Essa história aconteceu quando eu tinha 18 anos.
Apesar de ainda ser novinho, na época, meu corpo já era até desenvolvido para minha idade. Sou negro, tenho 1,82 de altura e tenho um corpo malhado que sempre procurei manter em forma com a academia, desde muito cedo. Apesar de eu gostar de treinar mais o peito e os braços, minhas pernas e bunda são grandes e grossas naturalmente (genética, eu acho rs).
Sou mais discreto, não afeminado, mas também não tenho vergonha, nem tento esconder que sou gay. Desde que meus pais se separaram quando eu tinha 16 e eu passei a morar só com minha mãe que é mais de boa com essas coisas, eu me assumi totalmente.
Naquela época, eu trabalhava como telemarketing em uma empresa de cobrança. O trabalho era bem ruim, mas tinha suas vantagens e uma delas é que, como era uma empresa grande na cidade, muita gente trabalhava lá, muito moleque bonito principalmente… cada dia eu me apaixonava por um diferente (haha). Um dos que eu ficava de olho era o Léo, o segurança que trampava lá no turno da tarde e que me chamou atenção desde que eu entrei na empresa.
Léo era branco, alto (acho que 1,90, por aí), magro e devia ter uns 28 anos. Ele tinha cabelos pretos que estavam sempre bem cortados, combinando com o cavanhaque e o bigode. A tatuagem de serpente que cobria todo o braço direito dele dava todo um estilo. Eu não era o único que achava ele lindo, muita gente comentava.
Léo era sempre muito simpático e sorridente com todo mundo, inclusive comigo, tanto que, às vezes no meu horário de almoço eu ficava um pouco na portaria trocando uma ideia com ele, mas a gente não era tão próximo no começo. Foi só em uma época que eu comecei a fazer hora extra na empresa e sair um pouco mais tarde, no mesmo horário que ele saía, que a gente se aproximou. Eu descobri que ele morava no bairro do lado do meu e, com isso, ele começou a me dar uma carona de carro durante um tempo, já que no caminho para a casa dele, passava pela minha.
Léo e eu nos tornamos amigos e eu descobri algumas coisas sobre ele. Por exemplo, que ele já tinha sido casado por uns 3 anos mas separou da mulher e agora morava sozinho. Também descobri que ele já tinha ficado com algumas meninas da empresa e que flertava com outras. Eu confesso que saber dessas coisas me deixava meio frustrado. Eu sentia muita atração por Léo, mas não tinha coragem de demonstrar nada, tanto pela diferença de idade quanto pelo fato de ele gostar de mulher. Mas um dia, em uma conversa em uma dessas caronas, ele estava falando sobre a vida de solteiro dele depois da separação e o papo começou a tomar outro rumo:
Quando a gente terminou, ela já arrumou outro um mês depois - ele fala
sobre a ex dele - já eu preferi curtir, conhecer gente nova sem compromisso, tá ligado? Acho que é a diferença entre homem e mulher… homem é mais desapegado, né?
Eu só concordo com a cabeça porque não sei bem o que responder. Ele fica em silêncio por alguns segundos e retoma, meio que mudando de assunto:
- Mas e você? Você curte mais homem, né? - ele pergunta de forma bem natural. Eu nunca falei disso com ele, mas talvez ele tenha escutado de algum amigo meu na empresa.
- Eu curto só homem, na verdade. - eu corrijo e ele acena com a cabeça, pensativo, depois pergunta:
- Mas nunca ficou mulher?
- Não, ué… bom, na verdade só fiquei de beijar.
Ele fica em silêncio por mais alguns segundos enquanto dirige, depois diz:
Eu não sei se eu teria coragem de ficar com um homem, mano - ele diz isso com um riso nervoso e eu fico um pouco incomodado com o comentário.
Não precisa de coragem, só precisa ter vontade.
- Isso é verdade… - ele concorda.
Então eu crio coragem para fazer uma pergunta mais ousada.
- Você nunca teve vontade?
Léo não responde de cara. Ele segue olhando para frente e dá um sorrisinho sem graça.
