Nota do autor
Como comentado pelo leitor Goldson, estou incluindo MANIPULAÇÃO entre os temas, pois concordo totalmente com seu comentário
Incluo aqui também a resposta ao comentário da leitora Gri Delicia dado no capitulo 3:
"Gri Delicia. Do fundo de meu coração gostaria que o mundo fosse assim onde os maus, aproveitadores, abusadores e pessoas que se aproveitam dos outros fossem punidos, mas infelizmente a vida não é assim. Quanta gente se vai desse mundo sem ter levado uma merecida lição. Vamos ver o que acontecerá com esse pai."
Para quem leu meus contos e minha história real com minha filha deve ter percebido que sou um pai muito família e que respeita muito as mulheres, na verdade todas as pessoas. Por ter muitos contos, preciso me aventurar em temas diversos ou fica repetitivo, então levem em conta que esta é uma ficção da qual discordo totalmente do método do pai em questão, mas que como diz Goldson em seu comentário, infelizmente existe.
Então não levem a ferro e fogo
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Parágrafos finais do Capitulo 6
– Boa menina, respondi. Encontre-me lá embaixo.
Quando comecei a preparar a cozinha, me perguntei brevemente se minha filha iria se juntar a mim ou se ela mudaria de ideia. Mas mais cedo do que eu esperava, me virei e vi Milena parada na porta e meus olhos se arregalaram com a visão, muito parecida com o que minha esposa fez quando me viu de terno elegante.
Pensei muito sobre o que cada um de nós vestiria neste encontro dos sonhos e acredito que um homem nunca parece mais atraente do que em um ótimo terno de marca. Para as mulheres é um pouco mais difícil porque pode-se argumentar que elas ficam melhor nuas, mas decidi escolher outra opção para minha filha.
Milena estava na minha frente vestindo nada além de um biquíni e salto alto. Seus olhos estavam baixos, as mãos atrás das costas e o nervosismo adicionou um pouco de tempero ao que já era um conjunto fumegante.
*****
Continuação:
O biquíni era preto, contrastando perfeitamente com sua pele branca e enfatizava cada curva dela da maneira mais sedutora possível. Ele se agarrava firmemente aos seios enormes da minha filha e algumas mechas de seus pelos pubianos encaracolados podiam ser vistas aparecendo nas laterais da parte inferior do biquíni.
Sua mãe e eu nunca tínhamos deixado ela usar um biquíni antes depois que as curvas de Milena apareceram. Ela atraia atenção mais do que suficiente até mesmo no maiô mais conservador, mas seu corpo parecia ter sido construído para preencher um.
Ela parecia incrível. Não, mais do que incrível, perfeita. Como um sonho erótico andando. Como se a fantasia final de todo homem ganhasse vida.
Sorri com orgulho e me aproximei de minha filha, incapaz de resistir. Passei um dedo pela lateral de seu pescoço traçando a linha onde seus ombros terminavam e seu peito começava, diretamente acima da parte superior do biquíni.
Milena estremeceu com o meu toque.
– Você está tão sexy, eu disse com voz rouca.
Milena se mexeu e levei um momento para perceber que ela estava chorando, com lágrimas escorrendo pelo rosto.
– Querida, o que há de errado?
– Papai, por favor, ela soluçou. Eu não quero fazer isso. Eu não quero.
Fiquei desapontado. Isso de novo.
– Querida, eu disse agarrando seu rosto com firmeza e olhando nos olhos injetados de sangue da minha filha. Tudo bem. Vai ficar tudo bem.
Ela balançou a cabeça.
– Sinto muito, papai, ela engasgou.
Tentei ignorar o ranho escorrendo de seu nariz.
– Eu não posso... eu só...
– Xiuuu, sussurrei suavemente. Xiuuu, querida. Nós vamos nos divertir muito. Quando terminarmos, você não vai querer que isso acabe.
– Eu sei, disse ela com os ombros tremendo. Eu sei que não vou. Esse é o problema, papai.
