Casada, aprendi a ser safada.

Um conto erótico de Gerluce (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 6474 palavras
Data: 25/01/2026 14:31:49
Última revisão: 25/01/2026 16:49:03

Sou a Gerluce, tenho 24 anos, morena, cabelos castanhos compridos, até abaixo dos ombros, tenho olhar esperto e bem vivo, seios pequenos mas bem firmes, coxas grossas, bumbum saliente e gostoso. Sou casada, bem-casada, e vivo há 4 anos, muito bem, com meu marido, o Milson, que tem 36 anos. Ainda não temos filhos.

Vou contar como foi que eu aprendi a ser uma mulher casada muito safada, e como acabei fazendo meu marido de meu corno.

[Nota do Autor] – Eu devia a versão desta história faz muito tempo. Um conto antigo de 2006. Comecei e tive que interromper, esqueci, e depois, nunca mais conseguia terminar. Finalmente agora está pronto. Espero que gostem.

Sou secretária da diretoria em uma empresa que era Estatal, mas foi privatizada. Meu marido, o Milson, trabalha como gerente de uma outra empresa regional. Financeiramente, vivemos confortáveis. Afetivamente também nós nos amamos muito, e hoje nos damos muito melhor do que antes.

Como parceiro sexual, o meu marido é fraquinho. Foi meu primeiro homem, nos casamos logo, e nessa época eu ainda não havia conhecido as delícias do sexo pleno, intenso e prolongado. Mas, logo fui aprendendo a gostar de sexo cada vez mais, queria mais, mas ele nunca foi um homem muito bom de foda. Dava uma, não demorava muito, e acabava dormindo. Eu cobrava muita atenção dele, ele sempre muito consumido pelas atividades com o trabalho, me deixava muito carente de tudo, principalmente de sexo.

Nós quase nunca saíamos para nos divertir, ele sempre focado demais no trabalho, chegava tarde, cansado, me deixando sempre em casa à espera, carente, insatisfeita. Coisa que durante o nosso primeiro ano de casamento foi motivo de brigas enormes entre nós. Eu reclamava muito da sua falta de atenção, de carinho, de sexo, coisas básicas que toda mulher quer do marido. Ele até se esforçava para me agradar, mas a responsabilidade do cargo e suas exigências o consumiam. Fui ficando cada vez mais insatisfeita.

Acredito que isso que eu passei, devem passar também muitas outras mulheres casadas. Eu não sabia o que fazer. Até que comecei a notar o interesse de um engenheiro, o Dr. Glicerio, que trabalhava na mesma empresa, ele com 34 anos, casado, bonito, charmoso e com a maior fama de garanhão. Eu, nova na empresa, só 21anos, casada há um ano e já muito carente. Ele me atraiu pela educação, e o astral sempre para cima, e sempre se fazia de muito simpático.

Com uma amiga de trabalho, também casada, de um outro setor, eu soube que além de educado e charmoso, o Dr. Glicerio era muito gostoso na cama.

Contou que ele tinha fama de garanhão bem-dotado e que já havia comido algumas das funcionárias mais gostosas da empresa. Bastou eu saber daquilo, e passei a vê-lo com outros olhos. Meu corpo formigava de desejo.

Quase naturalmente, passei a ser mais gentil, olhar mais, ser mais atenciosa e rindo com ele, que notou a minha mudança e passou também a me dar mais atenção. Meu corpo fervia de tanta vontade.

A tal amiga casada, que depois eu soube que já havia dado para ele algumas vezes, também me falou do interesse dele por mim. Bastou isso, e meu espírito safado começou a me atiçar. Eu passei a me insinuar discretamente, e logo ficamos mais próximos. Na saída do trabalho, conversávamos um bocado. Minha carência era grande, e eu precisava de um amigo, de alguém para me ouvir, e principalmente de um homem viril para me satisfazer. Ele não escondia o tesão que sentia e aquilo me deixava toda melada entre as coxas.

Deixei de usar sutiã sob as blusas do trabalho. E passei a usar saias mais curtas. Eu sabia que estava provocando, e tinha consciência de que aquilo estava acontecendo principalmente pelo descaso do meu marido para comigo. Por isso, após algumas caronas, onde nossas conversas giravam em torno dos nossos casamentos, nossa vida e interesses, eu fui me abrindo pra ele, e logo recebi o convite para ir a um barzinho.

Na primeira vez, eu fiquei insegura e não fui, mas em casa quando meu marido chegou tarde, eu contei que uns colegas tinham me chamado par ir a um barzinho, num happy-hour, e eu havia deixado de ir e mofei em casa mais de três horas, sozinha. Ele me respondeu que eu poderia ter ido, não devia perder esses momentos, pois infelizmente, ele tinha muita responsabilidade com suas funções de gerente e coordenava varias equipes.

Eu perguntei se ele achava certo uma mulher casada ir a happy-hour em barzinho com colegas de trabalho. Meu marido, na maior tranquilidade, respondeu que não via problema, era uma coisa normal que muitas pessoas fazem. Não via nada de errado. "A maldade está na mente dos outros", ele disse.