- Sei lá, mano… sendo sincero, se eu falar que nunca tive curiosidade, vou estar mentindo…
Naquela hora eu sinto um frio na barriga e uma pontinha de esperança.
- E por que nunca matou a curiosidade?
Nesse momento, ele se vira para mim e me encara por alguns segundos, depois dá mais um daqueles sorrisinhos dele.
- Sei lá, talvez não tenha surgido a oportunidade ainda…
Eu sinto meu coração acelerar com essa frase dele, mas não tenho coragem de falar mais nada, então apenas retribuo o sorriso. Ele volta a olhar pra frente e muda de assunto.
Confesso que fiquei pensando naquela conversa por dias depois disso, mas nunca mais falamos diretamente sobre isso. Eu comecei a notar alguns sinais no comportamento de Léo, uns olhares mais intensos, sorrisos mais calorosos e toques físicos mais frequentes (tipo ficar apertando meus braços para conferir meu “shape”, essas coisas). Eu não sabia se eu estava imaginando coisas ou se realmente tinha sinais de que podia rolar alguma coisa. Mas não demorou muito para minha dúvida ser respondida.
Em uma noite de sábado, na qual eu estava de folga do trabalho, fui na casa de uma amiga para comemorar o aniversário dela, bebendo e ouvindo música com alguns outros amigos e a família dela. A casa dela ficava no mesmo bairro que a do Léo, a apenas algumas ruas de distância, e eu estava bem ciente disso. Na verdade, durante toda a noite, eu meio que não parava de pensar em Léo, naquela conversa e nos sinais que eu vinha percebendo. Eu precisava matar aquela dúvida.
Quando já estava por volta das 23h, eu tomo coragem de mandar uma mensagem para Léo. Eu sabia que ele tinha trampado durante o dia e que, naquela hora, já tinha chegado em casa.
“Tá acordado?”
Ele respondeu rápido.
“Tô, man, assistindo filme e você?”
“Eu estou na casa de uma amiga, é aniversário dela. Ela mora aqui perto de você, no Laranjeiras”. Mas já tô indo embora daqui a pouco”
Um minuto se passou até Léo me responder.
“Se quiser encostar aqui depois, man. Amanhã é minha folga então tô bem de boa hoje”. E me manda a localização, por mais que eu já soubesse seu endereço.
Meu coração dá um salto nessa hora. Ele estava me chamando para ir pra casa dele, do nada. Na verdade, o motivo ficou subentendido. Aquela foi a confirmação que eu precisava.
“Blz, vou me despedir da minha amiga e já desço aí”
“Dmr”
Eu nem tinha bebido muito, não estava nem tonto, mas sentia aquela ousadia familiar que vem com a bebida.
Antes de me despedir da minha amiga e dizer que estava tarde e eu precisava ir embora, pergunto se ela tem uma escova de dentes nova por ali, para eu usar. Por sorte ela tinha sim e me deu, mas ficou desconfiada de porque eu decidi fazer higiene bucal no meio da noite, do nada.
- Você vai encontrar alguém, né? - Ela pergunta com um sorriso malicioso.
Eu devolvo o sorriso e digo:
- Amanhã talvez eu te conte.
Alguns minutos depois eu já tinha me despedido dela, e já estava caminhando pela noite fresca em direção à casa de Léo. Eu estava nervoso e ansioso ao mesmo tempo, porque sabia que aquilo que eu estava esperando por tanto tempo estava para acontecer. Eu tinha jogado a isca e ele pareceu ter mordido.
Quando cheguei na casa de Léo, mandei mensagem avisando e ele saiu no portão para me receber. Estava usando uma regata preta e um calção da adidas azul. Quando ele abriu o portão para mim e me cumprimentou, percebi que ele estava meio nervoso, sem jeito.
- Você tava perto mesmo, né? Chegou rápido aqui. - ele comenta para quebrar o gelo, eu acho.
Eu só concordo e sigo ele para dentro da casa. Não era uma casa grande, mas estava bem limpa e organizada. Na sala, eu sento no sofá, enquanto Léo vai até a cozinha.
- Quer beber alguma coisa, mano?
