Tia Laura se levanta do sofá com um sorriso safado, olhos travados no tio Luciano, e sobe em cima dele devagar, pernas abertas montando no pau duro dele que tá apontado pro teto:
Laura - Vem, irmão... vou cavalgar essa rola grossa até o talo.
Ela diz rouca, descendo o corpo e engolindo ele inteiro na buceta molhada, gemendo alto enquanto rebola os quadris, peitos balançando pesados.
Logo atrás, avô Luiz não perde tempo, pauzão veioso lubrificado de cuspe e porra velha, se posiciona entre as pernas dela e força no cu da filha sem aviso:
Luiz - Abre esse rabo pra papai, Laura! Penetração dupla na minha putinha preferida!
Ele mete de supetão, enterrando até as bolas, fazendo ela berrar de prazer e dor misturados, corpo tremendo no sanduíche apertado, os dois homens estocando em ritmos opostos que a fazem quicar como uma boneca de foda.
Laura - Caralho, que dupla perfeita... Me fode os dois buracos!
Ela grita, unhas cravando nos ombros do Luciano, sucos escorrendo pelas coxas dele.
Aqui comigo, Kaio continua fodendo minha boca com estocadas profundas, mão no cabelo guiando o ritmo, enquanto ele mesmo – agora trocando o foco – mete no meu cu com força bruta, pau saindo da garganta pra trás e esticando meu rabo guloso:
Kaio - Que cu gostoso, Dudinha! Toma tudo!
A sala vira um puteiro total, gemidos ecoando, corpos colidindo em porra e suor por todo lado.
Do outro lado da sala, tia Laura continua quicando no pau do tio Luciano, com avô Luiz metendo no cu dela sem piedade, os dois gemendo roucos enquanto ela grita de tesão, corpo suado brilhando sob a luz fraca. Jenn, coitadinha, tá ali no sofá com as perninhas abertas, dedinhos enfiados na bucetinha rosada e inchada, roçando o clitórzinho com movimentos desesperados enquanto faz biquinho putinho, lábios carnudos tremendo de frustração por ter ficado de fora da roda de foda:
Jenn - Ai, gente... Me come também, por favor... Tô tão molhadinha…
Ela implora baixinho, olhos pidões varrendo a orgia, quadris se contorcendo no ar como se pedisse para ser usada.
Lorena, que tava parada só assistindo com a mão no pau, percebe na hora e ri safada, pau meia-bomba endurecendo de novo – ela pula do lugar, agarra Jenn pelos cabelos e vira ela de quatro no tapete macio, empinando a bundinha redonda:
Lorena - Vem cá, priminha gulosa! Eu vou foder essa xoxota apertada até você gozar gritando!
Cospe na glande grossa, alinha no vão molhado e mete tudo de uma vez, estocando fundo e ritmado, peitos balançando contra as costas da Jenn que arqueia gemendo como uma vadia:
Jenn - Caralho, Lorena! Arromba minha buceta... Mais, porra!
O tapa-tapa molhado ecoa alto, misturando com os grunhidos da tia Laura sendo duplamente penetrada ali perto, suor e porra pingando no chão, o ar pesado de cheiro de sexo cru.
Kaio me fode o cu com estocadas brutas, bolas batendo na minha pele, enquanto o resto da família circula, bocas e mãos devorando tudo que se mexe nessa loucura incestuosa.
Pau dele abrindo meu rabo guloso até o talo, bolas batendo ritmadas contra minha buceta pingando, mãos dele cravadas nas minhas ancas morenas me empurrando pra trás em cada investida:
Kaio - Porra, Dudinha, que cu quentinho e apertado... Engole tudo pro seu irmão!
Ele rosna rouco, suor escorrendo pelo peito suado dele, cheiro forte de macho me invadindo as narinas enquanto sinto cada veia pulsando dentro de mim, esticando as paredes quentes.
Meu corpo treme todo com o impacto, peitos balançando pesados sob mim, mamilos duros roçando o tapete áspero, e eu sinto os sucos da minha xoxota escorrendo pelas coxas, molhando as bolas dele a cada choque.
