Amizade gostosa com meu cunhado, irmão do meu namorado.

Da série Meu cunhado.
Um conto erótico de Lou
Categoria: Heterossexual
Contém 2662 palavras
Data: 25/01/2026 11:52:02
Assuntos: Heterossexual

Logo após o fim do ensino médio, eu recém completava 18 anos e comecei a namorar o Dudu, ele era um moreno alto, bonito, metia gostoso claro, mas depois eu fui ver que ele era meio babaca, ele não tinha trabalho fixo, trabalhava em bares, restaurantes e festas, e muitas vezes eu ia pra casa dele na sexta-feira depois do trabalho pra passar o final de semana com ele, mas muitas vezes ele saía e me deixava na casa dele. Dudu tinha 24 anos, e morava com os pais e com o irmão, o Fábio, que eu chamava de Fabinho, ou, irmãozinho. Fabinho era um amor, moreno assim como o Dudu, quase da mesma altura mas um pouco mais magro, Dudu era mais gostoso, e o Fábio tinha 22 anos.

E eu sempre ia pra casa deles e o Fabinho era muito gente boa, muito mais que o Dudu, sempre que eu precisava de alguma coisa na casa deles, a maioria das vezes era o Fabinho que me servia, e acabei ficando muito amiga no Fábio, por isso o passei a chamar ele de irmão, ou irmãozinho.

Nos dois primeiros meses foi de boa, Dudu saía pouco, e ficava bastante comigo, ele morava em um apto de somente dois quartos, dividia o quarto com o Fábio, e eu dormia no quarto com eles, e claro, a gente acabava transando mesmo com o Fábio no quarto. Só que conforme eu ia ficando mais íntima da família, eu começava andar com roupas mais a vontades, vestia pijamas curtos, e durante o dia ficava com shortinhos curtos, vestidos, e reparei que o Fábio olhava, nada constrangedor mas ele olhava.

O quarto deles não era grande, ficava uma cama em cada parede e eles colocavam um colchão pra mim entre as camas, e na calada da noite, ou eu subia pra cama do Dudu, ou ele descia pra minha cama no início eu nem me importava com o Fábio, poxa o cara não iria cobiçar a namorada do irmão, mas depois que eu reparei que ele me olhava, as vezes meus decotes de camisetinhas que eu usava sem soutien, ou as vezes ele conseguia ver minha calcinha num vestido ou saía que eu usava, aquilo começou a mexer comigo, esse negócio de ser observada mexia muito comigo e me acendia um fogo que eu não conseguia me controlar, e eu ficava pensando, será que o Fábio vê a gente transando? Eu olhava pra ele, a maioria das vezes ele estava de costas, quando estava de frente sempre parecia estar dormindo, mas será?

Já teve vez de eu subir pra cama do Dudu, de pijaminha, e a gente começar a transar de ladinho, virado de frente para o Fábio dormindo, me deu um fogo grande que eu fiz questão de tirar a roupa toda, ficar completamente pelada, e tirar o lençol que nos cobria e abrir as pernas, se o Fábio olhasse, ele iria ter uma visão de eu toda pelada, com a buceta arreganhada e o Dudu me comendo gostoso. Mas eu não consegui ver se ele olhava, as vezes que eu olhei, ele não olhava.

Já teve vezes, de estarmos nessa mesma maneira transando de ladinho, e eu virar e subir no Dudu e cavalgar toda pelada, ali sobre os olhos do Fábio, mas nunca consegui ver se ele olhava, mas só pelo fato dele estar ali, me dava um fogo louco.

Os pais deles tinham uma chácara, que nos finais de semana, eles iam para a chácara e deixavam os meninos sozinhos, meninos é meu jeito de falar né, já eram homens feitos.

