Semana passada minha tia chegou aqui em casa numa quarta à tarde, daquele jeito carioca mesmo - sem avisar muito, só mandou um "tô chegando aí" no WhatsApp cinco minutos antes de tocar a campainha. Moro com minha mãe numa casa na Zona Sul do Rio, Botafogo, e com esse calor infernal de janeiro a gente vive praticamente pelado dentro de casa. Ar condicionado ligado direto, janela aberta pra pegar a brisa que vem da baía, e eu sempre de sunga ou cueca pela casa.
Tava no meu quarto jogando videogame quando ouvi a voz dela na sala. Minha tia tem quarenta e três anos, mas se cuida pra caralho - academia todo dia, aquele bronzeado de quem vai na praia religiosamente, cabelo sempre arrumado. Minha mãe tem quarenta e seis e é parecida, sabe? Aquelas mulheres cariocas que mesmo com a idade continuam gatas, se vestem bem, são vaidosas.
Fui dar um oi básico, abraço, beijinho no rosto, e voltei pro quarto. Elas ficaram na sala tomando uma caipirinha que minha mãe tinha preparado, conversando alto, dando risada. Coisa normal. Eu voltei pro game, fone de ouvido, de boa.
Até que tirei o fone pra ir pegar água na cozinha e ouvi elas conversando sobre homem. Sobre os caras que minha tia tava saindo, uns matches do Tinder, essas paradas. Fiquei quieto ali na cozinha, meio que ouvindo sem querer. E foi aí que a conversa tomou um rumo totalmente inesperado.
"Ah, mas nenhum desses caras me impressiona muito não," minha tia falou, e dava pra ouvir ela enchendo o copo de novo. "Saudade de um homem de verdade, sabe?"
Minha mãe riu. "Eu te entendo perfeitamente. Mas olha, pelo menos tu tá procurando. Eu já nem me animo mais."
"Poxa, mas tu tem um homem aqui em casa, praticamente."
Meu coração disparou. Porra, elas tavam falando de mim?
"Para com isso," minha mãe respondeu, mas tava rindo.
"Não, sério! Teu filho virou um gostosão, admite. E aquele volumão que ele anda exibindo por aí? Mana, não dá pra não reparar."
Silêncio. Gelei ali na cozinha, copo na mão, sem acreditar no que tava ouvindo.
"Tá, eu sei," minha mãe falou, e a voz dela tinha mudado um pouco, ficado mais baixa, mais íntima. "Eu percebo também. Principalmente de manhã quando vou acordar ele."
"Conta! Como é?"
"Meu Deus, que conversa é essa?"
"Ah, qual é! A gente é adulta, somos irmãs. Conta logo."
Minha mãe deu uma risadinha envergonhada. "Tá, mas isso fica entre nós, hein? Semana passada fui acordar ele pra ir resolver umas coisas comigo e ele tava só de cueca samba-canção, sabe? Aquelas bem fininhas. E mana... o pau dele tava duro. Ereção matinal daquelas. Dava pra ver tudo. O tamanho, a grossura, o formato. Até a cabeça marcando no tecido."
"Caralho..."
"Pois é. Eu fingi que não vi nada, né? Mas vi. E é grande. Tipo, grande mesmo. Grosso."
"Quanto grande? Assim, comparando?"
"Maior que o do Paulo," minha mãe respondeu, se referindo ao ex-marido dela, meu pai. "Bem maior. Eu diria uns vinte centímetros fácil, talvez mais."
"Puta merda, que dotado."
"E ele não sabe ainda. Tipo, acho que ele não tem noção do tamanho que tem. Fica andando pela casa de cueca, de sunga, sempre com aquele volume. Às vezes meio duro, sabe? Como se tivesse sempre semi-ereto."
"Deve ser a idade. Com vinte e três anos o moleque deve acordar duro, almoçar duro, dormir duro."
