A Puta Casada Deu Para o Amigo Negão do Filho e Para o Pai Dele! - Pt.02

Um conto erótico de mandinha
Categoria: Heterossexual
Contém 2295 palavras
Data: 25/01/2026 20:56:23

[…]

Os seios de Carla pressionaram como panquecas contra o acrílico, grandes aréolas formando círculos escuros menores dentro dos seios pálidos grandes. Apenas as pontas dos mamilos tocavam o acrílico quando ele puxava para trás, achatando novamente quando empurrava para frente. Repetidamente ele empurrou o pau até as bolas. Carla gemeu, gozando enquanto a bochecha empurrava contra o painel transparente quando descansou a cabeça nele.

Fuk! Fuk! Fuk!

Ele a fodeu mais forte e rápido. A resistência era incrível para um homem da idade dele e considerando que já tinha tido orgasmo duas vezes nos últimos noventa minutos. "Me fode," ofegou, impressionada com a velocidade que o pau bombeava para dentro e fora dela. "Gozando, Sr. Santos."

"Eu também," resmungou, empurrando para frente. "Vou gozar de novo em você, vadia. UNNHHHH!" berrou quando o primeiro jato de semente encheu o útero.

Não teve dor desta vez. Nenhum receptáculo de camisinha expandindo dentro dela. Havia apenas uma sensação completa de prazer esmagador enquanto a semente fértil quente enchia. A intensidade de tudo só fez o orgasmo crescer mais poderoso e durar mais. Fez ela esguichar novamente, várias vezes ao redor do eixo.

Santos soltou o cabelo e tornozelo. Agarrou a bochecha direita da bunda enquanto puxava o pau para fora, jorrando ainda mais sêmen nas costas e bochecha da bunda. Mais uma vez, o esperma do homem negro começou a derramar da buceta num torrente para espirrar no chão do chuveiro e circular ao redor do ralo misturado com a água. Se tinha produzido menos sêmen na terceira vez que ejaculou do que na primeira, não podia dizer. Santos bateu na bunda e deixou o chuveiro.

Carla recuperou o fôlego, abrindo as pernas para deixar o máximo do gozo vazar possível, mas mais uma vez, o sêmen e bilhões de espermatozoides estavam presos no útero. Deixou o spray do chuveiro atingir a parte traseira e genitais até achar que estavam limpos. Carla se endireitou e desligou a água. Estendeu a mão para uma toalha, enrolando a toalha vermelha ao redor do corpo voluptuoso antes de sair para o banheiro. Santos estava lá de pé no vaso sanitário, mijando novamente.

O jato de urina era forte embora o pau ainda estivesse inchado e semi duro. Carla chegou ao lado dele. "Aqui deixa eu te ajudar," disse, agarrando o eixo.

"O que é isso?" perguntou, soltando o pau, e deixando ela assumir.

Carla apertou o pênis e olhou fascinada enquanto mirava o jato de urina por todo o vaso sanitário. "Desculpa Sr. Santos, não consigo tirar as mãos do seu pau." O jato terminou seguido de alguns jatos finais.

"Sacode bem, garota."

As mãos de Carla estavam na base do eixo. Ela sacudiu o pau. Balançou para cima e para baixo, alguma urina residual vazando e voando por todo o vaso. Começou a inchar nas mãos, ficando menos mole enquanto endurecia. "Jesus, tá ficando duro de novo," disse, olhando impressionada para o pau negro gigante nas mãos. Tinha sido dez anos desde que o marido tinha conseguido algumas ereções num dia e o mais velho Gilberto Santos já estava na quarta. Agarrou o eixo com a outra mão e começou a acariciá-lo.

Gilberto sorriu. "De volta pra sua cama de casal então."

Carla acenou em concordância. Liderou o caminho, uma mão no pau, puxando-o de volta para a cama. Gilberto agarrou a parte de trás da toalha e arrancou do corpo, jogando no chão quando entraram no quarto. Colocou uma mão forte no ombro para impedi-la de se virar para encará-lo. Ela se ajoelhou na cama e ficou de quatro, Santos subindo atrás.

O cabelo molhado de Carla caiu pelas costas enquanto olhava sobre o ombro. Santos estava guiando o pau de volta em direção à buceta. Os seios pendulavam reto para baixo. Eram tão pesados, quase alcançavam o colchão e as pontas dos mamilos eretos estavam a apenas uma polegada. A cabeça bulbosa do pau do Santos começou a empurrar pelos lábios, arando para dentro. Esta era a posição menos favorita e raramente deixava o marido fazer amor assim. Era impessoal demais, não romântico ou amoroso. Parecia que João estava só usando o corpo para se satisfazer. Era o mesmo com Gilberto Santos, mas também era outra coisa. O pau negro grande empurrou fundo, puxando para trás, e empurrando para frente novamente. Era assim que um macho dominante tomava uma fêmea submissa. O pai do Thiago era definitivamente um macho dominante. Parecia mais natural ser fodida por um homem como Sr. Santos nesta posição e ela gostou. "Me fode!" murmurou. "Me fode! ME FODE!" Carla derreteu por todo o pau enquanto as estocadas ficavam mais rápidas e poderosas. "ME FODE! ME FODE!" gritou.

