Comprei Um Carro E Descobri Que Sou Corno - 3

Um conto erótico de Mais Um Autor
Categoria: Heterossexual
Contém 958 palavras
Data: 25/01/2026 22:52:23

Entrei em casa como um fantasma. Tirei os sapatos na porta e fechei a porta com o maior cuidado do mundo pra não fazer barulho. O coração queria pular pela boca, mas eu não podia deixar que eles percebessem.

Subi a escada devagar, segurando o corrimão com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. Degrau por degrau. Cada passo era uma contagem regressiva pro inferno que ia encontrar.

O quarto ficava no fim do corredor. Ainda faltavam uns metros quando comecei a ouvir o som da cama rangendo de forma ritmada. A porta estava entreaberta — não muito, uns dez centímetros, o suficiente pra ver sem ser visto.

Cheguei na fresta e congelei.

Letícia de quatro, de costas pra mim. A bunda empinada, redonda, brilhando de suor. A pele clara marcada de vermelho nas laterais onde as mãos dele apertavam com força. Felipe atrás dela, nu, bronzeado, magro, os músculos das costas se contraindo a cada estocada lenta, quase preguiçosa, saboreando cada centímetro da buceta da minha esposa. Eles estavam à vontade demais.

De repente, Felipe deu uma gargalhada baixa, daquelas que saem do fundo do peito. Letícia virou o rosto, o cabelo loiro caindo de lado, e perguntou com voz manhosa: “Que foi agora?”

“Tô só imaginando o corninho”, respondeu, ainda rindo, enquanto dava uma estocada mais funda que a fez arquear as costas. “Rodando de Uber no carro que eu vendi, suando pra pagar a prestação, enquanto eu tô aqui arrombando a sua bucetinha.”

A frase caiu como ácido na minha cara. Eles riam de mim enquanto consumavam a traição na minha casa, na minha cama. A sensação que eu tive há mais de quinze anos atrás, de que era apenas um apetrecho para apimentar a relação deles, se provava verdadeira.

“Como você é idiota, Felipe!”, ela respondeu indiguinada, enquanto rebolava de leve no pau dele. “Pelo menos ele trabalha, diferente da vaca da sua esposa que não faz porra nenhuma…”

Ele acelerou o ritmo. A cama batia na parede com mais força. Letícia fechou os olhos e mordeu o lábio daquele jeito que eu conhecia tão bem. Felipe deu outra estocada funda e soltou, com a voz grossa, uma mistura de tesão e desprezo: “A vaca me dá o cu sempre que eu quero. Não é uma frescurenta que nem você.”

“Lá vem você com essa ladainha de novo…”, minha esposa retrucou, se soltando dele com um movimento brusco. Deitou de costas, colocou uma perna no peito dele e empurrou de leve, brincando. “Se gosta tanto de cu, vai lá com a vaca então. Não precisa vir aqui.”

Felipe se desvencilhar das pernas dela, segurando o tornozelo dela e abrindo pernas da minha esposa, para ele entrar no meio. Enquanto beijava o pescoço dela, mordeu a curva do ombro e murmurou no ouvido: “Você é demais falsa, porra… Vai fingir que não quer que eu te coma forte agora? Vai esperar o corninho chegar? Você não aguenta um dia sem essa rola.”

Ela deu um tapa nas costas dele, fez cara de brava por meio segundo, mas quando foi falar algo fracassou. Felipe entrou com o pau inteiro novamente dentro dela, e ao invés de protestos, o que saiu da boca da minha esposa foi um gemido longo.

De onde eu estava dava pra ver tudo: a bunda dele subindo e descendo, os músculos das costas se contraindo, a cama que eu dividia com ela há quinze anos batendo na parede como se quisesse derrubar a casa inteira. O cheiro de sexo e suor invadia o corredor. Não conseguia me mexer. Não conseguia respirar direito.

E logo, consegui ver o efeito que Felipe causava no corpo da minha mulher.

Os dedos dos pés se curvando com força.

As coxas tremendo descontroladas.

A boca entreaberta soltando suspiros curtos.

As unhas dela cravando nas costas dele, deixando marcas.

Letícia pegou meu travesseiro e tampou a própria cara, soltando um berro abafado que atravessou a fronha e me acertou como um soco no estômago.

Felipe aproveitou. Saiu de dentro dela, montou na barriga da minha esposa e começou a se masturbar com o pau duro apontado para a cara dela.

“Bom, tem uma coisa que eu não posso negar… isso você faz melhor que a Camila”, disse, enquanto aproximava a cabeça do pau mais e mais perto da boca dela.

Ela nem hesitou. Numa posição desconfortável, sustentando o tronco só na força do abdômen, Letícia abriu a boca e engoliu sem questionar. Chupava com vontade, com uma fome… parecia uma cadela treinada querendo agradar o dono.

Ele passou a mão por trás da cabeça dela, segurou o cabelo loiro com firmeza, controlando o movimento, entrando e saindo da boca dela, cada vez mais rápido.

O barulho molhado da saliva, os engasgos leves quando ele empurrava mais fundo, os gemidos abafados dela misturados com a respiração pesada dele. Letícia deixou as mãos nas coxas dele, apertando, arranhando, incentivando. Ele acelerou, o quadril batendo no queixo dela, o saco batendo no pescoço.

“Isso… engole tudo, sua puta…”

Ela respondeu olhando direto pra ele, com uma submissão que eu nunca tinha visto no rosto dela. O corpo dele enrijeceu. Ele puxou o cabelo dela com mais força, enterrou o pau até o fundo da garganta e ficou lá, pulsando. Letícia engoliu tudo — dava pra ver a garganta dela trabalhando —, sem deixar uma gota escapar. Ele saiu devagar enquanto minha esposa lambia cada centímetro daquele pau, garantindo que nenhuma gota sujasse a nossa cama.

Felipe desabou ao lado dela, ofegante, rindo baixo. “Caralho… você é imbatível nisso.”

Ela virou de lado, encostou o rosto no peito dele e murmurou: “E você adora, né, seu filho da puta.”

Naquele momento eu quebrei.

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Comentários

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Boa Autor .

Comprei o conto no ouroerótico e amei a continuação, recomendo comprar que o conto é muito bom

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