Ela parou e a puxei em meus braços segurando-a perto e acariciando suas costas suavemente.
Minha filha soluçou em meu peito.
– Eu te amo, eu disse a ela suavemente. Eu sempre vou.
Milena fungou e aceitou levemente enquanto continuava a chorar. Depois de vários minutos minha filha finalmente se acalmou. Eu me afastei e nos olhamos profundamente nos olhos mais uma vez.
Depois de um tempo, minha filha falou.
– Papai, ela gemeu.
Balancei a cabeça antes que ela pudesse prosseguir com outra objeção.
– Eu não quero mais ouvir isso, eu disse com firmeza. Estamos fazendo isso querida e você vai se divertir muito.
Fiquei feliz por ainda não ter ligado o fogão, porque mais cinco minutos se passaram antes que Milena aceitasse com um arrepio percorrendo seu corpo ao fazê-lo.
Um sorriso lentamente surgiu em meu rosto.
– Eu sei o que vai fazer você se sentir melhor, eu disse movendo minhas mãos para a cintura da minha filha e beijando suavemente sua testa.
– O quê?
Inclinei-me enfiando a mão em um armário para tirar uma garrafa de vinho. Os olhos de Milena se arregalaram.
– Eu não quero.
– Claro que quer, eu disse com uma risada. Que adolescente recusa o álcool?
Peguei duas taças e servi uma taça para cada um de nós.
– Beba, eu disse olhando nos olhos da minha filha mais uma vez.
Com outro estremecimento de medo ela estendeu a mão e pegou a taça de mim.
– Para uma noite maravilhosa, brindei erguendo meu copo.
Milena sorriu fracamente e ergueu sua própria taça. Olhei profundamente em seus olhos mel enquanto bebia meu vinho. Minha filha engoliu em seco terminando a taça inteira em um longo gole.
– Boa menina, murmurei e servi-lhe outro.
Tirando o peito, minha filha é bem franzina. Em meia hora pouco álcool a relaxou consideravelmente. Ela sentou-se no balcão enquanto eu cozinhava. Silenciosamente no início, mas quando a garrafa estava quase vazia ela estava tagarelando comigo sobre tudo e nada contando piadas sobre as amigas.
Eu ri enchendo sua taça novamente. Suas histórias me lembravam aquelas que ela me contava quando criança tentando explicar com entusiasmo os enredos dos filmes que tinha visto sem nenhuma ideia do contexto que outras pessoas precisavam para entender o que ela estava falando.
– Você é tão sexy eu disse suavemente e Milena corou desviando o olhar. Sério, querida. Você é.
Eu estava perfeitamente consciente do contraste entre nós. Eu de terno completo, embora com um avental por cima e minha filha vestindo apenas um biquíni minúsculo e salto alto.
– Papai, ela gemeu. Você não deveria...
– Não deveria o quê, perguntei, inclinando minha cabeça para o lado.
– Você não deveria... não deveria olhar para mim desse jeito. Pensar em mim assim. Eu sou sua filha.
Atravessei a sala segurando sua cabeça em minhas mãos.
– Esta noite não, querida. Esta noite eu sou seu par. Sou o seu par de fantasia e vou presentear você com a noite mais incrível da sua vida. Eu prometo.
Ela balançou a cabeça discordando, mas quando olhei em seus olhos ela aceitou. Inclinei-me e beijei-a. Sua boca estava rica com o sabor do vinho, mas por trás disso estava o gosto cada vez mais familiar dela. Milena. A boca deliciosa da minha filha.
Bebi seu beijo como um homem morrendo de sede. Eu sabia que nunca me cansaria disso, dela. Eu poderia ter feito isso a noite toda. Queria fazer isso por anos recusando a deixar que se fosse e a mantendo só para mim. Foi a primeira vez que meus deveres de pai eram contestados por mim mesmo.
