Eduarda Romero - Capítulo 12 - Final (Por enquanto…)

Da série Eduarda Romero
Um conto erótico de Dudinha
Categoria: Heterossexual
Contém 7450 palavras
Data: 25/01/2026 03:39:26

O carro de Fábio ronrona suave pela estrada sinuosa da costa, o sol poente pintando o mar de laranja e rosa lá fora, ondas quebrando ao longe que eu vejo pelo vidro.

O ar condicionado sopra fresco no meu corpo curvilíneo ainda quente e melado sob o vestido leve, cheiro de maresia misturado ao couro dos bancos.

Atrás, mamãe já ronca baixinho, corpo tonificado relaxado e pernas esticadas, cabelo escuro espalhado no encosto, completamente apagada como prometeu.

Fábio dirige calmo, mãos firmes no volante, barba aparada destacando o maxilar tenso, corpo atlético preenchendo o banco do motorista, calça jeans apertada nas coxas grossas.

Eu me viro devagar pro lado dele, voz um sussurro rouco no ouvido dele, lábios roçando a orelha:

Eduarda - Fica tranquilo, pai... Eu lembro da promessa que te fiz.

Minhas unhas alisam devagar a perna dele por cima da calça, subindo e descendo a coxa musculosa em toques leves e provocantes, intercalando com a palma da mão pressionando e massageando o volume do pau dele sobre o tecido, sentindo ele pulsar e endurecer devagar sob meus dedos, o carro balançando levemente na curva enquanto ele solta um suspiro baixo, olhos na estrada mas corpo reagindo quente…

Eu viro o pescoço devagar pro banco de trás, luz fraca do entardecer iluminando o rosto sereno da mamãe – olhos fechados, respiração ritmada e profunda, peito subindo e descendo devagar no sono pesado, sem nenhum sinal de acordar.

Certeza absoluta que ela tá fora de órbita.

Fábio mantém os olhos na estrada estreita, mar azul escurecendo ao lado, mas eu sinto a tensão no corpo dele, coxas firmes apertando o volante.

Sem pressa, minha mão direita desce pro zíper da calça jeans dele, dentes do metal abrindo com um zip baixinho que some no ronco do motor, revelando a cueca esticada e o pau grosso já meia-bomba pulsando pra fora.

Pego ele firme com a mão esquerda, pele quente e veias saltadas enchendo minha palma morena, começo a masturbar devagar e ritmado, punho subindo e descendo como se fosse a coisa mais natural do mundo, polegar roçando a cabeça inchada úmida de pré-gozo, o carro seguindo reto enquanto ele solta um grunhido abafado, tremeu de leve mas acelera suave, corpo todo tenso de tesão contido…

Papai solta um sussurro rouco e resmungado, voz baixa tremendo de tesão misturado a tensão, olhos fixos na estrada escurecendo com postes piscando ao longe: Isso é perigoso demais.

Fábio - Dudinha... Luciana pode acordar a qualquer momento.

Atrás, ela continua no sono profundo, roncos suaves ecoando no carro fechado, corpo imóvel como uma pedra.

Meu punho esquerdo não para, masturbando o pau dele firme e grosso, subindo e descendo devagar sentindo ele latejar mais duro na palma quente, pré-gozo melando meus dedos.

Eu me inclino mais perto, lábios roçando a orelha dele de novo, sussurro quente e urgente:

Eduarda - Então para em algum posto agora, pai. Eu preciso que você me foda agora mesmo.

Ele engole em seco, pau inchando ainda mais na minha mão, o carro diminuindo velocidade devagar enquanto uma placa de posto de gasolina surge na curva à frente, luzes neon piscando isoladas na estrada vazia, e ele pisca a seta trêmula, virando pro desvio…

O posto surge isolado na beira da estrada escura, poucas luzes fluorescentes piscando sobre bombas vazias e uma lojinha fechada, marulho das ondas ecoando distante no vento noturno.

Fábio estaciona o carro num canto sombreado atrás de um caminhão parado, motor morrendo suave.

Luciana continua apagada lá atrás, corpo largado no banco, sem nenhum movimento.

Ele sai primeiro, pau ainda meia-duro abaulando a calça aberta, ajustando rápido enquanto eu escorrego pra fora pela porta, vestido colando no corpo curvilíneo suado, cabelo ondulado bagunçado.

Andamos rápido e grudados pras sombras, contornando a bomba de gasolina sem alarde – ninguém à vista, só um atendente bocejando lá dentro iluminado por telas de TV, de costas pra nós.

O banheiro unisex fica num canto escuro, porta de metal enferrujada semi-escondida Fábio força a fechadura com o ombro atlético, empurrando pra dentro o cubículo apertado e fedendo a desinfetante velho, luz fraca de uma lâmpada amarelada piscando no teto baixo, pia rachada e privada suja no canto.

Ele tranca a porta com um clique, virando pra mim ofegante, barba roçando meu pescoço enquanto me prensou na parede fria de azulejo lascado, pau dele já duro como pedra pressionando minha coxa, mãos grandes subindo pelas minhas curvas, ar quente e úmido nos envolvendo sozinhos ali.

Fábio me prensou mais contra a parede fria e áspera do banheiro apertado, cheiro de cloro misturado ao suor dele preenchendo o ar abafado, lâmpada piscando sombras dançantes no espelho rachado.

Ele solta um grunhido baixo na minha orelha, voz rouca e carregada de anos de desejo reprimido:

Fábio - Nunca esperaria isso de você, Dudinha... mas por tantos anos eu imaginei te fodendo assim.

As mãos grandes dele agarram minhas ancas curvilíneas com força, virando meu corpo de costas pra ele num giro rápido e dominante, meu vestido subindo nas coxas grossas, seios pressionando o azulejo gelado.

Sinto a barba picante roçando minha nuca morena enquanto os lábios quentes dele descem no pescoço exposto, beijos molhados e famintos mordiscando a pele sensível, pau duro como ferro latejando contra minha bunda empinada pela posição, uma mão dele subindo pra apertar meu peito esquerdo por baixo do tecido fino, dedos calejados de eletricista beliscando o mamilo endurecido, respiração dele ofegante acelerando no meu ouvido enquanto o mundo lá fora some no ronco distante de um carro passando.