Ao redor, a orgia explode mais: tia Laura berra no sanduíche do tio Luciano e avô Luiz, cu e buceta lotados gemendo como porcos, Jenn tá de quatro sendo arrombada pela Lorena na buceta, gritinhos agudos enchendo o ar enquanto ela babava no chão, línguas lambendo buracos cheios de porra velha.
Kaio acelera, uma mão subindo pra apertar meu clitóris inchado, esfregando em círculos rápidos:
Kaio - Goza pro seu mano... Quero sentir teu cu piscando no meu pau!
O calor sobe insano no meu ventre, pernas fraquejando, o mundo virando um borrão de gemidos, suor e carne colidindo por todo lado.
Eduarda - – Ai, Kaio... Com você me fodendo gostoso assim, eu não aguento…
Eu gemo alto, voz rouca de tesão, enquanto começo a rebolar devagar no pauzão dele, quadris girando em círculos safados, empinando mais o rabo pra engolir cada centímetro grosso dele.
Aperto o cu ritmado ao redor da rola dele, contraindo as paredes quentes como um punho molhado, sugando ele pra dentro de mim com força, sentindo as veias pulsarem contra minha carne esticada.
Kaio solta um grunhido animal, olhos arregalados de prazer, mãos cravando mais fundo nas minhas ancas morenas:
Kaio - Caralho, Dudinha! Isso, rebola e aperta assim... Tô quase enchendo teu cu de porra quente!
Ele responde à altura, metendo mais bruto agora, pau batendo no fundo do meu intestino, bolas estalando na minha buceta encharcada, suor dele pingando nas minhas costas enquanto acelera o ritmo insano.
Meu corpo todo vibra com o atrito, clitóris latejando solto, sucos escorrendo em riachos pelas coxas, e o cheiro nosso de sexo cru enche o ar quente da sala.
Jenn grita orgasmando na pica da Lorena ali perto, tia Laura treme no meio dos dois velhos, mas tudo some no tesão que sobe como fogo no meu cu arrombado.
De repente, Kaio agarra meus ombros com mãos fortes e me força pra baixo, pressionando meu peito e rosto contra o tapete quente e úmido de suor e porra, me deixando de bruços com o rabo empinado bem alto pro alto, bundona morena aberta e exposta como uma oferta:
Kaio - Empina mais essa raba gulosa, Dudinha!
Ele rosna possessivo, alinhando o pauzão babado na entrada do meu cu piscando e metendo tudo de supetão, estocando com força bruta agora, como um animal no cio, cada investida profunda batendo no fundo e sacudindo meu corpo inteiro.
Sinto a glande grossa arrombar as paredes apertadas, bolas pesadas estalando alto contra minha buceta inchada e melíflua, o tapa-tapa ecoando alto misturado aos gemidos roucos dele:
Kaio - Toma pau, irmã! Vou te foder até não aguentar mais!
Suor dele escorre nas minhas costas arqueadas, mãos dele alternando tapas fortes nas minhas nádegas que deixam marcas vermelhas ardendo gostoso, enquanto ele martela sem dó, pau pulsando quente dentro de mim, me enchendo de prazer que queima.
Meu clitóris roça o tapete a cada solavanco, sucos jorrando livres, e o mundo vira só isso: o cu sendo destruído, a orgia ao redor rugindo com Jenn gozando de novo na Lorena, Laura berrando no duplo, cheiro de porra fresca no ar denso.
Kaio se joga em cima de mim de repente, braços musculosos me abraçando forte por baixo dos ombros, peito suado colado nas minhas costas enquanto enfia o pauzão o mais fundo possível no meu cu, rola grossa latejando até o talo no meu intestino quente e apertado:
Kaio - Pega tudo, Dudinha... Tô gozando!
Ele urra rouco no meu ouvido, corpo todo tremendo contra o meu, e sinto o jorro quente explodindo dentro de mim, porra grossa e farta enchendo meu rabo em espasmos violentos, uma onda após a outra, vazando devagar pelas bordas esticadas ao redor da base peluda dele.