Não consegui a beijar a noite toda. Tinha outros planos. Eu me afastei com meu sorriso tingido de tristeza. Este era nosso último encontro, meu último encontro com minha filha antes de libertá-la, vê-la sair para o mundo e se tornar uma mulher.
Teríamos que aproveitar ao máximo.
– Eu sou o seu par de fantasia, repeti. E você é meu par fantasia.
– Papai, ela engasgou balançando na cadeira.
Eu ri.
– Devemos colocar um pouco de comida para você, eu disse e minha sugestão foi recebida com um aceno de cabeça.
Eu tinha feito espaguete, a refeição favorita de Milena que era uma das poucas coisas que eu poderia cozinhar sem queimá-lo até ficar crocante ou colocar fogo na cozinha. Ficou perfeito. O molho espesso e cremoso, o espaguete al dente.
Entreguei um prato a Milena, observando com orgulho enquanto ela dava uma garfada, com os olhos arregalados.
– Oh meu Deus, ela suspirou.
– É bom, perguntei.
– Hum, hum.
– Tudo bem então. Vamos comer.
Enquanto me sentei ao lado de minha filha e saboreei a refeição com ela, poderia ter sido um jantar normal em família. As únicas diferenças eram a leve embriaguez dela e a nossa vestimenta incomum. Fora isso era uma situação em que havíamos passado milhares de vezes nas últimas duas décadas.
– Papai, Milena fez beicinho. Minha taça está vazia.
– Acho que você já teve o suficiente, disse gentilmente.
– Caramba, ela brincou batendo no balcão. Eu te direi quando tiver o suficiente.
Eu ri e depois ri de novo quando minha filha teve um ataque de riso.
– Vamos querida, eu disse me levantando e oferecendo meu braço. Vamos assistir a um filme juntos.
– Mas e a sobremesa, perguntou.
Era um refrão familiar pedir sobremesa houvesse ou não, embora eu não ouvisse dela há quase uma década.
Eu sorri.
– Teremos sobremesa depois.
– Tudo bem, ela suspirou agradavelmente pegando meu braço e me deixando guiá-la até a sala de estar.
A combinação de salto alto e vinho foi um desafio, mas finalmente conseguimos caindo felizes juntos no sofá. Apenas alguns dias antes, Milena sentou ao meu lado no sofá apertando minha coxa e tentando me convencer a trair minha esposa com ela.
Agora ela estava de biquíni, mais alcoolizada do que eu já a tinha visto embora não tivesse nenhum antecedente e estávamos em um encontro juntos.
Sorri para minha filha seminua. Ela era tão linda. Eu a amava tanto.
– O que vamos assistir esta noite, papai, perguntou com uma risadinha.
– Uma comédia romântica, respondi sorrindo para ela enquanto navegava pelos menus e iniciava o filme.
Seus olhos se arregalaram.
– De novo?
– Eu te disse, querida. Esta noite é para você. É tudo para você.
Exceto, admiti para mim mesmo, o biquíni e os saltos altos. Esses foram pelo menos um pouco para mim.
Minha filha se aninhou em mim quando o filme começou ficando tensa quando eu movi minha mão para sua coxa. Ignorando sua relutância, peguei sua mão e a movi para minha coxa.
– Papai...
– Xiuuu, eu disse apertando sua perna lisa com firmeza. O filme está começando.
Eu podia sentir minha filha tremendo enquanto olhava para o filme. Sua respiração era superficial e rápida. Sua mão nunca relaxou pairando desajeitadamente sobre minha perna enquanto os dois protagonistas indescritíveis se encontravam pela primeira vez na tela.
Não estava preocupado, entretanto sabia exatamente o que a faria se sentir melhor.
– Papai, Milena ofegou. Não.
– Sim, eu disse com firmeza, enquanto passava a mão por sua barriga macia antes de mover minha mão para baixo para descansar levemente na virilha da parte de baixo do biquíni.
– Por favor, ela insistiu. Eu não quero.
Eu balancei minha cabeça discordando.
