Comi o cuzinho da ninfeta na frente do velho corno

Um conto erótico de Quase Alguém
Categoria: Heterossexual
Contém 1447 palavras
Data: 26/01/2026 15:54:11

Sexta-feira, primeiro dia de carnaval. Uma época boa do ano, muito beijo, bebida, transa com desconhecidas, sempre me dei muito bem. Porém, minha cabeça estava repleta de preocupação. Um dia antes, tinha comido Marília, namoradinha do Armando, meu vizinho e dono de um bar. Ele estava dormindo, mas gravei um vídeo fodendo aquela ninfetinha, que fazia questão de ressaltar o que estava fazendo com o pobre velho naquele momento.

No período de carnaval, o bar do Armando ficava movimentado, era a única época do ano em que isso acontecia. A galera parava lá para um esquenta pré bloquinhos e eu adorava ir ver.

No meio da tarde recebi uma mensagem de Marília, era um trecho do vídeo que gravamos no dia antes, junto com uma foto da buceta dela melada.

"Quero que você me coma hoje"

"Claro, gatinha, podemos nos encontrar depois do bloco"

"Não. Antes, quero que me coma aqui no bar"

Nem respondi nada, fui tomar banho e me arrumar. Já tinha combinado de encontrar amigos num bloquinho, resolvi passar no bar para ver no que dava.

Chegando lá, Armando me cumprimentou e disse pra eu me sentar que ele viria me servir. Estranhei, ele não era de fazer isso. Quando me sentei com os velhos na mesa de truco, ele veio com um litrão e um copo, gritando para todos na mesa ouvir:

- Vou falar pra vocês, esse aqui é macho de verdade, tem meu respeito. Por conta da casa.

Os velhos caíram pra trás, todos acharam, num primeiro momento, que o cara tava louco, depois, me perguntaram que porra tinha acontecido. Eu apenas ri e desconversei. Assim que terminei o primeiro litrão, Marília chegou. Estava com uma calça legging coladinha, marcando a buceta e a bunda enorme daquela novinha.

Esperei alguns minutos e me dirigi até o banheiro, fiquei lá um tempo até ouvir batidas na porta.

- Abre aí, gato.

Era ela. Abri a porta e ela já me agarrou, eu apertei sua bunda forte e enfiei a língua na sua boca, quando começou a roçar em mim eu lembrei do que tinha ocorrido a pouco.

- Você contou pro Armando?

Ela riu e acenou que sim.

- Porra, esse velho já matou um cara, o que você tinha na cabeça?

- Ele me comeu uma vez só e brochou no meio. Aí um dia eu falei que ia chifrar ele quando estava brava. Ao invés de brigar, ele ficou duro. Foi pro banheiro e bateu uma.

Eu fiquei incrédulo com aquilo, pensando no que responder, mas travei de verdade.

- Enfim, ontem resolvi pagar pra ver e mostrei nosso vídeo fodendo. Ele fez o mesmo novamente, foi para o banheiro. Eu o segui e assisti ele se masturbar. O velho gozou quando ouviu que eu ia dar pra você aqui no bar hoje.

Eu virei ela de costas e abaixei rapidamente suas calças. Me agachei atrás daquela bunda enorme e linda, afastei a calcinha pro lado e enterrei minha língua na bundinha da novinha. A putinha logo começou a gemer e se esfregar em mim.

Não demorei muito ali, apesar de amar os cheiros e gostos dela. Me levantei e tirei o pau para fora, Marília me segurou um pouco e puxou o celular. Dessa vez, estava numa ligação e era pro Armando.

Quando meti a pica nela, Marília gemeu alto.

- Ai, gostoso, me come vai, me faz gozar gostoso. Meu velho corninho é um brocha, não sabe fazer igual a você.

Eu dei alguns tapas na bunda dela e parei o vai e vem. Marília rebolava no meu pau desesperadamente, gemendo e gozando alto. Ela desligou a ligação em meio a gemidos intensos, depois se apoiou na parede com as duas mãos.

- Vai, mete com força, me arrebenta.

Obedienremente, fiz o que havia sido pedido por ela. Eu soquei até ela gozar, rebolando no meu pau, que quase se perdia naquela bunda. Quando se recuperou, Marília virou para mim e se agachou. Pegou meu pau na mão, bateu com ele na cara e me chupou até eu gozar na boquinha sedosa dela. Ela engoliu uma parte e depois que eu finalizei, se levantou e mostrou um resto de porra na boca. Imediatamente, saiu correndo do banheiro, me deixando sem entender nada.

