Eduarda estava no Culto da igreja de seu pai, se fingindo de boa moça. Junto do pai estavam o Pastor Nogueira dando um sermão. Na primeira fila esposa e filhos submissos apreciavam o teto da construção.
Enquanto isso observava Larissa com um sorriso malicioso durante o culto de jovens na igreja, a garota chamava sua atenção há semanas. A garota era aquela garota tímida, corpo magrinho, tão tímida que usava uma franja cobrindo os olhos para se esconder do mundo externo.
Quando o coral da igreja começou a cantar ela reparou em Bianca, uma bela cantora morena, cujas belas curvas eram injustamente escondidas por baixo da túnica do coral.
Quando estava saindo ela encontrou Juliana, uma descendentes de Japoneses, baixinha, sem curvas, com cabelos compridos e sedosos. E também sua substituta como líder do grupo de jovens.
***
Eduarda fazia planos perversos em sua mente, quando o culto acabou ela finalmente se aproximou de Larissa, ainda na escada da igreja.
— Oi, amiga. Quer vir lá em casa estudar a Bíblia? — ela convidou com falsa nocência.
Larissa hesitou por um momento, seus olhos mal visíveis por trás da franja espessa. Ela parecia surpresa com o convite repentino de Eduarda, uma garota que mal conhecia e que era tão linda.
— Eu... eu não sei — gaguejou Larissa, apertando sua Bíblia contra o peito. — Meus pais... — Ah, vamos lá — insistiu Eduarda, seu sorriso angelical escondendo suas verdadeiras intenções — Tenho certeza que seus pais ficarão felizes em saber que você está se dedicando mais aos estudos bíblicos.
Enquanto falava, Eduarda se aproximou mais de Larissa, quase sussurrando em seu ouvido. O perfume doce da loira envolveu Larissa, deixando-a ligeiramente tonta.
— Além disso — continuou Eduarda — temos assuntos de interessantes de garotas para compartilhar. Coisas que você nunca ouviu antes.
Os olhos de Larissa se arregalaram com curiosidade. Ela mordeu o lábio, claramente em conflito.
— Tudo bem — ela finalmente concordou, sua voz quase inaudível — Eu vou.
— Ótimo — disse Eduarda, pegando a mão de Larissa — Vamos, minha casa não é longe daqui.
Os pensamentos de Eduarda voavam enquanto imaginava cada detalhe sórdido do que faria com Larissa. Primeiro, iria seduzi-la lentamente, deixando-a ansiosa e necessitada. Então a amarraria e a torturaria com prazer, levando-a ao limite do êxtase antes de finalmente permitir que gozasse. Repetiria isso vezes sem conta, até que a mente de Larissa se partisse e ela implorasse para ser sua escrava sexual para sempre.
Eduarda lambeu os lábios, sentindo a excitação crescer dentro de si com essas fantasias depravadas. Ficou chocada ao perceber o quanto a ideia de corromper e dominar outra garota a estava excitando. Seu clitóris pulsava e sua boceta se encharcava só de pensar nisso. Desde quando se tornou essa pervertida que se deliciava com a degradação alheia?
Mas não conseguia negar - a perspectiva de roubar a inocência de Larissa, de reduzi-la a nada além de uma puta submissa e obediente, fazia seu corpo formigar de desejo. Eduarda gemeu baixinho e apertou as coxas, tentando aliviar a necessidade crescente entre suas pernas. Precisava ter Larissa, precisava corrompê-la completamente. Nada mais importava.
Com uma risadinha maliciosa, Eduarda começou a traçar seu plano. Logo Larissa seria sua, de corpo, mente e alma. E esse seria apenas o começo...
As duas garotas desceram as escadas da igreja, Eduarda liderando o caminho com um brilho predatório nos olhos. Larissa a seguia hesitante, sem saber que estava prestes a embarcar em uma jornada que mudaria sua vida para sempre.
Eduarda sorriu maliciosamente ao perceber que a casa estava vazia, o restante da família estava ocupado em algum evento de caridade. Sua mãe servindo sopa para os necessitados. O pai deveria estar se aproveitando do momento de fragilidade enquanto tentava converter outros, com Maicon, seu irmão, junto para aprender o ofício do pai. Ela se virou para Larissa, seus olhos azuis brilhando com uma luxúria recém-descoberta.
