O trajeto até o motel foi regado a uma tensão que eu não sentia há anos. Ter a Camilla ali, a irmã "proibida" que eu cobicei desde o ensino médio, era a realização de um fetiche que começou com calcinhas roubadas e tamancos melados em churrascos de família. Agora, com ela mais madura, com o corpo moldado pela academia e aquela atitude de mulher decidida, o jogo era outro.
Assim que a porta da suíte se fechou, o som do tamanco de cristal no piso de granito ecoou como um tambor de guerra. Clokt, clokt, clokt.
— Você disse que queria minhas solinhas lambuzadas, não disse? — ela provocou, sentando-se na beirada da cama king-size.
Ela esticou as pernas, exibindo os pés perfeitos dentro do acrílico transparente. O suor da caminhada do carro até o quarto já começava a embaçar o plástico, criando aquele chulézinho doce e excitante que só um pé bem cuidado dentro de um salto consegue exalar. Eu me ajoelhei aos pés dela, um devoto diante de um altar. Tirei o tamanco direito e o cheiro me atingiu em cheio: couro, suor e o perfume da Camilla.
— Beija... — ela ordenou, fazendo o biquinho duck face que eu tanto vi nas fotos, os lábios brilhando com o gloss bege melado.
Eu lambi a sola dela do calcanhar aos dedos, sentindo o salgado da pele quente. Enquanto eu me perdia naqueles pés, ela puxou meu rosto para cima e me deu um beijo com gosto de luxúria, transferindo o gloss pegajoso para a minha boca. A mão dela desceu certeira para o meu pau, que já estava latejando, úmido do boquete no carro.
— Hoje não vai ter massagem, Joeliny e Pamella que se danem... eu quero você inteiro — ela sussurrou, ficando de pé e jogando o jeans para longe.
Ela estava apenas de top e aquele tamanco, o que deixava o rabo dela empinado de um jeito irresistível. Ela se virou de costas, debruçou na cama e olhou para trás, por entre as pernas.
— Sem proteção. Eu quero sentir tudo o que você guardou esses anos todos. Mas não é na frente... é atrás.
Aquele convite foi o gatilho. Eu a segurei pelos quadris, sentindo a firmeza da pele dela. Posicionei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela, que estava contraído, mas já implorando por contato. Com uma estocada lenta e profunda, eu entrei. Camilla soltou um grito que foi abafado pelo travesseiro. O aperto era absurdo, uma pressão quente que envolvia cada milímetro da minha rola.
Eu comecei a bombear com força, ouvindo o estalo da minha pelve contra a bunda dela. O tamanco de cristal que ela ainda usava batia ritmicamente no chão conforme eu a empurrava. O cheiro de sexo e o aroma dos pés dela, agora livres do salto e suados no tapete, criavam uma atmosfera de puro adultério e perversão.
— Isso... me rasga, seu fdp! — ela gritava, a voz distorcida pelo prazer.
Eu cheguei ao meu limite rápido demais. A memória de todos os anos batendo punheta para as fotos dela se acumulou em um segundo. Eu a puxei pelos cabelos, forçando-a a se virar de joelhos enquanto eu ainda pulsava.
— Olha para mim, Camilla!
Ela se ajoelhou, os lábios carnudos entreabertos, o rosto vermelho de esforço. Eu segurei meu pau com força e a primeira rajada foi um tiro certeiro no meio daquele biquinho de gloss. O gozo quente e espesso cobriu a boca dela, escorreu pelo queixo e pingou nos próprios peitos fartos. Eu continuei disparando, jato após jato, sujando as bochechas, os olhos e o cabelo loiro que ela tanto cuidava.
Ela fechou os olhos, recebendo a "homenagem" com uma entrega total. Quando parei, ela passou a língua nos lábios, limpando o excesso de porra misturada ao gloss, e olhou para o próprio pé suado no tapete.
— Agora... — ela disse, com a voz embargada — limpa meus pés com a sua língua e me faz gozar de novo.