Meu corpo treme de tesão contra a parede úmida do banheiro, calor subindo pelas curvas enquanto os beijos dele queimam o pescoço, pau latejando duro entre minhas nádegas.

Eu gemo baixo, virando o rosto pro lado, sussurro urgente e safado na direção dele:

Eduarda - Me fode, papai... fode a tua filhinha como você fode a mamãe.

Fábio solta um rosnado gutural na minha pele, mãos tremendo de desejo enquanto responde rouco, voz baixa pra não ecoar:

Fábio - Tem que ser rápido, Dudinha... pra Luciana não desconfiar de nada.

De repente, uma palma larga e calejada desce com força na minha bunda redonda, tapa estalado ecoando no cubículo apertado, ardor gostoso se espalhando pela carne morena que treme e empina mais pra ele.

Ele agarra a barra do meu vestido curto, puxando pra cima num movimento bruto, revelando minhas coxas grossas e nuas – sem calcinha nenhuma, buceta inchada e molhada já pingando de excitação, preparada e aberta pra ele nesse exato momento, ar frio do banheiro roçando os lábios expostos enquanto ele ofega surpreso e faminto atrás de mim, pau dele roçando a entrada escorregadia.

Fábio ofega mais forte contra minha nuca, o tapa ainda ardendo gostoso na bunda exposta enquanto ele descobre tudo – minha buceta morena inchada, lábios grossos e molhados brilhando sob a luz fraca piscante, sucos escorrendo pelas coxas curvilíneas pro azulejo sujo.

Fábio - Porra, Dudinha... você veio preparada pra levar rola do teu pai, né?

Ele rosna baixo, voz grave e excitada ecoando no banheiro fedido, uma mão grande abrindo minhas nádegas com força, polegar roçando o clitóris inchado pra frente e pra trás num tease que me faz tremer inteira.

O pau dele, grosso e veioso como eu me lembro de espiar no banho dele anos atrás, cutuca a entrada encharcada, cabeça inchada empurrando devagar pra dentro, esticando minhas paredes quentes e apertadas num gemido rouco dele:

Fábio - Tão quentinha... filhinha gulosa pro pau do papai.

Ele avança num estocão firme, metendo até o talo de uma vez, bolas peludas batendo na minha pele, ritmo rápido e bruto já começando, uma mão tampando minha boca pra abafar meus gemidos enquanto a outra aperta minha cintura, corpo atlético dele me fodendo contra a parede como um animal, pia rangendo ao lado com o impacto, espelho embaçando com nossa respiração pesada, segundos correndo antes que Luciana acorde no carro lá fora.

Fábio me martela com estocadas rápidas e profundas, pau grosso rasgando minha buceta encharcada num vaivém selvagem, bolas batendo ritmadas na minha bunda vermelha do tapa, suor dele pingando nas minhas costas nuas enquanto ele rosna no meu ouvido:

Fábio - Aperta esse cuzinho, filhinha... vai gozar pro papai gozar dentro.

Meu corpo curvilíneo treme todo, paredes internas sugando ele com força, clitóris latejando no atrito, gemidos abafados pela mão dele na minha boca, cheiro de sexo cru enchendo o banheiro abafado – ele acelera, grunhindo baixo, jatos quentes de porra enchendo minha buceta funda num gozo explosivo, corpo dele colapsando contra o meu por segundos antes de se afastar, pau escorregadio saindo com um ploc molhado, gozo grosso escorrendo pelas minhas coxas morenas pro chão sujo.

Ele puxa o vestido pra baixo rápido, ajeita a calça, me vira com um beijo faminto na boca:

Fábio - Depois a gente continua isso, filha safada.

A gente sai do banheiro trancado, porta rangendo ao abrir pro corredor escuro da casa, e lá está Luciana parada com braços cruzados, corpo tonificado de academia iluminado pela luz fraca da sala, cabelo liso escuro bagunçado do sono no carro, olhos castanhos estreitados em desconfiança:

Luciana - O que vocês tavam fazendo trancados aí no banheiro tanto tempo?

Eu engulo em seco, sentindo o gozo dele ainda pingando quente entre as pernas, respondo casual com voz firme:

Eduarda - Pedi pro Fábio ficar de vigia na porta, mãe... pra ninguém entrar enquanto eu usava o banheiro.

Luciana franze a testa, cheira o ar por um segundo como se captasse algo, mas solta um suspiro e balança a cabeça, engolindo a história com um resmungo:

Luciana - Tá bom... mas da próxima não demora tanto.

Ainda assim, ela me encara um pouquinho mais, dúvida pairando nos olhos enquanto vira pro carro, Fábio me dando uma piscadela discreta antes de segui-la.

A viagem de volta prossegue na picape velha de Fábio, motor ronronando na estrada escura noturna, cheiro de cigarro velho e suor misturado no ar abafado da cabine. Luciana cochila no banco da frente, corpo relaxado encostado na janela, respiração ritmada ecoando suave.

Eu me esgueiro no banco de trás com Fábio dirigindo, perna morena roçando a dele disfarçadamente, mão safada descendo pro volume na calça dele enquanto ele dirige tenso.

Eduarda - Shhh... mamãe dormiu

Sussurro maliciosa, abrindo o zíper devagar, pegando o pau semi-duro dele na palma quente, punhetando ritmada pra cima e pra baixo, polegar massageando a cabeça melada de pré-gozo, veias pulsando na minha pegada enquanto ele solta gemidos baixos, olhos na estrada, mão livre apertando minha coxa:

Fábio - Porra, Dudinha... você vai me fazer bater o carro.

Faço devagar nos trechos longos, acelerando quando o sono dela aprofunda, leite grosso dele sujando meus dedos num gozo abafado, lambendo discreto pra limpar antes de fechar tudo, tesão latejando de novo na minha buceta ainda escorrendo do banheiro.

Finalmente, a picape estaciona na frente de casa, luzes da varanda acesas, malas espalhadas na calçada.

Lá dentro, pela janela embaçada eu vejo Luciano de pé na sala, moreno magro arrumando caixas com olhos pensativos, Kaio – alto e curly, pele clara-morena, camiseta suada – rindo enquanto desarruma sacolas de viagem, e Jenn ao lado dele, parda fofa com cabelo ondulado solto, separando roupas numa pilha bagunçada.

