Domingo, pós casamento, todo mundo naquele clima meio lento de quem se recupera de uma boa festa. O céu estava lindo, poucas nuvens, temperatura agradável e uma leve brisa. Do quarto, ouvia as risadas vindas da cozinha, que era o cômodo mais perto de onde estava. Eu aproveitava a preguiça, deitado numa cama de casal, no quarto maior da casa da minha avó. Tinham outras camas lá, era meio que um quarto de visitas enorme.
Eu estava sem camisa, com um short fininho e sem cueca, segurando minha pica firme, sem mexer, apenas dando leves apertos. Meu corpo completamente relaxado, minha mente inundada com as lembranças da noite anterior, juntamente com imagens perversas do que eu queria fazer com minha prima.
- Você tá sempre de pau duro, impressionante!
Quando me levantei, lá estava ela, Klara, o motivo da minha excitação. Ela se aproximou lentamente de mim, desfilava exibindo o corpo lindo, coberto por um short jeans curtinho e a parte de cima de um biquíni, os peitos pareciam fazer força pra saltar fora.
O susto passou e o desejo tomou conta, Klara tirou minha mão e segurou a minha rola, apertando exatamente igual ao que eu fazia pouco antes. Eu pulsava na mãozinha macia dela, que sorria e me encarava. Depois de um tempo, quando eu a puxei até mim, demos um beijo molhado e lento. Ela parecia cada vez mais confiante do que fazer e isso me deixava ainda mais ansioso para nossas próximas aventuras.
Lentamente, ainda me beijando, ela pos a mão por baixo do short e começou a me masturbar. Bem lento, subindo e descendo até o limite, de vez em quando passando o dedo na cabecinha e massageando a glande.
- Sabe que pode entrar gente a qualquer momento né? - Eu disse apenas por garantia, sabia que ela não iria parar, nem eu.
- Sei. Se quiser que eu pare, vai ter que me forçar.
Klara foi beijando meu pescoco, meu peito, minha barriga, até virilha. Tirou meu pau pra fora e lambeu da base até a cabeça.
- Senta aqui na beira da cama, rapidinho!
Eu fiz como ela mandou, esperando pra ver onde aquilo iria dar. Ela se ajoelhou na minha frente e começou a mamar de fato. Eu me controlei muito pra não gemer alto, mas, de certa forma, até ficava sem reação as vezes por causa da língua dela. Eu comecei a massagear os peitos deliciosos da minha priminha, que gemia com meu pau na boca. Pouco tempo depois, ela parou, olhou pra mim e sorriu.
- Já sei. Vai gozar nos meus peitos.
Klara abaixou o biquíni, expondo aquelas delicias pra mim, em seguida, colocou meu pau no meio deles e começou a punhetar. Ficava com a boca aberta pra chupar a cabecinha quando ela saia pra fora.
- Sempre vi isso em pornô, nunca achei que ia fazer. - Klara disse isso com um olhar muito safado, como quem dizia que sabia exatamente me provocar.
Nem avisei que ia gozar, apenas segurei sua boca no meu pau, ela chupou forte alguns segundos e eu cheguei lá. A princípio na boca, mas ela fez questao de tirar e punhetar enquanto eu leitava aqueles peitões gostosos.
Não podíamos demorar, então ela virou para minha mala e se limpou com uma blusa minha. Depois, saiu para a cozinha, como se nada tivesse acontecido.
Me juntei a família e todos almoçamos juntos. Ouvi de vários deles que Klara deveria tomar jeito e parar de se vestir daquela forma. Por incrível que pareça, ela tinha até colocado uma blusinha, mas mesmo assim os incomodava.
Klara já não parecia ligar tanto, ria dos questionamentos, dava de ombro quando alguém fazia um comentário mais maldoso e explicava, para os queridos, que iria sair dali para a casa de uma amiga.
Quando terminamos, ela pediu que eu a acompanhasse. Iriamos tomar banho de piscina e beber, apenas eu, ela e essa dita amiga. Evidentemente, não neguei, queria mais que um boquete aquele dia, na verdade, poderia transar com minha prima o resto da vida.
Saímos assim que terminamos de comer, fomos andando, já que a casa era bem perto. Chegando lá, Eduarda nos recebeu, era uma mulher diferente de Klara. Mais magrinha, menos curvilinea, ambas tinham uma altura parecida e a bunda da Duda era linda, além disso tinha um rosto angelical e era bem atraente.
