Vou contar pra vocês mais umas putarias que eu e meu Padrasto Rogério fazemos ao longo do tempo. Confesso que têm sido muito bom tê-lo comigo dentro de casa, a convivência é muito boa, ainda mais depois que descobrimos o que um gosta no outro, e minha mãe não atrapalhou de nenhuma forma, muito pelo contrário, nem sonha o que fazemos às escondidas. Mas como minha mãe parou de trabalhar depois que ele veio morar aqui, não temos muito tempo para foder, então tivemos que pensar em novas possibilidades para nos satisfazer, já que minha mãe não deixa ele gozar dentro em hipótese alguma, e ele sendo hétero eu entendo o lado dele de querer se aliviar, porque mesmo eu sendo gay, também gosto de pôr para fora.
Pois bem, devido ser muito raro ela sair de casa, temos que nos satisfazer em vídeos pelo WhatsApp, mas isso ainda não era o suficiente, eu sou o tipo de gay que gosta muito de tomar leite de macho, de preferência quentinho na hora, então pedi para que ele quando for bater uma punheta, que guardasse a porra pra mim, de qualquer forma mas eu queria só para mim. E assim o fez, no início, ele gozava sempre em camisinhas, depois de gozar ele dava um nó na ponta e me dava, quando entrava no meu quarto, tomava ela toda, era simplesmente deliciosa, ele sempre gozou fartamente, sua porra é bem branquinha e grossa, espessa como um alimento para mim. Umas três vezes por semana, ele me entregava camisinhas gozadas, mas ainda não estava satisfeito, queria ela toda dentro de mim, então bolei um plano, fui até um supermercado e comprei uma garrafinha de uns 300 ml e pedi para que ele gozasse só dentro dela, o máximo que conseguisse, sem tempo máximo para me entregar de volta.
Não sei ao certo quanto tempo ele levou para deixar na metade, mas quando me entregou, senti um prazer imenso!! Ali dentro estava guardado todo leite do meu padrasto, e poderia fazer o que eu quisesse, com essa primeira garrafinha e escolhi a maneira mais gostosa de aproveita-la: bebendo. Aqueci um pouco no microondas e bebi aos poucos, eu não sei explicar o prazer eu senti em beber cada gota do leite dele, esvaziei aquela garrafinha querendo mais, no dia seguinte entreguei novamente e pedi mais, só que dessa vez ele queria ele mesmo usar da maneira mais pervertida possível: inserindo tudo no meu cuzinho! Dessa vez, demorou mais para conseguir encher a garrafinha de porra, enquanto isso, fui na farmácia e comprei uma seringa grande, a maior que tinha, para ele inseminar quando estivesse pronto.
Alguns meses depois, ele já tinha juntado uma boa quantidade de leite e precisávamos de um local tranquilo para fazer a inseminação dentro de mim, teria que ser em um motel, então fiquei aguardando uma folga dele para podermos ir.
O dia tão aguardado chegou, falamos para minha mãe que iríamos no shopping assistir um filme, e óbvio que ela acreditou, pois o Rogério era cinéfilo e não perdia um filme da Marvel, chegando ao motel, tirou de dentro de uma sacola a tão aguardada garrafinha - estava cheia! e eu levei o lubrificante e a seringa, antes de iniciarmos, tomamos um banho e fomos para cama, fiquei na beirada da cama de quatro com o cu empinado pra ele, antes de iniciar a aplicação ele disse que não tinha só leite, mas um pouco de mijo também, não me importei, só queria uma parte do meu pai dentro de mim, como um símbolo do que ele representava para mim.
A primeira seringa foi a mais gostosa de sentir, não estava quentinha mas consegui sentir bem entrando. E assim foi seguindo diversas aplicações, até que teve uma hora que ele disse que não dava mais, pois já estava na portinha. Então decidimos parar para não sair, o que restou da garrafinha eu bebi para não desperdiçar, depois de lá fomos lanchar.
Alguns dias depois, eu vendo que ele não iria tomar nenhuma iniciativa para reiniciar a coleta, mandei mensagem para ele pedindo para guardar mijo, eu tomaria depois, e assim ele fez, mais ou menos 4 dias ele guardou um litro de urina, urinando em casa e no trabalho, cada local tinha uma garrafa para armazenar, depois ele passou tudo para uma garrafa só.
Quando estava cheia, ele me entregou no meu quarto discretamente para eu beber, confesso que no início fiquei com um pouco de nojo e com medo de fazer mal, o cheiro era muito forte, mas criei coragem e dei o primeiro gole, desceu queimando na minha garganta, mas eu não queria jogar fora, lembrei em todas as fodas que tivemos, isso era motivação para continuar com toda aquela putaria que iniciamos há anos. Consegui tomar a garrafa toda (1 litro) de mijo do meu pai, tomei como se fosse suco, e posso afirmar que é viciante.