— Parece que temos a casa só para nós — Eduarda sussurrou, puxando Larissa para perto. Seus dedos traçaram o contorno do rosto da amiga, descendo até o pescoço.
Larissa parecia amedrontada e tímida enquanto Eduarda lhe mostrava a casa. A loira apontou para a sala de visitas, dizendo:
— Aqui é onde meus pais recebem os convidados. Mas não se preocupe, eles não voltarão tão cedo."
Larissa assentiu, apertando sua Bíblia contra o peito como um escudo. Eduarda então a levou até a cozinha e a copa.
— Está com fome? Posso preparar um lanche para nós antes de começarmos nosso... estudo da Bíblia — Eduarda ofereceu com um sorriso enigmático.
— Ah, não precisa se incomodar — Larissa gaguejou, corando — Eu comi antes de ir para a igreja.
Eduarda deu de ombros — Tudo bem então. Vamos para o meu quarto? É mais confortável para estudarmos lá.
Enquanto subiam as escadas, Eduarda puxou um assunto ameno, tentando deixar Larissa mais à vontade.
— Então, há quanto tempo você frequenta a igreja? Não me lembro de ter te visto antes.
— Desde criança — Larissa respondeu timidamente — Mas eu costumo ficar mais no fundo, com meus pais. Sou muito tímida para me misturar com os outros jovens.
— Entendo — Eduarda disse com simpatia fingida — Eu era assim também. Mas você vai ver, depois de hoje, vai se sentir muito mais... solta.
Larissa olhou para Eduarda com confusão, sem entender o verdadeiro significado por trás daquelas palavras. Ela não fazia ideia do que a aguardava assim que entrassem no quarto de Eduarda e a porta se fechasse atrás delas. A pobre garota inocente estava prestes a ser devorada pelo lobo em pele de cordeiro.
Larissa estremeceu com o toque, seu coração acelerando.
— O que você tem em mente? — ela perguntou, sua voz trêmula de excitação.
Eduarda riu baixinho, um som sedutor que fez Larissa derreter por dentro.
— Oh, tenho tantas ideias — ela respondeu, guiando Larissa para seu quarto — Vamos começar com algo simples.
***
Eduarda guiou Larissa para seu quarto, fechando a porta atrás delas com um clique suave. O ambiente estava escuro, iluminado apenas por algumas velas aromáticas que lançavam sombras sedutoras nas paredes.
— Sente-se — Eduarda instruiu, indicando a cama king size coberta por lençóis de seda vermelha — Fique à vontade.
Larissa obedeceu hesitante, se acomodando na beira da cama. Ela olhou ao redor timidamente, absorvendo os detalhes íntimos do quarto de Eduarda. Suas bochechas coraram ao notar a coleção de brinquedos sexuais expostos descaradamente na cômoda.
— Então, sobre o que você queria conversar? — Larissa perguntou com voz trêmula, apertando as mãos no colo.
Eduarda sorriu de lado, se aproximando lentamente como um predador espreitando sua presa. Ela se sentou ao lado de Larissa, tão perto que suas coxas se tocavam. Larissa estremeceu com o contato inesperado.
— Ah, tantas coisas... — Eduarda ronronou, seus dedos brincando distraidamente com uma mecha do cabelo de Larissa — Mas primeiro, que tal um pouco de vinho para nos deixar mais relaxadas?
Sem esperar por uma resposta, Eduarda se levantou e serviu duas taças de um líquido rubi profundo, que estavam escondidas junto de uma garrafa pela metade atrás da cama. Ela entregou uma para Larissa, que aceitou com dedos trêmulos.
— Um brinde — Eduarda propôs, erguendo sua taça — a novas experiências e amizades mais... íntimas.
Larissa tomou um gole hesitante, o álcool queimando sua garganta. Eduarda a observava com olhos famintos, como se pudesse ver através de suas roupas recatadas.
— Agora, deixe-me explicar exatamente o que tenho em mente para nós duas... — Eduarda murmurou, se inclinando para sussurrar obscenidades no ouvido de Larissa.