O Luiz deve ter dado no pé assim que deixou eles aqui, deixando a casa cheia de novo com esse clima familiar quente e caótico.

A casa vai esvaziando devagar pro silêncio da madrugada, relógio na parede marcando quase duas da manhã, cheiro de jantar velho e poeira de mala pairando no ar.

Luciana boceja na cozinha, corpo tonificado se espreguiçando enquanto lava as últimas canecas:

Luciana - Vamos dormir, gente... amanhã é dia de trabalho.

Fábio dá um beijo na testa dela, me lança um olhar cúmplice rápido antes de subir pro quarto do casal, passos pesados no degrau rangente.

Kaio resmunga sonolento, bagunçado, subindo as escadas dois de cada vez pro quarto dele:

Kaio - Noite, maninha... amanhã a gente joga.

Jenn me abraça apertado no corredor, corpinho médio colado no meu curvilíneo, cheirinho de shampoo doce:

Jenn - Boa noite, Dudinha... sonha comigo.

Ela some no quartinho dela, porta clicando baixa.

Luciano fica por último na sala, moreno quieto arrumando o sofá-cama improvisado dele, olhos intensos me pegando na escada por um segundo antes de apagar a luz principal – ele murmura um:

Luciano - Boa noite

Rouco, voz grave ecoando no escuro.

Meu quarto fica no fim do corredor de cima, cama desarrumada me esperando, lençóis frescos roçando a pele ainda úmida de suor da viagem.

Eu me deito, luz da lua filtrando pela cortina fina, casa mergulhada num silêncio pesado só quebrado pelo ronco distante de Fábio... até que ouço passos leves no piso de madeira, porta rangendo devagar abrindo no breu – Luciano esgueira pra dentro, silhueta média e morena se aproximando da cama na penumbra, olhos pensativos brilhando fracos, trancando a porta atrás dele com um clique suave, arrepio no escuro.

Os dias seguintes rolam na mesma batida familiar, sol da manhã batendo nas janelas embaçadas da casa modesta, cheiro de café forte e pão torrado enchendo a cozinha onde mamãe Luciana manda na rotina com braços tonificados mexendo panelas, Fábio consertando um fio solto na tomada com mãos calejadas, Kaio devorando cereal barulhento antes de sair pro trampo, Jenn me dando tchau rapidinho com olhinhos doces antes da escola – tudo igualzinho antes da viagem, mas agora com um fogo selvagem pulsando por baixo, olhares roubados mais ousados no café da manhã, toques disfarçados na pia, tesão fervendo que explode toda noite.

Naquela madrugada, Luciano tá aqui na minha cama, corpo moreno pressionado no meu violão curvilíneo, pau grosso dele me arrombando fundo na escuridão úmida do quarto, gemidos abafados no travesseiro enquanto ele mete ritmado e bruto, mãos fortes apertando minhas tetas suadas, quadris batendo nos meus com palmadas molhadas:

Luciano - Porra, Dudinha... sua buceta é um vício, aperta mais esse cuzinho pra mim.

Eu gemo rouca pro escuro, unhas cravando nas costas dele, ele me vira de quatro, enfiando tudo até o talo, bolas batendo na minha bunda violão enquanto fode selvagem hora na xoxota hora no cu apertado, suor escorrendo, cama rangendo baixa no silêncio da casa dormindo – gozamos juntos duas, três vezes, leite quente dele jorrando dentro e pingando nas coxas, beijos famintos e mordidas no pescoço até o céu lá fora clarear devagar.

Ele se levanta ofegante por volta das cinco, pau ainda meia-bomba brilhando de porra e mel, me dá um selinho rápido:

Luciano - Amanhã a gente repete, sobrinha gostosa…

E esgueira de volta pro sofá-cama na sala, porta clicando inaudível, me deixando ali ofegante e escorrendo, rotina normal voltando com o primeiro galo cantando ao fundo.

É um dia bonito de sol forte batendo na rua de terra batida, brisa quente carregando cheiro de grama cortada e óleo de motor da garagem aberta atrás da casa, ferramentas espalhadas no chão de cimento rachado.

Fábio me chama da cozinha enquanto mamãe mexe no almoço, voz calma e grave dele ecoando:

Fábio - Duda, vem me ajudar aqui na garagem rapidinho, filha? Preciso de uma mão.

Eu vou pra lá, corpo curvilíneo balançando na saia leve, e assim que entro no espaço apertado dele – alto, atlético, pele levemente bronzeada suada debaixo da camisa velha, barba aparada – eu ataco, mãos no cinto dele puxando pro meu corpo violão, boca faminta no pescoço dele, gemendo baixo enquanto tento enfiar a mão na calça.

Ele me segura firme pelos pulsos, olhos castanhos protetores me travando no lugar, pau meia-duro roçando na minha coxa mas ele balança a cabeça devagar:

Fábio - Calma, Dudinha... agora não é o momento, tá? A casa tá cheia de gente, e o seu tio por perto. Mas era justamente sobre isso que eu queria falar contigo.

Ele me solta suave, limpando o suor da testa com o dorso da mão calejada, voz baixa e paciente baixando pro sussurro rouco:

Fábio - Amanhã eu finjo que vou pro trampo cedo, saio de van como sempre... mas te encontro na rua de baixo, atrás do muro velho. Vem sozinha, sem ninguém ver. Aí a gente resolve isso direito, sem pressa.

Ele me dá um toque rápido na bunda, piscadela cúmplice, e volta pro motor do carro aberto, ferramentas tilintando como se nada tivesse rolado, sol quente batendo nas minhas costas enquanto eu saio da garagem com o coração acelerado.

Enquanto eu saio da garagem devagar, quadris balançando na saia colada ao suor da pele morena, viro o rosto pro fundo do espaço sombrio onde Fábio tá debruçado no capô aberto do carro, ferramentas paradas na mão dele, e sussurro rouco pro ar quente entre a gente:

Eduarda - Não vejo a hora de você me foder de jeito, sem me esconder, só você e eu…

Ele levanta os olhos castanhos intensos por cima do ombro, barba se movendo num sorriso torto e faminto, pau marcando mais na calça jeans enquanto assente devagar, voz grave ecoando baixa só pra mim:

Fábio - Amanhã, filha... te como inteira. Agora vai, antes que alguém note.

