Meu pai é uma fera, e eu sonho provar o seu pau

Um conto erótico de garoto do papai
Categoria: Gay
Contém 3145 palavras
Data: 26/01/2026 07:39:35

Eu sou fruto de um lar controlado com rigidez, mas imerso em uma sexualidade latente e silenciosa. Desde que me lembro, em minha casa, cada rotina diária exalava sexo de uma forma ou de outra. Não como algo ruim, mas de uma forma constante e às vezes intensa.

Meu pai não era muito velho, como eram os pais dos meus amigos, mas as diferenças entre a sua geração e a minha foi o que marcou a nossa relação. Ele tem um porte atlético, e já o vi nu algumas vezes, o que parecia não incomodá-lo. Confesso que fiquei impressionado com seu pau, mesmo semi-ereto, sobressaindo em sua nudez no banheiro aquela manhã.

Durante a noite anterior, no quarto em que dormia com a minha mãe, eu ouvi os gemidos da fera, em seu êxtase sexual. Nas noites de sexta-feira, quando chegava tarde, ele se tornava uma fera, fodendo a minha mãe a noite toda. Era uma fera como aquela dos filmes de lobisomem, bestial, mal controlada, e essa fera é o meu pai.

Diferente de mim, ele tem o peito peludo, do jeito que qualquer garoto admira. Sem esforço, ele exala sua sexualidade com algo natural. E, como qualquer garoto, eu descobri a masturbação como meu primeiro prazer. Mas, a imagem desse pai, rude e bonito, era o que eu usava como estímulo, dando maior intensidade ao prazer que sentia.

Primeiro, ainda eram bem precoces os meus orgasmos, sem o resultado externo e visível do meu prazer, ainda seco. Mas, um belo dia, com a imagem do seu pau duro diante de mim, eu fui surpreendido pelo gozo extremo que saiu de mim na forma de um leitoso e brilhante líquido que escorria na minha barriga, em minha cama.

Eu ofegava, ainda extasiado com aquilo, vendo a cabeça do meu pau ainda pulsar, escorrendo o meu primeiro gozo. E tive que passar o dedo, não resistindo a levar à boca e dele provar. Minha primeira prova de masculinidade, que eu lambia e saboreava orgulhoso, enfim como meu pai devia se sentir depois de foder a minha mãe.

E então chega o fatídico dia, não muito tempo depois, na casa de um primo, quando fomos tomar banho juntos. Em meio à curiosidade peculiar da idade, começamos a tirar a roupa. Mas, diferente das outras vezes, estávamos os dois excitados, numa visível ereção que parecia pedir por algum alívio.

Olhamos um pro outro com cumplicidade, mas também com curiosidade. E enquanto tomávamos banho, fingíamos não estar olhando pro outro, mas nem eu nem meu primo conseguíamos esconder nossas ereções. Eu me virei de costas pra ele e comecei a ensaboar o meu pênis, depois a masturbá-lo, lenta e deliberadamente.

Segurando a glande entre dois dedos, eu movia o meu pau pra cima e pra baixo lentamente, mostrando o bastante pra que o meu primo pudesse ver. A princípio, ele me sorriu, sem conseguir ignorar o meu prazer, e então começou a se masturbar também.

Após alguns minutos de jogo visual de gato e rato, nos viramos um pro outro, com os olhos fixos no pau um do outro. Ambos estamos de pau duro e continuamos a nos masturbar. E quanto mais tempo cada um se masturbava, mais nos aproximávamos um do outro. Então ficamos frente à frente, nos ensaboando e nos masturbando.

Eu então soltei a mão, deixando meu pênis exposto diante do meu primo, esperando a sua reação. Ele me sorriu e parece ter aceitado o presente, estendendo a mão e envolvendo o meu pênis. E então eu fiz o mesmo, segurando o pau do meu primo. Começamos a nos masturbar com hesitação, mas sem esconder o prazer que aquilo nos dava.

Na verdade, uma pontada de culpa me dominava, tamanha a intensidade do prazer. Eu tentava negar o quanto me sentia excitado pelo toque de outro garoto e o quanto me sentia estimulado pela sua ereção pulsante na minha mão.

Continuamos nos masturbando, ainda aguardando o momento final, pra ver quem chegaria primeiro ao orgasmo e gozaria. Querendo saber se realmente existe alguma sensação associada a masturbar o pênis do meu primo, eu estendi a mão para tocá-lo. Ele me permite e me sorri, acariciando o meu peito.

A sensação avassaladora de uma excitação incomparável domina o meu corpo. Eu sentia uma coisa mais forte e mais intensa do que jamais senti me masturbando sozinho.

Eu me permitia um prazer até então desconhecido, tocando e me deixando tocar sem medo. A sensação me leva a um êxtase que eu nunca experimentei. E, aprendendo não apenas a ter prazer, mas a dar prazer, parece tornar a experiência ainda melhor.

