Olá, meus amores!
Sou Alicia, tenho 20 anos. Morena, bem gostosa..rsrsr.. 1,65m e 78kg com um belo par de seios e uma bunda empinadinha. Pois bem, junto com minhas amigas, Rebeca e Karol, traremos contos picantes e com muita safadeza. Espero que gostem!
Desde novinha, sou obcecada por coroas gordinhos. Na verdade, tudo começou em uma caminhada pela pista de corrida que ficava perto da casa aonde eu morava. Lá, algumas pessoas costumavam correr pela pista que cortava a avenida. Enfim...vamos ao conto!
Eu estava com Kinze anos. Já frequentava a academia, estava bem desenvolvida. Mas era sedentária em relação a qualquer tipo de atividade.
— Alicia, ainda não se arrumou?
— Calma, mãe. Só falta botar o tênis. Já estou indo.
— Anda logo que seu pai está com pressa.
Em meu quarto, reparei que meu shortinho estava bem apertado. Minha camisetinha branca destacava meus seios e fiz um rabo de cavalo em meus cabelos castanhos. Passei a mão pelo meu corpo e me arrepiei.
“Será que vão ficar de olho em mim que nem na academia?”
Pensei e logo sai.
— Ai está ela. Até que enfim. — zombou meu pai. — Vamos antes que o calor aumente.
Entramos no carro e partimos até a pista que ficava a alguns quarteirões de casa. Eu abaixava a short que teimava em subir pelas minhas coxas. Chegando na pista, percebi algumas pessoas caminhando.
“Que saco! Era melhor estar em casa!”
— Anda, filha... Veja como o dia está lindo! — disse minha mãe, toda animada.
Enfim, começamos a caminhar. Algumas pessoas passeavam com cachorros, outras corriam e os carros passavam pela avenida.
BIP, BIP
Um carro buzinou ao passar por nós.
— Esses infelizes! — zangou-se meu pai. — Ficam mexendo com a mulher dos outros.
Logo entendi o motivo das buzinas. Meu shortinho subiu tanto que metade da minha bunda estava de fora. Ainda bem, que eu estava logo atrás dos meus pais e eles não viram. Me ajeitei, mas gostei daquela situação e sorri.
— Deixa disso, Carlos. Veja como ela está feliz.
— Sim, mamãe.
— Olha lá. Conheço aquele safado. — meu pai riu ao ver o carro pegando o retorno e parando logo à frente. — É o Roberto!
Logo, estávamos diante do carro de Roberto.
— Fala Carlos. Passeando com a família?!?
— Sim, meu amigo. A Maria você já conhece está é minha filha, Alicia.
Fiquei toda vermelha ao perceber o coroa me encarando. Roberto devia ter uns 50 anos, branco, de cabelo curto e grisalho.
— Ela cresceu, hein.
Percebi a maldade no olhar dele.
— Pena que estou com umas coisas aqui. Senão iria caminhar com vocês! HAHAHA
— Você mora aqui perto?!?
— Sim. Subindo a praça aqui. — Ele apontou com o dedo. — Minha casa tem um portão vermelho. Difícil não encontrar.
Enfim, ele saiu após outro carro buzinar, atrás dele.
Quando ele virou a rua, continuou me encarando e deu uma piscadinha. Meus pais não perceberam. Não sei porque, mas minha bucetinha ficou molhadinha.
Caminhamos mais um pouco. Eu só pensava no tal do Roberto.
“O que será que foi aquilo? Ele é bem mais velho...preciso parar de pensar nisso”
— O que foi, Alicia? Que cara é essa?
— Nada, mãe. Só estou com calor.
Eu pingava de suor e ofegava.
— Aonde tem água por aqui?
— Vixi! HAHAHA! Sabia que tinha esquecido de algo. — Meu pai coçou a cabeça. — Bom, ainda estamos perto da pracinha. Podemos ir lá na casa do Roberto. Ele não negar água pra gente.
— Nem pensar. — disse minha mãe. — Eu é que não vou voltar.
— Bem, podem ir. — cruzei os braços. — Encontro vocês no final da pista.