– Este é o nosso terceiro encontro, Milena. Você sabe o que é esperado em um terceiro encontro.
– Sim, ela respondeu imediatamente antes de balançar a cabeça. Não...
– Você acertou da primeira vez, sorri para ela e então me inclinei para beijá-la.
Milena manteve os olhos fechados durante o nosso beijo. Sua boca permaneceu firme e inflexível e ela moveu a mão da minha coxa para o meu peito tentando desesperadamente me afastar.
Ignorei seus protestos e lentamente deslizei meus dedos sob o cós de sua calcinha do biquini.
Ela estava encharcada com sua excitação e eu sorri. Ela estava mais molhada do que eu esperava.
– Papai, ela gemeu se afastando e abrindo os olhos com medo. Não posso, sou sua filha.
– Você é meu par, eu disse novamente olhando-a firmemente nos olhos.
Enquanto falava meus dedos acariciavam lentamente os lábios inchados da sua buceta, desfrutando do calor deles contra a ponta dos meus dedos.
– Você aceitou todos os encontros até agora. No nosso primeiro encontro você me masturbou em uma rua bem iluminada, onde qualquer um poderia ver. Então você me deixou levá-la a Praça dos Beijos onde ficou nua no carro para mim e implorou para chupar meu pau.
Deslizei dois dedos dentro da minha filha aproveitando seu suspiro quando ela sentiu meus dedos entrarem nela. Eu lentamente me afastei e empurrei para frente novamente, deslizando outro dedo dentro de Milena enquanto ela tremia de prazer.
– Depois do nosso segundo encontro, você entrou no meu quarto para chupar meu pau novamente. Naquela noite, você me convidou para entrar no seu quarto e me deixou bater uma punheta sobre seu corpo nu. Lembra?
Milena aceitou olhando para mim enquanto eu a tocava. Meu polegar estendeu a mão para acariciar seu clitóris e ela se contorceu ao meu toque, mas nunca quebrou nosso intenso contato visual.
– Você não tem sido nada além de uma vagabunda para mim e esta noite não será diferente. É nosso terceiro encontro, Milena e você apareceu de biquíni e salto alto. Estamos sozinhos esta noite, acabei de preparar o jantar para você...
– Mas eu não deixei você pagar, ela ofegou e eu ri.
– Você pagou pelos ingredientes, querida? Ou o vinho?
– Não.
– Você ao menos ofereceu pagar, a pressionei movendo minha outra mão de sua coxa até seus seios cobertos de biquíni.
Seus mamilos estavam duros como diamantes e quando ela não respondeu à minha pergunta, belisquei um deles com força.
– Não, ela ofegou. Me desculpe, papai.
– Está tudo bem. Estou feliz em alimentar você. Eu devo sustentar você como seu par.
Sorri com minha mão tateando grosseiramente os seios da minha filha.
– Eu te amo, querida. Eu te amo mais do que já amei alguém.
Milena tremeu. Minha mão entre suas pernas nunca parava de fazer meus dedos entrarem e sair e meu polegar estava massageando habilmente seu clitóris. Diminuí a velocidade porque segundo sua teoria de retribuição, se viesse em minhas mãos ela me devia uma punheta.
– Este é um encontro real. Um verdadeiro terceiro encontro. E isso vem com expectativas, não é?
Os olhos da minha filha estavam começando a ficar vidrados enquanto ela olhava para mim. Eu tinha três dedos dentro de sua buceta encharcada e seus quadris balançavam levemente cada vez que mergulhavam em suas profundezas.
Milena aceitou ofegante, o rosto contorcido em uma mistura de medo e êxtase. Ela estava empurrando o peito para fora tentando empurrar os seios contra a minha mão.
– Você sabe o que acontece no terceiro encontro, certo, perguntei novamente.
Minha filha engasgou em resposta.
– Diga, eu disse com minha voz firme e autoritária enquanto acariciava sua pele macia. Eu quero ouvir você dizer isso.
