Os resquícios de masculinidade de João desaparecem rapidamente. A história entra em nova fase e o novo produto evolui e se transforma conforme as espectativas.
(Essa é uma história de ficção erótica. Todos os personagens e situações dessa história são fictícios e todos personagens tem mais de dezoito anos de idade. Não existem doenças sexualmente transmissíveis de qualquer tipo no universo dessa história.)
sissiehipnose@gmail.com
O meu dia trabalhando para o Dr. Samuel passou rapidamente, embora tenha sido bastante variado. O objeto duro no meu orifício anal me lembra costantemente da sua presença e a roupa muito justa atrapalha muitos movimentos.
No geral o serviço é leve, mas tive que aprender várias novidades. Eu varri, tirei pó e passei pano em alguns ambientes, aprendi a organização e como o Dr. Samuel gosta do seu quarto e de suas roupas, aprendi como arrumar a mesa de jantar e alguns pratos preferidos do médico, entre várias outras coisas. Suzane é muito atenta em em diversos momentos, corrige constantemente posturas e movimentos meus.
Conheci Micheli, empregada doméstica diária, seus cabelos pretos estão sempre presos, ela usa uniforme parecido parecido com o meu, mas é mais longo e discreto. Ela parece ter cerca de trinta anos e é bonita. Além dela conheci Magda, é a cozinheira, uma senhora que aparenta ter mais de sessenta anos. Enquanto Suzane e Michele são mais reservadas e ríspidas quase o tempo todo, Magda é mais simpática e agradável, eu gostei de estar com ela.
Já estava escurecendo e me lembrei que em breve Adriana passaria para me pegar. Eu já estava finalizando o cômodo e precisava tirar esse uniforme. Foi quando a governanta Suzane apareceu e me falou:
— O Dr. Samuel já está chegando, Você deverá aguardá-lo em sua sala de estar.
Seguindo outras instruções dela, eu me posicionei em pé ao lado de uma poltrona. Ela fez algumas ligeiras arrumações em meu uniforme e no adereço na minha cabeça, depois se retirou.
Acho que eu fiquei uns dez minutos parado, talvez mais, não tem um relógio dentro do meu campo de visão. Durante esse tempo, Michele trouxe um copo com um líquido bege e o colocou na mesinha ao lado da poltrona, mas nada me disse.
Eu queria sair da minha posição para me arrumar. Tenho certeza que já está na hora da chegada da minha companheira.
Eu ouvi alguma conversa com voz masculina e logo depois o Dr. Samuel entrou no ambiente.
Eu não pude deixar de olhar para ele com admiração. Diferente das vezes que eu o vi com o seu jaleco branco, ele está vestindo um terno elegante. A sua imagem é impotente e poderosa.
Ele me admirou um instante e se acomodou na poltrona próxima. Bebeu um gole da bebida ao seu lado e depois falou:
— Boa noite Sr. João, como foi o seu dia?
Sorrindo respondi:
— Muito bom Dr. Samuel, foi bastante agradável.
Eu queria perguntar sobre a minha companheira e ir logo me trocar, mas isso seria uma falta de educação. Ele parece ter todo o tempo do mundo.
O homem bebeu mais um gole da bebida e devolveu o copo sobre a mesinha. O seu olhar percorre o meu corpo. A sua proximidade me incomoda um pouco. Ele fala:
— Infelizmente eu tenho uma má notícia. Sra. Adriana precisou viajar, uma urgência profissional, mas não precisa se preocupar.
Ele parou de falar e o seu olhar parecia estudar a minha reação. Eu levei um momento para entender as suas implicações. Eu poderia chamar um carro de aplicativo, mas estou sem uma chave de casa. Um chaveiro resolveria o problema com facilidade. Ele continuou:
— Não se preocupe, ficará aqui até ela retornar.
Eu abri a boca para falar algo, mas fechei ela logo depois. Me parece tão inadequado discordar ou cobrir um homem importante como o Dr. Samuel com perguntas. É impossível não me sentir intimidado em sua presença.
A sua mão deslizou um pouco pela minha meia calça e acariciou um pouco a minha coxa. Me senti um pouco incomodado num primeiro momento, mas me lembrei que ele é um profissional e já tocou meu corpo antes. Com a sua voz grossa falou:
— Pode se retirar, Suzane o aguarda na cozinha.
Eu deixei o ambiente, ainda pensando que eu deveria voltar para o meu lar. Algo me parece errado. Por quê ele simplesmente não me dispensou de uma vez?
***
Suzane havia me indicado para eu me acomodar no mesmo quarto que eu havia me trocado quando cheguei. As minhas roupas e o meu celular haviam sumido.
Seguindo a minha rotina diária passei os meus cremes corporais. Por um momento pensei como tenho sorte que eles têm aqui os mesmos cremes e produtos de banho que eu tenho em casa.