Enquanto nos masturbávamos, de tão próximos, de vez em quando tocávamos as cabeças um do outro. Seguindo o instinto natural de garoto, aos poucos aumentamos a intensidade, mas no mesmo ritmo, já meio ofegantes. Até que chegamos num ponto de sincronizar os movimentos, que de repente culminaram num prazer extasiante.

Nós gozamos ao mesmo tempo, quase compartilhando o mesmo orgasmo, enquanto ejaculávamos um no outro. E na hora eu não resisti à curiosidade de pegar na barriga um pouco do esperma do meu primo, levando à boca e provando do seu gozo. O gosto não era muito diferente do meu, mas estava tão excitado que não conseguia parar de lamber os dedos. E, pra minha surpresa, ele fez o mesmo.

Foi incrível descobrir o poder do desejo e da satisfação sexual que me dominava os sentidos. E o fato de ser com outro garoto, na primeira vez, facilitou tudo. Acho que nessa idade isso é muito natural.

Mas, por um instante, sentindo aquela proximidade um do outro, e com o seu hálito quente no meu rosto, nos olhamos bem nos olhos e nos beijamos. Não foi nada demais, apenas um selinho só para experimentar. Então, quando tentamos de novo, dessa vez foi mais demorado, ao mesmo tempo em que nos abraçávamos, com o corpo colado um no outro.

Se ficasse só nisso acho que já seria uma coisa extraordinária de se experimentar. Mas de repente minha língua deslizou por entre os seus lábios e quando eu vi, ela estava dentro da sua boca.

E quando encontrei a sua língua, continuamos aquela brincadeira, travando uma outra guerrinha. Enquanto movíamos os quadris um contra o outro, esfregando o pênis um no outro, na boca travávamos uma outra guerrinha, essa de línguas. E ora eu chupava a sua, ora ele chupava a minha.

Ao mesmo tempo em que nos beijávamos, nossas mãos exploravam inquietas os nossos corpos. E quando meu dedo deslizou entre a saliência da sua bundinha, ele soltou um gemido na minha boca. Eu continuava sugando a sua língua, enquanto penetrava lentamente com o dedo o seu cuzinho apertado.

Na mesma hora senti o seu corpo estremecer, e sua língua mergulhar mais fundo na minha boca. E com seus dedos, ele também explorava a minha bunda, tentando fazer o mesmo, sem sucesso, porque quando eu enfiei de vez o meu dedo todo dentro dele, pude ouvir o seu gemido e sentir o gosto do seu prazer na minha boca. Foi incrível.

Mas antes que pudéssemos continuar, a voz da minha tia nos dizendo pra terminar logo com aquele banho nos trouxe de volta à realidade. E tivemos que nos despedir. Não sei o que aconteceu naquele dia, no banheiro, junto com meu primo, mas eu estava transformado para sempre.

Depois do que aconteceu, voltei pra casa com uma nova perspectiva, novos sentimentos e novos desejos. Ao ouvir os sons vindos do quarto dos meus pais, eu imaginava o poder do seu pênis proporcionando prazer à minha mãe. É como se aquilo transcendesse o sangue e a carne. Eu sentia a poderosa atração dos corpos, os instintos que confundem os sentidos, emaranhando os laços familiares.

Deitado na cama com uma ereção rígida, eu me masturbava no ritmo da sexualidade que permeava minha casa. Eu aprendi a me masturbar no ritmo dos sons que ouvia. Meu pai não escondia seus orgasmos intensos, então me tocar ao som do clímax dele só intensificava o meu próprio gozo.

Com o passar dos dias, eu fui aprendendo a prolongar meu orgasmo. Ao ouvir os sons das preliminares dos meus pais, eu começava a ficar excitado. Não resisto ao prazer crescente, ao apertar meu pênis, sincronizando meus movimentos com os dele, até atingirmos o orgasmo juntos.

Mesmo com a porta fechada, eu ouço todos os sons do sexo intenso no quarto ao lado. Tento reconhecer os gemidos, imaginando se são de uma penetração pela frente ou melhor, de sexo anal, o meu preferido. Acho que era o mais intenso, porque meu pai fazia minha mãe gemer mais forte.

Eu me imaginava proporcionando a alguém o mesmo prazer, como ao meu primo, dividindo a mesma sensação. Mas nada superava a fantasia de ser eu a estar sendo penetrado e gemendo daquele jeito. Eu imaginava todas as posições em que meu pai poderia fazer isso comigo. Mas a minha preferida era uma em que ele poderia me foder e me beijar ao mesmo tempo, me deixando chupar a sua língua, como o meu primo.

Eu sabia, pelos comentários da vizinhas e das brigas dentro de casa, que os impulsos do meu pai o levavam a se aventurar com outras mulheres. Não entendia por que suas necessidades sexuais precisavam ser satisfeitas fora de casa.