A pobre garota corou até a raiz dos cabelos, seus olhos se arregalando a cada palavra suja. Mas por baixo do choque e vergonha, Eduarda detectou um brilho inconfundível de curiosidade e excitação. Larissa poderia protestar, mas seu corpo a trairia.
Eduarda riu, um som baixo e gutural. "Oh, Larissa. Sempre tão inocente."
Ela coloca um dedo sob o queixo de Larissa, levantando seu rosto até que seus olhos se encontrem. Os olhos de Larissa estão arregalados, as pupilas dilatadas com uma mistura de medo e excitação.
— Eu quero te ensinar sobre prazer que uma garota pode ter, melhor que é direito dela ter. Coisas que garotas boazinhas como você não deveriam saber." A voz de Eduarda é um ronronar sedutor.
— Eu... eu não entendo... — Larissa gagueja, seu rosto corando.
Eduarda desliza a mão pela coxa de Larissa, levantando lentamente sua saia. Larissa ofega, seu corpo tremendo sob o toque ousado.
— Deixe-me mostrar a você — Eduarda sussurra no ouvido dela — Deixe-me iniciá-la nos segredos sombrios da luxúria.
Eduarda pressionou seus lábios contra os de Larissa em um beijo exigente. Larissa ficou tensa inicialmente, mas logo se rendeu ao beijo, entreabrindo os lábios e permitindo que a língua de Eduarda deslizasse para dentro.
Eduarda explorou a boca de Larissa lentamente, saboreando sua doçura. Suas mãos vagavam pelo corpo esguio de Larissa, moldando suas curvas sutis. Larissa gemeu baixinho, derretendo sob o toque habilidoso. Interrompendo o beijo, Eduarda olhou nos olhos nebulosos de Larissa.
— Você gosta disso? — ela perguntou com voz rouca — Gosta do jeito que eu te toco?
Larissa corou profundamente, mas assentiu — S-sim... — ela sussurrou, mordendo o lábio.
— Quer que eu continue? Que eu te mostre mais? — Eduarda provocou, seus dedos brincando com o decote da blusa de Larissa.
— Por favor... — Larissa implorou, arqueando as costas.
— Diga que você é minha — Eduarda comandou — Diga que eu posso fazer o que quiser com você de corpo e alma.
Larissa hesitou por um momento, um lampejo de incerteza em seus olhos. Mas o desejo rapidamente tomou conta, nublando seu julgamento.
— Sim, eu sou sua — Larissa suspirou, se rendendo completamente. — Faça o que quiser comigo.
Eduarda sorriu triunfante. Ela tinha Larissa exatamente onde queria. Lentamente, começou a desabotoar a blusa recatada de Larissa, revelando a pele cremosa por baixo. Larissa estremeceu quando o ar frio tocou sua pele aquecida.
— Você é tão linda — Eduarda murmurou, traçando a curva dos seios de Larissa com um dedo. Larissa gemeu, seus mamilos enrijecendo sob o sutiã simples de algodão.
Eduarda se inclinou e pressionou beijos suaves ao longo da clavícula de Larissa, subindo por seu pescoço esguio. Larissa inclinou a cabeça para trás, dando a Eduarda mais acesso. A loira mordiscou e chupou a pele sensível, marcando Larissa como sua.
Enquanto sua boca explorava, as mãos de Eduarda acariciavam as coxas de Larissa por baixo da saia. Ela traçou a borda das meias sete-oitavos, sentindo Larissa se contorcer sob seu toque. Lentamente, Eduarda deslizou a mão entre as pernas de Larissa, roçando contra sua calcinha úmida.
— Já tão molhada para mim — Eduarda ronronou no ouvido de Larissa — Aposto que sua bocetinha apertada está desesperada para ser fodida, não é?
Larissa choramingou e pressionou os quadris contra a mão de Eduarda, buscando mais contato. Eduarda riu e afastou a mão, fazendo Larissa gemer de frustração.
— Paciência, meu amor — Eduarda repreendeu — Temos a noite toda pela frente.