Passamos por fora, direto pra piscina. Duda, como minha prima a chamava, disse que ficaríamos a tarde sozinhos e talvez alguns outros amigos chegassem depois. Elas foram buscar bebidas e eu fui me sentar na beira da piscina, fiquei só de sunga e sentei numa espreguiçadeira.
Na volta, ambas estavam só de biquíni, Klara parecia ainda mais linda que antes, tinha um charme, exalava confiança e atraia meus olhos. Duda era discreta, mas muito linda também e escolheu um biquíni que a valorizava.
Recebi minha cerveja, brindamos e o papo das duas começou, elas riam das histórias antigas, fofocavam sobre os antigos amigos da escola, até comentavam sobre um ou outro cara que Eduarda era afim.
Cansado daquela conversa, eu fui pra piscina, me refrescar um pouco. Fiquei distante delas, que pareciam nem se importar com minha presença ali.
Em dado momento, Duda se levantou e pulou também na piscina, seguida pela minha prima. Elas brincavam na água entre si, nadavam juntas e seguiam nas conversas amenas. Enquanto eu já estava começando a pensar que a espanhola seria o ponto alto do dia.
Foi quando esse ceticismo bateu que minha prima resolveu lembrar de mim. Ela veio chegando, chegando, até que ambas estavam a um braço de distância. Klara virou de costas pra amiga e segurou minha mão, se aproximou ainda mais e me beijou. Agora, era Eduarda que parecia nem estar ali pra minha prima.
Eu simplesmente segui o fluxo, retribui o beijo intensamente e agarrei ela junto ao meu corpo, encostando meu pau na xaninha dela, por cima da roupa mesmo.
Klara parou o beijo e olhou nos meus olhos, em seguida olhou pra amiga. Cheguei a achar que convidaria ela pra se juntar, mas minha sorte não foi tanta.
- Amiga, me empresta seu quarto? - Pediu minha prima amorosamente.
- Claro que não. - Respondeu Eduarda de imediato. - Quer dizer, mais tarde talvez. Mas eu queria assistir tudo. Então vocês podem fazer aqui.
Klara gargalhou alto, enquanto eu apenas queria saber se ela aceitaria aquela ideia insanamente excitante.
- Tudo bem então. - Minha prima respondeu.
Duda riu e perguntou pra Klara, só que me olhando:
- Não vai perguntar se seu amigo concorda?
Nesse momento, ela travou os pés no meu colo e virou para mim, deu um beijo na boca e respondeu:
- Amigo não, primo. E do jeito que o pau dele está, comeria até você se pudesse.
Ela não estava errada, mas me surpreendeu ser tão direta assim com a amiga. Parecia cada vez mais sem pudor.
- Bom, priminho, minha amiguinha é virgenzinha quase igual a mim antes de você. Só que a putinha ali adorava me contar de como mamava os meninos da escola. Quero dar um show pra ela.
De imediato, eu levantei clara com uma das mãos, descolando-a do meu corpo, mas ainda mantendo sobre mim. Com a outra eu abaixei minha sunga, deixando meu pau quase todo livre. Depois, afastei seu biquíni de lado e voltei a apoiá-la com as duas mãos naquele rabo gostoso. Então fui deixando seu peso afundar a pepeca no meu pau. Ela me olhava nos olhos, fixamente, com tesão. No começo, apenas soltou alguns grunhidos e respirou fundo, mas assim que cheguei até o final, quando a buceta dela já estava completamente preenchida, soltou o gemido mais delicioso que já ouvi.
Meu pau pulsou, minha vontade era de gozar nela imediatamente, tamanho o tesao. Fiquei parado algum tempo, enquanto ela rebolava lentamente, esfregando o clitóris no meu corpo, e friccionando meu pênis dentro de si. Até que lembrei o motivo de estarmos fazendo aquilo ali, olhei pra Duda que estava com os olhos arregalados, mas claramente excitada com a visão, daí segurei firme minha prima e comecei a movimenta-la pra cima e pra baixo. Klara gemendo no meu ouvido agarrada em mim, o som da água da piscina se mexendo enquanto transávamos, Duda assistindo aquela cena atenta, tudo me fazia arrepiar de tesão.
Felizmente, a água ajudava a sustentar minha prima, então a intensidade não era problema nenhum, o que me fez ir aumentando o ritmo aos poucos.
- Olha pra ela, primo. Doida de tesão vendo você me comer. Te excita, Dudinha? Ver esse pau gostoso empalar sua amiga cachorra?
Klara sabia o que dizer, sabia o que fazer, era fogosa demais. Eu apenas sorria e me concentrava em dar prazer a ela. Duda mergulhou e ficou alguns segundos olhando debaixo d'água, depois foi até a borda, se sentou e começou a se tocar.