Irritada, eu respondi:

— Você sabe que os homens solteiros ficam cantando as casadas, e no ambiente corporativo existe muita traição? Não se incomoda se eu for assediada?

Ele respondeu:

— Quando me casei com uma mulher linda e deliciosa como você, tinha consciência de que iria enfrentar forte assédio da concorrência. Me preparei psicologicamente, pois você é desejada sempre, aonde quer que vá. Até estando comigo. Nada posso fazer contra isso. Não sou dono das suas ações.

A partir daquela noite eu decidi que não ia mais me sacrificar. Dois dias depois, recebi novamente o convite, que foi aceito sem a menor dúvida. Era uma sexta-feira e eu liguei para o Milson, dizendo que chegaria mais tarde, por conta de um happy-hour, uma festinha de um amigo. Ele disse que tudo bem, pois também se atrasaria em uma reunião de equipe.

Irritada, perguntei se ele não temia deixar a esposa na companhia de outros homens solteiros, numa festa, e meu marido respondeu:

— Gerluce, eu não quero manter uma esposa prisioneira na torre do castelo, com cinto de castidade, esperando o marido chegar da luta.

— Como assim? – Questionei.

Ele respondeu:

— Estamos na era moderna, e hoje, homens e mulheres não são prisioneiros só porque tem um casamento. O fato de sermos casados não me dá o direito de impedir que você se divirta na companhia de amigos ou colegas. Eu respeito a sua necessidade e individualidade. Fico contente que saiba aproveitar.

A falta de preocupação do meu marido, não demonstrando ciúme ou possessividade, me deu raiva, num primeiro momento. Eu não entendia aquilo como liberdade, mas como desinteresse. Me senti livre de qualquer culpa por alguma coisa que viesse a acontecer naquela noite. No fundo, eu já não aguentava mais de vontade de sair com o Glicerio. Estava alucinada de vontade de dar para ele, essa era a verdade. Deixei meu carro estacionado num shopping, e entrei no carro dele. Me sentia um pouco nervosa, mas os vidros escuros do carro dele me deixaram mais tranquila.

Ele me levou num barzinho bastante discreto, e pouco movimentado, para podermos conversar e trocar as primeiras carícias. Lá ele pediu duas caipiroshkas, com vodca. Ele me levou até à varanda dos fundos do bar, enrolou um “fininho” e fumou, e eu pedi pra experimentar. No início, tossi, me engasguei, mas gostei. O cheiro daquela ervinha queimando me excitava muito. Rimos da minha falta de jeito. Ele me olhava com a certeza de que iria me comer e bastava eu perceber aquilo já ficava completamente arrepiada, com o corpo fervendo de desejo.

Na terceira dose de bebida, minha timidez foi se dissolvendo, e eu já estava envolvida por ele. Trocamos um delicioso beijo, o primeiro, um pouco tímido, e no segundo nós nos entregamos completamente. Eu queria muito. Ele beijava muito bem. Descobri nessa noite como é deliciosa a sensação de fazer o jogo de sedução com um outro homem, sabendo que estava sendo adúltera, me vingando do meu marido que me ignorava, o que aumentava ainda mais a emoção.

Ele beijava super gostoso, e sua mão ousada, já foi investindo nos meus seios, me apalparam, e me deixaram bem molhada, com os toques suaves dele nos meus biquinhos.

— Que seios mais perfeitos! Sou louco por eles. – Ele murmurou.

O Glicério já fazia seu jogo de sedução, dizendo no meu ouvido que me achava um tesão, muito gostosa, que sempre tivera muito desejo por mim. Claro que aquilo deixava meu ego a mil. Mas, eu, tentando fingir resistência, falava que era casada e amava o meu marido, valorizando a minha condição. Ele falava que eu merecia experimentar um outro parceiro, para poder avaliar.

Logo depois veio o convite para irmos a um lugar mais calmo e aconchegante, e eu, já mais solta, a cabeça flutuando, concordei com um sorriso e um beijinho nos lábios.

Entramos no carro e em pouco tempo de trajeto já estávamos entrando num motel. Ele escolheu uma suíte bem sofisticada, e em pouco tempo a minha timidez foi desaparecendo. Com as nossas carícias, a minha curiosidade em conhecer outro homem era grande e meu tesão pelo Glicerio era maior ainda.

O safado era mesmo muito experiente, foi super carinhoso e me despiu com calma e classe, sempre me elogiando, e dando beijinhos em cada parte de meu corpo que ele desnudava. Ele exclamava:

— Que safadinha mais linda! Mais tesuda! Merece gozar muito!

Não demorou, e percebi que estava nua na cama enquanto ele permanecia apenas de cueca. Na hora já me senti no paraíso, nos braços daquele macho gostoso, que me olhava com desejo, me pegava de um jeito diferente, com tesão, com prazer, nunca havia me sentido tão apalpada, e acariciada. Os dedos dele me exploravam sem pudor.

