Eu era muito jovem, conhecendo às liberdades da vida adulta, colecionando namoros rápidos e as primeiras descobertas sexuais. Tudo começou em uma noite de festa em uma casa de shows famosa em Vitória. Eu estava com amigos, mas bebado, já tínhamos passado em bares antes. No limite da exaustão, decidi sair e buscar refúgio na conveniência de um posto de combustíveis ali perto para comer algo e tentar recuperar os sentidos.
Enquanto eu lanchava, um casal entrou. Eram jovens aos meus olhos, embora nitidamente mais velhos que eu — e havia uma diferença enorme de idade entre os dois. Compraram bebidas, alguns salgados e ocuparam a mesa vizinha. Percebi que a mulher não desviava o olhar; sussurrava comentários ao pé do ouvido do homem enquanto me observava. Ambos pareciam alterados pela bebida. Sem entender aquela troca de olhares e cochichos, passei a encarar o sujeito, acreditando que procuravam confusão ou algo do tipo.
Terminei meu lanche, paguei a conta e saí. Fiquei parado na calçada à espera de um táxi, mas, em noite de evento, a frota parecia ter desaparecido. Foi quando os vi saindo da loja e caminhando em minha direção. Dessa vez, a postura deles era tensa.
Fui abordado pelo homem. A moça, ao lado dele, sustentava um semblante tímido, quase infantil. Ele foi direto: apresentou-se e introduziu a esposa, Larissa, de 30 anos; ele tinha 45. Perguntou se eu estava sozinho e, com um tom educado para que eu não o levasse a mal, lançou a proposta. Disse que a esposa havia se interessado por mim e que eram um casal liberal. O convite era simples e direto: uma cerveja no apartamento deles.
Fiquei paralisado, sem processar aquilo, mas não questionei. Ao olhar para Larissa, com aquele rosto de "santinha" e um bronzeado natural de praia, o desejo falou mais alto que a dúvida. Ela era baixa e magra, um contraste absoluto com o marido — um homem alto, calvo e visivelmente fora de forma.
Sob o efeito do álcool, deixei a prudência de lado e os acompanhei até o estacionamento. Entramos em um SUV da Mercedes; foi a primeira vez que andei em um carro daquele luxo. No trajeto, a conversa fluiu. Entre perguntas sobre minha vida, descobri que aquela era uma fantasia antiga dele, algo que nunca tiveram coragem de realizar. Ele aproveitou o fato de ser uma das raras vezes em que Larissa estava embriagada para incentivá-la a escolher alguém na conveniência. Queriam apenas um rapaz que a atraísse e que, acima de tudo, soubesse ser discreto. A palavra "discrição" foi repetida diversas vezes, como um selo de segurança.
Ao chegarmos, a estrutura do lugar confirmou minhas suspeitas: eram pessoas bem-sucedidas. O condomínio de alto padrão, um dos endereços mais nobres de Vitória, uma sofisticação que me intimidava em certo ponto.
Subimos pelo elevador em um silêncio carregado de expectativa. Ao cruzarmos a porta do apartamento, a atmosfera de estranheza era notável; a situação era uma novidade absoluta para todos nós, e ninguém parecia saber exatamente qual papel desempenhar. Acomodei-me no sofá da sala, e Larissa sentou-se logo ao meu lado bem timida.
Enquanto isso, o marido seguiu para a cozinha para organizar as bebidas. A planta do imóvel era moderna: a cozinha ficava em um plano ligeiramente superior, o que lhe dava uma visão panorâmica e privilegiada da sala, onde Larissa e eu tentávamos quebrar o gelo. Dali de cima, ele nos observava, como o diretor de uma peça que estava prestes a começar.
Sentados lado a lado, o silêncio entre mim e Larissa era pesado, preenchido apenas pelo som do marido manipulando as garrafas na cozinha. Percebi, pelo canto do olho, que ele já se preparava para retornar à sala.
Foi então que, impulsionado pelo efeito do álcool e pelo desejo acumulado, decidi tomar a iniciativa.
Passei a mão por baixo de seu cabelo, sentindo o calor da sua nuca logo atrás da orelha, e trouxe o rosto dela para perto do meu. O que começou como um movimento impetuoso transformou-se em um dos melhores beijos que já experimentei. Os lábios dela eram incrivelmente macios, e a entrega foi imediata; sua língua invadiu minha boca com uma sede que contrastava com sua aparência de "santinha". Naquele instante, o mundo exterior desapareceu. Senti meu corpo responder no mesmo instante, com meu pau pulsando dentro da calça.
O beijo se tornava cada vez mais intenso, uma entrega mútua onde nossas mãos começavam a explorar os contornos de nossos corpos com curiosidade e pressa. Ouvi o som dos copos sendo colocados na mesa de centro; era o marido retornando. Ele não interrompeu, não disse uma palavra. Apenas acomodou-se em uma poltrona lateral, mantendo uma distância estratégica que lhe permitia ver tudo, mesmo tendo lugares mais próximos à disposição. Ele queria ser o espectador daquela cena.
Senti os dedos de Larissa descendo pelo meu abdômen, uma carícia que desceu com firmeza até encontrar o volume em minha calça. Com uma agilidade que revelava que ela também estava no limite, ouvi o estalo do botão sendo aberto e o som seco do zíper descendo. Em um instante, meu pau saltou para fora, reagindo ao ar frio da sala e à intensidade do toque dela.
Naquele instante, o beijo cessou. Ela se afastou o suficiente para que nossos olhares se cruzassem, mas sua mão permanecia firme, envolvendo meu pau com uma delicadeza e posse. Eu acompanhei o movimento dos seus dedos, observando o contraste daquela mão pequena contra o meu pau cheio de veias saltando. A timidez de antes havia sumido por completo; o que restava nos olhos de Larissa era um desejo cru e absoluto. Sem desviar o olhar do meu, ela se inclinou e envolveu a cabeça com os lábios.
Pelo canto do olho, notei o marido. Ele era apenas um espectador passivo: estava com as calças arriadas nos tornozelos, manuseando o próprio membro, que parecia pequeno. Não durou um minuto. Assim que Larissa começou a se entregar, "namorando" meu pau com uma vontade que a fazia quase engasgar, vi o corpo dele sofrer um espasmo. Em poucos segundos, ele sujou a poltrona com jatos de gozo, vencido pelo impacto de ver a esposa devorando algo que mal cabia em sua boca.
Esse foi o início de uma história de três anos sendo amante fixo desse casal, uma experiência que me marcou demais e me fez até hoje ter um desejo incontrolável por mulheres comprometidas.
Mas segui a vida e por descrição e a dificuldade de "botar a cara" e competir casais com outros caras do meio, decidi satisfazer cornos reprimidos online. Maridos ou namorados que tem esse desejo, mas não tem medo de confessar para esposas ou medo da exposição.
Faço isso de forma anônima com total descrição, fantasiando sua esposa comigo, com fotos dela sobre meu pau e vídeos me tocando e falando o nome dela enquanto vejo fotos.
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