- Pode ser água.
Eu não precisava de mais álcool naquele momento. Ele traz um copo de água para mim e senta ao meu lado no sofá. Ficamos em silêncio por um bom tempo, olhando para a televisão na nossa frente onde passava algum filme de super-herói (nem lembro qual).
O silêncio se prolongava e era interrompido apenas quando Léo fazia algum comentário aleatório sobre o filme ou quando a gente falava sobre alguma coisa do trabalho, mas logo o assunto morria e o silêncio voltava. Dava para sentir uma tensão no ar. Os dois sabiam porque ele tinha me chamado ali e porque eu tinha aceitado ir, mas alguém precisava tomar a primeira atitude.
Eu tentava evitar, mas meus olhos eram atraídos para o calção de Léo. Com ele sentado ali do meu lado, dava para ver que tinha um volume considerável. O tecido azul fino repousava sobre coxas cobertas de pelos finos. Conforme os minutos passam, eu fico mais ansioso e a minha vontade acumulada durante todo aquele tempo só aumenta. Então resolvo dar o primeiro passo.
Me viro para Léo e olho para seu braço exposto. Seus músculos não são muito grandes, mas são bem desenhados, e a pele está coberta pela tatuagem da serpente. Eu percebo que nunca cheguei a comentar sobre a tatuagem.
- Bonita essa tatoo - eu digo.
Ele olha para mim, depois para a tatuagem e sorri.
- Valeu. Tô pensando em fechar o outro braço. - Ele levanta o outro braço para
mostrar.
Eu seguro seu braço tatuado e começo a tocar nele como se estivesse avaliando a tatuagem, mas meus toques são suaves, são carícias. Léo parece perceber, e fica me olhando.
- E você? Não quer fazer nenhuma? - ele pergunta.
Eu dou um sorriso e digo:
- Acho que vou fazer uma na coxa - Eu indico um ponto entre minha coxa e virilha - talvez uma rosa.
É nesse momento que Léo me surpreende. Ele estende a mão e toca minha coxa, no lugar que eu apontei, com a mesma suavidade que eu tinha tocado em seu braço. Mesmo através do tecido da calça, sentir a mão grande e quente de Léo em minha coxa fez meu corpo começar a acordar.
- Aqui vai ficar legal mesmo - ele diz, sem tirar a mão. Eu decido aproveitar a abertura e arriscar ainda mais. Deslizo minha mão para a coxa de Léo e sinto sua pele quente através do tecido fino do calção.
- Vai ter que cobrir toda essa parte, né? - eu corro minha mão por sua coxa até
quase chegar na virilha. Ainda estou tentando manter a aparência de inocência, mas estamos chegando no limite. Meu coração está acelerado e meu rosto ficando vermelho com a antecipação.
- A sua é bem maior, vai precisar ser grande essa tatoo. - Léo diz enquanto dá uns tapinhas e aperta minha coxa. Nessa hora eu resolvo desistir da falsa inocência e olhos nos olhos de Léo. Ele me encara como se esperasse por algo, seus olhos descem para minha boca por um segundo e eu ajo por impulso, não conseguindo mais segurar a vontade. Me inclino em direção a ele lhe dou um beijo.
Léo retribui meu beijo na hora, abraçando minha boca com a sua. Toda aquela tensão acumulada se quebra naquele momento. Eu aproximo meu corpo dele, no sofá, e continuo a beijá-lo. Sua boca é macia e quente, e ele acolhe a minha com suavidade. O beijo é delicioso, do jeito que eu imaginava. Meu corpo já está queimando de desejo neste momento, e eu sinto Léo apertar ainda mais minha coxa.
Eu interrompo o beijo e olho para baixo, em direção ao calção de Léo. O volume ali está bem maior agora. Eu consigo ver o contorno grosso se destacando por baixo do tecido e aumentando. Volto a olhar para ele e sorrio maliciosamente, em seguida retomo o beijo com ainda mais intensidade e ele retribui, invadindo minha boca com sua língua. Sem interromper, eu me movimento e subo em seu colo, sentando sobre ele. Na hora, eu sinto seu pau endurecendo embaixo de mim e faço questão de encaixá-lo na minha bunda, sarrando através das roupas.