Senti uma dor rápida quando puxei o objeto da minha bunda. Eu precisava fazer as minhas necessidades fisiológicas. Me senti vazio por um momento, mas os meus movimentos voltaram a ficar mais fluídos.
De volta ao quarto, no silêncio do lugar eu pude escutar uma espécie de chiado discreto que não parecia vir de nenhum lugar em específico.
A governanta havia me mostrado mais do guarda-roupa. Embora ele seja inteiramente feminino, tem roupas muito bonitas, o seu dono deve ser uma garota de sorte.
Eu vesti um pijama amarelo com figuras de ursos. Não seria a minha primeira opção Se tivesse alternativas mais masculinas. O seu tamanho me serviu perfeitamente, possivelmente a dona do quarto tenha medidas próximas das minhas.
Eu já estava arrumando a cama quando Suzane apareceu, trazendo uma bandeja com um suco que parecia ser de laranja. Ela o colocou sobre a mesinha de apoio do lado da cama. Me enchendo de coragem perguntei:
— Onde está o meu celular? Adriana deve ter me ligado várias vezes. Preciso falar com ela.
Ela pareceu ficar insegura e logo depois respondeu:
— Eu vou verificar, Michele deve ter guardado. Você quer ajuda para recolocar o seu plugue anal?
Levei um instante para entender ao que ela se referia. Fiquei em dúvida de como ela pode saber que eu estou sem ele.
Eu nunca ouvi falar de um homem usando algo assim. Sem querer ser desrespeitoso e um pouco inseguro perguntei:
— Ele é mesmo necessário?
Ela respondeu de forma séria:
— É sim, é importante.
Ela pegou um novo no guarda-roupa, o outro eu deixei no armário do banheiro. Ainda sentindo que deveria reclamar eu abaixei o meu shorts do pijama e me coloquei em posição. Enquanto ela espalhou o líquido melado no meu orifício falou:
— O Dr. Samuel tem muita sorte.
Eu pensava sobre as suas palavras quando o plugue me invadiu. Não pude segurar um grito curto. Levantei a minha calcinha e o meu shorts enquanto ela falou:
— Se acomode e tome o seu suco enquanto isso, vou verificar o seu celular e já volto.
Me acomodei na cama. Os lençóis são macios e confortáveis. A governanta já estava na porta quando comentei:
— Parece que tem um chiado estranho aqui.
Já fechando a porta ela comentou:
— Talvez o som ambiente esteja com algum problema, amanhã vejo para um técnico verificar.
Eu ainda queria perguntar sobre quem seria a dona desse dormitório, mas ela já havia fechado a porta. Parecia estar com pressa em se retirar.
Eu bebi o suco de laranja. Ele está um pouco amargo, mas achei que seria desatencioso não tomar ele todo. Depois me acomodei mais, pensando em Adriana e aguardando Suzane voltar com o meu celular. Em todas as suas viagens conversamos antes de dormir. Comecei a sentir uma sonolência, o dia foi cansativo.
***
Acordei ouvindo uma espécie de sino me sentindo bastante descansado. Por um momento me assustei por não estar no meu quarto. Um pouco de luz está entrando pela janela.
Eu pensei na minha companheira. Um pouco irritado percebi que adormeci antes de Suzane trazer o meu celular. Ela poderia ter me deixado na mesinha de apoio aqui.
Eu segui fazer a minha habitual higiene matinal. Na cozinha eu vi as horas e estou mais de uma hora atrasado do que o habitual e isso me deixou um pouco triste.
Logo eu estava junto com Suzane me descrevendo o que eu deveria fazer. Já estava em uma atividade no meio do dia quando me lembrei que havia esquecido de indagar sobre o meu celular.
***
Como no dia anterior eu aguardei a chegada do Dr. Samuel na sala de estar. Um pouco preocupado eu pensava em Adriana. Por duas vezes tentei ligar para ela usando o celular de Suzane, mas apenas caiu em sua caixa postal. Não acharam o meu celular. Tentei enviar uma mensagem por aplicativo, ela recebeu, mas ela não respondeu, deve estar muito ocupada.
Parecendo um dejavu do dia anterior o médico chegou. Ele me comprimentou e perguntou sobre o meu dia.
A sua presença me alegra, como se eu tivesse passado o dia inteiro aguardando esse momento.
Ele degusta um pouco de sua bebida e depois batendo um pouco sobre a sua perna ele fala:
— Sente-se aqui um pouco.
Eu demorei um pouco para compreender o seu pedido. Hesitante eu sentei sobre o seu colo, pensando o quanto esse ato é incômodo. Um homem não faz isso.
As suas mãos acariciaram as minhas coxas, deslizando sobre a meia calça e sobre a minha pele. A sensação é agradável, mesmo que eu me sinta incomodado. Eu não gosto muito do cheiro de bebida da sua boca. Ele comenta:
— Eu tenho boas notícias, falei hoje com a Sra. Adriana e ela estará de volta em três ou quatro dias.