Eu sinto o tesão pulsar na buceta molhada enquanto volto pra cozinha, cheiro de feijão cozinhando me batendo no rosto, mamãe virando a cabeça com um sorriso casual:

Luciana - Tudo bem por lá, Duda?

Eduarda - Tudo bem sim, mãe! Fábio só pediu pra apertar um parafuso, rapidinho.

Eu respondo rápido pra Luciana, voz leve e casual enquanto ela mexe a panela no fogão, costas tonificadas da academia se movendo sob a blusa fina, cabelo liso escuro preso num rabo solto, sem notar nada além do cheiro de tempero no ar quente da cozinha.

Meu coração bate forte no peito curvilíneo, buceta latejando de tesão, e eu corro pelo corredor estreito da casa modesta, piso de cerâmica fria nos pés descalços, porta do quarto de Jenn entreaberta rangendo suave.

Ela tá lá deitada na cama baixa bagunçada, parda de pele macia, cabelo ondulado escuro espalhado no travesseiro, pernas finas cruzadas num shortinho curto, rolando o celular com olhos atentos e doces erguidos pra mim assim que eu entro ofegante:

Jenn - Dudinha? O que foi? Tá com cara de quem ganhou na loteria…

Ela senta rápida, sorriso curioso e grudado iluminando o quarto iluminado pelo sol filtrado na cortina fina, cheiro de perfume doce dela me envolvendo enquanto espera eu contar a novidade, porta ainda entreaberta pro som distante da TV na sala onde Kaio grita pro jogo de futebol.

Eu fecho a porta do quarto dela com o pé, tranco clicando suave no silêncio abafado, e me jogo na cama ao lado da Jenn, corpo violão colado no dela, mãos animadas gesticulando enquanto conto tudo no sussurro excitado, voz rouca de tesão:

Eduarda - Jenn, finalmente! O papai vai me pegar de jeito amanhã... ele vai me foder com força, sem pressa, só nós dois. Ele finge que vai pro trampo e me come inteira!

Ela arregala os olhos doces e observadores, bochechas pardas corando devagar, mordendo o lábio inferior enquanto se inclina pra frente, cabelo ondulado caindo no rosto, voz baixa e grudenta de curiosidade:

Jenn - Sério, Dudinha? Tipo, gozando tudo dentro? Conta mais.

Meus peitinhos arfam com a memória enquanto ela se ajeita mais perto, quarto quente com ventilador zumbindo devagar no teto, sol batendo na janela embaçada, ninguém batendo na porta ainda.

Eu rio baixinho pro ouvido dela, corpo curvilíneo se roçando no dela na cama estreita, suor da pele morena misturando com o perfume doce da Jenn enquanto continuo no sussurro quente:

Eduarda - Achava que ia precisar da tua ajuda pra convencer ele, Jenn, mas ó, não vai mais! Ele tá louco pra me foder amanhã. E sabe o que rolou na volta daquela viagem pro litoral? No posto de gasolina, ele me arrastou pro banheiro fedorento daqueles, porta trancada rangendo, e me comeu ali mesmo, pau grosso enfiando fundo na buceta encharcada, me batendo forte contra a pia suja enquanto eu gemia abafado na boca dele. Gozei tremendo nas pernas, ele enchendo tudo de porra quente... e quando saímos, a mamãe quase pegou! Ela tava na fila do lanche, virando a cabeça tipo, onde vocês se meteram? Mas ele disfarçou com ajudando a Duda no xixi.

Ela arregala mais os olhos pardos, mão fina apertando minha coxa por cima da saia curta, respiração acelerando no quarto abafado, ventilador girando preguiçoso em cima, voz dela saindo trêmula e excitada:

Jenn - Caralho, Dudinha... ele te encheu mesmo? E se ela entendeu? Me mostra como ele te pegou, vai…

Ela se inclina mais, corpo médio se colando no meu violão, porta ainda trancada quietinha, som distante de Kaio e Luciano rindo na sala pro jogo.

Eu sorrio maliciosa pros olhos grudados dela, voz rouca sussurrando quente:

Eduarda - Vou te mostrar como ele me pegou, Jenn…

Pego ela pelos ombros macios, empurrando suave mas firme pro canto do quarto contra a parede descascada e fresca, corpo pardo dela se chocando com um baque surdo no gesso, shortinho curto escorregando fácil pelas coxas finas quando eu abaixo ele num puxão rápido, expondo a buceta lisinha e já úmida brilhando no ar parado do quarto.

Ela solta um gemidinho agudo e doce, pernas tremendo abertas instintivas, enquanto eu enfio dois dedos grossos na entradinha apertada e quente dela, dedando fundo e ritmado como o Fábio faz comigo, vai e vem molhado ecoando suave, polegar roçando o clitóris inchado.

Meus lábios morenos chupam o pescoço salgado dela, língua traçando veia pulsando, dentes marcando leve a pele parda enquanto ela arqueia as costas, mãos finas cravando nas minhas costas curvilíneas, sussurro ofegante dela no meu ouvido:

Jenn - Ai Dudinha... assim? Mais forte, porra…

Quarto fecha mais quente, ventilador zzzum preguiçoso em cima, porta trancada segurando os gemidos, ninguém no corredor ainda, cheiro de tesão doce subindo no ar abafado.

Eu acelero os dedos na buceta encharcada dela, enfiando fundo e rápido contra a parede, polpa da mão batendo no clitóris inchado enquanto chupo o pescoço salgado, sentindo ela tremer inteira, pernas pardas fraquejando:

Eduarda - Goza pra mim, Jenn…

Ela explode num gemido abafado e doce contra minha boca, sucos quentes jorrando nos meus dedos, corpo médio convulsionando colado no meu violão, olhos revirando de prazer enquanto ofega:

Jenn - Dudinha... porra, que delícia…

Eu lambo os dedos melados devagar, sorriso safado no rosto moreno, sussurrando no ouvido dela mole:

Eduarda - Amanhã vai ser ainda mais gostoso que isso, irmãzinha... o papai vai me foder tão forte que eu vou gritar o nome dele pedindo mais e mais.

Ela desaba na cama ofegante, shortinho embolado nos tornozelos, eu ajeito minha saia curta e saio do quarto dela na ponta dos pés, porta clicando suave atrás de mim.