Ele foi me dizendo o tempo todo ao ouvido, o quanto eu era gostosa, o quanto ele queria me comer, me possuir de todas as formas, o quanto ele me desejava, e como iria me fazer gozar. Eu, tomada de satisfação, disse que meu marido nunca havia feito daquele jeito e me tratado de forma tão sensual. Ele falou:

— Depois de hoje, você vai saber a diferença. Pode gostar do seu corno o quanto quiser, mas nunca mais vai esquecer o que é ter um amante de verdade.

Ele partiu para a ação e dedicou uma atenção especial aos meus seios pequenos e durinhos, me chupando os mamilos enquanto passava o dedo médio da mão no meu grelinho. Eu estava tão sensível e carente que já gozei assim mesmo, na mão dele. Foi muito gostoso.

Eu mal recuperei a respiração e ele já desceu para minha bocetinha, tirou minha calcinha, e mandou:

— Abre essas pernas, sua delícia. Quero sentir o gosto dessa sua frutinha.

O meu tesão foi a mil. Nossa! Como é gostoso para uma mulher, ouvir um macho de verdade mandar abrir as pernas. Eu obedeci, já me tremendo inteira, e ele me chupou como nunca fui chupada, por mais de dez minutos. Gozei duas vezes naquela boca experiente e gostosa. Ele me beijou com a boca melada e com o gosto da minha bocetinha. Aquela safadeza me deixou extasiada. Meu marido não fazia nada parecido.

A seguir, ele tirou a cueca, se ajoelhou na minha frente, e me exibiu um caralho lindo, enorme, moreno, grosso, maravilhoso. Não pude evitar a comparação, lembrei do meu marido, o cacete do meu marido era um pintinho perto daquele colosso maravilhoso. Exclamei:

— Nossa! É enorme! O do meu marido nem chega perto.

Ele sorriu e falou:

— Agora você sabe que o corno do seu marido, não poderá nunca satisfazer uma potranca como você.

De fato, meu marido não se parecia em nada com aquele macho de verdade que estava ali. Ele se aproximou, pegou minha cabeça pela nuca, e foi puxando de encontro àquele caralho lindo:

— Vem cá, minha putinha, chupa esta rola bem gostoso, chupa! Depois eu vou foder você com ela.

Para mim, nem era um convite, era uma ordem. Primeiro, eu senti o cheiro daquele cacete maravilhoso e bem duro. Era um cheiro inebriante que despertava o desejo intenso de sexo. A seguir dei uma lambida na cabeça grossa, e passei a chupar aquele pau. Eu descobri que era ainda mais gostoso do que eu imaginava, com aquele cheiro de pica gostosa de macho, me deixava alucinada. Ele me pediu para ir devagar e ter cuidado com os dentes, a minha boca conseguia engolir apenas a metade daquela delícia. Eu disse:

— Nossa! É grande! O piruzinho do meu marido eu coloco todo na boca.

Ele sorriu satisfeito, e pediu:

— Fala “seu corno”, ele não é mais apenas o seu marido, agora ele é o seu corno. E você está aprendendo a ser bem safada e bem putinha, fazendo o seu marido bonzinho de corno.

Ouvir aquilo me excitava ainda mais, me lembrava o quanto eu estava sendo adúltera e realmente independente. Era uma libertação, e uma revolução.

Eu estava com a boca cheia de pica e ainda punhetava o que sobrava também com a mão cheia. Meus dedos não davam a volta na grossura daquela rola. Passei a mamar como uma bezerrinha, fazendo o Glicerio soltar gemidos roucos de prazer.

— Mama, safada! Suga essa pica até fazer sair leitinho!

Cada gemido ou suspiro que ele soltava, era um incentivo para mim, mas ele, sendo experiente, me fez parar, me pediu para ficar deitada de pernas abertas e veio por cima de mim.

Eu me abri toda para ele que encostou a pica na minha boceta, a cabeça estava quente, e eu sentia como se estivesse dando pequeninos choques e contrações. Ele disse:

— Vai, agora pede, o que deseja.

— Vem, meu macho tesudo, soca na sua putinha! Mete esse pau mais gostoso na minha bocetinha. – Eu pedi com muita vontade, a voz chegando a falhar de desejo.

Primeiro ele esfregou a cabeça da pica na boceta, foi melecando a lubrificação, durante alguns segundos, me fazendo soltar gemidinhos, e em seguida, firmou a pica e me penetrou devagar, mas firme. A cabeça rombuda me alargou ao máximo, foi abrindo caminho, me invadindo. Eu nunca imaginei que aguentasse. Senti uma dor gostosa, interna, o pau dele era muito grosso e a minha xoxotinha não estava acostumada a tanta rola. Soltei um gritinho de prazer e ele me mandou rebolar:

— Mexe essas cadeiras, relaxa, rebola na pica do seu novo macho.

Eu nunca havia sentido uma sensação tão gostosa ao ser invadida, ele continuava forçando a pica para dentro, me atolando, até quando eu senti a cabeça do pauzão dele encostar no meu útero. Soltei uma exclamação ofegante:

— Ahhh, que caralho gostoso! Me atolou toda!