Eu estava prestes a explodir, estocava cada vez mais forte e queria muito gozar.
- Acho que vou gozar, prima. - sussurrei em seu ouvido.
- Goza, gostoso, quero sentir sua porra em mim.
Foi a deixa perfeita, gozei imediatamente após isso. Urrei de prazer, agarrado na minha prima. Ela se desvencilhou de mim e foi nadando até a beira da piscina, que tinha um aclive, então sentou na beira assim como a amiga, que estava na lateral. Klara esfregava a buceta e lambia os dedos, Duda se tocava ainda, mas agora, menos intensamente.
- Gostou do que viu né, amiga?
- Vocês são fogosos transando, deu até vontade de perder a virgindade.
- Chama um amigo gostoso pra te comer. Meu primo e eu vamos assistir.
- Vou pensar nisso.
Eu fui indo até a beira, me aproximando novamente da minha prima, enquanto ouvia esse diálogo entre elas.
- Duda. - Eu disse me virando para ela. - Tira a calcinha, garanto que você vai gozar olhando o que eu vou fazer agora.
- Já tá pronto, primo? - Disse Klara, mordendo os lábios.
- Estou sim, gatinha. Limpa o resto da porra vai.
Klara me colocou novamente na boca e sugou tudo, deixando sem nada de esperma na minha rola. Então, eu pedi que Duda trouxesse uma toalha e ela assim o fez. Coloquei na frente de Klara e disse que ela ficasse de quatro.
Assim que ela empinou a bunda, de costas pra mim, arranquei sua calcinha e comecei a chupa-la intensamente, tentando esquentar as coisas novamente. Eduarda sentou do lado, bem próxima a nós, ela estava sem nada embaixo agora e se tocava. Tinha uma buceta linda, raspadinha, brilhando de tão molhada. Ambas gemiam, Klara na minha boca, Duda nos dedos.
Cheguei a cogitar masturbar Duda, mas fiquei com receio que Klara não gostasse. Fiquei alguns minutos ali, preparando minha priminha. Assim que senti que ela estava perto de gozar, parei com o oral e, rapidamente, me levantei e enterrei a pica nela.
Klara gritou de prazer, gemeu alto de verdade e olhou para a amiga sorrindo.
- Olha, Duda, sua amiga sendo comida, olha a cara de prazer dela, sendo fodida pelo próprio primo. - Eu disse.
Duda olhava de canto de olho, lutando para não o fechar enquanto se tocava. Do nada, ela segurou a mão de Klara e começou a gemer mais e mais alto.
- Goza, amiga, goza gostoso me vendo trepar. - Klara disse isso em alto e bom tom, talvez até os vizinhos tenham ouvido.
Duda gozou e deitou para trás, ficando se olhos fechados, ofegante e sorridente.
Resolvi, a partir daí, dar o que minha priminha mais gostava. Uma foda forte, tratando-a como uma puta.
Eu tirei o pau de dentro dela, segurei as nádegas e abri bem. Cuspi na cabeca do meu pau e então no cuzinho dela, enterrei de volta na buceta, enquanto dedava o anelzinho gostoso e apertado dela. Klara apenas aceitava, se sentia bem sendo tratada daquela maneira.
Não demorou muito e ela gozou intensamente, ainda segurando a mão da amiga que tinha chego lá a pouco. Eu fiquei parado com meu pau dela enquanto observava. Quando senti minha prima reagi, tirei outra vez a rola da pepeca dela e então enfiei a cabeça no cuzinho. Klara se assustou, mas não reclamou. Eu consegui chegar até o final, mas gozei assim que terminei de meter tudo. Sem foder nem nada, apenas sentindo a pressão daquela bundinha maravilhosa e observando as duas delicias ali jogadas na minha frente.
Duda se levantou primeiro, depois Klara tirou meu pau do cu e seguiu a amiga até o banheiro. Eu esperei um pouco e me lavei na ducha do lado de fora.
O resto da tarde foi de contemplação pra mim. Eu estava em êxtase com aquilo tudo.
Depois de sair da casa de Eduarda, passamos numa farmácia e comprei pílula do dia seguinte para minha prima. Fomos a pé até a casa dos meus avós e eu pedi o carro para meus pais para que a levasse em casa. No caminho, falamos de tudo que tinha ocorrido até ali. Eu iria passar apenas mais um dia na cidade e queria ficar com Klara todo ele. Marcamos de nos encontrar cedo no dia seguinte, então decidiriamos o que fazer...