Prima? Quem nunca? 3

Da série Rapidinhas
Um conto erótico de Quase Alguém
Categoria: Heterossexual
Contém 1522 palavras
Data: 25/01/2026 13:42:34

O tão esperado dia chegou, estava tudo perfeito, como num sonho. A música ambiente deixava tudo mais romântico, a luz destacava cada pequeno detalhe. Flores bonitas e harmoniosas, mesas postas como num filme, banda se preparando para o que viria a seguir, fotógrafos posicionados e todos ansiosos pelo grande momento, inclusive eu.

Porém, o casamento nem me importava, não era meu. Queria saber de Klara, minha prima. Eu havia tirado sua virgindade na noite anterior, depois fodemos ali mesmo no local da festa mais cedo. E a safada me prometeu, além de ser minha puta enquanto eu estivesse na cidade, dar o cuzinho pra mim na hora do casamento.

Nossas famílias se sentaram na mesma mesa. Eu, lógico, sentei ao lado da minha priminha. Nós conversávamos sem parar, sobre coisas amenas, mundanas, enquanto nossos pais e irmãos se distraiam entre si.

Em dado momento, quando a movimentação fora do salão deixou todos atentos esperando que algo acontecesse, Klara sussurrou pra mim.

- Comprou lubrificante né?

Eu apenas acenei que sim, tinha comprado mais cedo, pouco depois de deixa-la em casa. A cerimônia começou e então, por conta da atenção dada à festa, Klara começou a me provocar, esfregando-se em mim de leve e, de costas, alisando a bunda como num convite. Eu apenas ria, com o desejo na cabeça de arrancar sua roupa e comê-la ali mesmo. Mas me controlei.

Tudo correu bem, os noivos se casaram, todo mundo feliz e foi dado o start ao buffet. A fila era enorme e minha fome era de outra coisa. Quando nossas famílias foram pra lá, eu me levantei e tomei a frente até a salinha vazia que tínhamos usado mais cedo. Como esperado, estava trancada, a chave que eu tinha era única. Entrei e fechei a porta, esperando Klara chegar.

Ela não demorou tanto. Ao entrar, nos trancou, depois veio me beijar. Nossos corpos pareciam cada vez mais quentes, conectados um ao outro. Me afastei para admirá-la um segundo, mais uma vez ela estava de vestido, dessa vez longo, justo, tecido leve, marcando bem cada curva daquele corpo delicioso, além de um corte comprido nas pernas, que ia até o meio das coxas.

Ela rodava e se mostrava pra mim, me atiçando. Quando encostei meu corpo novamente, fiz questão de esfregar bem meu pau, pra ela sentir. Klara gemeu e o esfregou vigorosamente, sentindo-o pulsar na sua mão.

- Vou pedir uma coisa.

- Peça o que quiser, Klara, eu faço.

- Quero que coma minha buceta primeiro, bem forte, como ontem.

Eu relutei.

- Você sabe que não temos tanto tempo...

Enquanto eu ia argumentar e tentar convencê-la a fazer diferente, Klara me puxou e deu mais um beijo.

- Vamos voltar aqui novamente depois, quando todos estiverem festejando depois do jantar, prometo.

- Tudo bem, mas vou usar camisinha nessa. Apesar de querer te sentir, não vai dar pra nos limpar direito.

Ela concordou e virou de costas pra mim, encostando na parede mais próxima. Como na noite anterior, levantei seu vestido, mas, dessa vez, ela estava de calcinha, minúscula, diga-se de passagem. Eu apenas afastei de lado e soquei de uma vez só. Klara era incrível, parecia sempre preparada. Sei que era virgem antes de mim, mas não me admirava que dissessem que ela era rodada e puta, tinha todas as características pra isso.

Eu soquei vigorosamente, segurando o pescoco com uma mão e agarrando sua cintura com a outra. Ela apenas gemia, e gemia alto, sem preocupação.

A situação era excitante e extrema, não conseguiria segurar muito, felizmente, ela anunciou que ia gozar pouco antes de mim. Eu aumentei ainda mais a força e comecei a falar putaria.

- Goza, piranha, no pau do seu dono. Mais tarde, vou encher seu cuzinho de porra.

Nessa hora, enfiei um dedo no anelzinho dela, que piscou. Eu não resisti e gozei.

Minha prima tinha se tornado mesmo minha boneca de sexo. Quando se recuperou, virou para mim, deu um bom beijo e saiu.

Na sequência da festa, nos afastamos um pouco e fomos confraternizar com os noivos e outros familiares. Como todos eram religiosos, nada de bebida, apenas refrigerantes. Mas, isso não fazia as coisas serem monótonas. Vimos brigas e confusões algumas vezes, mas nem me importei muito, queria saber de outra coisa.

Quando percebi a distração dos convidados, que se preocupavam com o buque que seria jogado em breve, aproveitei para fugir mais uma vez.

Como antes, fechei a porta da sala e aguardei, dessa vez, foi mais rapido. Klara deu apenas um selinho ao me encontrar e ficou parada na minha frente, estática.

