Cuidando do meu sogro
Para quem já leu meus contos por aqui, meu nome é Suzy, e sou considerada a tia gostosa da família. Sempre que chego nas reuniões ou nos jantares, todos me olham: os homens com aquele olhar de cachorro faminto, medindo cada pedaço meu, e as mulheres com raiva, com inveja.
Tenho mais ou menos 1.65m, meus peitos são naturais, redondos e bonitos. Minha cintura e meu quadril levam para minha bunda grande, minhas coxas grossas, e quando ando, venho rebolando e espalhando meu perfume pelo lugar.
O que vou relatar agora aconteceu já há alguns anos.
Meu sogro sempre foi um homem tranquilo, quieto, quase não fala, e fica sempre sentado fumando seu cigarro na área externa da casa.
De uns tempos pra cá, porém, ele vem precisando de cuidados especiais, e não havia como pagar para uma cuidadora ou enfermeira.
Por essa razão, me ofereci para cuidar dele. Seria uma forma de ocupar o tempo, ganhar um dinheirinho e passar mais tempo com o Seu Josias.
Foi aí que as coisas ficaram estranhas…
Seu Josias devia ir lá fora todo dia, pelo menos umas três vezes. Às vezes para fumar, às vezes só para tomar um sol, e às vezes para ver o movimento.
Porém, comecei a perceber que ele sempre queria que eu o ajudasse na cadeira.
Embora ele precise, já notei que não era assim com todo mundo.
Mas comigo…nossa! Ele sempre pedia para ajeitá-lo, mudá-lo de posição, mexer em suas pernas, costas etc
Isso não era um problema, apesar do esforço…
Um dia, porém, o cenário mudou.
Naquele dia o calor estava demais. Não havia uniforme, então pus uma saia, na altura da coxa, uma blusa branquinha, sem sutiã, e corri pro trabalho.
Seu Josias me chamou e pediu para levá-lo ao seu quarto. Até então, tudo normal, como sempre.
Abaixei e o peguei pelos braços, envolvendo meus braços em suas costas, para colocá-lo na cama. A posição era meio desajeitada, de modo que meus peitos apertaram seu rosto, e sua mão esquerda enroscou em minhas coxas, durante o movimento,
Não vi com maldade já que fazíamos isso todo dia.
Entretanto, pra ele, não foi bem assim.
Ao deitá-lo na cama, ele se acomodou, e eu notei um volume em suas calças.
Não sei se foi pelo contato ou só a imaginação, mas seu pau estava duro, apontando pra cima, por dentro da calça, impossível não ver.
Ê, seu Josias, se animou aí, é?
Ah, minha filha, tem hora que é difícil
Como assim? O senhor tá se sentindo bem?
To me sentindo ótimo! Se você chegar mais perto, então, fica perfeito!
Aí que entendi suas intenções.
Seus Josias é um homem charmoso. Embora na cama, é um homem grande, bonito, com marcas da idade, mas um sorriso bonito da vida. Além, é claro, do volume que vi através do pijama do hospital.
Me desculpe, Seu Josias, tive que carregar o senhor pra colocar você na cama
Imagina, que desculpa o que, você percebeu que eu gostei
Percebi, já já passa!
Pior que não posso fazer nada agora!
Não mesmo, o senhor precisa de repouso
Olha, Suzy, você e meu filho têm uma ótima relação. Mas preciso muito da sua ajuda, senão vai doer, e não quero sentir mais dor hoje. Com todo respeito, você me ajudaria?
Meu sogro sempre foi muito bom para nós,muito gentil e doce, educado, nos trata muito bem e é um amor de pessoa. Realmente me compadeci. Sabia que era errado, pelo filho dele, meu marido, mas me coloquei a pensar.
Como…eu posso te ajudar, seu Josias?
Só pra abaixar…se você bater, eu vou gozar, e volta ao normal
Mas…seu Josias…e seu filho?
Segredo nosso. Prometo!
De novo. Eu sabia que era errado.
Olhei para aquele pau duro…o pijama levantado…honestamente, minha boca já salivava.
Tá bom. Segredo nosso.
Obrigado, minha filha
Coloquei minha mão por dentro da perna do pijama, e peguei. Nossa. Que pau. Que pau grosso. Era grosso e gostoso. Bem maior que o do filho dele.
Tirei pra fora e só ficou melhor. Seu pau era grande, talvez uns 20cm, e tinha uma cabeça roxa, inchada, pulsando. Peguei com as duas mãos e a cabeça ainda ficou para fora. E senti minha buceta melar.
Minhas mãos não fechavam nele, Comecei a bater uma para aquele pau. Olhei para seu rosto e ele já havia deitado a cabeça para trás, com os olhos fechados, suspirando.
Subia e descia apertando e soltando
Continuei, batia, subia e descia, enquanto sentia aquele pau grosso pulsar.
Depois de alguns minutos, meu sogro começou a tremer, então já sabia que ele ia gozar. Continuei, mais forte, mais compassado.
E ele gozou.
O primeiro jato caiu todo na roupa, e depois a porra que escorria vinha para minha mão. Quente, grossa, melada. Que delícia.
Olhei para seu rosto e ele se virou pra mim, deu um sorriso de satisfação, e se pôs a dormir.
Por alguma razão, fiquei com um puta tesão.
Provavelmente ficarei pensando nesse pau por um bom tempo…