Eduarda empurrou Larissa de costas na cama e montou em seus quadris, prendendo-a no lugar. Ela se inclinou e capturou os lábios de Larissa em outro beijo ardente, enquanto suas mãos terminavam de despir a garota submissa. Logo Larissa estava completamente nua, sua pele corada e seu peito arfando.
— Agora é minha vez de brincar — Eduarda declarou com um brilho malicioso nos olhos.
Ela se deslizou pelo corpo trêmulo de Larissa, sua intimidade se esfregando no abdome da outra garota, com uma perna de cada lado do corpo ela deixava sua vítima presa e sem defesas.
Larissa arfava e gemia enquanto Eduarda explorava cada centímetro de seu corpo com lábios e língua habilidosos. A boca quente de Eduarda deixou um rastro de fogo na pele de Larissa, acendendo uma necessidade desesperada em seu núcleo.
— Por favor... — Larissa implorou, arqueando os quadris.Enquanto Eduarda sorriu contra a pele de Larissa.
— Por favor o quê? Diga-me o que você quer.
— Toque-me — Larissa sussurrou, corando com suas próprias palavras ousadas. — Eu preciso que você toque a minha parte mais intima.
Eduarda deslizou a mão direita entre as pernas de Larissa, roçando seus dedos contra as dobras encharcadas. Larissa choramingou e se contorceu, buscando mais contato.
— Sua bocetinha está pingando — Eduarda provocou, circulando lentamente o clitóris inchado de Larissa — Tão desesperada para ser fodida, não é?
— Nãoo! — Larissa gritou quando Eduarda deslizou dois dedos sobre a vagina dela — Ah!
Eduarda começou a bombear os dedos para para cima e para baixo, estimulando o clítoris e fodendo Larissa em um ritmo implacável.
— Não pare — Larissa implorou, cavalgando a mão de Eduarda — Estou tão perto!
Eduarda acelerou seus movimentos, levando Larissa cada vez mais alto. Com a outra mão, a esquerda, ela acariciou e beliscou os mamilos endurecidos de Larissa, adicionando outra camada de prazer.
— Você quer gozar Larissa? — perguntou Eduarda sorrindo maliciosamente.
— Sim… — foi a resposta timida da garota.
— Você só vai gozar quando eu deixar — falou Eduarda
Eduarda ficou subitamente excitada conforme as palavras demoniacas surgiram na sua mente pervertida — Antes disso, quero que se entregue a mim. Fale que se entrega a mim de corpo, mente e alma.
— Quero que você seja minha para sempre — Eduarda sussurrou, aumentando o ritmo de seus dedos dentro de Larissa
— Diga que você se entrega a mim completamente.
Larissa gemia e se contorcia de prazer, sua mente nublada pela necessidade avassaladora de gozar. Ela sabia que deveria resistir, que isso era errado, mas era tarde demais. Eduarda a tinha em suas mãos, literal e figurativamente.
— Eu me entrego a você — Larissa arfou, fechando os olhos com força — De corpo, mente e alma. Sou sua, somente sua.
Eduarda sorriu vitoriosa sentia como se tivesse ganho poderes sobre a garota. Ela tinha conquistado não apenas o corpo de Larissa, mas seu coração e mente também. A garota tímida e reprimida agora era sua escrava sexual obediente, pronta para realizar todos os seus desejos depravados.
— Muito bem — Eduarda ronronou — Agora você pode gozar para mim.
Ela pressionou o ponto G de Larissa e esfregou seu clitóris furiosamente. Larissa gritou, seu corpo inteiro tremendo com a força de seu orgasmo. Ondas de êxtase a atravessaram enquanto ela se desmanchava nos braços de Eduarda.
Eduarda continuou estimulando Larissa durante todo o orgasmo, prolongando seu prazer ao máximo. Somente quando Larissa implorou por misericórdia, exausta e sensível, foi que Eduarda retirou os dedos encharcados.
— Você foi perfeita — Eduarda elogiou, beijando Larissa languidamente — Mas isso foi só o começo. Ainda tenho muito a te ensinar.
Larissa assentiu atordoada, se entregando completamente à sua nova mestra. Não havia volta agora. Ela pertencia a Eduarda, para usar e abusar como quisesse. E parte dela ansiava desesperadamente por mais.