Eu não sei como, mas soube exatamente o que fazer na hora.

- Vou foder sua bundinha agora. Te fazer minha por completo. - Apertei seu pescoco e beijei a boca.

Klara apenas mordeu os labios ao me ouvir.

- Primeiro, baba bem meu pau.

Ela se agachou e tirou toda minha roupa de baixo. Era seu segundo boquete, mas ela já tinha encontrado o caminho para me enlouquecer. Nessa mamada, minha prima babou muito, cuspiu bem. Quando tirava minha pica da boca, dava pra ver a saliva ligando os dois.

Não deixei ela muito, apesar de estar bem gostoso e ela parecer aproveitar também. Puxei para que ficasse de pé e beijei sua boca. Lentamente, fiz ela se virar de costas pra mim, então abri o zíper do vestido e deixei cair. A bunda dela parecia uma obra de arte, perfeita, linda. Me abaixei atrás dela e segurei as nádegas, abrindo e expondo o cuzinho, coberto pela fina linha que ela chamava de calcinha.

Afastei de lado e lambi o anelzinho, ela gemeu e me agarrou os cabelos, rebolando lentamente no meu rosto. Depois de babar bem, me levantei outra vez e cheirei seu pescoco. Coloquei minha calça no chão e pedi que ela se ajoelhada ali, de costas pra mim. Depois, tirei o blazer e estendi no chão, Klara agiu como o esperado e terminou de ficar de quatro. Me masturbei um pouco observando ela e aproveitei pra passar um pouco do lubrificante que estava no bolso da camisa. Depois, encostei nela, melei a mão e esfreguei ela, lubrificando tudo. Enfiei meu pau carinhosamente na buceta, depois tirei e fiquei esfregando um pouco na buceta. Klara gemia, apenas, se segurava firme no blazer, que não seria o melhor dos apoios naquela situação, mas servia.

Foi aí que comecei, introduzi apenas a cabecinha, tirando dela um grito de prazer e dor, que entraram na minha mente. Ela respirou fundo e então eu fui enfiando o resto, até chegar no final. Quando senti que estava tudo dentro, meu coração palpitou. Eu tinha tirado o cabaço da minha prima gostosa, em todos os buracos.

Comecei bem de leve, arqueei o corpo e massageei o clitóris. Clara dava gritinhos, mas não pedia pra parar, na verdade parecia estar gostando. Ela colocou a mão por cima da minha que estava sem sua buceta. Eu soltei para que ela continuasse e segurei firme na sua cintura. Ia aumentando gradativamente o ritmo, até que ouvimos batidas na porta e alguém tentando forçar a entrada.

Ficamos em silêncio. Era óbvio que tinha alguém na sala, mas não queríamos que soubessem que éramos nós. Apenas ficamos em silêncio esperando que a pessoa fosse embora.

Apesar do susto, logo me recompus e voltei a meter. Nem sei descrever a delícia que era comer aquela bundinha virgem. Klara era linda demais, uma deusa na terra e meu pau estava a fodendo. Observava atentamente entrar e sair daquele buraco apertado, que parecia sugar minha piroca.

Dei alguns tapas em sua bunda e me preparei para mais uma gozada. Dessa vez, uma leitada em seu cu. Não disse nada, mas assim que o primeiro jato saiu, Klara gritou de prazer e me acompanhou.

A putinha estava gozando, com minha rola no rabo perfeito dela. Eu fiquei estático, sentindo cada gota de esperma sair de mim e aquela deusa se contorce enquanto sua bunda contraia sob meu pau.

Eu saí de dentro dela enquanto caia de bunda pra trás, sorri admirando meu gozo escorrer de dentro dela, que seguia de quatro com a bundinha empinada, toda vermelha.

Klara se virou para mim e veio na minha direção, me deu um beijo delicioso de língua.

- Eu prometo pra você, não importa o que aconteça. Sempre que quiser me comer, eu estarei aqui.

Nos limpamos e vestimos. Klara tirou a calcinha e me deu, para que eu levasse de recordação pra sempre.

Ao sair da sala, demos de cara com nossa prima, a noiva. Ela começou a gargalhar sem parar e assim ficou por um bom tempo.

- Meu Deus, o que vocês fizeram, que loucura. - Ela ria enquanto nos observava confusos e constrangidos.

Pouco depois, ela se recompos.

- Relaxa, não conto a ninguém. Só fiquei porque estava curiosa de saber quem era aí dentro.

Klara e eu rimos vergonhosamente, meio sem saber direito o que fazer. Voltamos ao salão e todos estavam preocupados com o sumiço da noiva, logo, não deram a mínima para nós dois.

Eu ainda tinha mais alguns dias de viagem na casa da minha avó. E seriam intensos e recheados de sexo com minha priminha. Aliás, putinha...

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Comentários

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Só melhora, esses contos tão muito bons. Na espera dos próximos!

hcastelobr@gmail.com

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