Corro pelo corredor estreito e silencioso da casa, piso frio de cerâmica sob os pés descalços, cheiro de almoço frio pairando no ar, e entro no meu quarto bagunçado – cama de solteiro com lençóis amassados, pôsteres velhos na parede descascada, ventilador chiando devagar no teto.

Tranco a porta com um giro firme, me jogo na cama dura, pernas abertas instintivas, short jeans apertando a buceta latejante, e passo o dia todo ali, olhos semicerrados sonhando acordada com amanhã: imagino o Fábio alto e atlético me pegando na rua de baixo, barba roçando meus peitinhos fartos enquanto me enfia o pau grosso na buceta molhada, me fodendo contra a parede suja com força bruta, porra quente enchendo tudo, gemidos ecoando sem ninguém pra atrapalhar... Sol vai e vem pela janela embaçada, som distante de Kaio no videogame na sala, mamãe e Fábio fora pro mercado, casa quieta me deixando afundar no tesão o dia inteiro, corpo ardendo de expectativa.

No dia seguinte o sol da tarde bate quente pela janela entreaberta do meu quarto, ventilador zzzum preguiçoso girando no teto rachado, quando o celular vibra na mesinha bagunçada – mensagem piscando na tela:

Fábio - Desce agora, Dudinha. Sua mãe já saiu pro trampo.

Coração acelera forte no peito curvilíneo, buceta latejando de expectativa o dia todo, eu ajeito a saia curta colada nas coxas grossas, blusinha decotada apertando os peitos morenos, e desço a escada rangente correndo, casa vazia ecoando meus passos no piso frio, cheiro de café velho no ar.

Rua de terra batida tá quieta, vizinhos sumidos no calor, e lá avisto o carro prata do Fábio estacionado na sombra da árvore torta, motor ronronando baixo.

Abro a porta do passageiro num puxão, entro e já ataco ele faminta – boca morena grudando na dele barbuda e quente, língua enfiando possessiva enquanto mão safada desce pro volume duro da calça jeans, apertando o pau grosso dele por cima do tecido, unhas traçando o comprimento latejante, gemido rouco escapando no beijo molhado.

Ele solta um grunhido grave, mãos grandes no volante calejado apertando forte, corpo atlético tenso no banco do motorista:

Fábio - Para, Dudinha... não aqui na rua, caralho. Vou te levar pro motel ali na saída da cidade, te fodo lá.

Eu rosno no pescoço dele salgado de suor, mão ainda massageando o pau inchado:

Eduarda - Deixa eu chupar pelo menos até lá, papai... tô louca pra mamar essa rola grossa…

Ele engole seco, olhos castanhos intensos me devorando no retrovisor, motor acelerando enquanto vira a chave, carro saindo devagar pela rua poeirenta rumo à estrada.

O carro ronca pela rua estreita, poeira subindo no retrovisor, meu corpo violão colado no banco de couro gasto, cheiro de cigarro velho e tesão no ar confinado.

De repente, sinal fecha em vermelho na rotatória movimentada, buzinas distantes ecoando, e sinto as mãos grandes e calejadas do Fábio no zíper da calça jeans – ele abre devagar, tecido rangendo, pau grosso e veiado saltando pra fora, rola morena dura como pedra, cabeça inchada brilhando de pré-gozo, veias pulsando no ar quente.

Ele grunhe baixo, barba roçando o teto baixo:

Fábio - Chupa agora, Dudinha... sem enrolar.

Uma mão forte embaraça meus cabelos ondulados escuros, puxando minha cabeça pra baixo com firmeza possessiva, rosto moreno mergulhando no colo dele peludo e suado, nariz roçando a virilha almiscarada, boca se abrindo faminta pra engolir a grossura latejante – língua rodando na glande salgada, sugando fundo enquanto o sinal pisca, carros parados ao lado sem notar a gente no banco escuro.

Ele solta um gemido rouco, quadril subindo instintivo, pau enfiando mais na minha garganta molhada, dedinhos apertando o volante até os nós embranquecerem.

Chupo voraz, boca morena esticada na grossura veiada do pau dele, baba escorrendo grossa pelo queixo e pingando no banco, língua lambendo as bolas peludas suadas enquanto ele dirige pela estrada asfaltada quente, som molhado de vaia e engasgos ecoando no carro abafado, mão dele guiando minha cabeça ritmada pra cima e pra baixo, gemidos graves dele misturando com o ronco do motor.

Minhas coxas curvilíneas tremem de tesão, buceta encharcada encharcando a calcinha fina, peitões balançando soltos na blusa decotada a cada mergulho fundo na garganta.

Chegamos no motelzinho discreto na saída da cidade, portãozinho enferrujado abrindo automático, luzes neon piscando no entardecer poeirento – ele estaciona na recepção externa, pau ainda meia-boca na minha, latejando quente.

A atendente magrela de cabelo tingido loiro falso, maquiagem borrada e unhas postiças vermelhas, se debruça na janelinha gradeada, voz rouca de cigarro:

Atendente - E aí, Fábio? Com a Jenn de novo como sempre? Tá virando rotina hein…

Eu sinto o puxão firme na nuca antes de erguer – mão calejada dele me cravando de volta, pau enfiando fundo na boca babada de novo, garganta engolindo involuntária enquanto ele ri baixo, voz calma e grave respondendo pra ela com o quadril ainda subindo devagar:

Fábio - Hoje não é com a Jenn, amor. Ocasião especial... hoje é com a filha mais velha minha, a Eduarda.

Ela solta uma risadinha chocada e safada, olhos pintados arregalando pro meu cabelo bagunçado no colo dele:

Atendente - Noooossa, Fábiozão... subiu de nível! Quarto 12 tá pronto, ar condicionado geladinho, camisinha extra na mesa.

Chave bipando na mão dela estendida, portão interno abrindo pro estacionamento sombreado dos quartos.

Só me solta quando as rodas param rangendo na garagem subterrânea do quarto 12, luz fraca de neon filtrando pelas grades enferrujadas, cheiro de desinfetante e sexo velho impregnando o ar úmido.

Pau dele sai da minha boca com um ploc molhado, fios de baba ligando meus lábios inchados à glande roxa e brilhante, queixo melado pingando no colo dele peludo, gosto salgado dele na língua e garganta ardendo de tanto engolir.