O calor viscoso me inunda, escorrendo lento pelas minhas coxas junto com meus sucos, cheiro forte de sêmen fresco subindo enquanto ele dá estocadas finais curtas e profundas, gemendo baixo:
Kaio - Caralho, que cu perfeito... Enchi você todinha, mana.
Meu corpo treme todo com a sensação, peitos esmagados no tapete, rabo ainda empinado pulsando ao redor dele, e o abraço apertado dele me prende ali, ofegante, no meio da orgia que continua fervendo: Jenn lambe a porra da Lorena agora, risadas sujas e gemidos ecoando. Ele fica enterrado um tempo, pau amolecendo devagar no meu cu lotado, beijo molhado no meu pescoço:
Kaio - Delícia... Quer mais, Dudinha?
Lorena surge de repente atrás de mim, mãos ávidas empurrando Kaio pra fora com um puxão firme no pau melado – ploc! – a rola dele saindo do meu cu com um som molhado, deixando um vazio quente e porra escorrendo fartamente da minha entrada piscando e vermelha.
Ela mergulha a cara ali na hora, língua faminta lambendo e chupando meu cu arrombado com voracidade, sugando a porra dele misturada aos meus sucos, lábios macios roçando as bordas sensíveis:
Lorena - Hmm, que cu recheado gostoso, Dudinha... Vou limpar tudo!
Ela murmura abafado entre lambidas profundas, língua enfiando pra dentro pra raspar as paredes internas, me fazendo tremer com o prazer pegajoso.
Ao mesmo tempo, Jenn se aproxima pela frente, pernas abertas sentando bem na minha cara, buceta inchada e encharcada de gozo colando nos meus lábios e nariz, cheiro doce e salgado dela invadindo tudo:
Jenn - Chupa minha xoxota, mana... Tô pingando porra!
Ela implora manhosa, quadris rebolando devagar pra esfregar o clitóris latejante na minha boca, mel escorrendo quente.
Kaio, pau ainda duro e brilhante de porra, se posiciona atrás da Lorena agora, agarra as nádegas dela e enfia tudo no cu dela de uma vez:
Kaio - Agora é tua vez, vadia!
Ele grunhe, metendo forte e ritmado, o tapa-tapa das bolas ecoando alto enquanto fode o rabo apertado dela por trás, ela gemendo na minha bunda sem parar de mamar meu cu.
O ar tá pesado de gemidos, suor e sexo, corpos se chocando em volta, minha visão turva de Jenn me sufocando com a buceta suculenta.
De repente, ouço Laura berrando alto do outro lado da sala, voz rouca e desesperada ecoando pelas paredes:
Laura - Aaaaah, porra! Tô gozando de novo, caralho! Me fodeem mais!
Os gritos dela se misturam aos sons molhados do duplo anal que tá destruindo ela, cheiro de porra e suor intensificando no ar quente.
Isso me acende por completo, o corpo todo pegando fogo com a orgia insana – cu lambuzado pela Lorena chupando voraz, buceta de Jenn esfregando na minha cara melíflua, Kaio martelando o rabo da Lorena que treme contra mim –, e sinto a onda gigante subindo irresistível: gozo forte e violento me rasgando, corpo convulsionando descontrolado no tapete, sucos jorrando em jatos quentes da buceta apertada, cu piscando e expelindo porra na boca da Lorena que engole tudo gemendo:
Lorena - Isso, Dudinha! Goza na minha cara!
Jenn goza junto na minha boca, mel doce inundando minha língua enquanto ela treme e grita:
Jenn - Manaaa!
Ondas de prazer me deixam zonza, peitos arfando, pernas moles tremendo, o mundo virando só êxtase puro no meio dos gemidos da família toda enlouquecida. Kaio ri sujo acelerando em Lorena:
Kaio - Olha a Dudinha esguichando, que delícia!
Enquanto ainda tremo nos espasmos do meu gozo forte, sucos escorrendo pelas coxas e porra pingando do cu lambuzado, sinto mãos fortes me agarrando pelas axilas e cintura – Luciano e Luiz, os dois morenos suados e paus duros latejando, me erguem do tapete com olhares famintos:
Luciano - Vem com a gente, Dudinha... Hora de uma putaria particular.