***
Eduarda puxou Larissa para um beijo profundo e possessivo, saboreando o gosto de sua submissão. Ela mal podia esperar para mergulhar ainda mais fundo na depravação com sua nova conquista.
Eduarda tomou mais um gole de vinho, admirando Larissa entorpecida em sua cama. A visão da garota exausta e saciada, com as pernas trêmulas abertas, fez um calor familiar se espalhar pelo baixo ventre de Eduarda. Mas ela ainda não havia terminado de brincar.
Com um sorriso malicioso, Eduarda abriu a gaveta do criado-mudo e pegou um dildo duplo, grosso e realista. Ela o levou até sua boceta encharcada, usando os próprios fluidos abundantes para lubrificar o brinquedo obsceno.
Eduarda sentiu seu corpo arder em desejo ao imaginar quão depravados e sujos eram os fluidos que escorriam de sua vagina promíscua. Ela sabia que sua vagina estava repleta de germes e bactérias de todas as suas aventuras sexuais sórdidas. A garota passou os dedos lentamente pela virilha, sentindo a umidade pegajosa se acumular. Um sorriso malicioso surgiu em seus lábios enquanto ela levava os dedos melados até o nariz, inalando o aroma almiscarado de sua excitação. O cheiro fez sua boceta latejar e sua respiração acelerar. Ela era uma vadia imunda e amava cada segundo disso.
Larissa observou com olhos arregalados enquanto Eduarda deslizava lentamente o dildo para dentro de sua vagina experiente, gemendo baixinho com a sensação de ser preenchida. Após algumas estocadas superficiais, Eduarda retirou o brinquedo, agora brilhando com sua excitação viscosa.
Abra bem as pernas para mim, putinha — Eduarda ordenou, se ajoelhando entre as coxas trêmulas de Larissa. Era só imaginar que iria colocar toda aquela carga que tinha em seus fluidos para dentro da vagina pura de Larissa que ela sentia que iria gozar.
Larissa obedeceu sem hesitar, expondo sua boceta rosada e inchada, ainda sensível do orgasmo recente. Eduarda posicionou a outra ponta do dildo na entrada virginal de Larissa, esfregando a glande de borracha contra seu clitóris latejante.
— Por favor... — Larissa choramingou, rebolando os quadris em busca de mais contato.
— Por favor o quê? Diga-me o que você quer — provocou Eduarda, circulando a entrada apertada de Larissa com o brinquedo escorregadio.
— Me fode! Preciso sentir isso dentro de mim! — Larissa implorou, jogando a cabeça para trás em desespero.
Satisfeita, Eduarda começou a pressionar lentamente o dildo grosso para dentro da boceta de Larissa, esticando-a deliciosamente. Larissa gritou, suas paredes internas se contraindo ao redor da intrusão. Eduarda continuou avançando implacavelmente até que o brinquedo encostase no hímen da outra garota.
Um gemido escapou dos lábios de Larissa quando sentiu algo se romper dentro dela. Uma dor aguda foi seguida por uma sensação morna e úmida entre suas pernas. Olhando para baixo, ela viu um filete de sangue escorrendo de sua buceta recém-deflorada, manchando o lençol branco com pequenas gotas vermelhas.
O contraste entre o prazer crescente e a visão de seu sangue virginal a excitou ainda mais. Larissa arqueou as costas, implorando a Eduarda para ir mais fundo, mais rápido, querendo sentir cada sensação desta nova experiência.
— Tão apertada — Eduarda gemeu, retirando o dildo quase completamente antes de enterrá-lo novamente com força.
Larissa estremeceu de prazer enquanto Eduarda deslizava o dildo suavemente pela sua entrada úmida. Os fluidos quentes de Eduarda escorriam pelo brinquedo, misturando-se com a própria excitação de Larissa. Ela sentiu um arrepio percorrer sua espinha, seu corpo ansiando por mais.
Larissa gritou de prazer e dor, suas unhas cravando nos lençóis. Eduarda estabeleceu um ritmo intenso, fodendo Larissa profundamente
— Você sempre gostou de garotas, não é? — ela sussurrou Eduarda, deitando-se sobre Larissa como uma leoa sobre a gazela que acabou de abater. Larissa estremeceu ao toque, incapaz de negar a eletricidade que percorria seu corpo.
