A festa de aniversário de Drake em 2017 estava pegando fogo no clube privativo de Los Angeles. As luzes baixas pulsavam ao ritmo da batida pesada do hip-hop, e o ar estava carregado de fumaça de charutos caros e perfume de celebridades. Taylor Swift chegou vestida para matar: um top bandeau preto que mal cobria seus seios firmes, revelando uma tatuagem de estrela no peito, e uma saia de couro justa com uma fenda ousada que subia até a coxa, deixando suas pernas longas e tonificadas à mostra. Seus cabelos loiros curtos balançavam enquanto ela caminhava, sorrindo com aquele ar de inocente safada que escondia sua verdadeira natureza – uma ninfomaníaca insaciável, viciada em pênis, sempre faminta por mais, especialmente os grossos e pretos que a faziam tremer de tesão.
Taylor não era seletiva. Aparência, idade, nada importava quando o desejo batia. Ela aceitava qualquer homem que pudesse enchê-la, usá-la como uma boneca de prazer. Naquela noite, com o álcool fluindo e a cocaína circulando em bandejas discretas, ela sentia o fogo entre as pernas crescer. Drake, o aniversariante, a recebeu com um abraço apertado, sua mão grande escorregando para a curva de sua bunda enquanto posavam para uma foto.
"Você veio pra me dar um presente especial, né, Tay?", ele sussurrou no ouvido dela, seu pau já semi-duro roçando contra sua coxa. Taylor mordeu o lábio, sentindo o cheiro almiscarado dele, e respondeu com um gemido baixo: "Tudo que você quiser, aniversariante. Eu sou sua vadia hoje."
A festa começou inocente, com Taylor posando para selfies com os convidados. Havia um homem barbudo e gordo com óculos grossos e chapéu, que enfiou uma nota de dólar no decote dela enquanto ria, seus dedos peludos roçando sua pele. "Pra você, gata", ele disse, e Taylor, em vez de se afastar, pressionou o peito contra ele, sentindo o volume em suas calças.
"Obrigada, amor. Quer ver onde mais eu posso guardar isso?" Ela piscou, já imaginando aquele pau feio e grosso na boca.
Outro cara, alto e negro como ébano, com um terno verde escuro, a puxou para um canto escuro. Era um dos amigos de Drake, musculoso e confiante. Ele a beijou com força, sua língua invadindo a boca dela enquanto apertava seus seios. Taylor gemeu, esfregando a mão no pau dele através da calça, sentindo-o pulsar – grosso, preto, perfeito para sua predileção.Mas o tesão de Taylor era incontrolável. Depois de alguns drinques, ela subiu em uma mesa no centro da sala VIP, tirando o casaco e dançando provocativamente. Seus quadris rebolavam, a saia subindo e revelando que ela não usava calcinha – sua buceta depilada e molhada brilhando sob as luzes.
"Quem quer brincar com a Loirinha hoje à noite?", ela gritou, rindo histericamente, os olhos vidrados de luxúria.
Os homens ao redor – Drake, o barbudo com chapéu, o negro musculoso, um cara careca com terno roxo (outro amigo rapper de Drake), e até um mais velho, pai de alguém na festa – todos se aproximaram, os paus endurecendo visivelmente. Drake foi o primeiro. Ele a puxou para baixo, rasgando o top dela com um puxão, expondo seus peitos rosados com mamilos duros como pedras. "Meu presente de aniversário", ele rosnou, enfiando o pau preto enorme para fora da calça. Taylor caiu de joelhos no chão pegajoso de bebidas derramadas, babando ao ver aquela veia grossa latejando.
"Ah, sim, pau preto... meu vício", ela murmurou, engolindo-o inteiro, engasgando enquanto chupava com voracidade, saliva escorrendo pelo queixo. Drake fodia sua boca como se fosse uma buceta, segurando sua cabeça loira e empurrando fundo, fazendo-a gargarejar. "Engole tudo, sua puta."