Houve uma longa pausa enquanto meus dedos a penetravam languidamente, meu polegar esfregando seu clitóris e mamilo em perfeita sincronia.
Finalmente Milena quebrou e todo o seu corpo desmoronou enquanto sua boca me dizia obedientemente o que ela sabia que eu queria ouvir.
– No terceiro encontro, nós... nós fazemos sexo.
– De novo, ordenei.
– No terceiro encontro, ela gemeu, nós fazemos sexo. Nós fazemos tudo.
– Tudo?
Seus olhos piscaram.
– Tudo, ela confirmou. Eu sou sua vagabunda, papai. Esta noite, você é meu dono. Eu farei qualquer coisa.
Sorri para ela e ela estremeceu ao repetir com confiança as últimas palavras.
– Eu farei qualquer coisa.
E de novo.
– Eu farei qualquer coisa, minha filha insistiu estremecendo.
Boa menina, sussurrei passando minha mão em seu rosto.
Ela estava sentada ao meu lado no sofá usando um biquíni preto e salto alto combinando. A parte de baixo do biquíni estava encharcada, os mamilos duros enquanto cutucavam o tecido.
Milena estremeceu com o contato e seus olhos olhando nos meus. Eu não tinha certeza se a reação dela era de medo ou excitação.
Não importava, não realmente. A noite não era sobre prazer. Tratava-se de ensinar a Milena o que se esperava dela em um encontro. Um terceiro encontro.
Parei um momento para percorrer o corpo da minha filha, absorvendo-a. Ela era a criatura mais impressionante que eu já vi. A sua pele era macia e suave, os seus seios balançavam rigidamente enquanto o meu polegar brincava com o seu clitóris e quando me inclinei para a beijar ainda conseguia sentir o sabor do vinho na sua boca.
– Você é tão linda, falei suavemente enquanto ela me beijava de volta.
Milena gemeu com sua língua deslizando ansiosamente pelos meus lábios e dentes. Seu corpo se contorceu sob meu toque. Ela tremia como uma folha e se jogou para trás enquanto meus dedos continuavam trabalhando dentro de seu biquini.
– Oh, Deus, papai, ela gemeu e eu diminuí a velocidade.
– Não goze, querida. Este é o nosso último encontro e você não pode gozar até que eu o faça. Diga-me se você estiver perto e eu paro.
– Sim, papai, ela estremeceu.
Observei o seu rosto vendo as suas pupilas dilatarem-se à medida que o seu orgasmo se aproximava. Minha mão parou e passei meu dedo ao longo de sua fenda provocando suavemente seu clitóris.
– Papai, suplicou com seus quadris balançando no ritmo da minha mão.
Eu sorri.
– Você não tem permissão para gozar, querida. Mas quero ter certeza de que você está molhada e pronta para o que vem a seguir.
Meus dedos deslizaram entre suas pernas e minha filha gemeu de frustração.
– Você vai gostar muito disso, murmurei passando as pontas dos dedos molhados por sua cintura. Nós dois iremos.
O filme continuou passando ao fundo, mas nenhum de nós estava prestando atenção. Meus olhos estavam fixos nos da minha filha observando-a relaxar, observando-a ficar mais confortável com o que estava acontecendo.
Com o que íamos fazer.
Meu pau latejava nas calças implorando por alívio, mas não sou um homem que exige dos outros o que ele mesmo não pode fazer. Sempre fui bom em autocontrole. O corpo da minha filha floresceu anos antes, mas esperei até ela completar dezoito anos antes de sugerir esses encontros. Eu esperei até pouco antes de ela ir para a faculdade, para fazer o que realmente eu queria.
Meu coração batia forte quando movi os dedos da minha filha para as calças do meu terno e sorri quando ela começou a acariciar meu pau enrijecido através do tecido.
O rosto de Milena estava vermelho e brilhando à luz da nossa televisão 4K. Seus olhos estavam fixos nos meus e ela mordia o lábio enquanto sua mão me trabalhava.
