Sofia, a trans 10

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Trans
Contém 1566 palavras
Data: 27/01/2026 06:34:12
Assuntos: Trans

Capítulo 10: A Falta que Queima

Meses se passaram desde que Lucas me viu com Pedro e Jorge, o buquê de flores caindo no chão como se fosse um símbolo do que eu tinha destruído, pétalas vermelhas espalhadas pelo piso frio do apartamento. Ele me xingando de vagabunda, a voz cheia de dor e raiva, enquanto o elevador fechava na minha cara. Aquela imagem não saía da minha cabeça. Aos 20 anos, com um corpo de dar inveja em muitas modelos — seios grandes e firmes, bunda redonda que balançava a cada passo, pernas torneadas que pareciam esculpidas —, eu achei que não seria difícil esquecer o coroa. Eu era jovem, desejada, tinha o mundo aos meus pés. Tentei apagar ele da cabeça de todas as formas possíveis. Saí todas as noites, boates lotadas, drinks fortes, corpos se roçando na pista de dança. Transei com vários caras: jovens sarados de academia, velhos ricos que pagavam bem, casados que mentiam pra esposa, solteiros que prometiam o mundo. Uns me comeram gostoso, me fodendo com força até eu gritar, outros eu dei pra eles, meu pau de 23 cm entrando fundo, fazendo eles gemerem meu nome. Cada foda mais suja que a outra — no carro, no banheiro de bar, em motéis baratos, gozando na cara, no cu, na boca. Mas nenhuma preenchia o vazio. Era como se algo essencial tivesse sido arrancado de mim.

Lucas, meu cinquentão grisalho, gostoso, com aquele pau de 18 cm que me fazia gozar como louca, tinha algo que eu não explicava. Uma falta estranha que queimava no peito, uma saudade que doía mais que qualquer tapa. Ele me fodia com uma mistura perfeita de agressividade e carinho, tapas estalando na cara, cusparadas quentes, puxões de cabelo que me faziam ver estrelas, mas depois me abraçava, a mão grande na minha cintura, sussurrando que eu era dele. Com os outros, era só sexo vazio, mecânico, sem alma. Eu ainda transava com Pedro e Jorge pra pagar minha dívida — aquelas sessões frias, brutais, onde eu era só um objeto pra quitar contas. Pedro me usava como queria, Jorge me tratava como lixo, e eu odiava, mas meu corpo respondia, gozando mesmo assim. Mas nada chegava perto do que Lucas me dava.

Quando Caio, um cara de 28 anos que conheci numa boate lotada, me chamou pra transar, pensei que poderia esquecer Lucas por uma noite. Ele era alto, másculo, barba rala, ombros largos sob uma camisa social azul escuro de mangas curtas que deixava as tatuagens nos braços à mostra. O pau já marcava a calça jeans colada quando me viu. “Vamos pro seu apê?” perguntou, a mão na minha coxa no carro. Eu assenti, o tesão subindo, mas já sentindo que não seria o mesmo.

Quando Caio chegou ao meu apartamento à noite, a sala com o sofá de veludo refletindo a luz fraca do abajur, era o cenário ideal para a putaria rolar solta. Eu usava um vestido preto colado, curto, sem calcinha, o pênis preso contra a coxa por uma fita fina, os seios quase pulando do decote profundo. Comprimentei ele com um beijo quente, língua girando, o sabor de uísque na boca dele misturando com o meu gloss. “Vamos logo, sua gostosa,” disse, a voz cheia de tesão, as mãos já apertando minha bunda com força. Eu forcei um sorriso, o cheiro de sexo e tesão já impregnando o ar, mas minha cabeça estava em Lucas, imaginando se ele faria diferente.

Ele me puxou pelos cabelos com violência, jogando-me de joelhos no tapete macio. “Chupa, sua puta,” mandou, abrindo a calça com pressa, o pau de uns 17 cm pulando pra fora, duro, veioso e brilhante de pré-gozo. Engoli ele inteiro, babando, chupando com fome, masturbando a base enquanto batia o pau na minha cara, a garganta apertando forte, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Ele cuspiu na minha cara, o cuspe quente e grosso pingando pela bochecha, misturando com a baba. Deu um tapa forte, a bochecha ardendo como fogo. “Mais rápido, vadia,” rosnou, outro tapa estalando alto, a pele ficando vermelha na hora. Eu gemia, chupando com força, o som molhado ecoando pela sala, mas pensava em Lucas. Era como Lucas fazia, os tapas, as cusparadas, mas faltava algo essencial — os olhos verdes dele brilhando de tesão misturado com posse, a voz rouca me chamando de safada com um toque de carinho que me fazia derreter. Chupei com mais força, a língua girando na cabeça, lambendo as veias, mas minha mente vagava pra Lucas, na boca dele me beijando depois de um tapa, no jeito que ele puxava meu cabelo com firmeza, mas sempre sabendo o limite, me protegendo mesmo na sujeira. Caio não tinha isso; era só dominação crua, poder puro, sem o equilíbrio que Lucas me dava.

