Madame Lucrécia, a bruxa dominatrix

Um conto erótico de Inkubus
Categoria: Heterossexual
Contém 1643 palavras
Data: 28/01/2026 00:46:09

Hilton era um rapaz de vinte e poucos anos, daqueles tipos comuns que passavam despercebidos na multidão. Alto, magro, com cabelos bagunçados e uma barba rala que tentava disfarçar a cara de menino. Morava sozinho num apartamento apertado no centro de uma cidade média, cheia de prédios velhos e cheiro de mofo nas escadas. Trabalhava num emprego chato de escritório, digitando números o dia todo, mas à noite, mergulhava no mundo dos fóruns de ocultismo, vídeos de rituais no YouTube. Não acreditava de verdade, mas queria acreditar. Queria que algo maior, algo sombrio, respondesse.

Foi num desses fóruns que ele viu o nome: Madame Lucrécia. Uma mulher que postava fotos antigas em preto e branco, velas pretas derretendo em caveiras de resina, algemas de ferro forjado, chicotes de couro trançado com espinhos. Nos comentários: “dominação de verdade”, “não é uma impostora”, “cuidado com o que pede à Madame”.

Alguém deixou um link privado. Hilton clicou e enviou uma mensagem:

“Olá, Madame! Sou um curioso deste mundo místico e misterioso. Como faço para experimentar seus serviços?”.

A resposta chegou dois dias depois:

“Curioso. Gosto de curiosos. Se você quer ver o que está além das páginas amareladas, venha. Sexta, meia-noite. Endereço anexado. Traga sua submissão ou não venha”.

O endereço era uma casa antiga nos arredores, em uma área rural, cercada de mato alto e árvores retorcidas. Hilton chegou uns 15 minutos antes do horário combinado, coração batendo forte, pau já meio duro só de imaginar. Tocou a campainha antiga. A porta abriu sozinha, fazendo um rangido aterrorizante.

Dentro do casebre, um cheiro forte de incenso, mirra misturada com algo metálico, como sangue seco. Velas pretas em candelabros de ferro iluminavam o corredor. Uma voz grave, rouca, veio do fundo:

— Entre, rapaz. Não fique aí parado como um virgem assustado.

Lucrécia surgiu na escuridão. Tinha uns quarenta e poucos anos e uma presença que fazia o ar pesar. Cabelos extremamente negros, longos, lisos, caindo até a cintura. Pele pálida, lábios vermelhos escuros, olhos pretos que pareciam poços. Vestia um corset de couro preto que apertava a cintura fina e empinava os peitos fartos, saia longa rasgada nas laterais mostrando coxas grossas marcadas por tatuagens de runas e serpentes. Nos pés, botas de cano alto com salto grosso. No pescoço, um colar de ônix com um pingente de prata em forma de pentáculo invertido.

Ela mediu Hilton de cima a baixo, por fim deu um sorriso torto.

— Você é mais magrinho do que eu imaginava. Mas tem potencial. Tire a roupa. Tudo.

Hilton hesitou só um segundo. O olhar dela não permitia hesitação. Ele se despiu ali mesmo na sala, sentindo o frio do piso de madeira antiga na sola dos pés. Pau já duro, latejando, vergonha misturada com tesão.

Lucrécia circulou em torno dele como um predador.

— Bonitinho. Pau decente, mas vamos ver se aguenta. De joelhos agora!

Ele obedeceu. Ela pegou uma coleira de couro grosso com argola de metal, prendeu no pescoço dele com um clique seco. Puxou a guia.

— Venha, meu novo servo.

Lucrécia o levou por um corredor escuro até uma sala ampla no porão. Parede de pedra úmida, altar de madeira preta no centro, coberto por pano vermelho escuro. Correntes penduradas no teto, uma cruz de ferro de Santo André, chicotes, varas, plugs de vários tamanhos, facas rituais brilhando à luz de velas. No ar, cheiro forte de cera derretida e excitação.

— Hoje é lua minguante. Perfeita pra quebrar curiosos como você — disse ela com a voz baixa. — Você veio atrás de misticismo e prazer, não é? Quer ver o poder real. Quer sentir o que é ser possuído de verdade.

Hilton engoliu em seco.

— Sim... senhora.

Lucrécia riu baixo.

— Senhora? Não. Aqui dentro você me chama de “Ma Dame” — disse com um sotaque francês. — Ou, simplesmente, “Minha Dona”. Entendeu, putinho?

— Sim, Madame.

Ela o puxou pela coleira até o centro da sala, mandou ele deitar de costas no altar. Amarrou seus pulsos e tornozelos com cordas grossas de cânhamo, esticando-o em X. O pau dele apontava pro teto, babando pré-gozo.

Lucrécia subiu no altar, ficando de pé sobre ele, uma bota de cada lado da cabeça.

— Olhe pra mim.

Ela ergueu a saia devagar. Sem calcinha. A buceta quase sem pelos, com lábios grossos e escuros, o clitóris inchado brilhando de umidade. Um cheiro lascivo forte enchia o cômodo.

— Você vai me adorar primeiro. Com a boca.

Ela baixou o corpo devagar, sentando a buceta molhada direto na cara dele. Hilton abriu a boca faminto, língua esticada lambendo os lábios carnudos, chupando o clitóris como se fosse a última coisa que faria na vida. Lucrécia gemeu rouco, rebolando, esfregando a xoxota na cara dele, o mel escorrendo pelo queixo, caindo pelo pescoço.

— Isso, lambe direito, seu cãozinho curioso. Enfia essa língua.

Ele obedeceu, língua fodendo a entrada apertada, sentindo o gosto salgado e doce ao mesmo tempo. Ela apertava os peitos por cima do corselete, beliscando os mamilos duros, gemendo alto como um bicho.