A gente continua se beijando enquanto eu acaricio os cabelos, a nuca e o rosto de Léo e ele responde segurando minha cintura ou deslizando as mãos por minha coxas. Durante aquela pegação gostosa, eu aproveito para rebolar, de leve, em seu colo e sinto ele sarrando em mim. Sinto aquele volume duro encaixado entre minhas nádegas e minha própria ereção já está pressionada contra o abdômen de Léo. Nosso beijo vai ficando mais intenso, mais voraz, conforme eu vou me soltando, até o ponto de perdemos o fôlego. É uma sensação deliciosa!
Eu desço meus lábios da boca de Léo e vou para seu pescoço, beijando e chupando. Ele solta gemidos e suspira enquanto segura meu cabelo. Ouvir o gemido dele me deixa mais excitado. Eu não consigo evitar sorrir lembrando daquele papo de “curiosidade” dele. O segurança, todo machão, comedor de mulher, estava ali gemendo de tesão enquanto eu chupava o pescoço dele. Que delícia!
Depois de um tempo de pegação, eu me levanto do colo de Léo. Olho para seu pau totalmente duro dentro do calção e o pego em minha mão, arrancando-lhe outro suspiro. Ele olha para mim mordendo o lábio inferior e balançando a cabeça como se dissesse: “Isso, pega nesse pau, faz o que quiser com ele” . Enquanto aperto seu membro, começo a descer minha boca por seu corpo. Eu levanto sua regata, expondo seu peito magro e o abdômen bem desenhado e começo a correr meus lábios por eles, com delicadeza, enquanto ele acaricia meus cabelos. Eu sinto cada centímetro daquele corpo quente em meus lábios, chegando no fino caminho de pelos abaixo do seu umbigo que se dirigem para o que está escondido debaixo do calção. Então eu me ajoelho entre suas pernas e olho para cima para encarar o olhar cheio de expectativa e tesão de Léo. Bem devagar, eu abocanho aquele volume ereto e pulsante embaixo do tecido.
Este é o momento que Léo abandona todo seu pudor. Ele segura meu cabelo e começa a movimentar o quadril, esfregando o pau no meu rosto enquanto eu sinto o cheiro dele através do tecido. A sensação daquela pica quente arrastando em meu rosto me faz suspirar de tesão. Meu pau já está latejando e babando dentro da cueca também.
Em certo momento, Léo não se aguenta e abaixa o calção, sem muita cerimônia, colocando o pau para fora de uma vez. Devia ter uns 18 cm, com um corpo que ficava mais grosso na metade e acabava em uma cabeça avermelhada que brilhava com o pré-gozo. Uma leve camada de pelos circulava o pau e, o saco rosado também era coberto de uma pelagem bem aparada. Léo passava aquela delícia de rola no meu rosto, deixando um rastro da baba na minha bochecha, nariz e boca. Eu meto a mão dentro de minha calça e começo a apertar meu pau pulsante enquanto sinto o cheiro daquele macho invadir meu nariz.
Depois de algum tempo, Léo encaixa a cabeça da pica nos meus lábios e eu a envolvo com a boca. Sinto o gosto da baba daquele pau enquanto chupo a cabeça e a acaricio com a língua. Eu não tinha muita experiência na época, mas queria fazer tudo o que pudesse para agradar Léo naquele momento. Ele geme, sentindo minha boca em sua rola, e acaricia minha cabeça.
Eu tiro meu próprio pau para fora da calça e começo a me punhetar. A cada segundo meu tesão só aumenta. Comecei a colocar o pau de Léo mais para dentro na boca, fazendo movimentos suaves com a língua, degustando cada centímetro pulsante. Arfando de tesão, Léo tira sua regata e eu aproveito para abaixar seu calção até o final, deixando-o totalmente nu. Que visão perfeita! Aquele homem grande, com a pica vermelha latejando de dura, sentado com as pernas abertas na minha frente!