– Você gosta disso, perguntei a ela. É uma sensação agradável?
Ela aceitou, seus olhos nunca deixando os meus.
– Você está sendo uma ótima acompanhante. Um encontro tão bom para o papai.
Milena estremeceu mais uma vez com minhas palavras, mas quando me inclinei para tomar sua boca ela retribuiu meu beijo sem qualquer traço de hesitação.
Ela estava pronta.
Eu me afastei, mas a boca de Milena perseguiu a minha. Ela estava encostada em mim, seus seios pressionados firmemente contra meu peito, sua mão arranhando minhas calças com avidez.
Eu sorri para ela. O rosto da minha filha estava vermelho quando ela olhou para mim, seus olhos cheios de luxúria.
– O que você quer fazer, querida?
– O que você quiser, papai. Sou sua, respondeu com a voz baixa e rouca.
– É o nosso terceiro encontro, a lembrei. Então o que você quer fazer?
Enquanto ela ponderava sobre a questão minha filha abriu o zíper da minha calça e puxou meu membro duro. A sua pequena mão envolveu meu enorme pau e gemi. Fazia apenas alguns dias desde que ela me tocou assim, mas parecia uma eternidade.
– Eu quero que você me foda, papai, ela finalmente admitiu. Eu... eu quero sentir você dentro de mim.
Sorri para ela com orgulho nem mesmo a repreendendo por xingar enquanto movia meus lábios nos dela mais uma vez. Eu senti como se nunca pudesse me cansar de beijar Milena, de sentir a suavidade de seus lábios e língua enquanto ela devorava minha boca avidamente.
Uma pontada de tristeza me atingiu. Não só este seria o nosso encontro final, mas em um mês minha filha iria embora. Ela estaria morando em outro país, que poderia muito bem estar a um milhão de quilômetros de distância. Eu nunca mais a veria assim, seu rosto era uma mistura de nervosismo e luxúria.
Nunca mais sentiria os dedos dela à volta meu pau. Seus seios grandes e lindos em minhas mãos. Minha boca.
Esta noite seria a última vez que a veria melada. Sentiria seu sabor.
A queria mais do que tudo, mas não poderia me perdoar pela vida toda se estragasse seu futuro brilhante por egoísmo e desejo.
Deixei meus sentimentos de lado. Em vez de ficar triste com o futuro precisava me concentrar em aproveitar a noite. Aproveitando o tempo que passávamos juntos.
Desfrutando do corpo da minha filha.
Beijei-a novamente primeiro suavemente, depois com mais força e paixão. Meus dedos encontraram seus mamilos através de seu biquini e ela gemeu com sua mão ainda bombeando meu pau com força.
– Diga-me o que você quer, querida. Diga ao papai.
– Foda sua vagabunda, ela gritou com seus olhos queimando nos meus. Foda minha buceta até eu gritar.
– Linguagem, avisei com um estrondo e minha filha mordeu o lábio.
– Opa, ela disse com os olhos arregalados e castanhos olhando para mim inocentemente. Eu acho que você apenas terá que me punir, me provocou.
Um sorriso se espalhou pelo rosto de Milena quando ela sentiu meu pau estremecer com a ideia de espancá-la novamente.
– Acho que vou, disse sorrindo para ela.
Pela reação da minha filha na outra noite eu teria pensado que ela odiou a surra, mas quando subiu no meu colo pude senti-la tremendo de ansiedade.
Deslizei meus dedos de seu corpo depois agarrei a cintura e arranquei o biquini com um estalo alto, expondo sua buceta.
– Não, papai ela gemeu, sua voz cheia de necessidade.
Os seus sucos brilhavam molhados enquanto escorriam pelas suas coxas. A bunda dela era tão firme e redonda. Nunca tinha visto nada tão convidativo. Os hematomas que eu tinha feito nela da última vez estavam quase todos desbotados, mas eu ainda podia ver uma sugestão deles enquanto inspecionava o traseiro da minha filha.