Eles ficaram receosos, mas aceitaram. Me virei e fui até a casa de Seu Roberto. Chegando na pracinha, tive uma ideia. Levantei meu shortinho até metade da minha bunda.
“Quero ver a cara dele quando me vir assim.”
— Eita! Não é todo dia que vejo uma cena dessas!
Sentado no banco, um homem me observava e levei um susto.
— Eu...eu...
— Tudo bem, mocinha. O que é bonito é pra se mostrar.
Olhei para ele. O coroa estava de braços cruzados. Devia ter uns 60 anos, todo gordinho. Usava uma camiseta regata branca e um short azul de jogar bola. Era calvo com alguns cabelos na lateral da cabeça.
— Estou procurando a casa do amigo do meu pai.
Ele arqueou as sobrancelhas.
— Será que ele vai gostar de te ver com o shortinho levantado?
Fiquei sem graça.
— Tudo bem. Não é da minha conta. Seus pais que deviam estar de olho em você. Eu sou Clóvis, moro nessa casa ai frente. Quem você está procurando?
— Roberto. Conhece?
— Ah, sim. Ele tem uma família linda. Só subir a rua até encontrar uma casa de portão vermelho.
Dei um sorrisinho.
— Obrigada. Eu sou Alicia.
— O que quer com ele? Mal lhe pergunte.
O coroa começou a mover as pernas, abrindo e fechando. Percebi um certo volume no short dele.
— Estou com sede. Preciso beber água, estou com sede...
Fiquei sem palavras. Na abertura do short, vi a ponta da cabeça da rola dele aparecer.
— Entendi, querida. Mas se quiser, posso dar o que você precisa.
Ele parou de mover as pernas, o cacete pulsava enquanto fiquei de boca aberta.
— Acho melhor eu ir, Seu Clóvis. Mas....
Ele olhou ao redor e puxou uma das pontas do short, o pau saltou.
— Já viu uma pica antes, sua safadinha? Olha como me deixou?
Engoli em seco. Já tinha visto rola em imagens e vídeos pornô. Mas nunca na minha frente.
Ele balançava o cacete sem botar a mão como se me chamasse. Fiquei paralisada, coração acelerado.
“O que faço agora?”
— Estou com sede. — falei sem pensar. — Preciso ir.
O coroa se levantou. Foi até perto de um arbusto ao lado de uma árvore e entrou. Abaixou o short e falou:
— Vem aqui. Vou matar sua sede.
Minha bucetinha estava ainda mais melada. Ali, me descobri a puta que eu era. Fui até ele sem saber o que iria acontecer. Mas, por instinto, apenas me ajoelhei.
— Abre a boca, querida.
Abri e logo, um jato de mijo começou a vir em minha direção.
— ISSOOOO! ASSIMMM!
Engoli aquela urina quente que escorria pelo meu queixo e molhava minha camiseta. Quando ele parou de mijar, segurou meu rabo de cavalo e meteu a rola dentro da minha boca.
GLUB, GLUB, GLUB
—OHHHH! DELICIIAAAA!
Só consegui me apoiar em suas coxas aceitando minha posição de puta obediente.
— ASSIMMM!! MAMAA! ISSSOO!!! OHHH!!
Fiquei de olhos abertos, indo e vindo em direção ao coroa.
— Que boquete gostosooo!! Uinnnn!
O gosto da rola azeda misturada ao mijo me embriagou. A pica dele devia ter uns 14cm, nada de mais. Mas me deixou toda molhada. Comecei a dedilhar minha xota enquanto mamava.
GLUB, GLUB, GLUB
— AINNN ALICIIIAAA!! ASSIM EU GOZOOO!! OHHH!
Ele aumentou o ritmo da metida. Eu não sabia o que fazer, foi então que senti o cacete pulsar e o coroa gemer.
— VOU GOZAR, PUTINHAAA!!
Ele me soltou, a porra espessa veio bem no meu rosto. O cheiro forte de alvejante inundou meu nariz e o leite branco foi despejado com força em mim.
— UINNNN!! DELICIAAAA! OHHHH!
