Amanheceu com um sol pálido, mas dentro da casa número 302, o ar era pesado, carregado de uma eletricidade estática suja. Eu não dormi. A adrenalina de saber que hoje seria o "dia da formatura" da minha família me manteve acordado a noite toda, andando pelos corredores como um fantasma, verificando a iluminação, limpando as lentes das minhas câmeras escondidas, garantindo que o palco estivesse perfeito para o grande ato.
Laura tinha feito o trabalho sujo na noite anterior. Não sei exatamente quais palavras ela usou, mas funcionaram. No café da manhã, minha filha, a Aninha, não conseguia me encarar. Ela vestia um baby-doll curto, transparente, que mal cobria a calcinha de renda minúscula que ela usava por baixo — uma peça vulgar que claramente tinha sido escolhida pela mãe. Ela estava nervosa, as mãos tremiam ao segurar a xícara de café, mas havia um rubor nas bochechas, uma respiração curta que denotava não só medo, mas a ansiedade febril da expectativa. A mãe tinha feito o trabalho de casa. A "preceptora" tinha preparado a aprendiz para o sacrifício.
Às 14:00 em ponto, mandei as duas para o quarto.
— Vão se arrumar — ordenei, com um sorriso maníaco nos lábios. — Quero vocês impecáveis. Perfumadas. Depiladas. O Gustavo gosta de pele lisa. Quero que ele deslize em vocês como se vocês fossem feitas de óleo.
Enquanto elas subiam, fui para o meu closet. Olhei para as minhas roupas de trabalho com desprezo. Camisas de escritório, ternos cinzas de homem médio... Não. Hoje não era dia de rotina. Hoje era uma celebração. Uma solenidade. Peguei meu smoking preto, o mais elegante que eu tinha, aquele reservado para casamentos de luxo. A camisa branca engomada, a gravata borboleta de seda preta, os sapatos de verniz polidos até virarem espelhos negros. Vesti tudo com uma calma cerimonial, abotoando as abotoaduras de ouro com precisão cirúrgica. Olhei no espelho: um homem de 45 anos, grisalho, distinto, vestido como um lorde para assistir sua esposa e filha serem usadas como depósitos de esperma por um moleque. Eu estava rindo sozinho, tremendo de uma euforia tão intensa que minhas mãos formigavam.
Entrei no closet do quarto principal, que possuía portas venezianas estratégicas. Deixei uma fresta aberta, o meu "camarote VIP". Laura e Aninha estavam na cama. Laura usava apenas a gargantilha de couro preto, nua, exposta. Aninha estava nua, encolhida contra a cabeceira, mas com as pernas abertas, o corpo jovem e trêmulo esperando a invasão.
Às 15:30, a porta abriu sem aviso.
Gustavo entrou. Arrogante, suado, dono do mundo. Ele usava a mesma regata de basquete e o boné para trás, o uniforme do desprezo.
— E aí, família Buscapé? — ele zombou, jogando o boné na poltrona. — Trouxe a novata, tia?
Depois de uma rápida e humilhante inspeção íntima na Aninha — onde ele enfiou os dedos nela sem cerimônia para checar a lubrificação — ele ordenou que as duas ficassem de joelhos no tapete felpudo, lado a lado. Ele baixou o short de tactel e a cueca num movimento só, liberando aquela tora de 23 centímetros. O pau pulsava, a cabeça violácea inchada de sangue, cheirando a almíscar e testosterona concentrada.
— Vamos ver quem merece minha porra hoje. Campeonato de garganta profunda. Valendo!
Laura, a veterana, atacou primeiro. Ela sabia exatamente o que fazer. Ela não apenas chupou; ela devorou. Com as duas mãos segurando a base do tronco grosso, ela relaxou a garganta e engoliu o pau inteiro num único movimento fluido. *SHLUCK*. O som foi obsceno. O nariz dela afundou nos pelos pubianos dele, e ela manteve o contato visual, os olhos revirando de prazer servil, enquanto a língua dela trabalhava na parte de baixo da cabeça dele, lá no fundo da garganta.
Gustavo, grunhindo de prazer, puxou a cabeça da Laura pelos cabelos e a jogou para trás, deixando o pau exposto, brilhando de saliva e pulsando.
— Aprendeu, Aninha? — ele zombou, olhando para a minha filha. — Agora é sua vez. Mostra que você serve pra alguma coisa além de gastar o dinheiro do corno.
Aninha não hesitou. Ela não estava com medo. Os olhos dela, fixos naquela cabeça violácea, brilhavam com uma luxúria febril, quase maníaca. Ela se aproximou como um animal faminto.
— Deixa comigo, dono... — ela sussurrou, a voz rouca de tesão.