Me pergunto que outros sons as mulheres nos bordéis fazem quando meu pai está dentro delas, ofegando e metendo seu pau grosso. Quem sabe ele alguma vez precise saciar-se com o corpo esbelto de um garoto. Ouvi dizer que muitos homens fazem isso, numa vida dupla escondida. Me pergunto que sons ouvirei quando estiver no lugar deles, experimentando meu pai dentro de mim do mesmo jeito.

Como suas penetrações profundas serão recebidas? Que suspiros e sons ele produzirá em mim? Será que é por isso que ele prefere tanto a penetração anal? Ele sabe quando atacar e o quanto profundo chegar. E quando o som de gemidos aumenta, eu sei que ele está metendo por trás. Será que ele vai gostar do meu orifício, quando meter no meu cu?

Apenas ouvindo meu pai, eu aprendi a me masturbar. E aos poucos aperfeiçoei minha técnica, me permitindo um pouco mais de estímulo. Depois do incidente com meu primo, eu passei a me masturbar ainda mais.

E agora, enquanto esfregava meu pau sem parar, eu adicionei uma coisa a mais: eu metia o dedo no meu cu e me fodia intensamente, como fiz com meu primo. Descobri que isso não só aumentava o meu prazer, mas produzia os melhores e mais intensos orgasmos que eu já tive.

Aos quinze anos, eu ainda não tinha experiência com mulheres. Além do prazer solitário, eu tinha como comparação apenas meus encontros com meu primo. Mas tinha curiosidade de conhecer outros homens. Sabia o que me excitava.

E ainda incitado pela primeira experiência com meu primo, quando voltamos a nos ver, eu já sabia o que queria. Num fim de semana em que fomos visitar os meus tios, conseguimos encontrar o lugar perfeito, na garagem do pai dele, bem longe da vista de todos.

Ainda hesitantes, nos abraçamos e nos beijamos. Ansiávamos por um momento como esse, e é com excitação que partilhamos esse prazer, num beijo demorado que expressa o nosso desejo reprimido. Pressionamos os lábios com mais força, um contra o outro, sentindo a ereção um do outro, numa surpreendente cumplicidade.

— Você já transou?

— Não, e você?

— Também não.

— O que a gente faz então?

— A gente podia se chupar... — ele sugeriu. — Pra ver como é!

Meu primo então se ajoelha enquanto eu abaixo a bermuda. E logo eu sinto a sua mão no meu pau, me masturbando. Nossa, nem é preciso muito esforço pra ele me deixar duro e ofegante. Mas quando ele começa a me chupar, eu sinto me sinto invadir por uma inesperada onda de um mar azul profundo.

Nunca tendo sentido uma boca no meu pau, eu de repente sou arrebatado pela língua que explora toda a extensão e cada centímetro do meu sexo ainda virgem. Enquanto masturba o corpo do meu pênis, o Fabinho trabalha a glande como se já tivesse feito aquilo antes.

Eu me sinto molhado, com a sua língua deslizando em mim, deixando cada vez mais saliva no meu pau e lubrificando-o. Logo eu começo a pegar o jeito e agora estamos os dois no mesmo ritmo, com ele me chupando e eu metendo na sua boca, numa penetração cada vez mais intensa.

E, de tão escorregadio, meu pau na sua boca, num movimento inesperado, eu chego na sua garganta. Percebo a profundidade que a cabeça do meu pau penetrou. Ele tem as mãos na minha bunda, engolindo o que pode, no instante em que a minha bermuda me escorre pelas pernas e eu penetro a sua boca.

Como um raio se formando na minha virilha, subindo pela espinha e explodindo por todo o meu corpo, eu me sinto perdendo o controle. Meus músculos se contorcem, minha bunda exposta fica toda retesada. E, segurando meu primo pelos ombros, depois pela cabeça, eu solto um gemido e começo a ejacular na sua garganta.

Eu gozo, e enquanto continuo a gozar, não consigo parar de foder a sua boca, com a imagem do meu pai na cabeça engolindo tudo. Finalmente, meio sem fôlego, ele precisa se afastar para respirar. Mesmo assim, eu continuo a gozar, lançando o resto do meu esperma na língua dele, sentindo meu pau pulsando como nunca.

Ate que ele volta a engolir, apertando as minhas coxas. E meu pau vai lentamente relaxando na sua boca. No canto dela, ainda um pouco do meu esperma lhe escorre. E no instante em que ele se levanta, e cola a sua boca na minha, eu sinto o gosto do meu próprio gozo na sua língua.

Então chega a minha vez, e eu mesmo me encarrego de tirar pra fora o seu pau, masturbando um pouco. E, de joelhos diante dele, da mesma forma que o meu primo, eu tenho o controle sobre o seu prazer naquele momento.