E o Fábio era muito gente boa, muito mesmo, um amor, e eu acabei ficando muito amiga dele, e cada dia que passava a gente tinha cada vez mais intimidade. E eu ficava mais a vontade na frente dele, ainda mais quando os pais deles não estavam, vestia camisolas, e pijaminhas de shortinho muito curtos deixando a poupinha da bunda de fora, eu adorava atrair os olhares do Fábio, ele respeitava de certa forma, ele via mas não comentava, não brincava, eu começava a chamar ele de irmão, falava que ele era meu irmãozinho querido.

Só que com o tempo passando a intimidade foi aumentando, e eu tratando ele como irmão, eu passei a agir como se ele fosse meu irmão mesmo, ficava cada vez mais a vontade na frente dele, as vezes eu me pegava de camisola de pernas abertas e de calcinha aparecendo, a intimidade era tão grande que eu nem reparava o que estava fazendo, só depois que eu reparava que ele estava olhando, que eu me ligava no que eu estava fazendo, só que aí, o fogo do exibicionismo começava a me queimar.

Depois de um tempo, Dudu passou a arrumar uns trabalhos vários dias no final de semana. As vezes ele falava que ia trabalhar de garçons em festas, outras vezes falava que ia trabalhar em bar, e me deixava a noite toda com Fábio sozinha, e isso todo final de semana, eu só ficava com ele durante o dia e muitas vezes ele dormia o dia todo, acordava e já saía novamente para outro serviço.

O Fábio trabalhava numa fábrica somente dias de semana e tava o final de semana todo em casa, as vezes saía pra jogar bola e sempre voltava pra casa, quase não saía nas madrugadas. A minha sogra adorava que eu ficasse lá, pq eu deixava a casa toda arrumada, e ela chegava da chácara no domingo e estava tudo limpo, ao contrário de quando ficava só os meninos e ela chegava e tava tudo uma zona.

Uma vez eu me queixei com o Fábio falando. Poxa irmãozinho, acho que vou parar de vir pra cá, seu irmão não para em casa. E ele falou.

- Poxa Lou, meu irmão é foda. Mas ele gosta desses trampos, mas eu gosto da sua companhia, não queria que vc parasse de vir.

E eu falei com ele. O irmãozinho, eu tbm adoro ficar com vc, mas seu irmão é foda, a gente quase não se vê mais.

E perguntei pra ele. Mas e vc irmão, não gosta de sair não? Namorar? E ele falou.

- Ah Lou, eu tô segurando a onda um pouco, tô economizando, vou comprar um carro, e essa vida de sair todo final de semana gasta muito.

E eu perguntei pra ele. Mas e as namoradas? E ele respondeu.

- Ah não tô procurando agora não, da mesma maneira, acho que em poucos meses eu consigo comprar meu carro e aí depois eu volto a sair.

E eu brincando falei. Aí depois que comprar o carro vai comer todo mundo né? E ele riu e falou.

- Tomara.

E eu que queria parar de ir lá, não parei, continuei indo, só que com o passar do tempo, eu reparei que estava mais íntima do Fábio do que do Dudu. A gente passava o final de semana juntos e o Dudu ou estava trabalhando, ou dormindo. E eu e o fabio assitia filmes, fazia comida, tudo juntos, o final de semana todo.

E eu reparava que ele me olhava cada vez mais, e eu estava começando a gostar, a ponto de estar em casa me planejando ir pra casa deles, e me pegar pensando mais no Fábio do que no Dudu, as vezes me batia um remorso, acho que eu estava gostando do meu cunhado, mas depois eu pensava, que nada, ele sempre me respeitou, ele não teria coragem de fazer alguma coisa com a namorada do irmão, bom, pelo menos eu não teria coragem de pegar os namorados da minha irmã, até pq a minha irmã arrumava uns caras bem estranhos.

Mas eu continuava indo pra casa deles todo final de semana, e ficava praticamente os dias todos sozinha com o Fábio, teve um dia que eu cheguei, ficamos conversando, e quando íamos nos deitar, eu fui tomar um banho, e esqueci de levar a minha roupa pro banheiro, e como já estava muito íntima, saí do banheiro enrolada na toalha, entrei no quarto cheguei perto da mochila e falei. Irmão, fecha o olho aí que eu vou me vestir e ele só falou.