Começo a mamar com ainda mais dedicação, me esforçando para envolver aquele pau inteiro na boca, saboreando e abrindo minha garganta para tentar recebê-lo.
- Que boca gostosa do caralho! - Léo diz com a voz ofegante, segurando meu cabelo com mais força e forçando minha cabeça contra seu pau. Aquilo me enche de tesão. Em um impulso, tento engolir tudo de uma vez, mas engasgo e recuo tossindo.
Léo solta uma risadinha e acaricia meu rosto enquanto eu tusso e tento recuperar o fôlego. Eu olho para ele, sentindo as lágrimas se formarem nos meus olhos. Ele me olha com os lábios semi abertos, como se estivesse no meio de um gemido, a expressão era de puro tesão.
- Coloca na boca, vai. - ele manda, com a voz baixa e rouca, passando a cabeça da pica em meus lábios. Eu obedeço, volto a mamá-lo, mas sem tentar engolir tudo dessa vez. Mantenho um ritmo suave, saboreando aquele pau com o qual eu já tinha fantasiado tantas vezes secretamente. Tiro da boca apenas para me dedicar um pouco à suas bolas, chupando uma de cada vez. Léo parece gostar disso, pois nessa hora ele solta um gemido mais intenso e contorce o corpo. Um sorriso se espalha pelo meu rosto instantaneamente ao ver o quanto ele está aproveitando aquela primeira experiência com homem.
O tesão estava me deixando com muito calor, então começo a tirar a roupa. Tiro a camiseta e me levanto para tirar a calça, enquanto Léo observa. Quando abaixo a cueca, ele se inclina para frente e segura minha bunda.
- Nossa! - ele diz, como se estivesse admirado, acariciando minha bunda lisa. Eu deixo ele aproveitar bem a vista e correr a mão por minhas nádegas enquanto bato uma. Meu pau está estalando duraço e a boca de Léo parece muito convidativa naquele momento, mas sempre que eu tento aproximar meu pau de seu rosto, ele recua. Entendi que ele não curtia. Talvez isso fosse demais para uma primeira vez dele.
Volto a me ajoelhar na frente dele para mamar, mas dessa vez ele se levanta, ficando de pé. Seu pau volta para minha boca e dessa vez ele é quem conduz, fazendo movimentos suaves com o quadril e fodendo minha boca enquanto segura minha nuca. Em alguns momentos, ele empurra mais fundo até minha garganta, eu tento aguentar mas acabo engasgando e ele recua. Nesses momentos ele sempre geme mais alto e todas as vezes que isso acontece, meu corpo arrepia de tesão. Tudo o que eu queria era deixar aquele macho tão gostoso satisfeito.
Em certo momento, Léo tira o pau da minha boca e com um sorrisinho, bate no meu rosto com ele. Eu olho para cima, com a língua para fora, deixando que ele aproveite aquele momento. Ele se abaixa, segura meu queixo e me dá um beijo. Um beijo bem molhado, intenso e longo, não parecendo se importar de sentir o gosto do seu pau na minha boca.
Léo me puxa para cima e eu fico em pé, envolvendo meus braços ao redor de seu pescoço. Nossos corpos ficam grudados um no outro enquanto me deixo ser tomado por seus lábios, os dois paus se esfregando quentes e pulsantes um contra o outro. As mãos grandes dele correm pelo meu corpo, apalpando e alisando, me fazendo gemer em seus lábios. Eu o sinto apertar minha bunda com força e escorregar um dedo em direção ao meu buraco. Fecho os olhos e aproveito a massagem que ele começa a fazer em meu cuzinho, que já pisca involuntariamente. Sem querer, meus gemidos começam a ficar mais agudos e manhosos, como se eu estivesse implorando por algo.
Eu estava totalmente entregue naquele momento, só queria sentir o corpo de Léo no meu, de todos os jeitos possíveis. Acho que ele estava no mesmo clima, e tive a confirmação disso quando o ouço sussurrar no meu ouvido.
- Vamos lá pro quarto…
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Vou continuar na parte 2.
Esse é meu primeiro conto aqui, então me falem o que acharam nos comentários, pfvr
Até a próxima!