Gilberto agarrou a bochecha firme arredondada da bunda com a mão esquerda. Carla estendeu a mão e agarrou a outra bochecha. O espalhamento das bochechas da bunda deu a Santos uma visão clara do esfíncter apertadinho saindo acima do eixo liso empurrando. "Vejo que Thi nunca arrebentou essa bunda," resmungou.

O homem negro chupou o polegar na boca, depois afastou a mão dela. Agarrou ambas as bochechas, espalhando-as. O polegar molhado sondou o botãozinho. Ela se contraiu quando sentiu ele sondando, mas relaxou. Ele empurrou o polegar para dentro. "GOZANDO!" gritou, a bunda apertando ao redor do polegar assim como a vagina apertou ao redor do eixo.

"Gostou vadia?" perguntou, trabalhando o polegar para dentro e fora, cronometrado com as estocadas do pau. "Imagina como meu pau se sentiria bem enfiado nessa bunda branca?"

"É grande demais," argumentou. Apenas o polegar parecia enorme na bunda, não conseguia imaginar o que o pau faria com ela. "Mas, qualquer coisa por você, Gilberto," adicionou, se submetendo.

Santos empurrou o polegar o mais fundo possível, fazendo ela resmungar. Levantou a mão esquerda antes de bater de volta forte na bunda.

SMACK!

"AI!" guinchou quando a parte traseira começou a arder.

"É Sr. Santos pra você," lembrou, arrancando o polegar. Acariciou a bochecha esquerda ardendo, lentamente puxando o pau para fora. A cabeça saltou livre empinando. Agarrou o eixo e pressionou a cabeça contra o ânus. Carla guinchou novamente quando ele começou a empurrar.

Gilberto apertou as bochechas da bunda e assistiu enquanto a cabeça do pau esticou o ânus aberto. Lentamente empurrou para dentro. "Você não é uma vadia de verdade até ter meu pau em todos os buracos," resmungou. A cabeça escorregou para dentro, forçando caminho mais fundo.

A cabeça de Carla desabou no travesseiro, as costas arqueadas para cima para que estivesse perpendicular quase formando uma forma de L. Santos se inclinou sobre ela, segurando a cabeça para baixo enquanto o pau duro como aço realmente dobrou quando mais tentou perfurar a bunda. "AAAHH! Dói tanto," choramingou.

"Quer ser minha vadia, ou devo tirar?" perguntou, empurrando mais fundo.

"Por favor!" implorou. A bunda parecia à beira de rasgar estava sendo esticada tão larga. "Fode minha bunda, Sr. Santos." Estava fundo o suficiente agora, as bolas enormes pesadas bateram no entrepernas. Estava molhada e vazando pelas coxas. "UNH! Tá me rasgando também," gemeu à beira de implorar para ele parar. "AI MEU DEUS, dói! Dói tão... BOM!" Gilberto a puxou da cama, empurrando o pau para dentro e fora da bunda. Carla olhou sobre o ombro. "Eu amo," disse a ele, a mão subiu para beliscar o mamilo ereto enquanto olhava nos olhos. Eram escuros, um pouco frios, e dominadores. "Fode minha bunda. Tão cheia de pau negro."

Gilberto nunca desacelerou as estocadas do pau. "Seu cu foi redimensionado agora. Assim como sua buceta. Você nunca vai ficar satisfeita com pauzinhos brancos de novo."

Carla acenou. Amava João, mas não sentia mais nenhum desejo sexual por ele. Não desde o encontro com Thiago. Ficou lá fingindo na última vez que tinha feito amor com o marido. João até durou mais, estava tão frouxa do redimensionamento com Thi. Se João pudesse ir apenas uma polegada mais fundo, abri-la mais, durar só um pouco mais, então bem... talvez.

Santos se inclinou, agarrando o pescoço com uma mão e a cintura com a outra. O pau empurrando fazia um som constante whap whap whap. Tinha tomado ele nos três buracos. "Sou sua vadia agora, Sr. Santos," resmungou depois de uma estocada profunda do pau.

"Isso mesmo, bebê."

*Sou uma vadia*, pensou. *Sou uma vadia. Sou uma vadia.* As bolas batiam contra a buceta bem fodida enviando ondulações de prazer pelo corpo. *Sou uma vadia por pau negro grande.* SLAP! SLAP! "AIMEUDEUS!" gritou, a buceta apertando quando começou a ter espasmos. "TÔ GOZANDO!" Na próxima vez que as bolas atingiram os lábios da buceta, fizeram um splat mais alto e molhado. *Tô gozando só de ter o pau dele na minha bunda! Realmente sou uma vadia.*

SPLAT! SPLAT!

A bunda parecia que podia rasgar enquanto o pau inchava. Ele empurrou fundo segurando imóvel. Tentou se contorcer e sacudir, mas estava enfiado apertado demais na bunda enquanto o pau começou a atirar a semente fundo nas entranhas. Ele empurrou forte contra a bunda, soltando quando o pau saltou livre, atirando mais bolas de sêmen pelas costas. O resto do gozo começou a derramar do botãozinho para formar poça nos cobertores.