Fiquei ajoelhada enquanto Seu Clóvis dava os últimos espasmos. Me levantei e ele riu.
— Puta que pariu, mocinha. Que delicia de chupeta.
Ele me agarrou e me virou. Apoiei na árvore e ele me deu um tapa na bunda.
PLAFT
— E esse rabão? Aposto que já levou muita pirocada!
Quando ele baixou meu short, gelei. Rapidinho me virei.
— Já chega! J— levantei o short. — Já se aproveitou demais de mim.
— Não fala assim, bb! Ainda nem começamos.
Quando ele tentou me agarrar, sai correndo. Rsrsrsr
Nem olhei para trás. Quando vi o portão vermelho se abrir, fiquei aliviada.
— O que foi, Alicia?
Seu Roberto me olhou, desconfiado.
— Está tudo bem?
— Sim...eu...eu... bem, estou com sede, Seu Roberto.
Ali, notei que Seu Roberto era um pouco mais alto do que eu e bem mais pesado..hahaha.
— Cadê seus pais?
— Eles estão lá embaixo. O senhor está sozinho?
Ele riu sem graça.
— Bem...eu....
Foi ai, que uma moça ruiva saiu pelo portão.
— Quem é essa? — ela parecia assustada.
— Ninguém, Fernanda. Ela é filha de um amigo meu.
Foi ai que reparei melhor em Seu Roberto que estava de cueca samba canção. A barrigona de fora toda suada.
“Safado. O que estavam fazendo?”
A moça saiu descendo pela rua e Seu Roberto disse:
— Por favor, você não viu ela aqui, ok?
Eu apenas balancei a cabeça afirmativamente.
— Posso entrar?
— Bem, minha esposa vai demorar pra chegar. — disse maliciosamente. — Acho que dá tempo de mais uma rapidinha.
Ele se virou e entrou. Eu o segui fingindo não entender a provocação. Tinha acabado de mamar um velho na praça. Custava nada dar uma mamadinha no amigo do papai.
Fomos até a cozinha. Claro, reparei nas costas largas do coroa e em suas pernas grossas.
— Tome! — ele disse me oferecendo o copo. — Parece mesmo estar com sede.
Bebi a água enquanto o coroa se deliciava olhando para minha camiseta que neste momento já marcava os bicos dos meus seios. Notei que Seu Roberto estava tendo uma ereção.
— Quem era aquela mulher?
Ele balançou a cabeça.
— Só uma amiga da minha filha. Ela veio aqui pegar umas coisas. Nada de mais.
— Sei! — dei um sorrisinho. — O senhor recebe as amigas da sua filha vestido desse jeito?!? HAHAHA
Ele coçou o queixo.
— Bem... se quer mesmo saber. Ela realmente veio atrás da minha filha. E como ela não estava, resolvi dar um trato nela.
— Como assim? O que quer dizer com isso? — arregalei os olhos. — Espera...o que...
O safado abaixou o samba canção, a rola meia bomba.
— A vagabunda sugou todo meu leite. Precisava ver como ela mamou gostoso no meu cacete. Puta que pariu!
Fiquei paralisada.
— Pelo visto, você também estava de sacanagem por ai, né? Tá com um puta cheiro de gala azeda.
Eu não sabia o que fazer. Mas, sabia como agradar. Me aproximei e sorri.
— Bem, toda vez que um homem mostra a rola pra mim eu não resisto.
Me ajoelhei.
GLUB, GLUB, GLUB
O cacete dele foi ficando maior, quase não cabia na minha boca.
— PUTA QUE PARIU! Nem imaginava que o Carlos tinha uma biscate dessas em casa. Sempre achei que a puta da família fosse a safada da Maria.
— O que quer dizer com isso?
O coroa segurou minha cabeça.
— Só faz o seu papel, piranha.
GLUB, GLUB
— Tá achando que é só você que está mamando no meu pau de 17cm, puta? Já botei a cachorra da sua mãe pra engolir meu pau também.
Ouvir aquilo me deu mais tesão. Sabia que ele estava falando aquilo só pra me provocar.