Murmura Luciano rouco no meu ouvido, barba roçando meu pescoço, pau quente roçando na minha bunda enquanto Luiz me carrega pelas pernas, rindo baixo:
Luiz - Só nós três, neta, vamos te foder gostoso nesse quarto.
Eles me carregam rápido pelo corredor, ignorando os gemidos altos da sala – Laura ainda gritando em êxtase, Jenn e os outros se embolando –, e me jogam na cama macia do quarto privativo, porta batendo trancada atrás deles.
O quarto tá escuro e quente, cheiro de lençóis limpos misturado ao nosso suor, luz fraca do abajur iluminando os corpos nus: Luciano alto e musculoso, pau grosso curvado pra cima pingando pré-gozo, Luiz mais magro mas pauzão reto e veiudo, ambos me cercando na cama com sorrisos safados.
Luciano sobe primeiro, mãos ávidas abrindo minhas pernas:
Luciano - Abre essa buceta pra mim, sobrinha... Vou te comer devagar.
Ele rosna, rola grossa roçando a entrada molhada. Luiz se posiciona do lado, pau na minha mão forçando:
Luiz - Chupa o vô enquanto ele te fode, Dudinha.
O ar fica pesado de tesão só nosso, esperando meu próximo movimento.
Abro a boca pra dizer algo, mas Luiz não espera – agarra meu cabelo com mão firme e empurra a rola veiuda e dura direto na minha boca, preenchendo tudo de uma vez:
Luiz - Cala a boca e mama, netinha!
Ele grunhe prazeroso, quadris avançando devagar pra foder minha garganta com estocadas ritmadas, gosto salgado de pré-gozo escorrendo na língua, bolas pesadas batendo no queixo enquanto ele geme baixo:
Luiz - Porra, que boquinha gulosa... Engole tudo.
Ao mesmo tempo, Luciano mergulha entre minhas pernas abertas, barba grossa roçando as coxas sensíveis, língua quente e faminta chupando minha buceta inteira – lambendo o clitóris inchado em círculos vorazes, sugando os lábios molhados e enfiando dois dedos grossos pra dentro, mexendo fundo e rápido:
Luciano - Hmm, que xoxotinha suculenta... Tá pingando de tesão pra mim.
Ele murmura abafado, me deixando encharcada, sucos jorrando na boca dele que engole guloso, buceta piscando e latejando de prazer pegajoso.
Depois de me deixar bem molhadinha e babando, ele se ergue rápido, pau grosso e curvado alinhado na entrada, e bota direto bem fundo num empurrão só – ploc! – rola esticando as paredes apertadas até o talo, bolas colando na buceta:
Luciano - Toma, sobrinha! Te fodo até gozar!
Ele rosna, metendo forte e profundo logo de cara, cama rangendo com o tapa-tapa ritmado, enquanto Luiz acelera na boca, os dois me usando como putinha particular no quarto quente e trancado.
Luiz tira a rola da minha boca de repente, cuspindo um fio grosso de saliva e pré-gozo que pinga no meu queixo, olhos escuros cravados nos meus enquanto se posiciona atrás de mim na cama, pau veiudo latejando:
Luiz - Você vai ser a bonequinha nossa o resto da noite toda, Dudinha... Vamos te usar sem parar.
Ele rosna safado, voz grave ecoando no quarto quente, mãos ávidas abrindo minhas nádegas suadas.
Luciano continua metendo fundo na buceta, rola curvada esticando tudo com estocadas pesadas que fazem meus peitos balançarem:
Luciano - Isso, pai! DP na nossa putinha!
Ele ri sujo, acelerando o ritmo.
Luiz cospe no meu cu piscando e alinha a rola grossa na entrada apertada, empurrando tudo de uma vez sem piedade – rasgando o anel quente e fundo, ploc-ploc!, preenchendo o rabo inteiro até as bolas colarem na pele:
Luiz - Caralho, que cuzinho guloso! Toma rola dupla, boneca!
