Depois daquela primeira vez em que a Joeliny me pegou de surpresa na sala, o jogo mudou. Agora não era mais só imaginação; eu tinha o "passe livre" que ela mesma tinha decretado. As mensagens no WhatsApp não paravam. Ela adorava me provocar durante o dia, mandando fotos daquele pézinho 37 em ângulos que me deixavam louco. Às vezes, ela mandava um vídeo curto, só do barulho do tamanco estalando no piso: clokt, clokt, clokt. Era o meu ponto fraco.
Numa dessas conversas, ela me mandou uma foto usando um novo tamanco de acrílico, com o salto ainda mais alto, que deixava a curvatura da sola quase vertical. Na legenda, ela escreveu: "Esse aqui deixa minha bunda bem empinadinha... você não tem noção do quanto ela fica aberta pra você nesse salto". Meu pau latejou na hora. Combinei de ir buscá-la numa noite em que minha namorada estaria viajando.
Quando cheguei, a Joeliny saiu do prédio exalando safadeza. Ela usava uma saia jeans curtíssima e uma regata branca sem sutiã, onde os bicos do peito marcavam perfeitamente. Mas o que roubou a cena foram os pés: o tamanco novo era uma obra de arte, com a tira transparente apertando a pele clarinha e as unhas pintadas de um vermelho bem forte. Ela entrou no carro, já subiu os pés no painel e deu aquele biquinho de gloss pra mim.
— Hoje eu não quero só brincadeira no sofá não — ela disse, passando a mão por dentro da minha calça enquanto eu dirigia. — Quero ver se você aguenta a Joeliny de quatro nesse salto.
Fomos para um motel de luxo, daqueles com espelho no teto. Assim que a porta fechou, eu não esperei. Joguei ela na cama, mas ela logo se esquivou, rindo com aquela cara de patricinha mimada.
— Calma, apressadinho. Primeiro, você vai lamber o que é seu.
Ela se sentou na poltrona, esticou as pernas e eu fui direto nos tamancos. Tirei o pé direito e a palmilha estava morna, com aquele cheirinho gostoso de pele e perfume. Lambi a solinha dela inteira, sentindo as dobrinhas do calcanhar, enquanto ela gemia e puxava o próprio cabelo. Depois, ela se levantou, ficou de costas para o espelho e se apoiou na mesa, empinando aquela bunda que, por causa do salto, ficava num ângulo perfeito.
Ela puxou a saia e estava sem calcinha. A visão era um absurdo: o contraste do acrílico transparente nos pés com o cuzinho dela ali, piscando, bem na minha frente. Passei muito lubrificante, mas ela queria mais.
— Cospe, vai. Me meleca todo com sua baba antes de socar.
Eu obedeci. Comecei a enfiar o dedo devagar, sentindo o aperto. A Joeliny é toda apertadinha, mas estava muito relaxada pela tesão. Quando encostei a cabeça do meu pau na entrada do cuzinho dela, ela deu um grito abafado e olhou para trás, com os lábios brilhando de gloss e os olhos revirando.
— Vai, enfia tudo! Quero sentir esse seu pauzão rasgando a Joeliny!
Fui entrando devagar, sentindo cada anel do rabo dela abraçando meu pau. Estava tão apertado que parecia que ia explodir. Comecei a bombar com força. O barulho do meu saco batendo na bunda dela se misturava com o estalo do tamanco dela no chão toda vez que ela tentava se equilibrar na estocada. Eu agarrei ela pela cintura, puxando com força, enquanto via pelo espelho as solinhas dela arqueadas dentro do acrílico.
— Isso... me usa... bota leite nesse cuzinho! — ela gritava, completamente entregue.
Eu não aguentei muito tempo. A pressão daquele rabo era surreal. Quando senti que ia vir, puxei ela pelo pescoço, fiz ela olhar no espelho pra ver o próprio estado — toda descabelada, de salto, sendo arrombada — e descarreguei tudo lá dentro. Gozei tanto que senti uma pontada na base do pau.
Ela caiu deitada na cama, ainda respirando fundo, com os pés pra cima exibindo os tamancos que eu tanto amava.
— Gostou do presente, meu amor? — ela disse, limpando o gloss borrado e me olhando com aquela cara de quem já estava planejando o próximo encontro.