Minha relação com a inquilina foi quase a zero, no começo falávamos muito, e foi diminuindo até chegar a esporádico quando ela engravidou, se casou e teve um filho com um holandês que trabalhava com ela. Sete anos depois de ela ter ido e não ter mais pisado no Brasil, eu estava em um café, numa avenida de São Paulo quando meu telefone toca, um numero que eu não reconhecia, “ Alo? “ já esperando qualquer call center ou frase gravada vendendo algo, mas a frase que veio do outro lado foi “ Seus cabelos estão mais brancos, mas você continua sexy … “, olhei em volta e não vi nada nem ninguém que eu poderia reconhecer “ … é, você também já me reconheceu de formas mais fáceis, inclusive minha voz “ eu novamente olhei em volta e não vi ninguém que pude-se ser conhecido, eu apenas sorri com o telefone na mão “ Achei que fosse alguém aqui em volta, mas vou precisar de dicas porque ninguém aqui onde estou é reconhecido” a voz do outro lado foi uma risada curta “ Não vou te fazer de bobo e te deixar procurando, eu passei pela rua e te vi pelo vidro, e se puder estar nesse café as 18, você vai fazer uma admiradora sua muito feliz. “
Eu fiquei por essa região até o final do dia e quando entrei no café ela estava sentada, olhando para porta, ela estava com um vestido azul marinho com alcinhas no ombro, e sua tatuagem de corações agora tinham 5 ao invés de 3, o sorriso era o mesmo, o corpo um pouco mais cheinha, mais seios, e menos cintura, provavelmente a gravidez e um pouco de vida de Londres. Ela se levantou para me abraçar, um abraço longo, até com lagrimas não derramadas, olhos nos olhos sem palavras e então quebrei o silencio puxando a cadeira para ela se sentar “ - E ai mamãe como está a vida, de casada e do bebe? “ Ela riu: “- o bebe está com 3 anos, passa rápido, está com minha mão no interior, eu fico 3 dias aqui em São Paulo e vou para lá na sexta no final do dia “ eu sorri para ela, “ - Nossa 3 anos? “ ela deu um sorriso amarelo e falou “ Não nos falamos nada nesse ultimo ano e ja estava em Londres a 7 “ eu olhei para a tatuagem ela ficou vermelha, eu alisei seu rosto e ela não recuou “ - Voce continua a mesma “ ela riu “ Tirando uns quilos a mais e esses peitos que ganhei de brinde, é acho que sou a mesma … “ eu ri e ela continuou “ … muita coisa aconteceu, a vida é doida “ eu olhei ressabiado “ - Mas no final o importante é que você está no emprego que quer, morando no pais que escolheu e com sua família, no final todas as decisões te trouxeram até aqui “ ela deu uma risada “ - Alguma vez na vida, voce vai parar de falar de forma positiva e aceitar que poderia ter sido tudo diferente? “ eu abaixei a cabeça e levantei sorrindo “ Você trocou uma vida de, como posso dizer, putaria …“ sorri depois de falar “ por uma vida londrina, porque eu falaria que você está errada? “ ela só balançou a cabeça e pegou na minha mão foi com a boca até meu ouvido e sussurrou “ Sinto falta ” ficou vermelha mas não tirou os olhos dos meus nem a mão da minha e moveu os lábios sem soltar som “ da putaria “ e riu abaixando a cabeça. O café estava com poucas pessoas, umas trabalhando em seus laptops e algumas em duplas, casais e amigos de trabalho provavelmente, então, eu olhei em seus olhos e olhei para a porta do banheiro, na terceira vez olhada ela se levantou dizendo “ Você é doido “ levantou fingindo que ia para o caixa mas entrou no banheiro masculino me olhando, esperei uns 30 segundos, paguei a conta e fui para o banheiro, a porta estava aberta e ela encostada na parede, tranquei a porta atras de mim e a beijei com intensidade e saudade, ela retribuiu na mesma linha, as mão ja alisavam sua cintura e seu rosto e cabelo, e quando apertei sua nuca ela deu aquela respiradinha, as mãos dela estavam em volta do meu pescoço me puxando para o beijo, como se não quisesse que eu saísse dali, meu pau ja estava duro pressionando ela e ela sorriu e colocou uma das mãos entre nós “ Que bom que ainda mexo com você “ ela alisou meu pau sobre a roupa, mas logo abaixou o zíper e foi se abaixando o pau saiu pelo vão do zíper no mesmo momento que sua boca falou “ saudade, antes de engolir ele todo, eu só gemia e ela chupava com intensidade, quando ela raspou com dente depois engolir ele todo, terminou com um sorriso me olhando nos olhos e então fechou os olhos e colocou ele todo dentro da boca novamente, alisei seu rosto e coloquei seu cabelo para para pra e segurei como num rabo de cavalo, ela abriu a boca um pouco mais, ja esperando que eu movesse sua cabeça, eu movi, e ela apertou os labios em volta do meu pau, eu movi sua cabeça para frente e para tras primeiro de vagar e depois com mais intensidade, ela me olhou nos olhos quando sentiu que meu pau estava quase gozando eu parei de mover e afrochei a mão quase ela quisesse sair e ela sorriu afundando meu pau em sua garganta quando comecei a gozar, ela levantou devagar depois que percebeu que eu parei de gozar e levantou meu meu zíper, quando ficou em pé de frente para mim sorriu ja com a boca vazia, foi no meu ouvido e falou “ Eu só fiz isso com você até hoje “ e veio até minha boca e me beijou. Quando fomos sair ofereci carona até o hotel, no caminho só falamos