Ele grunhe prazeroso, começando a meter ritmado e violento, sincronizando com Luciano que fode a buceta no mesmo compasso, os dois paus me recheando dupla e insana, fricção louca me deixando zonza de tesão, cama sacolejando forte no quarto privativo cheirando a sexo puro.
Meus gemidos ecoam altos no quarto abafado, corpo tremendo todo no meio do DP insano – paus grossos de Luciano e Luiz me recheando fundo na buceta e no cu, esticando tudo ao limite com estocadas sincronizadas que fazem a cama ranger e bater na parede:
Eduarda - Ai, caralho! Vocês estão acabando comigo!
Grito rouca, voz quebrada de prazer e dor gostosa, sucos e lubrificante escorrendo pelas coxas. Mas o tesão explode mais:
Eduarda - Não para! Não para nunca! Me usem como um objeto, porra! Me fodem como um brinquedo!
Berro mais alto, empurrando a bunda pra trás pra engolir as rolas inteiras.
Luciano ri sujo, mãos apertando meus quadris com força, metendo mais bruto na xoxota babando:
Luciano - Tá ouvindo, pai? Sua neta quer ser usada! Vou gozar essa buceta!
Ele rosna, acelerando o tapa-tapa molhado.
Luiz agarra meu cabelo puxando minha cabeça pra trás, rola veiuda rasgando o cu em estocadas fundas e rápidas:
Luiz - Objeto é isso aí, Dudinha! Boneca pra porra do avô e do tio o resto da noite!
Ele geme alto, suor pingando nas minhas costas, os dois me martelando sem dó como se eu fosse só um buraco pra eles descarregarem, quarto cheio de gemidos, cheiro de sexo pesado e corpos colados no calor.
A noite vira um borrão de foda sem fim no quarto trancado e quente, cheirando a suor, porra e tesão puro – eles me usam como objeto de verdade, virando meu corpo suado pra todo lado na cama bagunçada.
Primeiro, Luciano goza jorrando grosso na buceta piscando, enchendo tudo de porra quente que escorre pelas coxas:
Luciano - Toma minha carga, sobrinha!
Ele rosna, pau pulsando fundo enquanto me segura no lugar. Luiz não demora, explode no cu rasgado, leite grosso inundando as entranhas:
Luiz - Porra, netinha! Te marco toda!
Grunhe, metendo mais pra empurrar tudo.
Mas não param – trocam de buraco, me botam de quatro, de lado, de pé contra a parede, chupando as rolas meladas de porra misturada, dedando meus furros abertos enquanto eu gemo e imploro mais.
Horas se arrastam em rodadas brutas: DP de novo, boquete duplo com bolas na cara, Luciano me comendo de missionário enquanto Luiz fode a boca, porra voando em jatos nos peitos e rosto.
Eu viro um trapo babado e cheio de gozo, corpo latejando de orgasmos que me fazem tremer e gritar rouca até a voz falhar.
Só quando o sol começa a raiar pela fresta da cortina, eles finalmente desaceleram, ofegantes e suados.
Me jogam no meio da cama como boneca usada, Luciano se aninha atrás, enfiando a rola meia-bomba de volta no cu escorregadio de porra:
Luciano - Dorme assim, Dudinha... Meu pau fica no teu rabo.
Murmura satisfeito.
Luiz vem pela frente, pau grosso deslizando fácil na buceta inchada e melíflua, abraçando forte:
Luiz - E o meu na xoxotinha... Boa noite, objeto nosso.
Ri baixo.
Os dois roncam pesado logo em seguida, corpos quentes me espremendo no meio, rolas pulsando moles mas firmes dentro de mim, quarto silencioso agora só com respirações ritmadas e o gotejar lento de porra escorrendo, sol da manhã iluminando a bagunça de lençóis encharcados.
Os dois dias viram caos total de foda coletiva na casa, agora lotada de gemidos e cheiro de porra fresca – Luciano, Luiz, Lorena, e no segundo dia Kaio e Jenn se jogam na bagunça, todo mundo me usando sem parar.
Café da manhã na cozinha: eu mamando o pauzão de Lorena que escorre pré-gozo no balcão enquanto Kaio me come por trás no cu
Kaio - Pega, Dudinha, irmãozão te enche!