- Tá bom.

E eu peguei uma calcinha, como sempre fio dental, vesti ainda de camisola, mas é claro que levantei a toalha até a cima da bunda pra enfiar ela no rabo, e não sabia se ele olhava, eu ao mesmo tempo queria que ele olhasse, no mesmo momento eu falava que ele não iria fazer isso com a namorada do irmão, então tirei a toalha ficando de peitos de fora, e vesti meu pijama. E quando eu virei ele não olhava, será? E ficamos conversando e assistimos filmes, e quando o Dudu ia trabalhar, eu sabia que ele iria chegar só de manhã, eu dormia na cama dele mesmo, e o Fábio na cama ao lado, as vezes quando Dudu chegava pela manhã, e a gente dava uma rapidinha ali mesmo e depois ele dormia.

E conforme a intimidade ia aumentando, eu ficava cada vez mais desinibida na frente do meu cunhadinho. E passei a sempre sair do banheiro de toalha pra me vestir no quarto. As vezes dava uma volta pela casa de toalha e repara o olhar discreto do Fábio pra cima de mim. Aquilo estava mexendo comigo, e passei a fazer mais coisas de propósito. Como por exemplo, eu ficava de camisola de me sentava de qualquer jeito mostrando a minha calcinha sem me importar se ele estava vendo ou não, na verdade, ele olhava e minha buceta até piscava. As vezes eu de camisola com um decote grande e me abaixava e deixava os peitos quase toda a mostra e quando eu me levantava e ele com aquele sorrisinho sacana.

Porra, eu estava me exibindo pro meu cunhado, e o pior, eu estava adorando, e ele parecia estar ainda mais. Já cheguei a reparar uma leve ereção na bermuda. E eu fazia cada dia mais, já teve vez de eu estar limpando a casa, pra ajudar a minha sogra, e na verdade eu gostava de fazer tbm, já que eu tinha tempo e eu odiava ficar num ambiente sujo e bagunçado e os homens são meio bagunceiros. E eu ficava limpando a casa de camisolinha e me abaixava e deixava a bunda, ou parte dela a mostra e eu olhava discretamente e o Fábio sempre de olho. E aquilo me agradava cada vez mais.

Até que chegou em certo ponto que eu tinha mais intimidade de conversas, e assuntos com o Fábio do que com Dudu. E aquilo estava mexendo comigo, será que estou gostando do meu cunhado. E eu falei, eu gosto de ser admirada, ele está gostando de olhar, eu vou ficar brincando com isso, que se foda. Já não estava ligando muito pro Dudu, a ponto de já nem fazer muita questão de transar com ele. Teve um dia que eu no banho, me peguei pensando no Dudu, minha buceta já formigando, e eu falei, vou brincar com ele um pouco, tô adorando atrair os olhares dele. Então eu saí do banho de toalha, fui pro quarto me vestir, Fábio estava na sala, e eu pensei, como vou chamar atenção dele, tava querendo muito que ele me olhasse, então pensei. Vesti uma calcinha bem cavada, tirei o soutien, fiquei ali no quarto de porta aberta de peitos de fora, só que de onde eu estava, ele não conseguia me ver do sofá, mas o fogo tava muito grande e eu queria que ele me olhasse. Então sai só de calcinha, tapando os peitos com as mãos, e chamei ele.

- Irmãozinho, esqueci de trazer roupa de dormir, me empresta uma camisa sua?

Carai, na hora que ele me viu, ele abriu um sorrisão e falou.

- Claro Lou.