Eu me senti toda penetrada, preenchida, e ele foi metendo, firme, calmamente, o prazer de ser fodida foi aumentando, até que eu gozei. Gozei soltando um palavrão de tanto prazer que senti, e ele ficou parado em cima de mim com o pau duro todo enterrado. Eu tremia inteira, choramingava de tanto prazer, por quase um minuto, ofegante, e consegui dizer:

— Nossa! Que delícia que é gozar nessa rola! Nunca mais vou querer diferente!

Ele esperou eu me acalmar, aí disse:

— Agora sim, já se acostumou na piroca, eu vou comer você de verdade. Hoje você vai saber o que é um macho fodendo para valer!

Ele começou o vai e vem, passou a meter tudo, e retirar inteiro, ele me comia com firmeza, com força, com tesão, com gosto. Eu apenas gemia:

— Mete, isso, soca, isso, mete… ahhh, que gostoso!

Pude ver nos olhos dele o prazer que ele estava sentindo em me comer, e me senti a fêmea mais deliciosa que existe, me senti a mulher mais gostosa do mundo.

Exclamei:

— Vai, meu macho tesudo! Me come fundo, vai, mete esse cacete rombudo em mim, fode a minha bocetinha, fode a putinha casada que agora aprendeu a dar gostoso para um macho safado.

Eu estava tomada pela luxúria, senti uma forte tontura, minha vista se escureceu, tinha um calor percorrendo meu corpo, como um fogo a subir da minha boceta, e naquele momento eu tive o meu primeiro maior orgasmo completo de verdade, na pica daquele comedor. Comecei a gritar e chorar e rir, não estava entendendo nada, era um prazer inédito para mim.

O Glicério gemendo como um animal em cima de mim, socava firme e eu senti um jorro quente dentro da minha vagina e na entrada do útero. Fui inundada por golfadas de porra. Imediatamente, gozei de novo junto com ele. Depois, ficamos por meio minuto desfrutando aquela sensação de plenitude.

Antes dele sair de dentro de mim, eu agradeci:

— Ah, obrigada! Nunca gozei tanto e tão gostoso na minha vida!

— Seu corno não sabe, por isso, nunca a fez gozar completamente, minha putinha linda. – Ele disse.

— Verdade, eu nunca senti um prazer assim. – Confessei.

Ele deu uma risadinha satisfeito e falou:

— Então, minha putinha, agora você aprendeu a dar gostoso para um bom comedor.

Eu sorri, como uma gata no cio, me espreguicei, e falei:

— Meu marido corno agora vai levar muito chifre, para deixar de ser despreparado e incompetente.

Ele riu satisfeito.

Após essa conversa, nós fomos para o banheiro, eu estava muito feliz, satisfeita, me sentia ótima, sem pudor, nua na frente de outro homem, brincando com ele embaixo do chuveiro.

Trocávamos beijos, eu sentindo as mãos dele no meu corpo, e pegando com carinho aquela pica linda e deliciosa, que havia me mostrado o prazer de ser mulher.

Na hora, pensei no meu marido, e me senti enganada pelo tempo em que fiquei sem ter o que merecia, pelo descaso dele por mim, por todo aquele prazer que ele não me deu, e que eu estava descobrindo com outro. Eu gostava dele, era atencioso e carinhoso comigo, mas não me deu tanto valor e nem me satisfez como eu precisava. Eu falei:

— Meu corno nunca me ofereceu nada disso. Merece mesmo levar os chifres, e que eu dê para outro o que ele não valoriza.

O Glicerio era experiente e maduro. Respondeu:

— No fundo, ele não tem culpa. Ele é fruto de uma sociedade moralista, puritana, conservadora, que não ensina que sexo é fundamental, diz que é pecado, proibido. Reprimem e não aprendem. Sexo deve ser aprendido desde muito jovem. Por isso, crescem esses maridos despreparados, que não sabem realizar os desejos de uma fêmea, fadados a serem os corninhos de suas esposas insatisfeitas. E as mulheres merecem ter um comedor bom de foda, à altura de suas necessidades.

Ao ouvi-lo falar, me senti vingada, livre, sem peso nenhum na consciência, tive a certeza de que nascia ali uma outra mulher, uma fêmea liberada, uma putinha safada.

Pensando naquilo, eu dei uma risada e o Glicerio me perguntou o que era.

— Eu estava pensando, o meu marido nasceu para ser corno, e vai levar muito chifre, eu estava sendo muito bobinha, esperando por ele e perdendo a vida. – Respondi.

— Eu vou ensinar muita sacanagem para você, minha gostosa. E depois você vai contar para ele como que ele virou corno.

Nós nos beijamos, tomamos um banho delicioso e em seguida, ele me colocou sentada sobre a pedra de mármore da bancada da pia, me pediu para abrir as pernas e me comeu muito gostoso por mais de dez minutos, o que me fez ter mais dois orgasmos deliciosos e intensos como nunca havia experimentado.

A seguir, voltamos pra cama e eu coloquei a boca naquele pauzão gostoso.....senti a pica crescendo na minha boca, grande, grossa, a pele esticada descobrindo toda a cabeça rombuda. Era um pau um pouquinho torto para a esquerda, grosso como um salame, e eu chupava e gemia, já me sentindo uma cadelinha vadia. Quando vi que o Glicerio estava quase para gozar eu dei uma parada e perguntei:

— Você já mediu este cacete gostoso?