Grunhe ele, metendo ritmado, e Jenn lambe minha xoxo melíflua debaixo da mesa, dedinhos curiosos no clitóris.
Almoço na sala: orgia na mesa, Lorena me fudendo missionário com pauzão esticando a buceta até o talo.
Lorena - Toma prima, meu leite vai te marcar!
Explode jorrando dentro, porra trans misturando com o molho da comida enquanto Luiz fode a boca de Jenn, Luciano e Kaio estoura no cu da Laura que geme alto.
Janta no sofá: Jenn senta no meu rosto gemendo.
Jenn - Mana, lambe minha bundinha!
Enquanto Kaio me DP com Luciano, paus duplos rasgando buracos babados, Lorena chupando os peitinhos de Jenn até ela gozar gritando.
Lorena me fode no banheiro no último dia: ela me prensa no box fumegante, pauzão latejando contra minha barriga, beijos famintos com língua profunda.
Lorena - Abre essa xoxota pra mim, Dudinha puta!
Enfia tudo de supetão, ploc!, estocadas selvagens batendo no colo do útero, mãos apertando minha bunda enquanto mama os peitões.
Lorena - Geme mais alto, toma meu pau bem no fundo!
Acelera insano, bolas batendo no cu, me faz gozar em espasmos que molham o chão, vira e me come no rabo igual, pauzão abrindo tudo com porra jorrada quente nas entranhas:
Lorena - Agora teu cu é meu!
Rosna, me deixando tremendo nos braços, gozo pingando das pernas.
Noite do segundo dia, Jenn toma DP comigo guiando: ela chora de tesão no pau de Kaio na buceta enquanto eu lambo e Lorena fode o cuzinho dela.
Jenn - Mana, que gostoso!
Implora, e logo tá rebolando pedindo mais.
Dormimos embolados, paus em buracos, porra secando na pele. Terceiro dia amanhece com foda matinal rápida – Kaio gozando na cara da Jenn enquanto Lorena me enche de novo – e aí o carro dos pais ronca na garagem, tensão no ar denso de sexo.
Meu coração dispara quando o som do carro dos meus pais invade a casa, o cheiro forte de suor e sexo ainda pairando no ar, mas todo mundo reage no automático, anos de convivência nos deixando experts em disfarce.
Kaio pula do sofá primeiro, pau ainda meia-bomba balançando, e sussurra urgente:
Kaio - Caralho, é a mãe e o papai! Arrumem tudo!
Ele pega a cueca do chão e corre pro banheiro, Jenn atrás dele como um raio, corpinho tremendo de riso nervoso, bucetinha e cuzinho ainda vermelhos e melados
Jenn - Mana, tô pingando!
Ela ri baixinho, enfiando o shortinho apertado que mal cobre a bundinha.
Lorena solta um gemido frustrado, tirando o pauzão veiudo do meu cu babado, porra escorrendo pela minha coxa.
Lorena - Porra, Dudinha, quase te enchia mais... Vai, arruma essa xoxota!
Veste a saia solta rápido, peitões balançando, rosto corado.
Luciano, Luiz e Laura puxam as calças, borrifando desodorante para mascarar o odor:
Luciano - Dias normais, combinado?
Pisca Luciano.
Em segundos, a casa vira caos controlado: eu me levanto trêmula, pernas moles, sinto o vazio latejando no corpo curvilíneo, pego um pano e limpo o sofá manchado de porra e mel, enfio um vestido solto cobrindo as marcas roxas nos peitões e coxas.
Kaio volta com copos de suco fingindo café da manhã, Jenn senta com um livro:
Jenn - Oi mãe, estava estudando!
Lorena scrolla o celular como se nada tivesse acontecido, pernas cruzadas escondendo o volume semi-duro.
Os caras fingem ver TV junto com a tia Laura, um jogo banal no som baixo.
A porta abre com a chave tilintando – Luciana entra primeiro, cabelo liso escuro impecável, corpo tonificado cheirando a perfume fresco, Fábio atrás com barba aparada e porte atlético, mochilas na mão:
Luciano - Chegamos, família! Trânsito infernal. Como foram os dias?