Eu babava, sedenta por rola. Segurei no saco lisinho do coroa e apertei com vontade enquanto sugava. A barriga dele pendendo sob minha cabeça ia escorrendo suor molhando todo meu cabelo.
— ISSSOOOO!! BOA GAROTTTAAA! OHHHH! To vendo que boquete já vem de berço! AHHHHH!
Eu nem sabia se estava fazendo direito. Mas, ele gemia e achei incrível aquela sensação.
— VEM! Deixa eu dar uma olhada nesse rabo que você estava oferecendo lá na pista!
Seu Roberto me levantou e me virou. Me apoiei sob a pia e empinei.
— QUE MARAVILHA! PUTA QUE PARIU!
PLAFT, PLAFT
— Fala pra mim. O Carlos já sentou a pica em você.
— Tá doido?!? Papai jamais faria issooo!! Ohhhh!
O coroa dedilhou minha xota por cima do shortinho.
— Tá toda melada. Deixa eu ver.
Ele abaixou meu shortinho junto com minha calcinha. Fiquei envergonhada.
— O que está fazendooooo... uinnnn!
O coroa abriu minha bunda com as mãos. Logo, sua língua descia e subia por toda parte. Desde meu cuzinho até minha bucetinha.
— AINNNNN! UINNNN! OOONNHHH!!
Revirei os olhos. Aquela sensação era melhor do que qualquer siririca que já tinha feito antes.
— Que buceta gostosa da porra! Deixa eu sentir essa xota na ponta da minha caceta!
— Não. Por favoorrr...não quero dar!
Ele pincelou a cabeça na entrada da minha buceta que pingava. Eu dizia não, mas minha bucetinha dizia sim.
— Só vou botar a pontinha, amor. Não quero tirar seu cabacinho. UINNNN!!
Ele forçou a entrada na minha xota. Senti uma pressão que aumentava a cada centímetro que me invadia.
— DELICIIIAAA!! OHHH! Que buceta quente! UINNN!
Foi ai que comecei a rebolar. Pensei que entraria mais fácil.
PLAFT, PLAFT
—ISSSOOOO!! Cachorra! Rebola pro seu macho!! OHHH! Desse jeito eu gozo, Aliciaaa! OHHHH!
TOC, TOC, TOC
Alguém bateu no portão.
— Quem é? — Seu Roberto gritou.
— Sou eu. Carlos!
Aquilo me arrepiou. O coroa tirou a rola de mim e percebi que havia um pouco de sangue.
— Caralho, Alicia!! Tu era virgem mesmo, hein! Vai pro banheiro se limpar.
Ele me indicou o caminho e fui. Me limpei e me recompus. Depois de alguns minutos sai e vi meu pai parado na porta de entrada.
— Ai está você. Pensei que tivesse acontecido alguma coisa. — Meu pai sorriu.
— Cadê a mamãe?
— Ah sim, ela foi na cozinha com o Roberto. Fiquei aqui fora porque está muito quente. Não acha?
— Sim, papai.
— Bem, ela está demorando. Vai lá chamar eles.
Fui na ponta dos pés e me surpreendi. Mamãe estava ajoelhada, de costas para mim e Seu Roberto com um baita sorriso na cara. Ele fez sinal pra que eu saísse. Fiquei com raiva e ciúme já que era eu que deveria tomar leitinho. Foi então que subi a camiseta e mostrei meus seios. O coroa arregalou os olhos, segurou a cabeça da minha mãe e percebi que estava gozando.
Mais uma vez ele fez sinal para que eu saísse. Obedeci.
— Ela já vem.
Em minutos, Seu Roberto e minha mãe apareceram.
— Aqui está, amigo. Um copo de água não se nega a ninguém. — Afirmou o coroa dando o copo para meu pai.
— Muito obrigado.
Logo, nos despedimos e saímos dali. Fiquei irritada com tudo que aconteceu. Pelo menos, naquele dia, aprendi que não tem coisa melhor do que mamar em coroa gordinho.
Enfim, se curtiram... deixem um comentário e me digam: O que vocês ofereceriam para uma mocinha com sede como eu? HAHAHA
Espero vocês nos próximos contos.
Bjinhos!