Capítulo 8: A Traição
Estava vivendo a melhor fase mais espetacular da minha vida. Confesso que estava completamente apaixonada por Lucas, o coroa. Ele era tudo que eu sempre quis num homem: maduro, carinhoso fora da cama e um animal dentro dela. O sexo com ele não tinha limites, e eu amava isso com cada pedacinho do meu corpo. Aos 20 anos, com meus seios GG, bunda redonda e um pênis que fazia qualquer um perder o juízo, eu sabia usar meu corpo como ninguém. Mas nunca imaginei que ele me levaria a isso.
Eu estava encurralada. Pedro, aquele cara tatuado do trio na minha casa, me tinha nas mãos. Eu devia dinheiro a ele — e não era pouco. Dívidas idiotas: festas, roupas de marca, drinks caros, coisas que achei que poderia pagar depois. Ele, por sua vez, devia a Jorge, um cara de uns 40 anos, careca, corpo de academia, olhar de quem já matou gente. Diziam que era traficante e que não aceitava atrasos. Alguns dias depois da nossa festinha com Lucas, Pedro me ligou. “Transa com ele, Sofia,” disse, a voz fria como gelo. “Ele apaga minha dívida, e eu apago a sua.” Eu não tinha escolha. Lucas estava cada vez mais grudado em mim, mandando mensagens carinhosas, planejando viagens, falando em futuro. Mas ele não sabia das minhas merdas. E agora eu ia traí-lo.
Marcamos para uma quarta-feira à noite. Meu coração batia tão forte que eu sentia no pescoço. Usei um vestido preto curtíssimo, sem calcinha, o pênis preso contra a coxa por uma fita, os seios quase pulando do decote. Pedro chegou primeiro, sentou no sofá de veludo, o abajur jogando uma luz amarelada e fraca. Jorge apareceu logo depois, olhar predador, me mediu de cima a baixo como se eu fosse um pedaço de carne no açougue. “Vamos logo, sua puta,” grunhiu, e eu engoli seco, o cheiro de testosterona já impregnando o ar.
Jorge me agarrou pelos cabelos, jogando-me de joelhos no tapete. “Chupa, vadia,” mandou, abrindo a calça. O pau dele saltou, grosso, veias saltadas, cabeça brilhando. Engoli o máximo que consegui, a garganta queimando, baba escorrendo pelo queixo. Ele cuspiu na minha cara — cuspe quente, grosso — e deu um tapa violento, a bochecha pegando fogo. “Mais rápido, sua cachorra,” rosnou. Outro tapa, mais forte, fez minha cabeça girar. Eu gemia, chupando com força, o som molhado ecoando, enquanto Pedro assistia, o pau duro marcando a calça. “Boa menina, Sofia,” ele disse, frio. Jorge socava na minha garganta como se fosse uma buceta, eu engasgava, tossia, os olhos lacrimejando, quase vomitando, mas continuava porque não tinha saída.
Jorge me levantou de qualquer jeito, rasgando o vestido como se fosse papel. Meus seios balançaram livres, o pênis saltou duro. “De quatro, sua vagabunda,” ordenou, empurrando-me contra o sofá. Cuspiu no meu cu, enfiou dois dedos sem aviso, a dor rasgando. Gritei. Ele entrou de uma vez, socando bruto, o cu esticando ao limite, cada estocada acompanhada de um tapa na bunda que estalava alto, a pele ardendo em brasa. “Toma, sua puta,” grunhia, puxando meu cabelo até o pescoço doer. Cuspiu na minha cara de novo, agarrou meu pescoço, apertando até o ar faltar. Eu gemia, o prazer misturado com dor, meu pênis pulsando, batendo no sofá. “Fode essa vadia direito,” Pedro disse, masturbando-se lentamente, olhos fixos. “É assim que se fode uma puta de verdade,” Jorge respondeu, puxando meus cabelos com violência, lágrimas escorrendo quentes pelo meu rosto.
Jorge não parava: tapas na cara, na bunda, palavrões voando. “Vou gozar, sua puta,” rosnou, saindo do meu cu e me puxando pra frente do pau. Masturbou rápido, a cabeça inchada, e gozou na minha cara — jatos grossos, quentes, acertando boca, nariz, olhos. O sêmen escorria nos seios, eu lambi os lábios, o gosto salgado queimando. “Vou tomar uma ducha,” ele riu, dando um último tapa, e saiu.
Pedro não perdeu tempo. “Ainda não acabou, Sofia,” disse, puxando-me pelos cabelos pro sofá de novo. Entrou no meu cu já arrombado, socando forte, ritmo bruto, veias do pau dele roçando tudo dentro de mim. “Toma, sua vadia,” grunhiu, tapas na bunda já marcada. Meu pênis pulsava, eu me masturbava desesperada, o prazer subindo rápido demais. “Goza, sua puta,” ele mandou, e eu gozei — jatos fartos, grossos, brancos manchando o veludo do sofá, pingando no tapete, o cheiro forte de sexo. Pedro socava mais fundo e gozou dentro do meu cu, o sêmen quente enchendo, escorrendo pelas coxas.
Foi aí que a porta abriu. Lucas. Com um buquê enorme de rosas vermelhas, olhos verdes arregalados, rosto ficando vermelho de raiva. “Sofia… sua vagabunda,” murmurou, o buquê caindo no chão, pétalas espalhando. Antes que eu pudesse falar, Jorge saiu do banheiro, toalha na cintura, rindo alto. “Veio pra festa com a vagabunda gostosa?” perguntou, debochado. Lucas virou as costas, saindo rápido. Pulei do sofá, nua, gozo escorrendo pelas pernas, corri atrás, mas parei na porta — nua, destruída, o rosto brilhando. Vi ele entrar no elevador. “Puta… vagabunda… nunca mais quero te ver,” gritou, as portas se fechando.
Voltei pra sala, o coração em pedaços, lágrimas escorrendo, misturando-se com o gozo seco na cara. Pedro riu, sentando no sofá. “Chora não, Sofia. Sua dívida é alta pra caralho, e você ainda não pagou nem metade.” Me puxou pelos cabelos, o pau duro de novo. “Continua, vadia,” mandou. Obedeci, chupando, enquanto Jorge voltava rindo. Eles me foderam a noite inteira — sofá, chão, parede —, gozando na cara, no cu, me tratando como lixo. Eu chorava, mas meu corpo respondia, e eu odiava isso com todas as forças. Lucas estava perdido pra sempre, e eu continuava presa.