— Eu... eu não sei... — Larissa gaguejou, mas seu corpo a traía. Seus mamilos endureceram visivelmente sob a blusa fina, e ela inconscientemente pressionou as coxas juntas.
Eduarda sorriu maliciosamente — Deixe-me mostrar o que você está perdendo — Ela debruçou-se sobre Larissa, pressionando seus corpos juntos, então levantou sua blusa e sutiã. Os mamilos das duas se tocavam, com os piercings em argola de Eduarda estimulando os mamilos de Larissa.
Seus lábios se encontraram em um beijo apaixonado, línguas dançando enquanto anos de desejo reprimido finalmente encontravam liberdade.
— Relaxe, querida. Vou te fazer sentir coisas que você nunca imaginou — Eduarda sussurrou. Ela se levantou deixando Larissa confusa, Eduarda abriu o armario e parecia procurar algo lá. Ela voltou com lubrificante e um dildo duplo acoplado a um cinto, muito mais longo e grosso que o anterior, fazendo os olhos de Larissa se arregalarem.
Eduarda se despiu e depois posicionou entre as pernas de Larissa. Ela derramou o lubrificante nos seios e vagina de Larissa, que causou uma sensação de frio e calor ao mesmo tempo. Depois Eduarda passou lubrificante no dildo e inseriu a ponta do brinquedo contra a entrada úmida da garota. Larissa gemeu baixinho, seu corpo queria se afastar, mas ela ansiava por isso, então ela se estendeu em direção ao dildo.
— Respire fundo — Eduarda instruiu, antes de empurrar o dildo lentamente para dentro de Larissa. A garota arquejou, sentindo uma pontada de dor misturada ao prazer intenso. Eduarda inseriu a outra extremidade em si mesma, começando a movimentar os quadris.
Conforme Eduarda metia em sua boceta, Larissa não conseguia desviar o olhar do corpo escultural à sua frente. Seus olhos percorriam as curvas sensuais de Eduarda, admirando cada tatuagem que adornava sua pele. O dragão que serpenteava da coxa até o abdome parecia ganhar vida com os movimentos de Eduarda.
A excitação de Larissa crescia a cada segundo. Seu coração acelerava, sua respiração ficava mais pesada. Ela sentia sua intimidade latejar de desejo, ansiando para ser preenchida, ansiando por ser igual a ela. As mãos de Larissa agarravam os lençóis com força, seu corpo arqueando involuntariamente em direção ao toque de Eduarda.
Enquanto observava o rosto de prazer de Eduarda, Larissa se perguntava como alguém que parecia tão inocente na igreja podia ser tão sensual e experiente na cama. Essa dualidade apenas aumentava seu desejo, fazendo-a querer se entregar completamente aos prazeres que Eduarda prometia.
As carícias se tornaram mais ousadas, Eduarda explorando os seios de Larissa com toques firmes que a fizeram arquear as costas. Seus corpos se moviam em sincronia, pele contra pele, o calor entre elas aumentando. Gemidos baixos preenchiam a sala conforme o prazer crescia.
Gradualmente, a paixão foi aumentando. Os beijos tornaram-se mais profundos e urgentes. As mãos de Eduarda deslizaram pelo corpo de Larissa, provocando arrepios. Seus quadris começaram a se mover em um ritmo mais intenso.
Logo, a atmosfera doce deu lugar a algo mais selvagem. Eduarda agarrou os cabelos de Larissa, puxando sua cabeça para trás enquanto atacava seu pescoço com beijos e mordidas. Larissa arqueou as costas, gemendo alto de prazer.
O quarto agora ecoava com sons de êxtase crescente. Seus corpos se chocavam freneticamente, cobertos de suor. Eduarda observava com olhos famintos o rosto de Larissa contorcido em agonia deliciosa.
O prazer atingiu níveis insuportáveis. Larissa cravou as unhas nas costas de Eduarda, gritando seu nome. Eduarda respondeu com um rosnado animalesco. Seus corpos tremiam violentamente enquanto ondas de prazer as consumiam.