Eu ergo o rosto moreno suado, olhos castanhos fixos nele, voz rouca e ofegante saindo baixa:

Eduarda - Pai... a atendente te conhece bem demais. Ela sempre pergunta da Jenn? Vocês vêm aqui direto?

Ele desliga o motor com um clique, mão grande apertando o pau ainda duro pra dentro da calça aberta, barba grisalha se abrindo num sorriso safado e tranquilo enquanto abre a porta:

Fábio - Quase sempre que eu quero foder sua irmã escondido da casa toda, a gente vem pra esse motelzinho aqui. Discreto, sem câmeras na rua, e a atendente... às vezes participa da festinha, chupando a bucetinha dela enquanto eu meto.

Minha voz sai curiosa e excitada, corpo violão se mexendo no banco pegajoso:

Eduarda - Quer chamar ela pra participar agora?

Ele ri grave, descendo do carro e acenando pra mim vir junto, pau meia-calça balançando:

Fábio - Hoje não, Dudinha. Hoje é só eu e você, minha filhinha mais velha safada. Mas fica tranquila... tem uma câmera no quarto, bem escondidinha no espelho. A vadia da atendente vai estar se masturbando assistindo o papai foder a filhinha dele todinha, pode apostar.

Portinha do quarto se abre com bip, luz vermelha piscando no teto baixo, cama king redonda com lençóis pretos amarrotados esperando, ar gelado batendo na pele arrepiada.

Ele me arrasta pro quarto escuro e pegajoso, porta batendo atrás com tranca automática, ar condicionado zumbindo gelado contra minha pele suada, cheiro de incenso barato e porra velha no ar denso.

Fábio me joga na cama king redonda, lençóis pretos frios grudando nas coxas curvilíneas, blusa decotada rasgada pros lados expondo peitões morenos balançantes, mamilos duros como pedras.

Ele fica de pé no centro, pauzão ereto apontando pro espelho enorme na parede oposta, reflexo distorcido dele peludo e musculoso, e pisca safado pra câmera escondida ali:

Fábio - Showzinho pra plateia, Dudinha... papai vai foder você pra atendente ver.

Me vira de quatro primeiro, bundão violão empinado pro espelho, buceta raspada pingando mel grosso nas coxas – ele enfia seco e fundo num estocão, bolas peludas batendo no clitóris inchado, gemendo rouco:

Fábio - Toma, filhinha... olha pro espelho, mostra como papai te arromba!

Mete ritmado por meia hora, mãos calejadas maquiando peitões moles pra câmera escondida, suor pingando nas minhas costas arqueadas, eu sentindo cada veia pulsar dentro, parede da buceta apertando ele enquanto ele grunhe e acelera, enchendo primeiro gozo grosso e quente jorrando pra dentro, escorrendo pelas pernas morenas.

Eduarda - Não para!

Me joga de costas na cama, pernas escarranchadas pro espelho, pau melado de porra nossa mergulhando de novo, peitos balançando loucos com cada martelada profunda, ele chupando mamilos babados enquanto soca:

Fábio - Olha ali, Dudinha... a atendente tá gozando agora, aposto!

Horas voam em fúria – me carrega pro balcão da pia, encostada no espelho frio, ele me fudendo em pé com pernas nos ombros, pau batendo no colo do útero, gozando segunda leva na cara morena e cabelo ondulado, baba e porra misturadas pingando no chão azulejado.

Depois no chuveirinho apertado, água quente escorrendo enquanto ele me prensou na parede de vidro fosco virada pro quarto, metendo por trás com bundão empinado pro reflexo, unhas cravando minhas ancas, terceiro enchimento na buceta transbordando pro ralo.

Volta pra cama de ladinho, colherzinha pro espelho, pau lento e fundo roçando ponto G, beijando nuca suada enquanto sussurra safadezas pra câmera:

Fábio - Minha filhinha mais velha tem é a melhor buceta... toma mais porra do papai!

Quarto vira bagunça – horas de posições insanas: amazona eu cavalgando pauzão pro espelho, peitões pulando, gozando esguichando no peito dele, missionário com pernas na nuca, ele lambendo suor dos pés enquanto enche quarta vez de lado no tapete felpudo, bundão arrombado agora pro cuzinho apertado, ele metendo anal devagar virando selvagem, espelho captando cada espasmo, porra escorrendo branca da rosinha piscando.

Ele me usa em todo canto – poltrona de couro rasgada, mesa bamba com preservativos espalhados, até encostada na porta trancada, gritinhos ecoando no concreto – sempre posando pro espelho, piscadelas pra atendente invisível, pau nunca amolece, enchendo seis, sete vezes, corpo meu exausto e melado de suor, porra, baba, marcas vermelhas nas curvas violão, ar pesado de sexo cru.

Ele desaba do lado na cama encharcada por volta das 5 da tarde, pau semi-duro melado de nós dois, mão possessiva no meu quadril:

Fábio - Show fechado, filhinha... mas papai ainda quer mais.

Luz neon do lado de fora pisca ritmada no espelho embaçado.

Fábio vira a cabeça pro relógio digital piscando no criado-mudo, luz vermelha marcando 17:00 exato, sol poente filtrando pela cortina fina e suja do motel.

Ele ri rouco, pau ainda meia-bomba melado entre as pernas peludas, suor secando na pele bronzeada:

Fábio - Puta merda, Dudinha... cinco da tarde já? Papai quer te foder mais um dia inteiro, mas a casa tá esperando. Última rapidinha no banho, vai... pra gente ir embora cheirosos de porra fresca.

Me puxa pela mão úmida, corpo meu mole e dolorido de horas de surra, coxas internas ardendo roçadas, buceta e cuzinho latejando vazios e cheios de gozo dele escorrendo devagar pelas pernas curvilíneas enquanto cambaleio pro banheiro apertado.

Chuveiro liga com jato morno espirrando azulejos rachados, vapor subindo rápido no cubículo de vidro embaçado, sabonete vagabundo de lavanda barata espumando nas mãos calejadas dele.

Ele me encosta na parede fria, água batendo nos peitões morenos escorrendo pros mamilos babados, pau endurecendo de novo contra minha barriga macia:

Fábio - Abre as pernas, filhinha... papai vai limpar você por dentro.