– Você é uma garota má, rosnei passando a mão sobre sua pele macia. Você é uma garota má e precisa ser punida.
Minha filha estremeceu ao sentir minha mão se mover para seu clitóris e seus quadris balançaram contra a palma da minha mão. Sorri para ela quando comecei a esfregar seu botão sensível e Milena soltou um gemido baixo.
– Sim, papai, ela me implorou com sua voz crua e necessitada. Puna-me. Castigue sua filha malvada.
– Esse é um encontro, a corrigi. Da última vez estava punindo você como minha filha. Esta noite vou tratar você como meu par.
– Qual é a diferença?
Sorri para ela com minha mão subindo para seu seio. Milena gemeu novamente, a cabeça caindo para trás e os olhos fechando.
– É uma grande diferença, falei a ela pegando seu mamilo entre os dedos, apertando-o suavemente.
Minha filha engasgou e abriu a boca para falar, mas suas palavras ficaram presas na garganta.
– Como seu pai, eu estava tentando lhe ensinar uma lição. Mas esta noite, como seu encontro.
Eu sorri para ela, minha mão se movendo mais para baixo.
– Vou garantir que você aproveite a experiência.
Suas pernas tremiam quando cheguei à sua virilha. Meus dedos encontraram sua fenda pingando e Milena gemeu alto quando meu dedo escorregou dentro dela.
– Oh Deus, papai, ela gemeu. Toque me. Toque minha buceta.
– Seu namorado não gosta de conversa suja, eu disse severamente enquanto esfregava seu clitóris.
– Então me castigue. Puna sua vagabunda safada.
Enquanto acariciava o clitóris da minha filha com uma mão levantei a outra e depois bati com força na bunda dela.
A bofetada ecoou pela sala e minha filha gritou de dor e prazer. Sua buceta estava escorregadia de excitação enquanto ela se contorcia em cima de mim com suas mãos agarrando o ar.
Dei um tapa em sua bunda nua novamente e Milena soltou um longo gemido. Não precisávamos ficar quietos, não desta vez.
Afastei minha mão de seu clitóris. Ela estava gostando muito de sua surra e eu não queria que ela gozasse.
Ainda não.
– Você vai ficar bem? Você será uma boa garota para o seu pretendente?
– Uhh huh, Milena ofegou. Vou ser... ser tão...
Fiz uma pausa e minha filha me lançou um olhar atrevido.
– Vou ser uma vadia, ela terminou e minha boca se contraiu.
– Garota safada, respondi e Milena mordeu o lábio concordando.
Eu bati nela novamente, desta vez com mais força. Plaft.
– Aiiihhh, gritou. Isso machuca.
– Então comporte-se.
Ela olhou para mim suplicante e eu sorri para ela. Ela era tão linda. Tão jovem. Seu corpo era macio e flexível, mas firme em todos os lugares certos. Sua bunda já estava vermelha enquanto ela se contorcia no meu colo vestindo nada além da parte de cima de um biquíni e salto alto.
Meu pau latejava contra a sua pele nua.
– Sim, papai, respondeu antes de morder o lábio maliciosamente. Vou parar de ser má.
A teimosia de Milena uniu forças com sua natureza brincalhona e eu sabia que só havia uma maneira de lidar com isso.
PLAFT.
O som da minha palma batendo em sua bunda a fez pular de surpresa e a cabeça da minha filha caiu para trás enquanto seu corpo se sacudia.
– Você é uma garota má, falei com minha mão pousando novamente.
PLAFT.
– Sim Papai.
– E você precisa ser punida.
– Sim Papai.
– Diga.
PLAFT.
– Eu preciso ser punida, papai, disse Milena com um gemido alto.
– Diga por favor, ordenei.
O rosto da minha filha ficou vermelho enquanto ela lutava para encontrar as palavras.
PLAFT.