— Tem 20 cm – Ele falou.

— Que delícia! – Murmurei.

Eu chupei, lambi, babei. Ele batia com o pau no meu rosto. Disse a ele que a pica dele era linda, muito gostosa e que eu estava adorando chupar. Aos poucos, mamando sem parar, fiz com que ele gozasse na minha boca, me engasguei, era a minha primeira vez, mesmo assim, eu amei.

Senti um gostinho diferente, a gosma quentinha da porra, salgada, azedinha. Hoje eu já estou bem acostumada, e acho deliciosa a porra de um macho. Cada macho tem seu gosto.

Nós tomamos outro banho e fumamos outro cigarrinho. Eu tossi um pouquinho, ele me ensinou como fazer, para puxar e reter a fumacinha, e eu adorei. Fiquei meio leve, flutuando.

Sentada nua no colo do meu amante, de frente para ele, o pau dele se esfregando na minha boceta, eu peguei o telefone e liguei para o trabalho do meu marido, agora já corno. Ele estava lá trabalhando, como havia dito. Me senti arrojada e sem-vergonha, muito safada, ligando para o marido, ainda nua, no colo de um macho também nu, na suíte de um motel. Milson perguntou se estava me divertindo e eu respondi que sim, falei que foi uma noite deliciosa, eu havia gostado muito, e tido muito prazer. Ele nem desconfiou de nada, ficou contente. Falei que ainda estava soltinha, com um amigo da festa, mas que logo eu voltaria para casa. Quase contei que estava dando para ele. Depois nos vestimos para sair.

No carro, de volta, o Glicerio disse que meu marido era um pobre coitado de um idiota, vítima da formação que recebeu, e culpado por trocar uma mulher nova, bonita e gostosa como eu, pelo trabalho, e não dar a mínima atenção. Falou:

— Esse corno, pelo jeito, vai levar muito chifre!

Eu dei um sorriso, satisfeita, e disse que se dependesse de mim, iria levar muitos, mesmo.

Peguei meu carro no estacionamento do shopping, já perto da meia-noite, e fui para casa. O meu corninho ainda não havia chegado, fui para o banheiro, me despi e vi minha calcinha melada com a porra do Glicerio que estava descendo. Minha xoxotinha estava intumescida, vermelha, um pouco dolorida de tanto levar pirocada. Sorri de felicidade, eu me sentia completamente outra mulher, muito mais empoderada e dona do meu nariz. Tomei um banho, coloquei uma calcinha com um absorvente, vesti uma camiseta folgada e me deitei, pela primeira vez saciada, satisfeita. Contraí minha xoxotinha e senti uma dorzinha interna bem gostosa, de boceta arrombada que levou muita pica. Me lembrei do meu marido e pensei em voz alta:

— Agora, eu aprendi. Você vai levar muito chifre, seu corno!

Quando meu marido chegou, já quase uma hora da manhã, ele trouxe uma pizza, e eu fiz questão de ir recebê-lo toda carinhosa, na sala, abracei, beijei-o, para fazer o papel de esposa fiel e apaixonada. Jantamos rapidamente e fomos para a cama. Dormimos cansados.

Na manhã seguinte, um sábado, quando o Milson estava se preparando para ir trabalhar e saiu do banho, eu pedi que ele viesse até à cama, me desse um pouco de atenção, queria que ele me comesse um pouquinho, só para ver se ele percebia alguma coisa. Mas ele nem desconfiou. Despi a minha calcinha, puxei-o para cima de mim, na cama, com as pernas abertas, e disse:

— Vem… Cheira e beija a bocetinha da sua esposa tarada, amor. Estou vazando de vontade de dar. Ontem foi demais. Preciso muito de rola. Estou toda melada… lubrificada… para ser fodida.

Ele me olhou, meio arrepiado, admirado, não estava acostumado com aquele tipo de atitude e linguajar, mas eu estava disposta a desafiá-lo, e falei:

— Vem, me dá um pouco de atenção, querido, eu não aguento mais, já começo a ter vontade de dar para outros.

Milson ficou um pouco excitado com aquela minha provocação, e perguntou:

— Você teria coragem de fazer isso?

Eu estava com minha boceta vermelha e inchada de tanto ser fodida, babava na frente dele mas o inocente nem desconfiava. Respondi:

— Estou cheia de vontade, tesão e coragem, amor. Você me deixa muito carente e eu quero dar.

Eu pensava que ele iria se zangar, mas em vez disso, ele logo ficou mais excitado, e respondeu:

— Eu gosto de ver você assim, tarada, cheia de coragem e de vontade. Me excita.

Foi quando eu puxei seus cabelos, ele encostou o nariz da minha xoxota, e sentiu o cheio e o melado que escorria. Ele comentou:

— Nossa, está mesmo toda melada e cheirando forte. Você está no cio, amor?