Finalmente, ambas atingiram o clímax em um grito uníssono de êxtase puro e selvagem que pareceu sacudir as próprias paredes.
Ofegantes ficaram descansando abraçadas por uma hora ou mais. Eduarda então sorriu para Larissa.
— Isso é apenas o começo, minha querida. Tenho muito mais para te profanar
— E agora? — Larissa perguntou ofegante, seu corpo ainda tremendo com os espasmos do orgasmo.
***
— Shh — Eduarda sussurrou — Relaxe. Vai ficar melhor.
Eduarda sorriu, satisfeita em ver sua nova pupila se entregando completamente ao prazer. Ela sabia que Larissa estava pronta para ser corrompida totalmente.
Larissa começou a notar as mudanças sutis em seu corpo. Suas curvas se acentuaram, como se respondessem ao despertar de sua sensualidade. Seus mamilos ficaram mais proeminentes, reagindo ao menor toque ou brisa. Ela passou horas na frente do espelho, explorando seu novo corpo com curiosidade e excitação.
Eduarda a ensinou a se maquiar, realçando seus lábios carnudos e olhos azuis penetrantes. Larissa praticava seu olhar sedutor, deixando a franja cair estrategicamente sobre um dos olhos. Suas roupas ficaram mais justas e reveladoras, mas ainda mantendo uma aparência inocente para não levantar suspeitas.
Durante a semana seguinte. À noite, Larissa se encontrava secretamente com Eduarda. Elas exploravam o prazer mútuo, com Eduarda guiando Larissa através de novas experiências eróticas. Larissa aprendeu a usar sua língua e dedos para dar e receber prazer, seus gemidos abafados ecoando no quarto escuro.
***
No final de semana seguinte Larissa ajeitou os óculos de armação grossa e sorriu timidamente para seus pais antes de sair para a "noite de estudos" com Eduarda. Mal sabiam eles que, assim que a porta se fechou, ela tirou os óculos, soltou os cabelos e revelou uma blusa decotada sob o casaco recatado.
No carro, Eduarda a aguardava com um sorriso malicioso — Pronta para sua iniciação, santinha?
O Clube do Porão pulsava com música eletrônica quando elas chegaram. Larissa hesitou na entrada, mas Eduarda a puxou para dentro. O ar estava carregado de fumaça e feromônios. Corpos se moviam na pista de dança em um ritmo hipnótico.
— Primeira vez aqui, boneca — era um homem alto e musculoso se aproximou, seus olhos percorrendo o corpo de Larissa com evidente interesse .
— S-sim... — respondeu timidamente, estremecendo ao seu toque.
— Não se preocupe, vou cuidar bem de você — ele sorriu, puxando-a para um beijo ardente.
Larissa corou, mas Eduarda a empurrou em direção a ele — Vai lá, aproveita. É para isso que viemos.
Com as mãos trêmulas, Larissa deixou que o estranho a conduzisse para um dos quartos privados. Seu coração disparou quando ele a pressionou contra a parede, suas mãos experientes explorando seu corpo virgem.
Larissa se ajoelhou lentamente, guiada pela grande mão do homem em sua nuca, seu coração acelerado com uma mistura de nervosismo e excitação. Quando ele expôs seu membro rígido, ela hesitou por um momento, lembrando-se das práticas com o dildo de Eduarda. Mas isso era diferente - era real, pulsante, vivo.
Timidamente, ela aproximou os lábios da glande, sentindo o calor emanando dele. O aroma almiscarado e masculino invadiu suas narinas, despertando algo primitivo dentro dela. Instintivamente, sua língua deslizou pela extensão, provando o gosto salgado e levemente amargo da pele.
Para sua surpresa, Larissa descobriu que adorava aquela sensação. O sabor era intoxicante, fazendo-a querer mais. Ela envolveu os lábios ao redor dele, sugando suavemente enquanto explorava cada centímetro com a língua. O odor másculo a deixava tonta de prazer.
Quando finalmente ele chegou ao clímax, Larissa não estava preparada para a explosão de sabor em sua boca. O gosto da porra era forte, salgado e levemente adocicado ao mesmo tempo. Ela engoliu avidamente, saboreando cada gota como se fosse o néctar mais delicioso que já provara.
