Meu chefe

Um conto erótico de Ju
Categoria: Heterossexual
Contém 1063 palavras
Data: 04/01/2026 05:34:37

Senti o olhar dele em mim, atento, avaliando cada detalhe, cada fato que eu não consegui esconder. O silêncio era pesado, carregado, provocante, cheio de coisas proibidas que ainda não estavam acontecendo — e por isso mesmo eram irresistíveis.

Estávamos sozinhos no escritório vazio, depois do expediente, onde ninguém deveria nos ver, mas o risco de sermos descobertos só tornava tudo mais intenso, mais errado.

Thiago se mudou mais uma vez, agora atrás de mim, tão perto que eu senti o calor dele sem precisar de toque algum. Seu corpo pressionava sutilmente contra o meu, e eu podia sentir o contorno duro dele através das roupas, um segredo que queimava entre nós.

— Ainda está comigo? — ele murmurou, a voz rouca, como se estivesse contendo um desejo selvagem.

Sorri, sabia exatamente o jogo proibido que estávamos jogando. Ele era meu chefe, e isso tornava cada olhar, cada palavra, uma traição deliciosa ao mundo lá fora.

— Desde o começo — respondi, minha voz saindo mais baixa, mais ofegante do que eu pretendi.

E dessa vez, ele não respondeu. Apenas deixou o silêncio prometer o que viria depois: toques roubados, gemidos abafados, o prazer ilícito de nos entregarmos ali, onde qualquer um pudesse entrar.

O silêncio atrás de mim era calculado. Thiago não tocava, e ainda assim eu sentia cada centímetro da presença dele como se fosse pele contra pele, nua e exposta. Meu coração acelerava, e eu sentia um calor úmido se espalhando entre minhas pernas, uma antecipação proibida que me fizesse tremer.

— Você confia demais em mim — ele murmurou, tão perto que a voz parecia deslizar pela minha nuca, enviando arrepios elétricos direto para meus mamilos, que resistiram contra o tecido fino da blusa.

Fechei os olhos por um instante. Não por fraqueza. Por escolha. Por desejo de mim render ao que era errado, ao que nos fariam pecadores nessa dança erótica.

— Ou talvez eu goste de não saber o que você vai fazer — respondi, respiração se tornando irregular, traidora.

Ele soltou uma risada baixa, contida. Daquelas que não pedem permissão, que ecoam como um convite para o pecado.

— Mentira — disse. — Você exatamente gosta porque sabe que eu vou te provocar antes. Vou te fazer implorar por mais, aqui mesmo, no meu escritório, onde o mundo inteiro poderia nos julgar.

Senti o peso do olhar dele percorrendo meu corpo lentamente, sem pressa, como se cada segundo fosse parte do jogo. Quando a mão dele voltou à minha cintura, foi firme. Decidida. Não para avançar — para presença marcar, deslizando para baixo, roçando a curva do meu quadril, prometendo explorar mais, mais fundo.

Meu corpo reagiu outra vez, e dessa vez ele viu. Meus quadris se arquearam suavemente contra ele, buscando fricção, e eu mordi os lábios para conter um gemido.

— Olha só — ele comentou, satisfeito, a voz grossa de desejo. — Ainda nem comecei. Mas você já está molhado para mim, não está? Pronta para eu te foder contra essa mesa, sem piedade, sem arrependimentos.

Virei o rosto o suficiente para que ele visse meu sorriso. Não era inocente. Nunca foi. Era faminto, solicitando, implorando por mais dessa loucura proibida.

— Então para de me testar — sussurrei, minha mão alcançando para trás, roçando a ereção dele através da calça, sentindo-o pulsar, duro e urgente. — Ou vai acabar perdendo o controle e eu tomando aqui, agora, como a vadia que eu sou para você.

Ele se inclinou, os lábios próximos demais do meu ouvido, a respiração quente, deliberada, lambendo levemente o lóbulo, enviando ondas de prazer direto para meu clitóris latejante.

— Eu não perco — respondeu, a mão deslizando para frente, mergulhando sob minha saia, dedos habilidosos encontrando o calor úmido entre minhas coxas, provocando, circulando sem penetrar ainda. — Eu faço você esquecer que tinha algum. Esqueça tudo, exceto quanto você quer ser fodido por mim, proibido e selvagem.

O arrepio veio inteiro, sem aviso, meu corpo se rendendo ao toque, aos lábios dele agora na minha nuca, mordiscando, sugando, marcando-me como sua. E o pior de tudo? Eu queria exatamente isso. Queria ser sua amante secreta, sua escrava erótica, perdida nesse prazer ilícito que nos consumia.

De repente, o controle que ele tanto se gabava de ter se rompeu. Com um grunhido baixo, Thiago me virou de frente para ele, os olhos escuros de fome, e me empurrou contra a mesa. Papéis voaram, mas não importava — o mundo lá fora não existia mais. Ele arrancou minha blusa com urgência, expondo meus seios, e tomou um mamilo na boca, sugando forte, enquanto sua mão livre subia minha saia, rasgando a calcinha fina em um gesto possessivo.

— Você é minha — ele rosnou, os dedos mergulhando dentro de mim, curvando-se para encontrar aquele ponto que me fazia arquejar, o interesse é direcionado ao meu clitóris inchado. — Minha vadia proibida, implorando por isso no meu escritório.

Eu gemi alto, sem me importar se alguém ouviusse, minhas unhas cravando nas costas dele, puxando-o mais perto. Ele me estendeu na mesa, abrindo as pernas, e se posicionou entre elas, a ereção liberada da calça roçando minha entrada molhada. Com um impulso forte, ele me penetrou, preenchendo-me completamente, o ritmo selvagem, cada estocada mais profunda, mais proibida, ecoando o risco de sermos pegos.

— Mais... Thiago, por favor — implorei, minhas pernas envolvendo sua cintura, o prazer construindo como uma onda, o corpo dele batendo contra o meu, suor misturando-se, gemidos abafados em beijos vorazes.

Ele acelerou, uma mão no meu pescoço, apertando levemente, controlando, enquanto a outra brincava com meu clitóris, levando-me ao limite. O orgasmo veio como uma explosão, meu corpo convulsionando ao redor dele, gritando seu nome em êxtase proibida. Ele alcançou logo depois, derramando-se dentro de mim com um rugido contido, colapsando sobre mim, nossos corpos entrelaçados em segredo.

No silêncio pós-clímax, com o coração ainda acelerado, ele me olhou, um sorriso malicioso nos lábios.

— Ainda está comigo? — murmurou, ecoando suas palavras iniciais.

Sorri, exausta e satisfeita, sabendo que isso era apenas o começo de nossa dança erótica e perigosa.

— Sempre — respondi, selando com um beijo que prometia mais noites roubadas, mais pecados deliciosos.

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Espero que tenham gostado do conto, amores. 💋

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