de coisas aleatórias da vida, o clima ficou um pouco estranho, eu não queria estragar a vida dela, agora ela era uma mulher casada e ela parecia desconfortável pois apertava a barra da saia, e desviava o olhar, parecia que estava escondendo algo? Ela não respondeu nenhumas das vezes que perguntei direta ou indiretamente sobre o relacionamento dela, então chegamos, desci e abri a porta do carro, o manobrista nos olhou “ - Guardo o carro na garagem Senhor? “ ficamos nos encarando, e então o semblante dela mudou e ela me abraçou “ Eu estou tão feliz, fica um pouco mais, por favor… “ ela corou, parecia aquela menina que sai as primeiras vezes, “… se você puder, claro “ eu sorri e dei a chave para o manobrista “ Com esse abraço, se você pagar a cerveja eu fico.” Ela me deu um tapa e fomos para o bar do hotel. Depois de umas 3 caipirinhas ela estava mais leve e falando mais, falou sobre o filho, sobre o trabalho, sobre a mãe e o pai, a amiga doida que estava casada ainda e ai abaixou a cabeça, vermelha de vergonha e falou “ Desculpa, por ter te atacado na cafeteria, sei que voce esta namorando, eu não pensei muito“ eu sorri, “ bom eu que tenho que pedir desculpa, porque eu sou solteiro e voce é casada ” ela balançou a cabeça negativamente “ Não sou mais, desde um ano atras mais ou menos, nunca disse a ninguem, só não deu certo, mas não quero falar disso, e solteiro? Eu vi nas suas redes sociais, até parei de falar com voce, sempre a mesma mulher, sempre abraçados “ eu comecei a rir “ virou stalker? “ ela olhou nos meus olhos “ o pior tipo de stalker, a que sente ciúmes “ demos risada juntos e ela parou pegando na minha mão sobre a mesa “ Mas sério, quero você feliz e não vou ficar atrapalhando sua vida, eu .. “ ela olhou para nossas mãos “ … sempre vou gostar muito de você “ eu começo a fazer carinho na sua mão “ Que bom que vai sempre gostar de mim, será que vai gostar um pouco mais, quando eu disser que a pessoa que voce viu nas minhas redes sociais é minha prima, que ficou morando comigo por 6 meses para fazer um treinamento, e que voce não deve olhar minhas redes faz tempo, pois faz uns 4 meses que ela voltou para a cidade dela.” Ela apertou minha mão sorrindo e se levantou sentando no meu colo foi no meu ouvido “ Vamos para o quarto? “
Paramos na porta do elevador e eu sorri, puxando ela para escada de incêndio, após uma pessoa sair por ela, “ É no 8 andar, vamos subir pela escada? “ eu sorri e subi com ela até o 4 e no entre vãos da escada encostei ela na parede e comecei a beijar ela com intensidade e alisando ela fui até seu ouvido “ Se fossemos só para o quarto não era a gente.” Ela riu retribuindo os beijos “ Mas ja te chupei no banheiro de um café “ coloquei a mão entre suas pernas levantando seu vestido, “ Acho que pela umidade aqui, me chupar na cafeteria não foi o suficiente de loucura que voce gostava “ ela não tirou minha pelo contrario, moveu as coxas apertando, segurando minha mão para não sair dali e sussurrou deitando a cabeça no meu ombro e dando aquela respiradinha “ Eu ainda gosto … “ fez uma pausa mordiscando meu pescoço, quando meus dedos começaram a empurrar sua calcinha para o lado “ … apesar nunca ter feito nada assim sem voce “ meus dedos colocaram sua calcinha para o lado e 2 entraram direto em sua buceta, ela apertou a medida e soltou um gemido abafado no meu ombro, fiquei brincando de colocar e tirar os dedos e alisar seu clitoris com o dedão, ela só gemia abafado no meu ombro, e alisava meu pau por cima da roupa ao lado com a mão tremendo e falando sobre saudade, sermos pegos e irmos para o quarto, eu ignorava o que ela dizia e acelerava as dedos na sua buceta e o dedão no seu clitoris, então ela me abraçou forte e começou a tremer me xingando de filha da puta e que eu não a escutava. Enquanto ela dava seus últimos espasmos eu fui virando seu corpo para a parede entre beijos e só tirei meus dedos quando meu pau entrou em seu lugar, o que fez ela dar um gemido que ecoou nas escadas, e deixei ele deslizar até o fundo, minha mão melada com seu gozo foi para sua boca para abafar os gemidos, fiquei brincando com sua língua e me movendo atras dela, ela com as mãos espalmadas na parede so gemia, mordia e chupava meus dedos, e cada estocada mais forte o eco na escada era excitante, ela rebolava e jogava seu corpo para tras contra o meu, talvez querendo diminuir o contato e o barulho, mas isso ia fazer demorar mais para gozar e ficamos nessa brincadeira até eu puxar ela para o lado sem tirar de dentro, ela ficou primeiro de quatro com as pernas esticadas e depois se ajoelhou 2 degraus para cima encostando os cotovelos a 2 degraus de onde estavam seus joelhos, eu metia com mais força, mas dava para controlar na maioria das vezes o impacto das minhas coxas na sua bunda, e depois de mais umas metidas, ela mordia o pulso, quando começou a tremer as pernas “ Não estou aguento goza, por favor “ eu segurei sua cintura e gozei, ela tremia com meu pau amolecendo dentro dela. Ela se sentou olhando para mim com o rosto vermelho, eu abracei ela e dei um beijo em sua testa “ Saudade de voce, saudade dessas loucuras “ ela sorriu de volta “ Também, muita saudade da gente “.