Enfia dois dedos grossos na buceta inchada primeiro, mexendo gozo velho pra fora misturado com sabão, depois o pauzão veiado mergulha fundo num só movimento, me levantando nos braços fortes enquanto mete ritmado sob a água, bolas batendo molhadas no meu clitóris sensível, gemendo no meu ouvido:

Fábio - Toma, Dudinha... última porra pro banho ficar quentinho.

Eu sinto cada estocada escorregadia, vapor queimando olhos, cabelo ondulado colando no rosto, ele mordendo meu pescoço enquanto acelera, mãos apertando bundão violão pra cima pra meter mais fundo – goza jorrando quente dentro, enchendo de novo pro ralo levar tudo embora.

Lava a gente devagar depois, sabão espumando peitos dele contra minhas costas, dedos limpando cuzinho arrombado e buceta latejante, beijos molhados na nuca:

Fábio - Agora tá cheirosinha pra voltar pra casa... ninguém vai desconfiar da nossa festinha.

Saiu do banho enrolados em toalhas finas ásperas, quarto fedendo a sexo mesmo com janela aberta, ele veste cueca boxer suja e jeans apertado rápido, me passando a blusa rasgada e shortinho colado:

Fábio - Vamos, filhinha... papai dirige.

Portas do motel rangem abrindo pro estacionamento poeirento, carro dele ronca saindo pro asfalto quente de volta pra casa.

O carro sacoleja pela estrada poeirenta de volta pro bairro, sol alaranjado se pondo atrás dos morros irregulares, ar quente entrando pela janela entreaberta misturado com cheiro de cigarro velho e pele suada recente.

Fábio dirige com uma mão no volante gasto, a outra caindo na minha coxa nua exposta pelo shortinho colado, dedos calejados traçando preguiçosas a pele morena ainda sensível das mordidas e apertões.

Eu abro a boca, voz rouca de tanto gritar mais cedo, e solto tudo que tava engasgado no peito:

Eduarda - Papai... eu sonhei tanto com isso, sabe? Anos imaginando você me pegando assim, forte, me arrombando toda... me fazendo sua putinha de verdade.

Meu coração bate forte dizendo alto, buceta dando uma pulsada gostosa só de lembrar o pauzão dele me esticando.

Ele ri grave, virando o rosto barbado pra mim com olhos escuros brilhando malícia, mão subindo mais a coxa pra apertar a virilha inchada por baixo do tecido fino:

Fábio - Ah, Dudinha... papai também sonhou, filhinha safada. Toda vez que te via rebolando pela casa com esse corpão violão, bundão empinado, eu ficava duro pensando em te comer crua, te encher de porra como fiz hoje. Você é a vadia perfeita pro meu pau... a gente vai repetir, hein?

Voz dele baixa e suja, acelerando o carro na descida, pneus cantando asfalto quente. Luzes da rua acendem piscando quando a gente vira na nossa quadra familiar, portão de ferro rangendo automático na garagem apertada da casa modesta, paredes caiadas com tinta descascando e varal no quintal balançando roupas secando.

Fábio estaciona o carro com motor morrendo tossindo, apaga faróis, e se inclina pra me dar um beijo babado na boca, língua grossa provando resquício de gozo nosso:

Fábio - Chegamos, minha putinha. Sai quietinha... ninguém pode saber.

Porta da casa range abrindo pro hall iluminado fraco pela lâmpada da sala, cheiro de janta caseira – arroz e feijão – pairando no ar, som distante de TV ligada na cozinha onde Luciana deve tá mexendo panelas, voz dela ecoando chamando alguém. Luciano tá largado no sofá da sala, pernas abertas em bermuda folgada, olhos intensos erguendo pra gente chegando, caneca de café na mão morena:

Luciano - E aí, Fábio? Demorou no trampo?

Fábio pisca pra mim disfarçando, batendo no ombro dele:

Fábio - Trânsito infernal.

Ar no ar fica tenso de segredos, meu corpo ainda formigando de tudo, shortinho úmido roçando coxas ardidas enquanto piso no piso frio da entrada.

Dias se arrastaram num looping febril de tesão sujo e proibido, casa virando ninho de putaria selvagem toda vez que mamãe Luciana e Fábio saíam pro trampo ou academia – porta mal batendo e já era Luciano e Kaio invadindo meu quarto ou o da Jenn, paus duros rasgando calcinhas, bocas vorazes chupando tetas e bucetas molhadas.

Eu via Luciano, meu tio moreno de olhos fundos, me dobrando na cama com bundão empinado, pau grosso estocando fundo enquanto grunhia

Luciano - Sobrinha vadia, aguenta o tio…

Suor pingando na minha pele morena, Jenn do lado gemendo alto com Kaio metendo nela de quatro, irmãozão de cachos suados babando.

Kaio - Mana, que delícia tua bucetinha apertada…

Cheiro de sexo cru impregnava lençóis amarrotados, gemidos ecoando paredes finas, corpos colados em orgia diária – eu chupando o pauzão do Kaio enquanto tio fodia minha bunda, Jenn lambendo minha buceta gozada, risadas ofegantes misturadas a tapas na bunda vermelha.

Cada dia mais viciante, segredo pulsando como veia inchada, casa quieta virando puteiro nosso.

Até que hoje, sol escaldante da tarde batendo janelas embaçadas do quarto, eu tô de quatro na cama bagunçada, pernas tremendo abertas, Luciano atrás de mim socando pau veioso na buceta escorrendo, mãos tatuadas apertando minha cintura violão enquanto rosna baixo.

Luciano - Porra, Dudinha, tua xoxota mama o pau do tio... vai, rebola pro seu macho!

Gemido escapa rouco da minha garganta, tetas balançando livres, suor colando cabelo ondulado nas costas – porta da frente range de repente, passos pesados no hall, voz de Luciana cortando ar como faca:

Luciana - Cheguei cedo hoje, gente! Trampo liberou…

Coração para no peito, mas Luciano não freia, estocada mais funda me fazendo arquejar alto demais.

Porta do quarto voa aberta, Luciana ali parada no batente, bolsa caindo no chão com baque surdo, olhos brancos arregalados fixos na cena – eu nua, bundão empinado pro irmão dela, pau dele enterrado até o talo na minha buceta depilada, bolas batendo molhadas.