O líquido pré-ejaculatório aumenta e escorre pelos meus dedos, lubrificando ainda mais o seu pau. Isso faz com que eu me toque, tentando aliviar o tesão que me consome.

Eu observo o pênis ereto diante de mim com admiração. Como uma fantasia de menino, eu imaginava que chupar um pênis pela primeira vez seria como encontrar um tesouro escondido, um ornamento de grande valor, um objeto perfeitamente trabalhado de deleite pleno.

Eu estendo a mão esquerda pelo saco de poucos pêlos, bem diferente do que eu vi no meu pai. E quando inclino para a frente, deixando a pouca distância da minha boca, posso sentir o cheiro do seu sexo, na glande úmida que parece pulsar, o que me leva a um conflito.

Claro que eu desejei esse momento, mas a ideia de que a situação se torne realidade me assusta. No fundo, sempre imaginei que o primeiro pau que eu provaria seria o do meu pai. Sentia que estava sendo infiel para com essa fantasia.

Em todas as minhas fantasias masturbatórias, eu sempre terminava chupando o meu pai. Engolir o pau daquela figura sexual quase sobrenatural, aquele homem em quem eu não parava de pensar, era o que me fazia gozar.

E então, quando estendi a língua e toquei a abertura da uretra do pau do meu primo, a realidade se misturou à fantasia. Lambendo toda em volta, eu envolvi a cabeça do seu pau, sentindo o gosto do líquido pré-ejaculatório. Meio ofegante, eu comecei a saborear o líquido que só a verdadeira luxúria podem produzir.

Na mesma hora, ele colocou as mãos na minha cabeça, sem pressioná-la, apenas como um gesto de carinho, para compartilhar o momento. E enquanto ele se move lentamente, eu continuo a lamber mais da glande, colhendo todo o líquido ao redor da borda.

Então, abrindo bem a boca, eu levo a glande inteira à boca e passo a língua pela parte de baixo, movendo-a para frente e para trás. O que eu estava fazendo agora não era mais que viver a fantasia de um menino, dominado pela intensidade da sensação que explode dentro de mim. E sinto isso tão profundamente que não posso controlar meu ímpeto.

É nesse isntante que ouço uma voz que me sussurra para que eu me entregue apenas. Tenho a impressão de ouvi-la de muito longe, vinda do meu pai. E enquanto meu primo segura a minha cabeça, colocando e retirando seu pau da minha boca, ele começa a me penetrar. Ele inicia um ritmo ondulante enquanto começa me foder, em seguidas estocadas.

E mesmo engasgando algumas vezes, eu continuo a chupar, sem querer interromper aquele momento. Mesmo quando a glande penetra mais do que o esperado, o resultado é sempre um prazer intenso. Até que sinto os seus pêlos pubianos no meu rosto, e sei que estou com seu pau todo na minha boca.

Por um instante eu levanto a cabeça e, olhando um pro outro, eu percebia que aquele era um momento especial e único, que eu lembraria para sempre.

O prazer vai além do movimento, do ato de receber a carne rígida. O prazer reside em cada um segurar o outro e engolir o mais profundamente possível, segurando o pênis o máximo de tempo possível antes de respirar, e continuando a fazer amor com a boca.

Instintivamente, eu fiz o que sempre sonhei fazer. E mesmo que não fosse com meu pai, aquilo era muito excitante, não apenas pelo prazer que me dava, mas pelo poder de controlar o prazer que meu primo sentia.

E no instante seguinte, seu corpo estremeceu e aquele gemido anunciou que ele estava perto de gozar. Mas foi tão súbito que não tive tempo de nada. De repente, senti minha boca ser invadida pelo seu gozo. E depois do primeiro jato, um segundo ainda mais forte, que eu me esforçava pra engolir.

Na terceira vez, ele ejaculou como um vulcão. Recuei um pouco e recolhi o resto na boca. Depois de me certificar de que ele tinha terminado, ainda recobrando o fôlego, eu me levantei num beijo de boca aberta que trocamos.

Mas não era um beijo como outro qualquer. Abri a boca e mostrei a ele o esperma do seu gozo, depois voltei a beijá-lo, partilhando com ele.

O brilho residual ainda se nota, quase imperceptível, na nossa respiração ofegante, que aos poucos se aquieta. E enquanto meus pensamentos vagam e retornam ao momento que acabamos de compartilhar, eu o beijo mais uma vez. Não paro de pensar na possibilidade de repetirmos aquilo.

Os medos que envolvem o quão proibido era o que acabamos de fazer dá lugar a uma nova cumplicidade. E apesar da intensidade do que sentimos, nos dando um prazer secreto sem igual, eu só conseguia pensar no meu pai, e como seria ter o mesmo prazer com ele.

Continua...

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