Hoje começarei a escrever contos reais que aconteceu comigo desde quando comecei a descobrir essa mundo entre homens.
Atualmente estou namorando, já faz uns 7 anos. Desde o início meu concunhado me chama a atenção. Ele tem 38 anos, por volta de 1,80cm de altura, parrudão, usa barba, peito peludo, barriga de chopp, braços grandes, coxas grandes, uma bunda bem redonda e quando senta adora ficar com as pernas bem abertas, detalhando o peso que tem entre elas. Eu sempre fico hipnotizado na mala dele quando isso acontece, por diversas vezes ele notava e acabava ponto a mão em cima, fechando as pernas um pouco e eu disfarçava. Com o passar do tempo e o convívio ele já nem fazia muita questão em esconder. A gente acabou se aproximando mais e eu sempre soltava para ele piadas do tipo, “está indo viajar? Então porque essa mala aqui?” E pegava no pau dele. Ele todo machão, ficava rindo e pegando no pau e falando que era acúmulo de leite.
Em uma dessas reuniões estávamos todos bebendo e conversando e o pessoal foi se recolhendo, minha cunhada foi a penúltima e meu namorado foi o último, ficando só eu e ele. Minutos após ficarmos sozinhos ele me perguntou se eu queria fumar, aceitei e fomos para mais longe da casa. Começamos a fumar e ele me enchendo de perguntas. Como funcionava a minha relação, já que os dois eram homens, quem fazia o papel de mulher, eu curioso querendo saber o porque dessa dúvida dele respondi, falei que era eu quem dava o cu, quem mamava e quem era usado para dar prazer para os machos. Isso despertou algo nele que na hora ele começou a pegar no pau. Perguntando se eu curtia mesmo mamar, se eu gostava de tomar leite, perguntou se eu não me importava em sentir o pau socando no fundo da garganta, e eu sempre respondendo que adorava isso, por mim faria toda hora. Ele já enlouquecido e com o pau extremamente duro, levanta bruscamente e diz que precisa ir dormir. Eu permaneci sentado, com o coração a mil achando que ele iria fazer algo ao se levantar, mas ele só se encaminhou para a casa.
Após uns minutos decidi retornar para a casa e ir para o quarto, quando passei em frente ao quarto onde ele e minha cunhada estavam escutei uns gemidos intensos e uns barulhos de tapas vindo de dentro. Fiquei enlouquecido querendo muito que fosse eu no lugar dela. Foi passando os dias e meses e ele só falava putaria e nada a mais. Até em que um momento as coisas mudaram bruscamente e rapidamente.
Fomos fazer uma viagem, decidimos ir de ônibus para poder bebermos, pois era distante e não precisaríamos se preocupar com dirigir. Saímos em uma sexta-feira a noite, e todos combinaram de ficar no segundo andar, mas ele fez questão de que ficasse eu e ele no último banco, logo quando eu entrei no ônibus ele veio atrás de mim e foi me empurrando até chegarmos na última fileira, chegando lá ele falou de forma firme no meu ouvido, “senta” e apontou para o do canto do ônibus, o meu namorado e a mãe dele quiseram ficar mais na frente para ver a estrada através do vidro e no banco do lado deles ficou a minha cunhada e a filha deles. Após uns minutos do início da viagem as luzes se apagaram e todos foram dormir. Menos eu que estava com a imaginação e coração a mil por estar sentindo as pernas do meu concunhado me esmagando contra a parede do ônibus por estar com a elas totalmente abertas. Depois de um tempo eu notei que ele dormiu e começou a roncar baixinho, achei a hora perfeita para tentar algo. Fingi que cai no sono e me virei para ele, acabei deitando no ombro esquerdo dele “acidentalmente”, ele nada fez, só suspirou fundo. Foi passando os minutos e arrisquei colocar a minha mão sobre a coxa dele, ainda fingindo que estava dormindo. Apenas senti ele pegando uma coberta e puxando para que ninguém visse eu com a mão sobre a coxa dele. Logo em seguida senti algo molhado roçando em cima da minha mão, era o pau dele babando de tão duro, fiquei tão nervoso que segui fingindo que estava dormindo, ele decidiu tomar a iniciativa e pegar a minha mão e fazer com que agarrasse o pau dele, um pau grosso, reto e cumprido, com a mão dele por cima da minha começou a movimentar, criei coragem e perguntei o que ele estava fazendo, me respondeu que estava matando a minha curiosidade, que sabia da minha vontade de fazer isso pelas encaradas que eu dava para o pau dele, então aproveitei.
Comecei a bater uma para ele, o pau dele escorria baba pela a minha mão, parei de bater para ele para lamber a baba que escorreu, ele nem deixou eu terminar e bruscamente puxou o meu pescoço em direção ao pau dele, afundou o meu rosto em sua virilha, me pôs de joelhos em frente ao seu banco e socou tudo na minha boca, me tapou com a coberta e começou a mexer minha cabeça segurando pelos os meus cabelos, por diversos momentos ele socava fundo na minha garganta, me deixando sem ar, então soltava e dava um tapa forte no meu rosto por cima da coberta. Eu estava em uma mistura de tesão e pavor, se alguém escutasse ou notasse algo geraria um estresse gigante, principalmente pela nossa família estar junto. Mas ele seguiu firme, socava, afundava na minha garganta e mexia a minha cabeça para foder bem a minha garganta, o pau dele babava muito, era obrigado a engolir aquela baba toda, após alguns minutos dele socando no fundo da minha garganta e tirando tudo ele me puxou pelos cabelos e falou no meu ouvido que iria gozar no fundo da minha garganta, que não queria uma gota caindo para fora e nenhum barulho, deu um tapa no meu rosto e voltou a socar. Metia no fundo da minha garganta e tirava tudo, assim foi até que pela última vez ele socou bem fundo e começou a fuder a minha garganta novamente, senti o pau dele latejar e logo começou a gozar, eu só engolia direto, nem o gosto senti direito, gozou muito, comecei a ficar com medo de me afogar e fazer barulho. Felizmente ele terminou de gozar e me soltou. Segurando pelos os meus cabelos ainda me disse que eu era a putinha dele a partir daquele momento era a minha obrigação dar prazer a ele. Deu um tapinha de leve e me liberou para voltar ao meu assento.
O resto da viagem eu fiquei deitado no peito dele, com a mão segurando o seu pau. Acabei cochilando e quando as luzes ligaram, como forma de avisar que havíamos parado, ele me empurrou para a parede do ônibus e me disse para tomar cuidado, não queria que descobrissem agora sendo que teríamos muitas coisas ainda para fazer.