Quando passei pelo balcão do bar, vi ela mostrando a boca pro seu Armando, que assistia aquilo em choque, mas com cara de prazer. Meus amigos chegaram e eu fui pagar a conta. Ouvi da Marília que não precisava de nada e que depois olhasse o celular.

Abri a mensagem depois de 1h no bloco.

"Vem em casa essa noite, depois do bloquinho, se quiser. Você vai comer meu cu."

Eu não me concentrei mais direito, bebi bastante, beijei algumas garotas, mas dispensei um after na casa de uma das pessoas no nosso grupo. Saí perto das 23b e mandei mensagem para Marília.

"Tá acordada?"

"Claro, meu rabo tá pontinho pra você."

"O Armando dormiu?"

"Ele vai assistir tudo, gatinho. Você consegue fazer isso na frente dele?"

Meu pau estava mais duro que mais cedo, evidentemente eu faria isso, dava até mais tesão enrabar aquela novinha safada na frente do corno.

Fui o mais rápido que pude, chegando lá avisei que estava na porta. O portão automático se abriu. Eu fui entrando meio desconfiado, parecia bom demais pra ser verdade, mas valia a pena. Quando entrei na casa, Marília estava sentada, completamente pelada no sofá, enquanto Armando estava sentado na poltrona um pouco mais atrás. Ela se levantou e veio até mim, beijou minha boca e me sussurrou:

- Finge que ele não está aqui, só fale com ele quando eu falar, tudo bem?

Acenei que sim e ela tirou a minha roupa, depois voltou a me beijar. Armando estava sentado, parecia inquieto, mas apenas roçava a mão no meio das calças. Marília se agachou e ficou de frente com meu pau, depois de agarrá-lo, virou para trás, falando para o corno na poltrona:

- Tá vendo, corninho, o que é um pau de verdade?

Armando acenou e começou a abrir o zíper, quando botou pra fora o pau, Marília riu.

- Que vergonha, vou mamar esse gostoso aqui e ele vai me enrabar pra te ensinar a ser homem.

Ela começou a me chupar deliciosamente, eu segurava seu cabelo para ajudar e as vezes enterrava a pica até o fundo da garganta. Marília parecia ter pressa, cuspiu no meu pau depois de uns minutos e foi para o sofá, ficando de quatro com o rosto virado para o Armando.

Eu me posicionei atrás dela e esfreguei a pica na buceta, mas ela segurou e pos na entrada do cu.

- Pode meter sem medo, eu só dei o cuzinho uma vez, mas vou aguentar.

Não pensei duas vezes, soquei a pica até o final, num movimento só. Então Marília gemeu, e gemeu alto. Eu não poupei esforços pra socar naquele rabo lindo, apertava forte, dava tapas e comia sem dó. Ela usava uma das mãos pra se masturbar, gemia e não pedia para parar. Pelo contrário, fazia força contra mim, na intenção de aumentar tudo. Armando se punhetava e emitia alguns grunhidos. Quando cheguei no auge do ritmo, resolvi me livrar de qualquer pudor.

- Olha pra cara desse velho brocha. - Agarrei os cabelos de Marília e fiz ela olhar olhos dele. - Ele queria ser eu agora, queria sentir o pau no seu cu. Mas quem manda aqui sou eu, só eu como essa ninfetinha tarada.

- Isso, me fode, mete em mim, gostoso.

- Tá vendo, putinha? Seu lugar é comigo, seu corpo é meu. Esquece esse frouxo, ele só tem que te sustentar e deixar você limpinha pra mim.

Armando gozou ali mesmo, quietinho na poltrona dele, depois ficou parado olhando, com cara de cachorro arrependido. Logo depois, Marília gozou, ela parecia querer me derrubar, tamanha força que fazia para trás, gemia alto e em bom tom, provocando o corno.

- Que delícia, que gozada boa. Que pau gostoso.

Depois do orgasmo, silêncio. Eu seguia com o pau enterrado nela. Após uns minutos, ela se levantou, desvencilhando-se de mim rapidamente. Me empurrou até eu ficar de lado para o Armando, ela me beijou e sussurrou outra vez pra mim:

- Goza na minha cara edepois se veste e sai sem falar nada.

Então se agachou, mamou alguns minutos e quando sentiu o primeiro jato de porra, tirou da boca e deixou eu esporrar em seu rosto e peitos.

Como pedido, me vesti rapidamente e saí, sem dizer nada. Marília apenas abriu o portão de longe, também calada.

Mais tarde, outra mensagem.

"Adorei isso, gatinho, espero que queira outra vez"

"Fico duro só de imaginar"

Respondi mandando junto uma foto da minha rola dura, ainda levemente melada do gozo de antes...

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