Noite do dia 25, depois da ceia de Natal. A chácara estava quente, todo mundo já bem alto de cerveja, caipirinha e alguns baseados que Gui tinha trazido. A música eletrônica tocava baixa no som da varanda, luzes coloridas piscando. Eu tentava ficar de olho na Larissa, mas o álcool deixava tudo mais lento.
Foi quando vi: Larissa dançando com meu pai. Colados. Muito colados. Ela de short jeans curto e cropped branco, ele só de bermuda de tactel preta. As mãos grandes dele seguravam a cintura larga dela, descendo devagar até quase a bunda. Larissa tinha os braços em volta do pescoço dele, rebolando devagar, esfregando a barriga na dele. Eu reparei claramente no volume grosso marcando a bermuda do meu pai — o pau dele estava semi-duro, empurrando o tecido, roçando na coxa dela a cada movimento. Larissa mordia o lábio, olhos semicerrados, sorrindo de um jeito que eu nunca tinha visto.
Por volta das 23:30h, Gui me chamou pra ajudar a trazer mais gelo da cozinha. Quando voltei pra varanda, Larissa e Kiara tinham sumido.
Procurei pela casa toda. Nada. Fui até o quintal dos fundos, perto do pomar. Foi ali que encontrei Kiara encostada numa árvore, só de biquíni verde, o top já meio solto.
— Procurando alguém, maninho? — ela perguntou com aquela voz manhosa, chegando perto.
Antes que eu respondesse, ela me empurrou contra a árvore, colou o corpo no meu e enfiou a mão dentro da minha bermuda. Segurou meu pau já meio duro e começou a bater uma devagar, apertando a cabeça.
— Você viu a gente na cachoeira… e eu vi você gozando escondido — sussurrou no meu ouvido. — Relaxa, sua namoradinha está sendo bem tratada.
Ela se ajoelhou, puxou minha bermuda pra baixo e meteu meu pau inteiro na boca de uma vez. Boquete babado, barulhento, saliva escorrendo pelo queixo, chupando forte, lambendo as bolas, olhando pra cima com aqueles olhos pidões. Eu segurei a cabeça dela e meti na garganta dela até gozar forte, enchendo sua boca de porra. Kiara engoliu tudo, limpou o canto da boca com o dedo e lambeu.
— Vai pro seu quarto agora, André. Descansa um pouco… você vai precisar.
Voltei pro quarto zonzo, deitei na cama e apaguei uns 20 minutos.
Acordei com Caroline sentada na beira da cama, só de baby doll transparente preto, os mamilos pequenos marcando o tecido. Ela segurava o celular do meu pai na mão.
— Acorda, amor… tem uma coisa que você precisa ver — disse com voz rouca, me entregando o telefone.
O vídeo tinha 51 minutos. Começava com Kiara e Larissa no quarto dos fundos.
Kiara sussurrando no ouvido de Larissa, mão subindo pela coxa grossa dela. Larissa ria nervosa, vermelha. Kiara beijou o pescoço dela, depois a boca — um beijo molhado, línguas se enrolando. Larissa resistiu pouco. Logo Kiara já tinha a mão dentro do short de Larissa, dedando ela devagar, dois dedos entrando e saindo da bucetinha depilada enquanto sussurrava:
— Você quer o pau do meu pai, né safada? Eu vi como você olha pra ele…
Larissa gemia baixinho, pernas abertas, rebolando nos dedos da Kiara. Gozou tremendo, molhando a mão da minha irmã.
— quero, eu quero aquele pau na minha buceta!
Foi aí que a porta abriu. Meu pai entrou junto com Caroline. Kiara deu um sorriso safado, tirou os dedos da buceta de Larissa e saiu do quarto, fechando a porta.
Larissa ficou ali, ofegante, short abaixado, buceta brilhando de tesão. Meu pai tirou a bermuda, o pau grosso já duro. Caroline posicionou o celular e começou a gravar de perto.
— Vem cá, minha nora… — disse meu pai com voz grave.
Larissa hesitou só um segundo. Depois se ajoelhou, segurou o pau do sogro com as duas mãos e começou a chupar. Caroline filmava tudo: Larissa mamando o pau grosso, babando, engasgando quando ele segurava a cabeça cacheada dela e metia na garganta.
Depois ele deitou Larissa na cama, abriu aquelas coxas grossas e meteu devagar no começo, depois com força. A câmera pegava tudo: o pau entrando e saindo da buceta apertada dela, as estocadas fundas, Larissa gemendo alto:
— Ai papai… mais fundo… caralho, é tão grosso!
Meu pai fodia ela de quatro, puxando o cabelo, batendo forte na bunda grande. Depois de lado, depois por cima, segurando os seios pequenos dela. No final, ele gozou dentro dela. Larissa teve um orgasmo intenso no exato momento em que sentiu os jatos quentes enchendo sua buceta: seu corpo inteiro tremeu violentamente, as coxas grossas apertaram com força a cintura do sogro, os dedos cravaram nas costas dele, a boca abriu num gemido longo e agudo, os olhos reviraram e ela gritou “ai papai, tô gozando no seu pau!” enquanto sua buceta pulsava e ordenhava cada gota de porra. O prazer no rosto dela era claro — bochechas vermelhas, respiração entrecortada, um sorriso de puro êxtase enquanto sentia o creampie quente escorrendo dela.
Enquanto eu assistia o vídeo, Caroline tinha puxado minha bermuda pra baixo e estava chupando meu pau devagar, olhando pra mim.
— Olha como sua namoradinha geme gostoso pro seu pai… — murmurava entre lambidas. — Tá vendo? Ela adora ser putinha do sogro. Quer ser iniciada na família… quer virar nossa cadelinha também. Você vai deixar, né André?
Ela acelerou o boquete, babando bastante, garganta apertando a cabeça do meu pau enquanto a língua massageava a parte de baixo. Eu apenas balancei a cabeça positivamente para sua pergunta e no momento em que o vídeo mostrava Larissa gozando no creampie, Caroline enfiou meu pau até o fundo da garganta e engoliu. Meu orgasmo veio violento: senti um calor subindo pela coluna, as bolas contraíram com força, e eu explodi em jatos grossos e longos direto na garganta dela. Meu corpo inteiro convulsionou, as pernas tremeram, eu gemi alto enquanto Caroline engolia tudo sem desperdiçar uma gota, os olhos azuis fixos nos meus, sugando até a última pulsada.
Continua...