Sofia, a trans 9

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Trans
Contém 884 palavras
Data: 28/01/2026 06:15:51
Assuntos: Trans

Capítulo 9: O Vazio da Nova Noite

Meses se passaram desde que vi Sofia com aqueles dois caras, o buquê de rosas caindo no chão, pétalas vermelhas espalhadas como sangue, e a palavra “vagabunda” saindo da minha boca antes que eu pudesse segurar. O elevador fechando na minha cara ainda ecoava na cabeça. Tentei seguir em frente, juro que tentei. Transei com mulheres cis de todos os tipos: loiras altas, morenas curvilíneas, magrinhas, gordinhas, casadas, solteiras. Mas era como comer comida sem sal, sem pimenta, sem nada. Algo essencial faltava. O fogo, a sujeira, a entrega total, o jeito que Sofia fodida, chupava, gozava. Seus seios GG balançando, aquela bunda redonda tremendo com cada tapa, e, por mais louco que pareça, o pau dela, que jorravam gozo farto como uma porra de cachoeira. Era isso que me fazia perder o controle.

Baixei um app de relacionamento quase sem fé, só pra tentar esquecer. Foi aí que encontrei Bianca: trans de 25 anos, pele morena, corpo esguio, seios médios, olhar que prometia pecado. “Quero te conhecer,” escrevi. Ela respondeu em segundos. Marcamos num motel no centro.

Busquei ela num bairro perto do meu. “Oi, Lucas,” disse, voz suave, e me beijou logo no carro, língua com gosto de menta. Meu pau endureceu na calça, mas já senti que não era o mesmo. Não era aquele tesão violento que Sofia provocava só de olhar. No caminho conversamos amenidades — trabalho, música, tempo —, mas minha cabeça estava em outro lugar. Chegamos ao motel em dez minutos. Quarto simples: cama grande, lençóis brancos impecáveis, abajur jogando luz suave, espelho no teto. Bianca usava um vestido azul colado, curto, os seios empinados, bunda firme, cabelos castanhos lisos caindo até os ombros.

Sentamos na beira da cama, trocamos umas palavras, mas eu queria ação. “Tira esse vestido,” mandei, a voz já rouca. Ela obedeceu, o tecido deslizando devagar, revelando uma calcinha preta esticada pelo pênis duro, mas não era o mesmo volume, não era o mesmo impacto. Os seios eram bonitos, mas menores, e a bunda, embora firme, não tinha aquela curva insana que me fazia salivar só de olhar. Tirei a camisa e a calça rápido. Meu pau saltou livre, veias pulsando, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Ela se ajoelhou na cama, chupou meu pau com vontade, boca quente, língua girando na cabeça, baba escorrendo. Era bom, tecnicamente perfeito, mas faltava algo. Com Sofia eu teria cuspido na cara dela naquele momento, dado tapas fortes, puxado o cabelo até ela gemer pedindo mais, os olhos azuis brilhando de tesão e dor. Bianca era delicada demais. Eu segurava a vontade de ser bruto, de ser eu mesmo.

“De quatro,” ordenei. Ela se posicionou, empinando a bunda. Abri as nádegas com as duas mãos, caí de boca no cuzinho dela, lambendo, chupando, babando tudo. Espalhei lubrificante, posicionei a cabeça e entrei. O cu dela era bem mais apertado, e, por mais estranho que pareça, isso me incomodou. Empurrei devagar, depois firme, o ritmo crescendo, a cama rangendo. O som da pele batendo era alto, o cheiro de sexo e lubrificante tomava o quarto, mas não era o mesmo. Com Sofia eu batia na bunda até ficar vermelha, puxava o cabelo, xingava de puta, vadia, vagabunda, enquanto ela gozava farto, jatos brancos manchando tudo. Bianca gemia baixo, quase educada. Dei um tapa leve na bunda, a palma estalando. Ela olhou pra trás, surpresa. “Mais forte?” perguntou, voz doce. Mas não era a mesma fome, não era aquele “mais, me quebra” que Sofia gritava.

Mudei de posição, deitei ela de costas, pernas no meu ombro. Socava fundo, os seios dela balançando pouco, o pênis duro roçando a barriga. “Goza pra mim,” pedi, masturbando o pau dela, quente e liso na minha mão. Ela gozou — jatos brancos acertando o peito, alguns pingando na barriga —, mas era pouco, controlado. Nada como o gozo de Sofia, que jorrava como fonte, cobria o rosto, o sofá, o chão, o cabelo. Eu socava mais forte, tentando achar aquele prazer sujo, mas só pensava na bunda de Sofia tremendo com cada estocada, no pau dela explodindo enquanto eu a chamava de vadia, cuspia na cara, batia até deixar marcas.

“Quero gozar,” grunhi, saindo do cu dela e me ajoelhando quase em cima. Masturbei rápido, a cabeça brilhando, e gozei na cara — jatos quentes acertando bochecha, boca, pingando no queixo. O sêmen era grosso, mas não era o mesmo. Com Sofia ela lambia tudo, chupava meu pau ainda sujo, olhos brilhando de tesão puro. Bianca sorriu, limpou com os dedos, mas não lambeu, não chupou, não tinha aquele fogo, aquela sujeira que me viciava.

Caímos na cama, suados, o cheiro de sexo pesado no ar. “Foi bom,” ela disse, voz carinhosa. Eu só assenti, o peito apertado. Bianca era gostosa, educada e bonita. Mas não era Sofia. Faltava a agressividade, os tapas estalando, o pau dela jorrando gozo farto enquanto eu a destruía e ela pedia mais. “A gente se vê,” menti, vestindo a roupa rápido, enquanto ela se enrolava no lençol branco. Saí do motel, deixei ela lá, o vento frio da noite batendo na cara. Dirigi pra casa em silêncio, o rádio desligado, e soube, com uma dor que não explicava: Sofia, mesmo sendo a vagabunda traidora que me destruiu, tinha deixado um buraco que ninguém, ninguém, conseguia preencher.

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