Eu não acreditava que ele pudesse ser tão ignorante do que acontecia. Exclamei meio impulsiva:

— Estou no cio faz quase um ano, amor, você não me come o suficiente, e eu cheia de colegas, machos viris, loucos para comer a sua esposa. Vivo me masturbando, com vontade de dar para eles. Não aguento mais de tanto tesão, e vou passar a dar para quem me der vontade.

Quando eu falei isso, percebi que despertei no meu marido um tesão que eu desconhecia. Ele ficou ofegante, de pau duro, se abaixou e me deu um beijo bem na testinha de boceta. Eu pedi:

— Lambe, chupa gostoso! Sente o caldo saindo da minha boceta gozada! Se você não gosta, eu vou dar para quem gosta!

Ele me olhava intrigado:

— Que isso, amor? Você realmente ficou maluca? Que tesão louco é esse? Você está me dizendo que vai me fazer de corno?

Ao mesmo tempo em que ele falava, eu notei que ficou excitadíssimo, o piruzinho duro e empinado. Eu peguei no pau dele e com a outra mão puxei seus cabelos para que ele enfiasse o rosto na minha boceta. Eu gemia entre dentes, alucinada:

— Vou sim, vou dar muito, fazer você meu corno, dar para quem me quer, já que você nem liga para sua esposa tarada, louca para levar rola.

Aquelas palavras o estimularam, em vez de o ofender. Eu fiquei surpresa e notei que ele começava a chupar a minha bocetinha inchada e vermelha de levar pica na véspera. Ele sugava, lambia, e murmurou:

— Nossa! Que tarada! Está toda melada. Eu ligo sim, meu amor, eu amo você. Mas é que nem sempre eu tenho condições de satisfazer seus desejos. Eu não sou um marido tão tarado como deveria. Me desculpe.

Fui incisiva:

— Não tem mais desculpa, Milson, eu perdi a paciência. Não espero mais. Agora eu vou dar quando tiver vontade, para quem me desejar. Você já pode se considerar corno, pode acreditar, não tem mais jeito.

Eu pensava que ele iria brigar comigo, eu dizendo aquilo, mas ele me lambia e me chupava com tesão. Até enfiou a língua na rachinha, acho que sentiu um gostinho de porra. O pauzinho de 15 cm dele pulsava na minha mão como poucas vezes. Ele falou:

— Por favor, amor, jura? É isso é o que você quer?

No auge do tesão e da vontade de provocar, eu respondi que sim. Que estava no meu limite. Ele então murmurou:

— Eu respeito a sua vontade, amor, mas, me promete, se for fazer isso mesmo, seja discreta, não exponha nosso casamento.

Eu juro que não esperava aquilo. Cheguei a ficar sem reação. Mas logo percebi que o meu marido estava com muito tesão, mesmo diante daquela situação bem inusitada. Decidi testar o safado de uma vez, e perguntei:

— É? Você aceita ser meu corninho, amor?

Ele gaguejava:

— Vai dar para outros?

Eu insisti:

— Você me deixa dar a bocetinha para uns machos tarados que vivem me cantando? Aceita ser meu corno, e dividir sua esposa com outros?

Meu marido até soluçava de tão excitado, a voz não saía, e respondeu:

— É o que você tem vontade?

Decidi que ia me abrir com ele e ser sincera:

— É isso mesmo, amor. Eu quero. Eu já não suporto mais esse desespero. Você não consegue me satisfazer totalmente, eu fico muito carente. Sou muito nova e cheia de tesão. Só você de macho e quase nunca me come… E todo dia recebo cantadas, morro de desejo de dar minha bocetinha.

— Que coisa, amor! Eu até que entendo… – Ele falou. Tratei de emendar:

— Eu amo você, meu corninho, não vou deixar você por nada, mas vou passar a ter uns amantes que me comam bem gostoso, e me satisfaçam como eu mereço. Vou chegar em casa já bem saciada e gozada no pau dos machos.

Eu achava que ele ia querer me demover daquilo, se chocar com a forma que eu falei, que ia implorar para eu não fazer, mas, para a minha surpresa, ele respondeu:

— Então, tudo bem, por favor, se cuide, e seja muito discreta. Não arrisque a saúde, e nem deixe que isso acabe com nossa imagem de casal feliz, que se ama.

Sem acreditar no que ouvia, tratei de questionar:

—— Você está aceitando ser meu corno, amor? É isso?

Milson gaguejava:

— Se é o que deseja… é isso. Eu aceito. Mas… não nos exponha.

Com uma onda de volúpia me agitando o corpo, tratei de confirmar:

— Eu prometo, meu corninho. Farei tudo com todo cuidado. Mas agora, vou dar como uma cadelinha no cio!

Milson grunhiu cheio de volúpia. O safado estava gostando. Eu falei:

— Agora, vem, corninho, me come um pouco, aproveita que daqui para frente você não vai mais comer esta boceta sozinho.

Milson ficou mais excitado me ouvindo, e me penetrou com aquele pinto duro como rocha. Ele estava tarado como eu nunca tinha visto, ofegante, impetuoso, e começou a meter na posição papai e mamãe. Eu senti a piroquinha entrar inteira, eu arranhava as costas dele com minhas unhas, e falei:

— Isso, corninho, mete forte na sua esposa putinha, que vai virar uma cadelinha no cio, bem safada e metedeira. Sente minha boceta fervendo de tesão, está estufada. Passei a noite toda só me entregando ao prazer. Agora eu perdi a vergonha, apendi como quero ser.