Ela abriu a boca, mas não tentou ir devagar. Ela agarrou a cintura do Gustavo com as unhas pintadas de rosa e se impulsionou para frente, engolindo a cabeça do pau com uma voracidade que surpreendeu até ele. A boca dela era menor que a da mãe, mais apertada, mas a determinação era insana. Ela relaxou a garganta num instinto natural. *GULP*. A cabeça passou. *SHLUCK*. O tronco desceu.
Ela enterrou o nariz nos pelos dele, sufocando-se de propósito, os olhos revirando não de dor, mas de êxtase puro. Ela começou a bombear a cabeça para frente e para trás com velocidade alucinante. *Glorp glorp glorp*. Ela apertava as bochechas, criando uma sucção viciosa.
— Caralho... — Gustavo murmurou, olhando para baixo. — A pirralha é uma máquina!
Laura, ao lado, assistia com um sorriso orgulhoso e perverso.
— Isso, filha! — Laura incentivava, sussurrando como uma treinadora. — Usa a língua lá no fundo! Aperta a garganta! Mostra pra ele que você é melhor que a mamãe! Suga a alma dele!
Aninha tirou o pau da boca só para respirar um segundo, um fio grosso de saliva conectando a boca dela à glande.
— Gostoso... seu pau é muito gostoso, Gustavo... — ela disse, lambendo os lábios. — Enche minha boca. Me usa.
Gustavo riu, incrédulo.
— Puta que pariu, tia! Você criou um monstro! Essa menina é uma viciada!
— Ela é minha filha, Gustavo! — Laura respondeu, estufando o peito nu. — Tem o meu sangue! Sangue de puta!
Gustavo não perdeu tempo.
— Cama. Agora. Aninha de quatro. Laura embaixo. Sanduíche de puta.
A transição foi rápida. Aninha subiu na cama, empinando a bunda redonda e firme. Ela rebolava, esperando, a buceta molhada pingando no rosto da mãe que estava deitada embaixo. Gustavo cuspiu na entrada da Aninha e empurrou.
— AHHH! — Aninha gritou. — ISSO! ENTRA! RASGA TUDO!
— Gosta disso, sua cadela? — Gustavo perguntou, socando fundo.
— AMO! EU AMO! — ela gritava, jogando a cabeça para trás. — O PAU DO VIZINHO É O MELHOR! ME ARROMBA, GUSTAVO!
Laura, embaixo, lambia o clitóris da filha freneticamente, bebendo os sucos dela misturados com o cuspe do Gustavo.
— Vai filha! Aguenta! Seja a putinha dele! — Laura gritava.
E foi nesse momento de êxtase coletivo que eu não aguentei mais o anonimato.
Abri a porta do closet com um estrondo. Sai do escuro, iluminado pela luz da tarde, impecável no meu smoking, com um sorriso de Coringa no rosto e o pau duro marcando a calça social.
Gustavo parou por um milésimo de segundo. Ele viu o marido da amante, o pai da menina que ele estava fodendo, vestido de gala, aplaudindo devagar.
— Que porra é essa? — ele perguntou, mas o sorriso dele voltou instantaneamente, maior e mais cruel. — O corno veio pra festa? E tá de terno? Caralho, tio, você é maluco!
— Continue, Gustavo! — eu gritei, caminhando até a cama, eufórico. — Por favor, não pare! Está magnífico! Bravo! Bravo! Olha pra ela! Olha pra Aninha!
Apontei para a minha filha, que estava sendo estocada sem dó. Ela olhou para mim. Não houve vergonha. Houve orgulho.
— Pai! — ela gemeu, sorrindo entre os gemidos. — Você tá vendo? Eu tô aguentando tudo! Eu sou boa nisso, pai? Eu sou uma boa putinha?
— Você é maravilhosa, filha! — eu respondi. — O papai tá tão orgulhoso! Você nasceu pra isso! Leva tudo!
Gustavo gargalhou, triunfante.
— Ouviu, sua vadia? O papai corno tá orgulhoso! Ele vestiu a melhor roupa pra ver eu arrombar a filhinha dele! — Ele voltou a estocar com violência redobrada.
O quarto virou um hospício de luxúria. Gritos, gemidos, o som de pele batendo, meus aplausos maníacos.
E então... a porta do quarto abriu.
Não foi o vento. Foi o Paulinho.
Meu filho. O melhor amigo do Gustavo. Ele devia voltar só na semana seguinte, mas lá estava ele, com a mochila nas costas, parado na porta, petrificado.
A cena que ele viu: O melhor amigo dele, nu, enfiado na irmã dele que gemia de prazer. A mãe dele, nua embaixo, lambendo a irmã. O pai dele, de smoking, aplaudindo.
— O que... o que tá acontecendo aqui? — Paulinho sussurrou, a mochila caindo no chão.
Gustavo nem parou o ritmo.
— E aí, Paulinho? Chegou cedo, parceiro. A festa tá boa. Sua irmã é um talento natural.
— Aninha...? Mãe...? Pai...? — Paulinho gaguejava. — Pai, por que você tá de terno?
***
Continua!