As duas explodiram de rir e eu quase deixei o copo cair. Meu pau começou a latejar ali mesmo, crescendo dentro da cueca. Não acreditava que tava escutando minha mãe e minha tia falando do meu pau daquele jeito, com aquele nível de detalhe.
A conversa continuou por mais uns quinze minutos. Elas comentaram sobre eu manter depilado, sobre a curvatura ("é levemente pra cima, notei outro dia"), sobre como minha mãe ficava sem graça quando cruzava comigo no corredor e via o volume balançando na sunga. Minha tia confessou que também já tinha reparado, que umas duas vezes quando veio aqui me viu de toalha saindo do banheiro e o volume tava absurdo mesmo molhado.
Voltei pro quarto com o pau duro feito pedra, o coração acelerado, a mente a mil. Passei o resto da tarde processando aquilo. No começo bateu um choque, né? Tipo, caralho, são minha mãe e minha tia falando do meu pau. Mas depois... cara, não vou mentir, me deixou lisonjeado pra porra.
Minha autoestima tava meio lá embaixo ultimamente. Tinha terminado um namoro faz uns meses, a mina tinha comentado umas merdas sobre tamanho (nada muito direto, mas aquelas indiretas que ficam na cabeça), e eu tinha caído naquele buraco negro de ficar se comparando com pornô, com estatísticas na internet, essas neuroses masculinas imbecis que a gente tem.
Mas ouvir aquilo, da boca delas, sem filtro, genuíno... mudou algo em mim.
Nos dias seguintes comecei a testar os limites. Andava mais de cueca pela casa. Sempre que ia tomar café de manhã, ia só de cueca samba-canção. Me toquei de leve antes de sair do quarto algumas vezes, só pra ficar meio duro, com aquele volume impossível de ignorar. E percebia minha mãe olhando. Não era um olhar desconfortável, sabe? Era curiosidade. Era... apreciação.
Aí chegou ontem, uma terça de novo, e minha tia mandou mensagem avisando que ia passar aqui pra tomar um açaí e bater papo. Pronto. Decidi que ia dar um show.
Quando ouvi a campainha tocar, tava no meu quarto já bolando o plano. Ao invés de ir correndo cumprimentar ela como sempre faço, fiquei no quarto mais uns minutos. Coloquei só uma cueca boxer preta bem justa, daquelas que marcam tudo. Me toquei vendo uns vídeos no celular até ficar bem duro, caralho latejando, veias saltadas. Ajeitei ele pra esquerda na cueca, a cabeça empurrando o tecido, o volume obsceno.
Respirei fundo e saí do quarto.
Quando entrei na sala, elas tavam sentadas no sofá, minha mãe com uma taça de vinho branco e minha tia com uma cerveja Bohemia gelada. A conversa morreu na hora. Literalmente. Minha tia olhou pra mim, o sorriso no rosto, aí os olhos dela desceram e pararam. Congelaram no meu volume. Minha mãe também olhou e vi ela morder o lábio de leve.
"Opa, tia! Não ouvi tu chegar," menti descaradamente, abrindo um sorrisão.
"Oi, meu lindo," ela respondeu, levantando pra me dar um abraço.
Quando ela me abraçou, pressionei meu corpo contra o dela só por um segundo a mais que o normal. Ela sentiu. Sentiu meu pau duro pressionando contra a barriga dela por cima do tecido fino. Quando se afastou, os olhos dela voltaram pro volume e ela deu uma risadinha nervosa.
"Tá calor hoje, né?" ela comentou, mais pra disfarçar que qualquer coisa.
"Tá um inferno," concordei, me sentando na poltrona em frente a elas, abrindo as pernas de um jeito que não tinha como não ver. O volume tava ridículo na cueca preta, a forma do pau completamente definida, a cabeça marcando, até a grossura dava pra notar.
Ficamos conversando por uns vinte minutos. Sobre trabalho, sobre praia, sobre o carnaval que tava chegando. Mas eu percebia. Percebia cada olhadinha discreta. Minha tia olhou umas cinco vezes. Minha mãe talvez umas sete. Tentavam disfarçar, olhavam de relance quando achavam que eu não tava prestando atenção, mas eu tava. Tava prestando atenção em cada reação.
