ela continuava me encarando com timidez. Eu ri, e então ela desviou o olhar para baixo, fixando-o em mim.
— Nossa, kk! É rosa!
Sem saber o que dizer e meio sem graça, fiz menção de guardar novamente, pois o clima parecia estranho. Mas ela continuou olhando curiosa, vendo um homem pela primeira vez. Peguei em seu punho e coloquei sua mão ali. Que delícia... aquela mão macia e delicada me envolvendo, enquanto ela observava. Ela perguntou:
— E agora, o que eu faço?
Guiei sua mão em um movimento lento e, quando soltei, ela continuou por conta própria. Puxei-a mais para perto pela cintura, prensando meu membro entre nossas barrigas. Comecei um beijo e acariciei seu bumbum, puxando o vestido para cima de uma vez, mas ela não curtiu. Soltou-me e se afastou, abaixando o vestido e pedindo para eu guardar "aquilo".
Já estava tarde e ela estava apreensiva, pois os pais estavam para chegar. Despediu-se e foi para casa.
Depois, conversamos muito sobre isso. Ela estava curiosa, fazia perguntas sobre sexo e dizia estar sentindo sensações novas. Comentava sobre as experiências das amigas na escola, mas dizia que nunca teve coragem. Agradeceu-me pela paciência, dizendo que outros meninos eram apressados e rudes.
Estávamos evitando o contato pessoalmente porque o pai dela estava em casa, então ficamos sem nos encontrar nas semanas seguintes, apenas com conversas rápidas pelo portão. Falávamos muito pelo celular; ela chegou a confessar que gostou da forma como suspirei no seu ouvido quando gozei naquele dia, e que tinha curiosidade de ver aquilo de novo.
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