Ela congela um segundo, rosto pálido de raiva pura explodindo, veias no pescoço inchando:

Luciana - LUCIANO! SEU FILHO DA PUTA! Seu porco nojento, fodendo a própria sobrinha?! Minha filha, caralho! Sai de cima dela AGORA!

Grita ensurdecedor, corpo atlético tremendo de fúria, unhas cravando palma da mão enquanto avança, empurrando ele pra fora de mim com tapa violento no peito nu:

Luciana - Eu te tirei da cadeia, te dei teto, e você faz ISSO? Com a Duda, sua vadiazinha irresponsável?! Vocês são uns degenerados doentes!

Luciano cambaleia pra trás, pau murchando escorrendo meu mel, olhos intensos baixando culpados mas boca abrindo pra gaguejar:

Luciana - Mana, calma…

Ela corta com berro, dedo na cara dele:

Luciana - CALA A BOCA! SAI DA MINHA CASA, SEU ANIMAL! Pega tuas merdas e some pra rua, NUNCA mais pisa aqui!

Vira pra mim nua na cama, olhos marejados de ódio e dor:

Luciana - E você, Eduarda? Minha filha que eu criei? Saia também, sua puta! Não quero ver tua cara de vadia debaixo deste teto!

Casa treme com gritos dela ecoando, Kaio e Jenn surgindo porta entreaberta do quarto ao lado, rostos chocados pálidos, ar pesado de cheiro de sexo traindo tudo – malas imaginárias já voando mentalmente, porta da rua chamando como exílio inescapável.

O caos da gritaria de mamãe ainda ecoa fraco pelos corredores enquanto eu e Luciano nos mexemos como fantasmas arrependidos pela casa, malas improvisadas nas mãos – minhas roupas amassadas, sutiãs e calcinhas sujas de porra recente jogadas às pressas na bolsa, ele enfiando camisetas velhas e ferramentas de mecânico na mochila surrada.

O silêncio pesa entre nós, olhares baixos culpados, sabendo que merdamos tudo feio, que o tesão cego nos fodeu de vez.

Jenn surge no hall, olhos pardos vermelhos de choro, abraçando apertado minha cintura:

Jenn - Dudinha... não vai, mana…

Sussurra rouca, corpo magro tremendo contra o meu.

Kaio atrás dela, cachos desgrenhados, cara de mano protetor mas envergonhado, dá tapinha no ombro do tio:

Kaio - Cuida dela aí fora, hein... e volta quando der…

Beijos rápidos, cheiro de lágrimas misturado ao suor seco de sexo recente, porta da frente se abrindo pro sol poente que queima olhos.

Lá fora, Fábio tá encostado no carro estacionado, braços cruzados no peito atlético, barba aparada sombreada pela luz alaranjada, expressão calma mas curiosa ao nos ver com tralhas:

Fábio - Que porra é essa? O que rolou aí dentro?

Luciana gritando que nem louca.

Voz dele grave, paciente como sempre, olhos castanhos fixos em mim primeiro.

Meu rosto queima de vergonha, bochechas morenas corando forte sob o olhar firme do Fábio, voz saindo baixa e trêmula:

Eduarda - Papai... a mamãe pegou a gente... eu transando com o tio Luciano…

Palavras pesam como chumbo no ar quente da rua, o cheiro de asfalto aquecido e flores do jardim misturando com o nojo que sinto de mim mesma.

Fábio congela por um segundo, olhos castanhos arregalando em choque puro, barba tremendo levemente na mandíbula tensa, corpo atlético se endireitando como se levasse um soco – mas ele não explode, não grita, só respira fundo, firme como sempre, voz grave e controlada cortando o silêncio:

Fábio - Caralho…

Ele enfia a mão no bolso da calça jeans, puxa um chaveiro com uma chave enferrujada pendurada, estendendo para nós com gesto decidido:

Fábio - Tenho um quarto vazio na Rua 13, sobrando do antigo trampo. Peguem isso. Fiquem lá até a poeira abaixar, resolverem a cabeça de vocês. Não volta agora, não.

Olhar dele vai de mim pro Luciano, pesado mas sem raiva crua, depois vira pro carro, ombros largos se afastando devagar pela calçada, deixando o eco das palavras no ar parado.

Luciano pega a chave da minha mão trêmula, dedos quentes dele roçando os meus, o sol batendo nas nossas malas bagunçadas.

O sol já mergulha no horizonte quando a gente pega um carro poeirento, malas no banco de trás fedendo a culpa e sexo velho, o motorista tagarelando sobre trânsito enquanto eu encosto a testa na janela fria, vendo a casa sumir no retrovisor.

Rua 13 é um beco esquecido no subúrbio, prédios velhos com grafites desbotados e cheiro de fritura pairando no ar úmido da noite caindo.

O quarto que Fábio mencionou é um cubículo apertado no térreo de um sobrado decadente – porta de ferro rangendo ao abrir, paredes descascadas com mofo nas cantinas, uma cama de solteiro bamba no canto com colchão fino e lençol encardido, mesa tosca de madeira com uma lâmpada nua pendurada, banheiro minúsculo ao lado com chuveiro pingando.

Janela gradeada dá pra um quintal de terra batida, som distante de funk ecoando de algum vizinho.

Luciano larga a mochila no chão, tranca a porta com a chave nova, olhos intensos fixos em mim sob a luz fraca:

Luciano - Aqui é nosso canto agora, Dudinha. Eu cuido de você como minha esposa, juro. Nada de medo, a gente constrói isso juntos.

Voz dele rouca, mãos grandes pegando as minhas, polegar traçando a palma suada.

A gente se deita na cama estreita, corpos colados no calor abafado, braços dele me envolvendo protetor enquanto o cansaço engole o dia – pele morena dele contra a minha, cheiro de suor e promessa misturados, sono vindo pesado como um cobertor.

Dias viram rotina de casal ali: ele arruma bicos de mecânico na garagem do bairro, volta com óleo nas unhas e dinheiro suado pra comida de rua, eu lavo as poucas roupas no tanque enferrujado, a gente fode devagar na cama rangente à noite, gemidos abafados pras paredes finas, cozinhando miojo com temperos roubados do mercadinho, mãos entrelaçadas assistindo novela velha na TV de tubo que ele consertou, vida simples se enraizando no caos que a gente plantou.

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