Caio me levantou de qualquer jeito, rasgando o vestido como se fosse papel, os botões voando pelo chão. Meus seios balançaram livres, mamilos duros de tesão, o pênis saltando duro, pingando pré-gozo. “De quatro, sua vagabunda,” ordenou, empurrando-me contra o sofá com força. Abriu minha bunda com as mãos grandes, cuspindo no meu cu, lambendo com a língua grossa, mordendo a carne da bunda com força até eu reclamar. Quis dizer algo, mas ele bateu na minha cara com as costas da mão e mandou calar a boca. “Cala a boca, puta,” rosnou, enfiando o pau sem aviso, a dor rasgando como fogo. Gritei, o cu esticando ao limite, cada estocada indo o mais fundo possível, dando tapas na bunda que estalavam alto, a palma deixando marcas vermelhas, a pele ardendo em brasa. “Toma, sua puta,” ele grunhia, puxando meu cabelo até o pescoço doer, o corpo arqueado. Outro cuspe na cara, o cuspe escorrendo pelo nariz, e eu gemia, o pênis pulsando forte, batendo no sofá de veludo. Era intenso, brutal, mas não era Lucas. Com ele, os tapas tinham um ritmo, uma dança perfeita de dor e prazer, e ele sabia quando parar, me olhando com tesão e algo mais profundo, um carinho que me fazia sentir desejada, não só usada. Caio só queria foder, dominar, e eu sentia um vazio enorme mesmo com o cu cheio, o corpo respondendo por instinto, mas a mente gritando por Lucas.

“Goza, vadia,” ele disse, mudando a posição de repente, deitando-me de costas no sofá, as pernas tremendo. Socava no meu cu com força e num ritmo frenético, o pau batendo fundo, roçando tudo dentro de mim, enquanto eu masturbava meu pênis, quente e pulsante na mão, a cabeça inchada pingando. Gozei forte, jatos grossos e brancos acertando meu peito, o pescoço, um pouco no queixo, o gozo quente pingando nos seios, escorrendo pelo abdômen. O cu piscava, apertando o pau dele que gemia de tesão, sentindo cada contração. Era farto, como Lucas amava, aqueles jatos que manchavam tudo, mas sem ele ali pra ver, pra rir, pra lamber ou gozar junto, parecia só sujeira vazia. Caio socava mais forte, xingando sem parar, batendo na minha cara com a mão aberta, me enforcando levemente até o ar faltar, “vou gozar,” avisou, saindo do meu cu com um som molhado e gozando na minha cara — jatos quentes cobrindo a boca, o nariz, os olhos, escorrendo pelo queixo. O sêmen era grosso, pegajoso, mas não tinha o gosto do gozo de Lucas, que ele me fazia lamber enquanto ria, me chamando de sua puta com um sorriso que me derretia.

Ele caiu no sofá ao meu lado, ofegante, o peito subindo e descendo rápido, o pau amolecendo. Eu limpei o rosto com as mãos, o coração apertado, uma lágrima escorrendo misturada com o gozo. “Foi bom, sua gostosa,” Caio disse, vestindo a calça com pressa, dando um tapa leve na minha bunda como despedida. “Te ligo depois,” mentiu, saindo e batendo a porta. Fiquei ali, nua, o sofá manchado de gozo, o cheiro de sexo pesado no ar, o corpo marcado pelos tapas, a bunda ardendo, o rosto vermelho.

Pensei nos outros caras que passaram por ali nos últimos meses — Pedro me fodendo por dívida, frio e mecânico, Jorge me tratando como lixo descartável, os caras das boates que nem lembrava o nome, rostos borrados, paus que entravam e saíam sem deixar marca. Nenhum era Lucas. Ele me fodia com agressividade, tapas estalando alto, cusparadas na cara, enforcando levemente até eu ver estrelas, mas depois me abraçava forte, a mão grande na minha cintura, dizendo que eu era dele, só dele. Eu sentia falta disso desesperadamente, daquela mistura perfeita de sujeira e calor, daquela conexão que ia além do corpo, daquele vazio que só ele preenchia de verdade.

Eu sabia que ainda estava presa a Pedro, a dívida me forçando a transar com ele e Jorge sempre que eles queriam, e isso me matava por dentro. Queria Lucas de volta, queria explicar, pedir perdão, mas como? Ele me viu com aqueles caras, me xingou com razão, e eu merecia cada palavra. Chorei ali no sofá, o gozo seco na cara, o corpo marcado pelos tapas de Caio, o cheiro de sexo me sufocando. Jurei pra mim mesma que precisava achar um jeito de me livrar dessa merda toda, de pagar o que devia e reconquistar Lucas. Mas, por enquanto, eu era só uma garota perdida, sentada nua no sofá manchado, sentindo falta de um homem que talvez nunca me quisesse de novo, uma falta que queimava mais que qualquer tapa ou gozada.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Sr Boi a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários