Os últimos dias antes do feriado foram uma mistura de ansiedade e tesão puro. Elisa, mesmo sendo uma garota naturalmente safada nas mensagens, mandava áudios longos e provocantes. Sua voz rouca e manhosa preenchia meus fones:
— Tô contando os dias pra sentar nessa rola, Beto... Imagina eu chegando e já te empurrando na parede, descendo devagar até engolir tudo... Quero sentir você pulsando dentro de mim.
Eu respondia com fotos do meu pau duro, e ela devolvia com risadas safadas e mais detalhes do que queria fazer.
Finalmente chegou o sábado. Tio Ricardo tinha saído cedo de propósito, deixando um bilhete na mesa: “Vou dar espaço pro casal. Volto à noite. Divirtam-se.” A casa do sítio estava silenciosa, só o barulho distante dos passarinhos.
Quando a porta se abriu, Elisa entrou devagar, bolsa no ombro, olhando ao redor com timidez. Ela era exatamente como eu lembrava: morena, cabelo curto cacheado, boca carnuda, seios fartos que esticavam a blusa, cinturinha marcada, quadris largos e coxas grossas que chamavam atenção. Mas agora parecia mais tímida do que nas mensagens — rosto corado, olhos baixos, mãos apertando a alça da bolsa.
— Oi, Beto... — murmurou, voz baixa. — A casa é bonita...
— Vem cá — chamei, puxando ela gentilmente pela mão.
Ela deu um passo hesitante. Beijei seu pescoço devagar. Elisa tremeu, mas logo inclinou a cabeça pra facilitar. Levei ela até o quarto. Tirei a blusa dela com calma. No começo ela cobriu os seios com os braços, corando forte.
— Pode olhar... — sussurrou, ainda tímida.
Tirei os braços dela e admirei os peitos fartos, mamilos marrons já durinhos. Chupei um devagar, depois o outro, lambendo e mordiscando. Elisa gemia baixinho, mãos no meu cabelo. Desci beijando a barriga até chegar na bucetinha. Tirei a calcinha molhada e abri suas pernas grossas. A xota dela estava inchada, brilhando de tesão. Enfiei a língua, chupando o clitóris devagar. Ela arqueou as costas, gemendo mais alto:
— Ai, Beto... assim... continua...
Gozei ela na minha boca em poucos minutos, pernas tremendo, coxas apertando minha cabeça.
Depois, ela montou em mim. Segurou meu pau de 15 cm e sentou devagar, gemendo contido enquanto descia. A buceta quente e apertada engoliu tudo. Começou a subir e descer suave, mãos no meu peito, olhos fechados de prazer. Eu segurava sua cintura, metendo pra cima no ritmo dela.
Foi aí que vieram os flashes indesejados: imaginei tio Ricardo no meu lugar, seu pau grosso de 20 cm esticando a buceta dela, fazendo ela gritar bem mais alto. Vi ele segurando aqueles quadris largos, socando forte, chamando ela de putinha. Meu pau pulsou mais forte dentro dela. Acelerei o ritmo.
Virei ela de quatro. Segurei a bunda redonda e meti fundo, socando ritmado. Elisa gemia mais alto agora:
— Isso... mais fundo, Beto...
Segurei os cabelos cacheados dela e puxei levemente. O flash voltou: tio puxando o cabelo dela enquanto metia com força. Gozei forte dentro dela, enchendo a buceta quente, gemendo alto. Caímos suados na cama.
Deitados, ela virou de lado, sorrindo satisfeita:
— Foi bom pra caralho...
Sem pensar direito, soltei:
— Lembrei daquela noite que eu só assisti o tio foder uma mina. O pau dele é bem maior... as putas gritavam diferente, com mais vontade.
Elisa ficou quieta. Corou forte, olhou pro teto, mas vi um brilho curioso nos olhos dela. Não falou nada, só mordeu o lábio.
Horas depois, tio Ricardo voltou. Entrou na sala cheirando a perfume caro, camisa justa marcando o shape. Viu Elisa sentada no sofá e parou, olhando ela de cima a baixo com um sorriso lento, predatório.
— E aí, você deve ser a Elisa né? — ele perguntou descontraído.
— Sou sim, e vc deve ser o seu Ricardo né— ela respondeu com a voz tímida.
— sou ,mas não precisa me chamar assim, pode me chamar de tio Ricardo, ele disse sorrindo com aquele jeito de cafajeste dele.
Eles apertaram a mão e ela disse.
Sim senhor,... Tio! — com a voz mais firme e com um tom de... Sedução...
—Mas aí, sobrinha? Gostou da casa?
— Gostei sim, tio — ela respondeu, voz mais firme agora, sustentando o olhar.
Ele se aproximou, tocou levemente o ombro dela:
—Só espero que você não se incomode, sobrinha. As noites aqui podem ser… animadas.
O olhar dele era puro desejo. Elisa mordeu o lábio inferior, mas não desviou.
À noite meu tio novamente avia saído e por volta das 23h, os gemidos começaram no quarto dele. Altos, molhados, cama batendo na parede. Uma voz feminina gritava:
— Isso, tio! Arromba minha bucetinha! Mais forte!
Elisa sentou na cama, olhos arregalados de curiosidade:
— Vamos espiar? — sussurrou.
Fomos no corredor escuro. Eu atrás dela, pau já duro roçando na bunda dela. A porta do quarto do tio estava entreaberta.
Lá dentro: uma morena de cabelo cacheado curto, corpo extremamente parecido com o de Elisa — seios fartos, coxas grossas, cintura fina, aquilo me preocupou, será que seria de propósito? Estava de quatro na cama, bunda empinada alta. Tio Ricardo socava forte por trás, seu pau grosso de 20 cm entrando e saindo inteiro, brilhando de tesão e porra. Dava tapas fortes na bunda dela, puxava o cabelo e rosnava:
— Toma essa rola grossa, vadia! Grita pro tio!
A garota gritava de prazer, gozando visivelmente, buceta apertando o pau dele.
Elisa encostou na parede, mão direita descendo devagar pra dentro da calcinha. Começou a se tocar em círculos lentos no clitóris, respiração pesada. Virou o rosto pra mim e sussurrou rouca no meu ouvido:
— Olha como ele arromba ela... eu queria sentir isso.
Meu coração apertou forte — medo puro de ser traído novamente. Mas ao mesmo tempo meu pau latejava dolorosamente, vazando pré-gozo no short. Uma excitação doentia, proibida, me consumia.
Fiquei ali parado, assistindo, perdido entre o ciúme que queimava no peito e o tesão estranho que me dominava.
Ainda no corredor escuro, Elisa respirava pesado, mão dentro da calcinha, olhos fixos na cena. A morena gritava rouca:
— Isso, tio! Me arromba mais fundo!
Elisa virou devagar, olhos brilhando febris. Puxou minha mão com força e sussurrou:
— Vem...
Me arrastou pro nosso quarto. Fechou a porta com o pé, mas não trancou. Empurrou-me na cama, tirou a calcinha molhada num movimento rápido e subiu em cima de mim.
— Me fode agora — ordenou, voz baixa mas urgente. — Quero gozar gritando igual ela.
Segurou meu pau duro, encaixou na entrada melada e desceu de uma vez, engolindo tudo. Gemeu alto na hora, sem se conter:
— Aaaah, caralho… isso!
Começou a cavalgar forte, bunda batendo nas minhas coxas, peitos balançando. Aumentou o volume:
— Me fode, Beto! Socaaa!
Segurei os quadris dela, metendo pra cima no mesmo ritmo. Ela jogava a cabeça pra trás, gemendo cada vez mais alto, ecoando pelo corredor:
— Isso… mais forte! Arromba minha bucetinha!
Do quarto ao lado vinham os gemidos da outra mina, sincronizando quase. Elisa percebeu, sorriu safada e aumentou:
— Olha como ele tá fodendo ela… eu quero igual… quero sentir sua rola me rasgando!
Meu pau pulsou forte dentro dela com as palavras. Virei ela de quatro na cama, posicionei atrás e meti fundo, segurando a cintura. Socava ritmado, tapa na bunda ecoando.
— Isso, Beto! Bate mais! — gritou ela, voz tremendo de tesão. — Me chama de putinha!
— Toma, putinha… toma essa rola! — rosnei, puxando o cabelo cacheado.
Ela empinou mais, rebolando pra trás, gemendo sem parar:
— Aaaaah, tô gozando… tô gozando na rola! Mais fundo, porra!
Gozei junto, enchendo ela de jatos quentes enquanto ela tremia e gritava alto o suficiente pra atravessar as paredes. Do outro quarto, os gemidos do tio e da mina pareceram acelerar no mesmo instante, como se estivessem ouvindo.
Caímos suados na cama. Elisa virou de lado, ofegante, sorrindo com malícia, ela deveria estar gemendo daquela forma para que ele soubesse que ela viu? Para que ele soubesse que ela entendeu o recado?
Meu peito apertou de ciúme misturado com tesão doentio. Ela já não era mais a mesma garota tímida que chegou.