Em um momento ajeitei o pau na cueca, só um toque rápido pra "ajeitar", mas foi proposital. Só pra chamar mais atenção. Minha tia quase engasgou com a cerveja.
Depois de um tempo levantei e falei que ia tomar um banho. Entrei no banheiro, liguei o chuveiro, mas não entrei embaixo d'água ainda. Fiquei ouvindo. Assim que fechei a porta, ouvi elas cochichando e dando risada abafada. Não dava pra entender as palavras, mas o tom... porra, o tom era de quem tava comentando exatamente sobre o que eu queria que comentassem.
Tomei um banho rápido, me sabonei todo, me toquei de novo debaixo da água pensando naquelas duas ali fora conversando sobre meu pau. Fiquei duro de novo, lavei, sequei. Enrolei a toalha na cintura, mas enrolei de um jeito meio frouxo, deixando metade da bunda de fora, amarrado baixo no quadril.
Quando saí do banheiro e passei pela sala pra ir pro quarto, elas interromperam a conversa de novo. Eu só acenou e continuei andando, mas sabia que elas tavam olhando pra bunda, pro corpo molhado, e provavelmente notando que embaixo da toalha tinha um volume erguendo o tecido.
Fui pro quarto e aí armei a cena final.
Sabia que minha tia sempre vinha se despedir no meu quarto antes de ir embora. Sempre. Desde que eu era criança ela fazia isso. Então esperei. Fiquei ouvindo a conversa lá fora, deixei a porta semi-aberta, e tirei a toalha.
Fiquei completamente nu.
Posicionei perto do armário, fingi que tava procurando uma cueca, de costas pra porta. Deixei a porta aberta só o suficiente pra quando ela empurrasse conseguir ver. Meu pau tava semi-duro, balançando pesado entre as pernas.
Cinco minutos depois ouvi os passos dela no corredor.
"Ei, lindão, vou nessa, viu?" ela falou, empurrando a porta.
A porta abriu e ela me viu. Pelado. De costas. Bunda à mostra. E quando virei de lado pra pegar a cueca que "procurava", o pau ficou completamente visível de perfil, grosso, pesado, a cabeça rosada pra fora.
"Ai, porra! Desculpa!" ela exclamou, mas não virou. Não fechou os olhos. Ficou olhando por uns dois segundos inteiros antes de cobrir o rosto com a mão, ainda com os dedos abertos deixando espaço pra ver.
"Opa, tia! Sem querer," falei, puxando a cueca mas sem pressa nenhuma de vestir.
"Tá tudo bem, meu amor. Desculpa eu que não bati," ela disse, abaixando a mão agora e olhando direto nos meus olhos. Mas dava pra ver que ela tava nervosa, animada. "Vim só me despedir."
"Chega aqui," falei, abrindo os braços pra abraço.
Ela hesitou por meio segundo - eu ainda tava só de cueca, e o pau tinha crescido mais ainda com a adrenalina toda, formando uma tenda obscena no tecido. Mas ela veio. Veio e me abraçou apertado, corpo contra corpo, e dessa vez foi ela que prolongou. Senti os peitos dela pressionados contra meu peitoral, senti o calor dela, senti ela respirar mais profundo.
Quando soltou, deu dois tapinhas na minha bunda. Leves, brincalhões, mas ficaram lá por meio segundo a mais que um tapinha normal. E quando afastou, olhou pra baixo pro volume absurdo na minha cueca e depois de volta pros meus olhos com um sorrisinho maroto.
"Te vejo semana que vem, tá? E bota uma roupa, menino. Vai pegar um resfriado," ela disse, mas o tom era de brincadeira.
"Pode deixar, tia. Tchau, te amo."
"Também te amo, lindão."