Pergunta ela, voz amorosa mas firme, olhos varrendo a sala.
Kaio - Tudo na paz aqui!
Responde Kaio casual do sofá.
Jenn sorri doce:
Jenn - Fizemos bolo com a Dudinha, né?
Lorena ri:
Lorena - Dias tranquilos, tia.
Luciano acena:
Luciano - Curtimos muito, mana, férias incríveis.
Eles compram por enquanto, sentando e pegando suco, mas o ar tá elétrico de tensão sexual disfarçada, meu corpo formigando de tesão reprimido…
Meu corpo ainda treme de leve com o tesão não saciado, o vestido solto colando nas coxas meladas enquanto todo mundo reage ao chamado de Luciana na sala bagunçada da casa da tia Laura. Lorena, com peitões balançando sob a blusa fina, vira pra Luciana com tom inocente:
Lorena - Tia, quando vocês vão voltar pra cá de vez? Vocês fazem muita falta por aqui!
Luciana, pele branca reluzindo ao sol da tarde, cabelo liso escuro impecável e corpo gym-tonificado, solta uma risada firme enquanto joga a bolsa no sofá:
Luciana - Ainda não sei, sobrinha. Minha carreira exige que eu more na cidade grande.
Ela gira, olhos disciplinados cravando em mim, Kaio, Jenn e tio Luciano com ordens:
Luciana - Dudinha, Kaio, Jenn, Luciano.
Malas na mão, arrumem tudo e partam o mais rápido possível! Precisamos ir embora antes do anoitecer. Fábio, me ajuda com as sacolas? Fábio, alto e atlético com barba aparada e pele levemente bronzeada, acena paciente:
Fábio - Claro, Luciana. Vamos nessa.
Kaio resmunga um:
Kaio - Beleza, mãe já se arrastando pro quarto, Jenn me cutuca ansiosa com olhinhos pidões:
Jenn - Mana, corre!
Tio Luciano me encara com aqueles olhos intensos, corpo moreno tenso na calça apertada:
Luciano - Bora arrumar, Dudinha…
Tia Laura ri da cozinha, voz rouca e acolhedora ecoando, enquanto Lorena e Luiz ficam de boa no canto, o ar da casa fervendo de tensão sexual disfarçada de rotina familiar, malas espalhadas e malas pra arrumar…
O caos controlado rola na casa da tia Laura enquanto a gente obedece rapidinho – malas voando pros quartos, eu sentindo o corpo violão ainda pegajoso e quente, cheiro de sexo misturado ao sal do mar que entra pelas janelas abertas. Luiz, com ar casual e sorriso safado, se oferece alto:
Luiz - Eu levo quem precisar, filha! Meu carro tá pronto pra rodar.
Luciana acena grata, já no ritmo dela:
Luciana - Ótimo, Luiz. Vocês três vão no carro dele, Luciano, Kaio, Jenn. A gente segue no de Fábio.
Kaio dá um tapa nas costas do Luiz animado, Jenn arruma a mala dela piscando pra mim nervosa, tio Luciano carrega a dele com olhar que queima em mim, e eles partem pro carro dele lotado, motor ronronando enquanto acenam e saem primeiro pela estrada de praia, poeira subindo.
Fábio já no volante do nosso carro estacionado na frente, paciente como sempre.
Quando eu e Luciana vamos entrar, ela boceja fundo, corpo tonificado relaxando visivelmente:
Luciana - Ai, Dudinha, tô morta de cansada dessa viagem toda. Quero dormir o caminho inteiro. Senta na frente, filha, eu vou atrás.
Ela mergulha no banco de trás, olhos semicerrados, pernas esticadas, o carro cheirando a perfume dela e couro quente.
Fábio liga o motor suave:
Fábio - Prontas?
O carro balança devagar saindo da casa da tia Laura, estrada vazia à frente, sol poente tingindo tudo de laranja, e eu no banco da frente sentindo o ar condicionado gelado roçar minha pele morena arrepiada...