Entorpecido pelas sensações agradáveis, eu levei um tempo para entender que ainda levaria alguns dias para ver Adriana. Eu devia me sentir chateado e triste, mas não consegui. Ele falou:
— Você está ficando perfeita, eu tinha as minhas dúvidas se conseguiria.
O elogio me deixou contente, mas eu estranhei o tratamento estar sendo feito no sexo feminino. Foi quando eu percebi o volume duro que estava roçando no meu bumbum.
Um pouco alarmado percebi que Dr. Samuel está excitado e com o pinto duro. Isso me incomodou muito, um homem não deveria se excitar com outro. Eu me mexi um pouco e percebendo ele tirar as mãos eu me levantei.
Sem saber como reagir eu fiquei temeroso que ele poderia ter se irritado, mas nada em sua expressão demonstrou isso. Ele parece satisfeito e de forma educada me dispensou de sua companhia.
***
Eu despertei com o som de sino me sentindo muito bem. Realizando a minha higiene matinal eu senti durante algum tempo que estou me esquecendo de algo.
Como nos dias anteriores segui a minha rotina, é muito bom ter uma rotina e adoro o que eu faço.
Eu estava ajudando Magda a preparar o almoço, quando ela perguntou:
— Está gostando daqui, faz uma semana já.
A informação me congelou por um momento, mas retomei a minha concentração na minha atividade, mesmo me sentindo alarmado.
Acontecimentos passaram pelos meus pensamentos. Tudo parece confuso, mas consegui me lembrar de um carro me deixando. Havia alguém nele.
É difícil tentar manter a linha de raciocínio. A minha atividade atual é tão importante. Não consigo me lembrar de nada que não sejam as minhas atividades aqui em casa. Algo parece errado nisso. Eu respondo:
— Sim, eu adoro aqui.
A minha resposta é sincera e eu realmente sinto isso. Com a insegurança surgida eu pergunto:
— Onde eu estava? Digo, antes de vir para cá.
Ela interrompeu a sua atividade e me olhou um pouco. A sua voz saiu temerosa quando ela respondeu:
— Eu ganho muito bem para não me meter nos assuntos do Dr. Samuel e não fazer perguntas, mas de qualquer modo, eu não sei.
Eu senti que quase podia me lembrar de um rosto, mas esse não ganha uma forma ou fica mais nítido. Os meus pensamentos se dissipam quando Magda fala mostrando certa irritação:
— Acelera ai Catarina, o almoço deve sair em quarenta minutos.
Por um momento senti certa estranheza no meu nome, como se ele realmente não fosse meu.
***
Eu segui para a sala servir as bebidas que a Sra. Suzane me pediu. Eu sei que o Dr. Samuel está com visita.
A conversa que me parecia estar em tom formal foi interrompida com a minha entrada na sala.
Eu olhei apenas por um momento e de forma discreta para a visitante, uma mulher jovem e bonita que aparenta ter pouco mais de vinte anos usando uma roupa social formal.
Coloquei as bebidas requisitadas nas mesas de apoio do Dr. Samuel e da mulher desconhecida e já me dirigia para a saída quando a voz forte do Dr. Samuel falou:
— Um momento, venha cá.
Retornei para junto do meu senhor para atendê-lo. Eu esperava o seu pedido, mas apontando em direção a mulher desconhecida ele falou:
— Essa é a Sra. Adriana, uma amiga.
Sorrindo falei:
— É um prazer conhecê-la Sra. Adriana.
Ele continuou:
— A minha amiga acha que vocês podem ter se conhecido algum dia. Você se lembra dela?
Eu olhei por um momento para a visitante. Eu não queria decepcioná-la de alguma forma, mas sendo o máximo simpática falei:
— Infelizmente não posso dizer que a conheço, mas eu me lembraria de uma mulher tão bonita.
Ambos parecem ter ficado satisfeitos com a minha resposta. Tendo sido chamada e sem uma autorização de saída eu me afastei um passo e permaneci imóvel. Dr. Samuel falou para a visitante:
— O projeto foi executado com uma perfeição que eu não achava possível. Já estou revendo tudo e tenho que fazer alguns ajustes, mas nada muito complexo. Eu vou ativar a fase final.
A mulher bebeu um pouco de sua bebida e o seu olhar estava na minha direção. Ela falou:
— Excelente. Eu tomei todas as providências legais do desaparecimento, nada ficou descoberto.
Dr. Samuel me dispensou e eu retornei para a cozinha.
***
Continua…
Comentários, sugestões, ideias ou críticas são sempre bem vindos. Pode me escrever por aqui ou no e-mail sissiehipnose@gmail.com.