Depois de alguns minutos, ela se levantou, rosto corado.

— Bom menino. Agora vem a parte que dói.

Ela pegou um chicote de couro com nove tiras, cada uma com nó na ponta. Deu o primeiro golpe no peito dele. Estalo seco. “AAAAH!!!”, Hilton gritou.

— Cala a boca ou eu te amordaço.

Mais golpes: nas coxas, na barriga, de leve no pau duro. Cada estalo fazia o corpo dele arquear, com o pau pulsando mais forte. Dor virando prazer estranho, era um tesão insano.

Lucrécia largou o chicote, pegou uma vela preta grossa, acesa. Pingou cera quente no peito dele. Hilton gritou de novo, mas o pau babava ainda mais.

— Gosta mesmo de dor, né, meu servo? — Ela pingou cera nos mamilos, na barriga, perto da base do pau. — Vamos ver se aguenta o ritual de verdade.

Ela desamarrou as pernas dele só o suficiente pra virar de bruços. Amarrando-o de novo, com a bunda empinada. Lucrécia pegou um plug de metal grande, frio, lubrificou com saliva.

— Abre esse cuzinho virgem pra sua “Ma Dame”!

Enfiou devagar. Hilton gemeu alto, sentindo o metal frio abrindo caminho dentro dele, esticando seu anel apertado. Ela girou, empurrou até o fundo. Depois pegou um cinto largo de couro e começou a bater forte na bunda dele. Cada golpe fazia o plug vibrar dentro, estimulando a próstata. Hilton gemia como um puto, com seu pau babando no altar.

— Tá gostando, né? …Safado.

Ela tirou o plug com um estalo molhado, substituiu por três dedos. Fodia o cu dele com força, enquanto com a outra mão apertava as bolas, puxava o pau pra trás.

— Vou te foder como um demônio fode uma alma fraca.

Lucrécia tirou o corset, os enormes peitos agora livres, os mamilos escuros e duros. Subiu no altar atrás dele, prendeu um strap-on preto grosso, veias marcadas, uns 22 cm. Lubrificou com um pouco de saliva.

— Respira fundo, curiosinho. Vai doer, mas vai ser gostoso.

Enfiou a cabeça devagar. Hilton gemeu como um animal desesperado, o corpo tremendo. Ela segurou os quadris dele com força, unhas cravadas na pele, e empurrou tudo de uma vez. Pau de borracha no fundo do cu dele, esticando ao limite.

— Isso, toma tudo, meu servo!

Ela começou a bombar forte, com ritmo acelerado, as bolas falsas batiam nas dele. Uma mão no cabelo dele, puxando pra trás como rédea. A outra no pau dele, punhetando rápido.

— Goza enquanto eu arrombo teu cu, puto! Goza pra sua Dona!

Hilton não aguentou. Gozou gritando. Jatos grossos de porra banharam o altar, o corpo dele convulsionava. Lucrécia continuou fodendo, mais forte, até tirar o strap-on com um puxão bruto.

Mas não acabou.

Ela o virou de novo, de costas. Subiu em cima dele, sentando a buceta encharcada direto no pau ainda duro.

— Agora você me serve de verdade.

Cavalgou selvagem, os peitos balançavam, suas unhas arranhavam o peito dele, deixando marcas vermelhas. Rebolava, apertava a buceta ordenhando o pau dele.

— Pode banhar minha buceta também.

Hilton gemia, já sensível, mas o tesão não parava. Ela apertava os mamilos dele com força, mordia o pescoço, deixando marcas roxas.

No clímax dela, Lucrécia quase rugiu, com seu corpo tremendo inteiro, a buceta pulsando sem parar, esguichando no pau dele. Hilton gozou de novo, enchendo ela de porra quente, sentindo como se algo o sugasse por dentro.

Quando terminou, ela desceu, ofegante. Pegou uma faca ritual pequena, traçou uma runa fina no peito dele, bem acima do coração. Sangue brotou devagar. Ela lambeu, olhos brilhando.

— Agora você carrega minha marca. Meu selo. Toda vez que gozar sozinho, vai sentir meu cheiro, minha voz. Vai querer voltar.

Hilton, exausto, murmurou:

— Sim... Madame…

Ela sorriu, cruel.

— Você achou que era só uma noite? Não, querido. Você me invocou sem saber. Eu sou a bruxa que responde aos curiosos. E agora... você é meu.

Ela o desamarrou, mas a coleira ficou. Deu um beijo na testa dele, com os lábios frios.

— Vá pra casa. Durma. Amanhã você acorda com minha voz na cabeça. E na próxima lua, volta. Ou eu vou te buscar.

Hilton saiu cambaleando, corpo dolorido, marcas ardendo, pau latejando mesmo depois de tudo.

Naquela noite, em casa, ele tentou se masturbar pensando nela. Mas quando tocou o pau, sentiu um aperto no peito, a runa queimando. Ouviu a voz dela sussurrando no ouvido:

"Você é meu agora, cãozinho. Pra sempre."

Ele gozou… gozo misturado com lágrimas. Sabia que não tinha escapatória.

Dias depois, amigos notaram ele mais pálido, olhos fundos, sempre olhando pro nada. Ele parou de postar nos fóruns. Sumiu das redes.

Naquele casebre antigo, às sextas de lua minguante, sempre se ouve gemidos roucos vindo do porão. E um rapaz magro, de coleira, ajoelhado aos pés de uma mulher de olhos negros, lambendo o chão onde ela pisou.

Hilton descobriu uma parte do mundo que tanto queria… E perdeu a alma no processo.

--|| FIM! ||--

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Inkubus 👹 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários