Taylor Swift tinha 34 anos, mas seu corpo ainda parecia de uma garota de 20: pele impecável, seios firmes, bunda redonda e pernas longas que faziam qualquer homem babar. Ela já era a maior estrela do mundo, mas tinha um segredo sujo: uma vez por mês, ela desaparecia por 48 horas e ia para A Fábrica.A Fábrica era um galpão industrial abandonado nos arredores de Los Angeles, reformado em segredo por um grupo de homens ricos, poderosos e bem mais velhos — a maioria entre 50 e 70 anos. Eles pagavam fortunas pra entrar, e o único requisito era: respeitar as regras de Taylor.
Ela era a dona, a rainha, a puta da casa. E decidia tudo. Naquela noite, Taylor chegou vestida com um macacãozinho de couro preto colado ao corpo, zíper aberto até o umbigo, sem nada por baixo. O cabelo loiro solto, batom vermelho sangue, salto plataforma de 15 cm. Entrou pela porta dos fundos e foi direto pro centro do galpão. Lá dentro, uns 12 homens já esperavam, todos de terno caro, calvos ou grisalhos, barrigas discretas ou corpos malhados por academia, mas com aquela aura de quem manda no mundo. Alguns eram CEOs, outros produtores de Hollywood, um ou dois políticos famosos. Todos babando por ela.Taylor subiu num palco improvisado com um colchão king size no meio, rodeado de luzes vermelhas.
Sentou na beirada, abriu as pernas devagar e deixou o zíper descer até a virilha. A buceta lisinha e molhada já brilhava.
"Boa noite, cavalheiros," ela disse com aquela voz doce e rouca. "Hoje eu quero ser usada como a vadia que sou. Sem limites. Quem quiser pode me foder a boca, a buceta, o cu... gozar onde quiser. Mas só quando eu mandar. Entenderam?"
Um coro de "Sim, senhorita Swift" ecoou.
Ela apontou pro primeiro: um homem de 62 anos, careca, terno Armani, pau já duro marcando a calça. "Você primeiro. Me chupa até eu gozar na sua cara."
"Ele se ajoelhou na hora, abriu as pernas dela e mergulhou a língua na buceta dela. Lambia o clitóris com experiência, enfiava a língua fundo, chupava os lábios. Taylor gemia alto, segurando a cabeça dele, rebolando na boca dele. Gozou em menos de três minutos, esguichando na barba grisalha dele."Boa, vovô," ela riu, limpando o rosto dele com os dedos e enfiando na boca dele pra ele chupar.Depois chamou mais dois. Um de 58, outro de 65. "Vocês dois: um na boca, um na buceta. Agora."
"Eles tiraram as calças rápido. O de 58 tinha um pau grosso e curvado pra cima, o de 65 um pau longo e reto, veias saltadas. Taylor se deitou de costas no colchão, cabeça pendurada na beirada.O de 58 enfiou o pau na boca dela, fodendo devagar a garganta. Ela engasgava, babava, mas adorava. O de 65 enfiou na buceta molhada, batendo fundo. Taylor gemia com a boca cheia, o corpo tremendo.Os outros assistiam, se masturbando. Alguns já tiravam a roupa."Mais," ela pediu, tirando o pau da boca por um segundo. "Quero dois no cu também."Dois homens se aproximaram: um de 70 anos, barrigudo mas pau enorme, e outro de 55, atlético. Lubrificaram o cuzinho dela com saliva e xarope de morango que tinha ali (Taylor adorava a bagunça doce).Primeiro o de 70 enfiou devagar no cu apertado. Taylor gritou de prazer. Depois o de 55 enfiou junto, forçando double anal. Ela sentia os dois paus se esfregando dentro do cu, esticando tudo. Gozou forte, o corpo convulsionando, lágrimas de prazer escorrendo.Enquanto isso, outro homem gozou na cara dela sem pedir — porra quente escorrendo pelo rosto, pingando nos seios. Taylor lambeu o que conseguiu, sorrindo.
"Todo mundo em fila," ela ordenou. "Vou querer gozada de todos. Na cara, na boca, na buceta, no cu... me encham."
Eles obedeceram. Um por um, foderam ela em todas as posições: de quatro, cavalgando, de lado, de bruços. Alguns gozavam na boca e ela engolia tudo. Outros enchiam a buceta e o cu, a porra escorrendo pelas coxas. Um gozou nos pés dela e ela esfregou no pau dele depois. No final, Taylor estava deitada no colchão, corpo coberto de porra: rosto, seios, barriga, coxas, até o cabelo grudado. Respirava ofegante, mas sorria satisfeita.Ela se levantou devagar, o macacão rasgado e sujo, e olhou pros homens.
"Da próxima vez, tragam amigos. Quero mais."E saiu rebolando, deixando um rastro de porra no chão.