Milson enfiava a recuava, parecendo um cachorro tarado. Nunca imaginei que ele fizesse aquilo. Quase já revelando o que eu havia feito, eu queria saber se ele desconfiava, e perguntei no ouvido dele:

— Você gostou de saber que é corno? Sentiu tesão?

— Estou cheio de tesão! – Ele murmurou, concordando ofegante, enquanto socava a piroquinha na minha boceta. Fazia barulho por estar enxarcada.

De repente, ele teve o estalo, retardado, e exclamou:

— Nossa, você está inchada! A bocetinha toda vermelha! Já deu ontem, amor?

Sorri com uma expressão tarada, e exclamei:

— Eu dei amor. Não consegui resistir. Dei muito ontem à tarde e à noite, para um colega do trabalho, que tem um pau gostoso. Por isso disse que já é meu corno. Não tem volta. Percebi como eu perdi tempo e passei necessidade. Eu agora vou me soltar mais, quero gozar muito com muitos caralhos de machos que me desejam faz tempo. – Eu disse.

Milson não resistiu mais e socando rápido, gozou forte, gemendo e exclamando:

— Ah… caralho, você é uma safada, minha putinha que eu amo, deu essa boceta até enjoar, e me deixa louco com isso, amor!

Ficamos abraçados por um minuto. Nos olhávamos nos olhos e havia conexão. Passado algum tempo, recuperando a respiração normal, ele falou:

— Por favor, eu deixo você dar quando quiser, mas, me conte tudo que você fizer, não me esconda nada.

Eu queria me certificar que ele estava falando sério.

— Jura? Você aceita ser meu corninho? Não vai brigar comigo nem me odiar?

— Juro. – Ele confirmou.

Fiquei emocionada. A raiva que eu tinha sentido dele antes, se dissipou.

— Nossa, amor, eu fico muito feliz com isso. Prometo contar tudo a você. Você acha que vai gostar de saber as fodas que eu der com outros?

Meu marido me olhava com admiração, em vez de ódio, e confessou:

— Eu fico feliz por você. Quero que seja feliz, que tenha prazer, e não sofrimento ao meu lado. Eu não podia estimular você a fazer isso, mas já tinha imaginado que isso poderia acontecer. Se você sentir prazer e tesão, eu vou sentir também.

Eu o abracei e cobri de beijos, apertava meu corninho em um abraço forte, e disse:

— Eu amo você, meu corno! Você vai me ver muito feliz, e eu vou fazer você um marido corno muito feliz também.

Nos beijamos abraçados.

Aquela manhã, foi como se mudasse a história do meu casamento da água para o vinho. Eu falei:

— Quando você voltar do trabalho, hoje, já terei alguma história nova para contar.

Nós nos beijamos e ele partiu. Eu me levantei e fui me arrumar para ir trabalhar também. Era um meio expediente importante. Estava radiante.

Aquela aventura da véspera, foi o primeiro de muitos encontros que tive com o Glicerio. Toda vez que eu precisava sair e chegar tarde, meu corninho facilitava, me liberava, e me deixava fazer o que eu desejava.

Foi quando entendi que aquela situação estava boa para os dois, pois eu parei de exigir tanto do meu corno, e ele podia fazer a vida e os horários que ele gostava.

O Glicério me fodia quase todos os dias, e chegou a me comer no escritório dele, dentro da empresa. Eu fiquei viciadona naquela pica gostosa. E contava para o meu corno, que se excitava muito ao saber, e gozava na minha mão, na minha boca, ou até me comendo.

Uma tarde, eu chupei o pau do Glicerio na sala do meu chefe que havia saído, e, contei pra minha amiga que também havia dado pro Glicerio. Com ela, descobri que além de mim, e dela, ele também já havia comido outras duas funcionárias, a chefe do RH que também era casada, bonita e com fama de mulher séria e autoritária. A outra foi uma menina do setor de informática, que embora fosse noiva, já tinha passado nas mãos de alguns chefes da empresa e tinha a maior fama de putinha. Aliás, soube que foi ela quem fez a fama de garanhão do Glicerio.

Depois que eu dava por mais de duas horas para o Glicério, eu chegava em casa e já não tomava banho. Esperava meu corno chegar, e fazia com que ele me cheirasse inteira, exalando aquele aroma de sexo. Ele ficava muito tarado. Eu pedia que me beijasse, sentindo o cheiro da pica do meu comedor. Era incrível como aquilo deixava o meu corninho tão excitado.

Eu contava a ele o que havia feito e deixava meu marido lamber e chupar a minha bocetinha toda melada, vermelha e inchada. Percebi que ele adorava isso. Quando ele estava já habituado com aquilo, eu comecei a trazer alguns vídeos que o Glicerio gravava enquanto me fodia.

Nossa, vi meu corno voltar a subir pelas paredes de tanto tesão, ao ver as cenas e admirar como eu aguentava aquela rola enorme.

