Pai e Filha: Raiz Profunda

Um conto erótico de Doctor_SP
Categoria: Heterossexual
Contém 786 palavras
Data: 25/01/2026 09:28:39

Eu tenho 46 anos, branco, olhos verdes afiados, 1,80m, cabelo preto com uns fios brancos nas têmporas que me dão um ar de homem vivido. Minha filha Ana, 22 anos, é loira de cabelo liso, 1,60m, magrinha mas toda em forma da academia pernas torneadas, bunda empinada e peitinhos firmes que balançam gostoso quando ela anda.

Naquela sexta, liguei pra ela: "Ô filha, bora pra fazenda? O caseiro sumiu e tem que ver o gado, consertar cerca." Ela animou na hora: "Boa, pai! Tô precisando de ar fresco." Pegamos minha picape velha, estrada de terra batendo na lata, duas horas até o sítio no meio do nada em SP.

Chegamos assados pelo sol. A casa é daquelas simples, varanda de madeira, e só uma cama decente no quarto, king size com ventilador rangendo. "Só tem essa cama boa aqui, o sofá é um lixo", eu falei. Ela deu risada: "Relaxa, pai, a gente divide. Lembra quando eu era pequena?" Troquei um olhar com ela, aqueles olhos azuis dela me pegando de jeito novo.

Passamos o dia ralando. No quadriciclo checando o gado pelas pastagens, ela abraçada na minha cintura, coxas dela colando nas minhas, cheiro de suor misturado ao dela. Depois fomos pro curral consertar a cerca eu pregando arame, camisa grudada no corpo suado, e vi ela olhando pro meu abdômen quando levantei o braço pra alcançar o poste. Ao entardecer, voltamos pra fazenda enlameados e suados pro banho frio no chuveiro de fora ouvi a água caindo no corpo dela atrás da divisória, pau dando sinal imaginando. Quando fui minha vez, acho que ela deu uma espiada na minha rola meia-bomba.

Jantamos linguiça assada na brasa, pão com manteiga, cerveja gelada da geladeira a gás. Conversa rolando solta.

Ela falou:

"Sabe, pai, desde que a mãe se foi há uns anos, você ficou sozinho aí. Merece alguém."

Eu suspirei: "É, filha, viúvo é foda."

Ela baixou a voz: "Eu também tô solteira faz tempo. Esses caras da cidade são uns babacas, não rola química." Mão dela roçou a minha debaixo da mesa, ar ficou pesado, olhares se demorando.

No quarto, calor do caralho mesmo com ventilador. Eu de short folgado sem cueca por baixo pau marcando quando endurece, ela num baby doll curtinho rosa que mal cobria a bunda, alcinhas finas deixando os ombros nus. Deitamos lado a lado, luz fraca da lua entrando. "Boa noite, pai", ela murmurou. Eu respondi, mas ninguém pregava olho.

Virei pro lado dela, braço roçando a cintura. Ela se mexeu, bunda encostando na minha virilha pau deu um pulo. "Desculpa", ela sussurrou, mas encostou de novo, devagar. Ficamos assim uns minutos, encostando mais, respiração acelerando, sem dormir mesmo.

Ela virou pra mim: "Pai, eu sinto um negócio estranho... quente." Acariciei o rosto dela, dedo no lábio macio. "Eu também, Ana. Você cresceu tanto, virou mulher." Beijo veio natural, boca dela doce de cerveja, língua tímida na minha. Ela gemeu baixinho: "Me beija mais, pai." Mão subiu pro baby doll, apertando peitinho duro, mamilo entre dedos. Ela desceu a mão pro meu short, roçando o pau inchado: "Tá duro por mim?""Agora você será minha putinha", eu disse no ouvido dela, voz grossa de tesão, puxando o baby doll pra cima. Ela tirou meu short, pau saltando livre, grosso e veiado. "Sim, pai, me usa toda." Chupei os peitinhos rosados, desci pro short dela, dedo na buceta molhada já. Ela pegou minha rola na mãozinha pequena, masturbando devagar enquanto eu lambia o clitóris inchado.De quatro na cama quentinha, cuspi na entrada e meti buceta dela engolindo tudo quentinha, apertada pra caralho. "Que delícia, filha, aguenta o pai." Ela empinava: "Fode mais forte!" Mudei pro missionário, pernas dela nos meus ombros, martelando fundo até ela tremer toda, gozando e melando a cama. Eu não aguentei, porra jorrando quente dentro dela, enchendo tudo.Dormimos embolados.

Domingo amanheceu sol forte, 6h30, pau duro colado na bunda dela. Acordei ela beijando a nuca: "Bom dia, minha putinha." Ela riu manhosa: "Me come logo, pai." Virei de bruços, abri a bunda branquinha, cuzinho rosado pronto ela já tinha rolado anal antes, mas pro meu pau era a primeira. Cuspi bem, untei com lubrificante da mala, dedo entrando liso, esticando com dois.Pus a cabeça na entrada, empurrei devagar: "Relaxa." Glande passou o anel, centímetro por centímetro até foder tudo, cu quente apertando como nunca. "Porra, que cu safado!" Ela gemia: "Vai, fode meu rabo!" Ritmo pegando, tapas na bunda vermelha, ela gozando forte. Eu explodi, porra enchendo o cu dela, vazando pelas coxas quando saí.

Ela diz "Te Amo Pai" eu respondo "também te amo filha".

Melhor fim de semana da vida.

Espero que tenham gostado...

Primeira parte de minhas histórias.

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