Se levantou, passou por mim, foi até o guarda roupas, pegou uma camisa, que pra mim ficou um vestidinho curto, e me entregou. Eu pra vestir tive que tirar as mãos dos peitos e deixei meus peitos ali na frente dele por frações de segundos e vesti a camisa, e fiquei com ela, me sentei com ele no sofá, as vezes de pernas abertas, já não ligava nem um pouco que ele olhasse a minha calcinha, na verdade eu adorava, mas eu fazia como se fosse natural, como se ele fosse meu irmão, mas na verdade eu adorava pegar ele me olhando. Nesse dia eu até deitei com a cabeça no colo dele, e deixando a minha bunda toda de fora, na minha cabeça pedindo pra ele passar a mão, mas ele ficava fazendo um carinho na minha cabeça, nesse dia senti até um pouco do pau dele querendo ficar duro muito perto da minha cabeça. Na hora de dormir, eu até me masturbei, disfarçadamente ali na frente dele, enquanto ainda conversávamos no quarto escuro, e pensava meu Deus, o que eu estou fazendo. Mas quando o fogo acendia eu pouco me importava e queria cada dia mais.

Depois desse dia, ele passou a sair do banho tbm de toalha, a teve vez dele passar por mim na sala pra levar a roupa suja pra lavanderia, e eu reparar no volume da toalha e tinha um volume legal, aquilo tava mexendo comigo. Já teve vez da gente se preparando pra dormir, ele entrou no quarto de toalha e fala.

- Irmãozinha, fecha o olho aí que eu vou me vestir.

E claro que eu não fechei né, eu tava doida pra ver, ele tirou a toalha ali de costas pra mim, que bundinha linda, ele era magrinho, com um bundinha forte, e vestiu somente um short. E depois eu ia fazer o mesmo e já nem pedia mais pra ele fechar o olho, eu chegava de toalha, vestia a calcinha ainda de toalha, pegava uma camisola ou um pijama, e quando eu ia me vestir, eu tirava a toalha de costas pra ele, ficando ali quase inteiramente nua na frente dele e vestia, mas claro que ele conseguia ver meus peitos um pouco pelo lado.

E todo final de semana, ou quase todos, eu ia pra casa deles mas eu nem pensava muito no Dudu, eu pensava no Fábio. As vezes que eu não ia pra casa deles no final de semana, o Fábio me ligava no meio da semana, na época telefone fixo, pra perguntar pq eu não tinha ido e ficávamos por mais de hora conversando.

Eu estava adorando me exibir para meu cunhadinho, durante a semana eu me masturbava pensando em situações de eu aparecer pelada na frente dele, ou dele me pegar pelada sem querer, e aquilo estava me dando muito tesão, eu não pensava em transar com ele, eu só queria ser vista.

Teve uma vez que ele entrou no chuveiro e eu já corri pra cama, estava de camisola, me cobri com um lençol, tirei minha calcinha e já senti a minha buceta molhar com aquela situação, comecei a me tocar disfarçadamente, e ele entrou de toalha, nem me pediu pra eu não olhar, e eu claro que tava doida pra ver ele tbm, ele pegou um short, e eu me tocando, buceta encharcada com aquela sensação de estar me tocando ali na frente dele, e ele tirou a toalha, e por um segundo eu vi o pau dele de lado, nossa, o pau dele mole já era legal, e ele vira pra mime fala.

- Já vai dormir? Vamos lá pra sala ver um filme?

Eu falei que estava cansada. E ele saiu do quarto. Eu pensei em um momento sair de camisola sem calcinha, mas só de eu pensar isso me tocando, eu já gozei gostoso. E depois que eu gozei, que esfriou o tesão e eu vesti a calcinha e fui ficar com ele na sala.

Bom meus amores, vou ficar por aqui. A história fica bem mais excitante, e vai ficar muito longa. Até a próxima.

Se estiverem gostando, deixem as estrelinhas e comentem.

Beijão pra todos.

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Comentários

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Bom Dia. Certeza que vai "rolar",e vai ser muito excitante. Tua narrativa me deixa bastante excitado. Aguardo a continuação. Beijinhos

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