Ela saiu e fechou a porta. Fiquei parado ali, pau pulsando, coração disparado. Ouvi ela voltando pra sala, ouvi um "pronto, já me despeço dele", ouvi mais risadinhas e cochichos que não consegui decifrar. Ouvi a porta da frente abrindo, mais despedidas entre ela e minha mãe, e aí a porta fechando.
Silêncio.
Esperei uns segundos. Então ouvi passos vindo em direção ao meu quarto.
Minha mãe.
Bateu na porta de leve. "Posso entrar?"
"Pode."
Ela abriu devagar e entrou, fechando a porta atrás de si. Me olhou de cima a baixo - eu ainda tava só de cueca, o pau duro demarcando tudo. Cruzou os braços e encostou na porta, um sorrisinho no canto da boca.
"E aí, o que foi aquilo?" ela perguntou.
"O que foi o quê?"
"Não se faça de inocente. Você sabe exatamente do que eu tô falando."
Suspirei, decidi ser honesto. "Eu ouvi vocês conversando semana passada."
Ela piscou, processando. "Ouviu... a gente conversando?"
"Sobre mim. Sobre meu volume. Sobre... tudo."
Vi a expressão dela mudar. Surpresa primeiro, depois um pouco de vergonha, depois algo diferente. Algo que não consegui identificar direito.
"E você não ficou bravo?" ela perguntou, a voz mais baixa agora.
"Não. Fiquei lisonjeado pra caralho, na real. Minha auto-estima tava lá embaixo e ouvir aquilo... sei lá, me fez sentir bem."
Ela descruzou os braços, deu uns passos em direção a mim. "Tava baixa por quê?"
Sentei na beirada da cama. "Coisa de homem idiota. Inseguranças sobre tamanho, essas merdas. Sei que é besteira, mas entrou na cabeça."
Minha mãe sentou do meu lado, tão perto que nossas coxas se tocaram. Colocou a mão no meu joelho.
"Amor, você não tem motivo nenhum pra ter insegurança. Nenhum. Você é lindo, tem um corpo maravilhoso, e..." ela pausou, os olhos descendo pro volume ainda presente na minha cueca, "e é muito, muito bem dotado."
Meu pau latejou ouvindo ela falar aquilo olhando direto pra ele.
"Sério?"
"Muito sério. E olha, sobre você ter ouvido aquela conversa... desculpa se a gente foi longe demais. Mas tudo que falamos era verdade."
Ficamos em silêncio por um momento. A mão dela ainda tava no meu joelho, o polegar fazendo um carinho leve.
"Você... quer ter certeza?" perguntei, mal acreditando que as palavras tavam saindo da minha boca.
Ela me olhou nos olhos. "Certeza de quê?"
"De que não tenho motivo pra ter insegurança."
Mais silêncio. Pesado. Carregado.
Então ela sorriu. "Tira."
"O quê?"
"A cueca. Tira."
Meu coração quase explodiu no peito. Levantei, ganchos tremendo, e puxei a cueca pra baixo. Meu pau saltou pra fora, completamente duro, apontando levemente pra cima, as veias saltadas, a cabeça inchada e brilhando.
Minha mãe olhou. Olhou de verdade. Inclinou de leve pra ver melhor, a boca entreaberta.
"Caralho," ela sussurrou. "Você realmente não tem com o que se preocupar, filho."
E então, algo que nunca vou esquecer: ela esticou a mão e tocou. Dedos leves envolvendo a base, depois deslizando até a cabeça, sentindo o peso, a grossura, o calor.
Soltei um gemido baixinho - "aaahhh" - e vi ela morder o lábio de novo.
"Semana que vem sua tia vem de novo," ela disse, olhando ainda pro meu pau na mão dela. "Acho que a gente podia ajudar mais ainda com sua confiança. O que tu acha?"
Eu só consegui concordar com a cabeça, mudo, duro, pulsando na mão da minha mãe enquanto ela acariciava devagar e o futuro se abria numa direção que eu nunca imaginei possível.
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Próxima parte em breve!