Os outros não esperaram. O barbudo gordo se aproximou por trás, levantando a saia dela e enfiando dois dedos grossos na buceta encharcada de Taylor. "Molhadinha pra caralho", ele grunhiu, enquanto ela gemia ao redor do pau de Drake. Ele tirou o pau para fora – não era grande, mas era grosso e peludo – e enfiou na bunda dela sem aviso, lubrificando só com cuspe. Taylor gritou de prazer e dor, mas empinou mais, adorando ser usada como um buraco qualquer.
"Fode minha bunda, seu velho safado! Não rejeito nada!"
A orgia explodiu. O negro musculoso tomou o lugar na frente, seu pau preto ainda maior que o de Drake, esticando a boca de Taylor ao limite enquanto ela chupava alternando entre ele e outro cara, um latino com barba curta que havia posado com ela mais cedo. Ele fodia sua garganta com força, lágrimas escorrendo pelo rosto maquiado dela, mas ela sorria, viciada no gosto salgado de pré-gozo. "Mais paus... preciso de mais!", ela implorava entre engasgos.Drake a deitou no sofá de couro, abrindo suas pernas e enfiando seu pau na buceta dela, bombando com força enquanto o barbudo continuava na bunda. Taylor gozava alto, esguichando sucos por todo o sofá, seu corpo tremendo.
"Sim, me enchem! Paus pretos me matam de tesão, mas esse gordo aí atrás também serve!"
O careca com terno roxo se juntou, enfiando o pau na boca dela, sufocando seus gemidos. Outro homem, mais velho e grisalho – talvez o pai de Drake, com um ar de autoridade – se posicionou ao lado, masturbando-se enquanto assistia, até que Taylor esticou a mão e o puxou para perto.
"Vem, vovô. Idade não importa, só o pau."
Ela chupou ele também, alternando entre três paus na cara, lambendo bolas suadas e engolindo tudo que podia.A gangbang durou horas. Taylor foi passada de mão em mão, fodida em todas as posições: de quatro no chão, com paus em cada buraco; montada reversa em Drake enquanto chupava o negro e masturbava o barbudo; até deitada de costas com as pernas no ar, deixando que eles gozassem em sequência na sua buceta, o sêmen escorrendo misturado com seu mel. Ela contava os paus – sete, oito, perdia a conta – mas não parava, sua predileção por pretos a levando a priorizar Drake e seus amigos negros, sugando-os até secar, mas aceitando os brancos e velhos com o mesmo entusiasmo depravado.
"Goza na minha cara, seus safados! Me cubram como a vadia que eu sou!"
No final, exausta e coberta de porra, Taylor sorria, deitada no meio da sala, o corpo marcado por chupões e tatuagens temporárias borradas. Drake a beijou na testa, rindo. "Melhor aniversário ever."
A manhã seguinte à festa de aniversário de Drake amanheceu com o sol filtrando pelas cortinas pesadas da suíte presidencial do hotel. O ar ainda cheirava a sexo, suor e álcool evaporado. Taylor Swift acordou nua, deitada de bruços na cama king-size, o corpo dolorido e marcado: chupões roxos nos seios, coxas vermelhas de tapas, sêmen seco grudado na pele e entre as pernas. Ela sorriu ao lembrar da noite anterior, sentindo a buceta latejar de tesão residual. Mesmo depois de ser usada por tantos paus, ela ainda queria mais. Sempre queria mais.
Drake já estava acordado, sentado na poltrona de couro, fumando um charuto enquanto olhava para ela com um sorriso safado. Ao lado dele, dois dos amigos da noite anterior – o negro musculoso que tinha o pau preto mais grosso que ela já havia engolido e o barbudo gordo com óculos – ainda estavam ali, sem camisa, calças abertas, paus semi-duros esperando a próxima rodada.
"Acordou, minha vadia favorita?", Drake perguntou, a voz rouca.