– Por favor, papai, ela finalmente disse com sua voz cheia de luxúria. Puna sua garota safada.
Bati nela novamente, minha mão se movendo mais rápido e com mais força.
– Oh Deus, sim, ela gemeu com sua cabeça caindo para trás mais uma vez.
– Você é uma garota má, vociferei com minha mão nunca parando.
– Sim Papai. Castigue sua filha perversa. Puna sua vagabunda safada.
PLAFT. PLAFT. PLAFT.
– Você é uma garota muito suja, não é?
A bunda da minha filha estava vermelha e ela ofegava enquanto eu batia nela implacavelmente tremendo com a intensidade de sua punição.
– Sim Papai. Eu sou uma prostituta suja, desagradável, imunda e pecadora.
Suas palavras estavam arrastadas enquanto ela as pronunciava, os olhos semicerrados de prazer. As suas ancas balançaram no meu colo e pude sentir a sua umidade pingando sobre a minha perna.
– Você merece ser punida, acrescentei e ela aceitou ansiosamente.
– Eu mereço.
Bati nela novamente.
– Diga.
– Papai, eu mereço ser punida, gemeu.
– Diga-me o quão suja você é.
– Muito suja, papai. Sou uma putinha safada. Sou uma imunda, pervertida, depravada.
Agarrando o cabelo da minha filha parei meu ataque e puxei-a para cima até que seu rosto estivesse a centímetros do meu. Minha filha estava ofegante se contorcendo de prazer e suspeitei que se eu tivesse continuado a espancá-la, ela teria gozado só de sentir minha mão em sua bunda.
Sorri para minha filha e lentamente abaixei minha boca em direção à dela. Eu a beijei suavemente, nossas línguas se tocando por um momento antes de nos separarmos e olharmos nos olhos um do outro.
– Está na hora, eu disse e um brilho de medo apareceu nos olhos de Milena.
– Papai, falou com um tremor na voz. Eu não acho que posso fazer isso.
Suspirei. Isso de novo.
– Querida...
Ela falou me interrompendo.
– Eu nunca fiz isso antes, ela disse com suas bochechas ficando rosadas enquanto ela me olhava nos olhos. E sou... eu sou virgem. Só enfiei algumas coisas pequenas em minha buceta.
Meu olhos se arregalaram. Entre a experiência dela chupando pau e o fato de que eu não senti nenhuma resistência ao tocá-la, mesmo com três dedos simplesmente presumi que não fosse virgem.
– Achei que você já tivesse tido muitos encontros com meninos antes.
– Sim, ela se contorceu. Mas eu nunca fui até o fim. Só fiz oral.
Eu fiz uma pausa. Isso mudaria as coisas? Eu sabia que esta noite comeria minha filha, mas não tinha percebido que tiraria sua virgindade.
Minha filha. Uma virgem. Eu absolutamente não esperava que isso acontecesse para ser honesto. Com um corpo como o dela, eu sabia que ela já devia ter recebido ofertas antes. Inúmeros adolescentes, atirando-se aos seus pés.
Mas minha filha não era uma adolescente qualquer. Ela era forte. Inteligente. Sensível. Ela se salvou, protegeu sua castidade. Ela manteve sua pureza. Isso só complicava minha batalha interna entre a deixar ir para a vida ou a manter para mim como desejava ardentemente.
Agora ela estava sentada na minha frente vestindo nada além de salto alto e um top de biquíni. Seu corpo incrível e perfeito em exibição para mim. Para o pretendente dela.
Para alguém que a conhecia melhor do que ela mesma. Para alguém que sabia que sua relutância vinha de um sentimento de medo.
– Você é virgem, perguntei confirmando.
Milena confirmou balançando a cabeça.
Sorri gentilmente, inclinando-me para beijá-la suavemente nos lábios.
– Então parece que você precisa desse encontro mais do que eu pensava. Afinal, você deve estar guardando sua primeira vez para uma ocasião especial. Não deveria ser com alguém que você ama?