Carla lentamente lutou para sair da cama. A bunda estalou enquanto corria para o banheiro, sentando no vaso sanitário. O esperma vazando da bunda soava como urina batendo na água. Levou uns bons quinze minutos antes de sentir que era seguro levantar de novo. Sexo com um homem negro sendo mais bagunçado que o normal, pulou no chuveiro novamente, uma parte dela esperando que ele se juntasse novamente, mas desta vez teve o chuveiro só para si.

Carla saiu do banheiro com uma toalha ao redor do corpo. Gilberto tinha subido sob os cobertores e estava dormindo profundamente. Ela lentamente desenrolou a toalha e usou para limpar o máximo do esperma possível antes de se juntar a ele sob os cobertores. Carla se aconchegou nos braços dele, a mão no peito duro e logo, se juntou a ele no sono.

***

cold coffee, warm LO, I can't lose him!

***

Na manhã seguinte, o cheiro de bacon encheu as narinas de Gilberto e ele rapidamente acordou. Uma mulher nua linda estava carregando uma bandeja para o quarto. Continha um sanduíche de bacon alface e tomate, um copo de leite, e uma laranja. Mais almoço que café da manhã, mas uma olhada rápida no relógio, mostrou que estava mais perto da hora do almoço que do café.

"Trouxe café da manhã. Brunch talvez."

"Nada pra você?" perguntou, sentando.

"Aqui segura isso," disse a ele, entregando a bandeja. Ele pegou e Carla puxou o lençol do corpo forte. Estendeu a mão e pegou o pau negro rechonchudo na mão. "Vou só tomar um shake de proteína," disse a ele, enquanto o pau inchava.

*Podia me acostumar com isso*, pensou Gilberto, dando uma mordida no sanduíche enquanto assistia Carla lambendo a ponta do pau até endurecer completamente. Ela olhou para ele através das lentes dos óculos enquanto começava a chupar o pau enorme. Sim, podia facilmente se acostumar com isso. Não estava só chupando a rola, estava adorando o pau. Todas as mulheres tinham amado a carne escura, mas Carla era diferente. Tinha rapidamente se transformado numa fanática obcecada.

Gilberto descascou a laranja e lentamente mastigou os segmentos carnudos. Carla beijou a ponta, batendo punheta no eixo enquanto movia a boca para baixo até as bolas peludas. A língua provocou os testículos enquanto ele terminava a laranja. Ela lambeu pela parte de baixo do eixo, lambendo ao redor da coroa antes de começar a balançar a cabeça rapidamente sobre a ponta. A boca desceu, engolindo um terço, depois metade, chupando o pau o mais rápido possível. Gilberto sentiu o gozo crescendo nas bolas enquanto tomava um gole de leite. Abaixou o copo justo quando a primeira explosão de porra desceu pela garganta. Ela chupou mais rápido, usando a mão para bater punheta na base, deixando a boca encher com várias cargas da semente. Abriu a boca, o resto do sêmen branco viscoso na língua. Carla deixou deslizar pela garganta.

"Delicioso," disseram em uníssono.

Carla lambeu ao redor dos lábios e saiu da cama. Pegou a bandeja do colo dele e voltou para a cozinha. Ele assistiu a bunda balançar enquanto saía do quarto. Gilberto saiu da cama e mijou rapidamente. Caminhou nu pelas escadas, pau gasto balançando de coxa em coxa a cada passo. Pausou nas escadas e olhou para a foto do casamento da mulher branca. Carla e João estavam ambos radiantes de alegria. O casal branco perfeito. *Aposto que você nunca pensou que sua esposa ia ficar viciada em rola de preto, otário*, pensou, balançando a rola. Havia uma pérola de sêmen na ponta. Gilberto limpou e esfregou no rosto do João na foto do casamento. Limpou o que sobrou no dedo na próxima foto. A foto da família branca feliz perfeita. Gilberto sorriu maliciosamente enquanto continuava descendo as escadas.

Carla pulou quando as mãos negras enormes vieram ao redor das costas para apertar os seios. Os mamilos saltaram entre os dedos. Ele beijou o pescoço antes de soltá-la. A mulher viciada ficou congelada diante da pia, respirando pesadamente, corada, só do toque dele e da sensação do pau pesado pressionando na bunda.

SMACK!

A mão bateu na bunda. "Tem cerveja?" Abriu a geladeira antes que pudesse responder. "Não tô vendo nada?"

"Nem é meio-dia ainda?"

Gilberto ainda estava curvado olhando na geladeira. Olhou para ela. "E daí?" perguntou, uma expressão desafiadora no rosto.

Carla congelou. "Vou ficar feliz em pegar pra você, Gil... Sr. Santos."

Gilberto acenou e voltou a atenção ao conteúdo da geladeira. "E pega uns frios. Tem alguém que gosta de um sanduíche de presunto pro almoço."

"Certamente, Sr. Santos."

**

>> Opinem! Oq estão achando???? Até a próxima parte, beijinhos rsrs 😘

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