Minhas sessões de estudo não rendiam, meus dias pareciam resumidos a punheta. De um lado, Larissa, minha namorada, falava da saudade que estava sentindo, de como estava se tocando pensando em mim e que estava ansiosa para me encontrar. Do outro, Juliana, minha cunhada, uma vadia ainda mais safada, que boa parte do tempo não dizia nada, apenas mandava aleatoriamente fotos suas em todas as condições possíveis, vestida, pelada, de lingerie, banhando, treinando. Ela sabia valorizar o que tinha de melhor, a beleza.
Já faziam dois dias desde a última vez que provei aquelas gostosas e eu não conseguia mais me controlar. No meio da tarde, já sem saber o que fazer, recebi um gif de Juliana, primeiro ela mostrava a buceta, depois, apontava para minha namoradinha indo até o carro.
"Vou te levar um presente. Quero que coma minha irmã pensando em mim."
Eu estava sozinho em casa, então parei meus estudos e fui pra sala esperar. Quando bateu na porta, imaginando me fazer uma surpresa, Larissa foi quem se surpreendeu. Eu puxei seu braço pra dentro e sequer a beijei ou cumprimentei. Empurrei ela no sofá e abaixei o minúsculo short que ela estava usando. Afastei de lado a calcinha e enterrei minha pica nela. Larissa não resistiu, apenas reagiu quando eu entrei nela, soltando um gemido alto e excitante. Eu metia nela como se fosse uma boneca, sentia minha pica pegar fogo e pensava no que ela tinha me feito passar. Comia minha namorada, mas queria minha cunhada e não podia dizer. Quando senti que ia gozar, tirei o pau dela, que tentou me segurar dentro.
- Não quer provar que é melhor que sua irma? Abre a boca, cadela.
Ela sorriu e abriu a boca.
Eu levei meu pau até a entrada e me masturbei até ejacular. Quando comecei a gozada, tirei de dentro da boca dela, apontando para seu rosto. Meu sêmen escorria grosso por todo o rosto de Larissa, que me olhava satisfeita com o que tinha acontecido.
- Que delicia, gatinho, não esperava por isso.
Eu sorri semi satisfeito, tinha gozado, mas ainda queria foder Juliana. Quando minha namorada se levantou e foi ao banheiro eu tirei uma foto do meu pau ainda melado e duro e enviei para Ju.
"Comeu ela né. Você goza mais rápido quando está pensando em mim, não é?"
Eu apaguei tudo e travei o celular, segurei meu pau e comecei a masturbar, enquanto Larissa não voltava.
- Já tem um veredito? - Disse Larissa se aproximando após sair do banheiro.
- Sobre? - Eu sabia do que se tratava, mas seguia me fazendo de desinteressado naquilo.
- Quem é melhor? Eu ou minha irmã?
Minha namorada era deliciosa, eu a foderia para sempre se pudesse, tinha tudo que me atraia numa mulher. Mas Juluana era a personificação do tesão. Não só pela aparência, já que ambas eram bem parecidas. Mas ela sabia como mexer comigo sexualmente.
- Não sei, gata.
- Ainda quer comer ela né? Se aproveita do meu consentimento.
Eu ainda segurava meu pau durante a conversa, Larissa veio até mim e sentou do meu lado no sofá. Eu me levantei na sua frente e pus sua mão na minha rola.
- Quem fez isso comigo? - Perguntei.
- Eu, claro! - Ela respondeu de bate e pronto.
Evidentemente, tudo contribuia para minhas ereções constantes, mas Juliana tinha feito mais naquela tarde. Pedi que Larissa ficasse de costas, ela assim o fez. Assim que vi sua buceta empinada para mim, arranquei de vez a calcinha e soquei minha língua nela. Chupei como se nunca tivesse o feito, com toda a fome do mundo. Ela gozou ainda mais rapido que eu anteriormente, rebolando o rabo no meu rosto.
Deixei ela deitada no sofá, aproveitando o relaxamento e fui até a cozinha.
"Se você vier aqui, eu dou um migué para sua irmã tomar banho enquanto como sua buceta na sala"
Recebi de volta uma localização em tempo real. Juliana estava próxima a nós.
- Amor, quer ir ver um filme? - perguntei gritando para minha namorada, que ainda estava na sala.