Naquele momento, Larissa percebeu que havia encontrado um novo vício. O sabor e o cheiro daquele homem haviam despertado algo dentro dela que não poderia mais ser contido.
O homem se recuperou rápido excitado pela beleza e sensação de inocência corrompida de Larissa. Ele arroncou a calcinha dela, subiu sua saia e a ergueu, pressionando-a contra a parede fria. Larissa envolveu as pernas ao redor de sua cintura, sentindo cada centímetro dele deslizar para dentro dela. Seus gemidos ecoavam pelo quarto enquanto ele a estocava com força, fazendo seu corpo tremer de êxtase.
— Mais... mais forte! — ela implorou, perdida em sensações que nunca experimentara antes.
Atendendo seu pedido, ele a carregou para a cama, virando-a de quatro. Larissa arqueou as costas, oferecendo-se completamente. Ele agarrou seus quadris e voltou a penetrá-la vigorosamente, arrancando gritos de prazer a cada investida.
— Isso, sua vadia safada — ele grunhiu, enterrando-se nela com força — É disso que você gosta, não é?
— Sim, sim! — Larissa gemeu, empurrando-se contra ele — Me fode mais forte!
Ele aumentou o ritmo, suas mãos apertando a carne macia dos quadris dela — Putinha insaciável. Olha como você rebola nesse pau.
— Ahhh, eu sou sua putinha! — ela gritou em êxtase — Me usa, me come todinha!
Ele deu um tapa estalado na bunda dela — Vou te arrebentar, sua vagabunda. É pra isso que você serve.
— Sim, me chama de vagabunda! Eu adoro! — Larissa sentiu uma onda de prazer percorrer seu corpo a cada palavra suja.
— Vagabunda, vadia, puta... você adora ser tratada que nem lixo, né? — Ele puxou os cabelos dela, forçando-a a arquear ainda mais as costas.
— Aaahhhh, siimmm! — ela uivou, sentindo-se à beira do orgasmo — Eu sou sua puta! Sua vadia! Me usa!
Ele continuou martelando-a impiedosamente, xingando-a e degradando-a, enquanto Larissa se contorcia de prazer, completamente entregue à luxúria que a consumia.
Sentindo o clímax se aproximar, ele saiu de dentro dela e a virou de frente. Com algumas estocadas rápidas em sua própria mão, ele gozou sobre o rosto de Larissa. Ela fechou os olhos, sentindo o líquido quente espalhar-se por sua face.
Ofegante, Larissa passou os dedos pelo rosto, recolhendo o sêmen. Então, com um sorriso malicioso, levou os dedos à boca e os lambeu lentamente, saboreando cada gota.
Quase uma hora depois de sair Larissa emergiu do quarto com as pernas bambas e um sorriso satisfeito nos lábios. Junto a cintura de sua saia varias notas de 50 e 100 estavam presas bançando. Eduarda a esperava com uma taça de champanhe — E aí, gostou da sua primeira vez no clube?
Larissa apenas riu, saboreando o gosto da liberdade recém-descoberta. A garota certinha havia ficado para trás, e uma nova Larissa nascera naquela noite.
***
Apesar de manter sua aparência angelical - longos cabelos negros, olhos azuis inocentes - por dentro Larissa fervia de luxúria. Ela começou a usar lingeries sensuais por baixo das roupas conservadoras, sentindo-se poderosa com seu segredo. À noite, ela se encontrava secretamente com Eduarda e outros membros do Clube do Porão, entregando-se a orgias e fetiches cada vez mais ousados.
Larissa descobriu que adorava ser dominada, implorando por palmadas enquanto era penetrada por vários homens ao mesmo tempo. Ela se imaginava seduzindo outras garotas inocentes da igreja, corrompendo-as assim como havia sido corrompida. Seu corpo respondia instantaneamente ao toque, sempre pronto para o prazer.
Aos olhos do mundo, Larissa continuava a doce menina do pastor. Mas agora ela era uma verdadeira devassa, insaciável em sua busca por novas experiências sexuais. E ela adorava cada momento dessa nova vida pecaminosa.