Um ano depois, o Glicerio foi convidado para assumir um alto cargo numa empresa em outro Estado e se mudou. Nós nos despedimos, jurando que voltaríamos a nos encontrar sempre que possível.

No começo senti saudades dele, foi meu primeiro macho, o homem que me fez abrir minha cabeça e assumir a minha safadeza. Mas eu logo já estava saindo com outro gato. Hoje, estou com 24 anos, nesses três anos, me tornei mais mulher, mais dona do meu prazer, e bem mais experiente. Sem contar com o meu marido, já conheci sete homens diferentes, todos maravilhosos, amigos e ótimos amantes, que me ajudaram a por para fora a puta safada que tenho em mim, a mulher fácil e libertina que sou.

Tirando o Saliero, o meu atual caso, que é separado, os outros todos eram casados. Com o Saliero, já fiz muitas loucuras. Já fizemos ménage com um amigo dele, coisa que eu simplesmente adorei. Acho que toda mulher devia passar pela experiência de ter dois homens, é maravilhoso!

Meu corninho sempre adora saber essas minhas safadezas e eu percebo que ele gosta muito mais de gozar me ouvindo contar, ou mostrando meus vídeos, do que fazendo sexo comigo.

O Saliero é um safado ainda maior do que o Glicerio. Não é tão dotado como o Glicerio, mas compensa com uma safadeza e uma disposição para o sexo, que são imbatíveis. Uma vez, compramos pizza no apartamento do Saliero, e eu recebi o entregador completamente nua. Foi uma loucura ver o pobre do rapaz ficar de pau duro, todo embaraçado, e quase ter um colapso. Ao contar isso ao meu corninho, ele também ficou excitadíssimo.

Quando vou a barzinhos com o Saliero, uso shortinhos mínimos que mostram literalmente a metade da minha bundinha e sempre blusas decotadas que dispensam o sutiã. Com o tempo meu corninho foi ficando mais cúmplice e mais liberal, e me presenteia sempre com roupas muito sexy. Gradualmente, o Milson foi ficando mais confiante, acessível, e aceitou conhecer o Saliero. Foi uma das coisas mais tesudas que fizemos, eu pude dar para o amante na frente do meu marido na sala de visitas em nossa casa.

Com o tempo, repetimos isso mais vezes, e descobri que o Milson adorava ver as minhas fodas com o Saliero.

No verão, eu me bronzeei nua, numa praia afastada, na companhia do Milson e do Saliero. Na volta da praia, eu dirigindo, com o amante do lado, e o marido no banco traseiro, parei em um posto da estrada, abasteci o carro completamente nua. Os frentistas ficaram malucos. Depois, repeti essa façanha só com o meu corninho mais umas vezes. Assim, já aprontamos mil e uma, e o meu corninho, me descobriu uma exibicionista bem mais vadia do que pensava.

Com tudo isso, deixei de ser chata com o marido, nos tornamos muito cúmplices, passei a ser boazinha com ele, a apoiá-lo mais no seu trabalho, e mostrar o quanto estou satisfeita com o nosso relacionamento.

Amo meu marido, mas agora sei das suas limitações, dificuldades e seu fetiche de corno. Ele é um ótimo esposo, bom amigo, uma boa pessoa, um homem normal que canalizou todas as suas energias para o trabalho e para deixar sua esposa ser feliz.

O Saliero já é amigo do meu marido, e sei que o Milson adora ver como esse amante me come e me faz gozar horrores. Aos poucos estamos ensinando o meu corninho e me chupar e me limpar depois das fodas. Eu digo que ele tem que sentir o gosto da boceta gozada da esposa. Ele se excita demais.

Recentemente, eu o convidei para que ele chupasse a rola do Saliero junto comigo, só para saber a sensação e o gosto que eu sentia. Percebi que ele ficou muito satisfeito de poder realizar aquele fetiche que mantinha adormecido e não tinha coragem de confessar.

O Saliero adora ver outro macho me comendo e convida alguns amigos.

Não tem muito tempo, eu decidi experimentar dar para uma travesti muito linda, gostosa e bem-dotada, que se anuncia na Internet. Levei o Milson comigo e depois de muitas brincadeiras, a travesti me comeu várias vezes, e depois comeu o meu corninho também. Nossa! Foi uma noite alucinante e pude ensinar o meu corno a dar o cuzinho, tal como eu gosto de fazer. Milson disse que sentiu muito prazer dando o cu.

Quando puder eu prometo escrever outras loucuras que já realizei com meu corno e meus amantes.

Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 400Seguidores: 923Seguindo: 215Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

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Com este conto eu atingi a marca de 400 contos/partes publicadas. Foi realmente uma jornada erótica muito interessante. Agradeço a todos os leitores que leram, comentaram, e votaram.

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É sempre satisfatório quando a fome encontra a vontade de comer...

Parabéns!

Muito bom o conto.

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Foto de perfil de Majases ♠️♥️♠️

Mesmo não curtindo traições e interação Bissexual nos excitados com os detalhes da narrativa.

Aguardamos os próximos ainda não finalizados.

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