Pouco depois, ouvi seus passos vindo até mim na cozinha.
- Tá falando sério? Não vai atrapalhar seus estudos?
- Não, eu quero relaxar. Além do mais, o cinema deve estar vazio agora. - Olhei para Larissa com uma cara de quem ia aprontar e ela se motivou de imediato.
- Pera, só preciso tomar um banho. Quer vir comigo?
Eu não tinha tempo para pensar, então apenas improvisei.
- Preciso mandar mensagens pro pessoal que ia estudar comigo agora a tarde, amor. Assim que terminar eu vou, pode ser?
Não pareceu tão absurda essa desculpa, normalmente eu entrava em call para estudar com amigos, mas não era o caso. Larissa concordou e disse que pegaria a mini saia que estava no meu quarto, deixada por ela mesmo.
Assim que ouvi o barulho da trinca do banheiro, fui até a entrada da casa e vi Juliana parada ali mesmo. Se vestia quase igual Larissa, com um shortinho bem pequeno.
Assim como fiz com minha namorada, puxei minha cunhada para dentro rapidamente e a empurrei no sofá. Ela abriu bem as pernas e tirou o short sem que eu dissesse nada. Eu andei até deixar meu pau na frente da sua boca, ficando de pé ao lado do sofá.
- Prova o gosto da sua irmãzinha.
Ela me abocanhou com força, iniciando uma das chupadas mais deliciosas que já recebi. Parecia ter um certo tesão acentuado pelo prazer de sentir o gosto da buceta da própria irma.
Quando ouvi o chuveiro ligar, tirei meu pau de sua boca e me posicionei em cima dela no sofá. Assim que meti, ela deu um dos seus escandalosos gemidos. Felizmente, eu já tinha pensado exatamente no que fazer. Peguei a calcinha de Larissa, que estava jogada no sofá ainda e enfiei na sua boca. Juliana arregalou os olhos, mas sorriu assim que entendeu do que se tratava. Eu estava em êxtase com o momento, sonhei varias vezes durante os dias que fiquei sem fodê-la, então estava bem satisfeito de poder fazê-lo.
Incrivelmente, mesmo com os gemidos abafados, aquela cadela fazia barulho. Mas eu não parei por um segundo, aproveitava o entra e sai daquela pepeca que parecia me engolir. Sentia meu pau deslizar para dentro dela que estava mais excitada que nunca.
- Não tem vergonha de foder com seu cunhado? - Perguntei em tom de provocação.
- Nem um pouco. Vou ficar envergonhada se não fizer você encher minha buceta de porra.
Eu ouvi isso e me descontrolei de vez. Usei toda minha força pra socar em Juliana, que se contorcia quando eu a penetrava. Segurei seu pescoco e apertei firme, até sentir ela sufocar de leve, soltei e bati na sua cara e então repeti.
- Puta gostosa. Eu pagaria o que você pedisse se você fosse uma garota de programa. Essa buceta vale.
Juliana sorria com a boca cheia com a calcinha da irmã e lacrimejava quando eu a sufocava. Ela travou as pernas ao meu redor e segurou um dos meus braços, gozando enquanto eu a apertava. Quando senti sua buceta contrair ao redor do meu pau, eu gozei também. Soquei fundo e leitei aquela buceta perfeita, enquanto sentia ela apertar meu pau.
Dessa vez, ela teve tempo de se recuperar, sentou no sofá e tirou a calcinha da boca, virando-se para mim e me beijando. Depois, se levantou e se vestiu sem pressa, não parecia incomodada com o fato do meu sêmen escorrer de dentro dela. A acompanhei até a porta e Juliana me entregou a calcinha da irmã, babada de sua saliva e melada da lubrificação de Larissa mais cedo.
Ela me beijou e se despediu, ficando o bastante para ouvir Larissa me gritar de dentro do banheiro. Eu fui até lá e acompanhei mimha namoradinha no banho, sem dizer nada sobre a minha demora.
A calcinha eu guardei nas minhas coisas e me masturbei beijando e cheirando ela vários dois dias que não pude encontrar aquelas gostosas.
O que aconteceu no cinema merece um outro conto.
E o que eu fiz com as irmãs na sequência, merecem mais muitos mais...