Taylor se espreguiçou como uma gata no cio, empinando a bunda empinada e separando as pernas devagar, deixando que eles vissem a buceta inchada e ainda escorrendo porra da noite anterior.
"Acordei com fome", ela respondeu, lambendo os lábios rachados. "E vocês ainda não me deram o café da manhã direito."
O negro musculoso – que ela descobrira se chamar Malik – se aproximou primeiro. Ele agarrou os cabelos loiros dela e puxou sua cabeça para trás, expondo o pescoço marcado.
"Então abre essa boca, Taylor. Vamos te encher de novo." Ele enfiou o pau preto enorme direto na garganta dela sem preliminares. Taylor engasgou, olhos lacrimejando, mas chupou com voracidade, as mãos segurando as coxas grossas dele enquanto engolia até as bolas. O gosto salgado e almiscarado a deixava louca; paus pretos eram seu vício absoluto, e aquele era perfeito – grosso, veioso, latejando na boca dela.
Enquanto isso, o barbudo gordo, chamado Rick, se posicionou atrás. Ele cuspiu na bunda dela, esfregou o pau peludo e grosso na entrada apertada e enfiou tudo de uma vez. Taylor gemeu alto ao redor do pau de Malik, o corpo tremendo com a invasão dupla. "Porra, que cuzinho guloso", Rick grunhiu, batendo na bunda dela com força, deixando marcas vermelhas. "Você aguenta dois de uma vez, né, sua puta famosa?"
Drake assistia, masturbando o próprio pau preto enquanto via a cena. "Ela aguenta mais que isso", ele disse, rindo. Ele se levantou e foi para o lado da cama, posicionando-se para que Taylor pudesse chupar ele também. Agora eram três paus disputando a boca dela: Malik na garganta, Drake na bochecha, e ela alternando, lambendo as cabeças, chupando as bolas suadas, gemendo como uma cadela no cio.
"Mais... me deem mais paus... não paro nunca", ela balbuciava entre engasgos, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios.
Rick gozou primeiro, enchendo a bunda dela com jatos quentes e grossos, o sêmen escorrendo pelas coxas enquanto ele saía. Taylor gozou só com a sensação, esguichando no lençol já manchado. Malik a virou de costas, abriu as pernas dela ao máximo e enfiou o pau preto na buceta encharcada, bombando com força, os ovos batendo na bunda dela.
"Toma, sua ninfomaníaca. Toma esse pau preto que você ama tanto."
Taylor gritava de prazer, unhas cravadas nas costas dele, pedindo mais rápido, mais fundo.Drake se ajoelhou ao lado da cabeça dela, enfiando o pau na boca enquanto Malik a fodia.
"Chupa enquanto ele te arromba, Tay. Mostra que você é nossa vadia particular." Ela obedecia, chupando com desespero, os olhos revirando de tanto tesão. Quando Malik gozou dentro dela, enchendo a buceta até transbordar, Drake tomou o lugar imediatamente, virando-a de quatro e enfiando na buceta melíflua de porra alheia.
"Misturadinho, do jeito que você gosta, né?" Ele batia com força, segurando os cabelos dela como rédeas. Rick, já recuperado, voltou para a boca dela, e os três a usaram em ritmo perfeito: pau na buceta, pau na boca, mãos masturbando os outros paus que ainda estavam duros. Taylor perdeu a conta de quantas vezes gozou. Seu corpo era um trapo de prazer, coberto de sêmen, suor e marcas. No final, eles a deixaram deitada de costas, pernas abertas, enquanto gozavam em sequência na cara, nos peitos, na barriga – uma pintura depravada de luxúria. Ela lambia o que conseguia alcançar, sorrindo com os lábios inchados.
"Melhor after party da vida", Drake murmurou, beijando a testa dela.
Taylor piscou, ainda ofegante. "E a próxima festa... quando vai ser? Porque eu já tô pronta pra mais.
"Os três riram, sabendo que a ninfomaníaca loira nunca teria o suficiente.