Dia 24, véspera de Natal. A chácara estava fervendo de calor e de tensão que só eu parecia sentir. O sol batia forte, o cheiro de carne na churrasqueira se misturava com protetor solar e suor. Eu tentava manter Larissa sempre por perto, mas a casa era grande e tinha muita gente circulando.
Kiara andava pela sala e pela varanda só com aquele biquíni verde fluorescente minúsculo. O top mal segurava os seios fartos e morenos, e a calcinha entrava no meio da bunda pequena mas empinada. Toda vez que ela se abaixava pra pegar algo, o tecido subia e deixava quase tudo à mostra. Larissa, ao contrário, estava de maiô preto fechado, mas mesmo assim dava pra ver as coxas grossas e a bunda grande se destacando. Caroline usava um short jeans curtíssimo que deixava metade da bunda de fora, empinada, redonda e macia, e uma regata fina branca sem sutiã — os mamilos pequenos marcavam o tecido toda hora.
Gui estava na churrasqueira, suado, sem camisa, mostrando o corpo malhado e os olhos verdes brilhando. Meu pai circulava por tudo com aquela postura tranquila, barba rala grisalha, voz grave dando ordens e elogios que faziam as três mulheres sorrirem diferente.
Em determinado momento, Caroline me chamou da cozinha:
— André, vem cá me ajudar um pouquinho, amor?
Entrei. Ela estava de costas pro fogão, mexendo um molho. O short jeans subia tanto que dava pra ver a marca da calcinha fio-dental preta enterrada entre as nádegas grossas. Ela se mexia devagar, rebolando levemente enquanto mexia a panela. Meu pau começou a endurecer na hora.
— Segura isso aqui pra mim — ela disse, me passando uma colher grande. Quando fui pegar, ela “tropeçou” de leve e encostou a bunda direto no meu quadril. Senti a carne macia e quente pressionando meu pau por um segundo. Ela não se afastou imediatamente. Virou o rosto, olhou pra mim por cima do ombro com aqueles olhos azuis safados e sorriu de lado.
— Tá quente hoje, né? — sussurrou, passando a língua nos lábios.
Eu engoli seco. Lembrei dela cavalgando meu pai na cachoeira, gemendo, beijando Kiara, lambendo o gozo uma da outra… Meu pau latejava dentro do short. Ela roçou de novo “sem querer” ao se virar pra pegar o sal, a mão roçando de leve na minha virilha. Senti o cheiro do perfume dela misturado com suor.
— Você tá tenso demais, André… relaxa um pouco — murmurou baixinho, quase colada em mim.
Respirei fundo e saí da cozinha antes que perdesse o controle.
Uns quinze minutos depois, fui pegar mais cerveja gelada com Gui. Quando voltei pra varanda, Larissa não estava mais onde eu tinha deixado. Meu coração acelerou. Procurei pela sala, pelo quarto, até que vi as duas no canto mais afastado da varanda, perto da mangueira.
Kiara estava encostada na parede, biquíni verde brilhando no sol, falando bem perto do ouvido de Larissa. Minha namorada estava vermelha, rindo baixinho, mordendo o lábio inferior. Kiara tocava o braço dela com carinho, dedos subindo e descendo devagar, sussurrando algo que fez Larissa olhar pro chão e sorrir envergonhada. Kiara chegou mais perto, quase colando os seios fartos no braço de Larissa, e disse algo que fez minha namorada soltar uma risadinha nervosa.
Fiquei parado, com o peito apertado. Não conseguia ouvir o que falavam, mas o clima era íntimo demais.
À noite, depois da ceia de Natal e dos fogos, eu estava lavando alguns pratos quando Caroline apareceu atrás de mim. A casa estava mais silenciosa. Ela encostou o corpo inteiro nas minhas costas, peito colado em mim, e sussurrou bem perto do meu ouvido:
— Relaxa, André… ninguém vai morder… ainda.
A mão dela desceu devagar e roçou minha virilha por cima do short, apertando de leve meu pau que já estava meio duro. Ficou ali dois segundos, apertando, depois tirou e saiu rebolando pelo corredor, olhando pra trás com um sorriso safado.
Quando finalmente fomos pro quarto, tranquei a porta com força. Larissa estava excitada, o maiô molhado de suor e talvez outra coisa. Tirei a peça dela num puxão, joguei na cama de bruços e abri suas pernas grossas. Meti com força, sem preliminar longa. Ela gemeu alto, surpresa.
— André… caralho… devagar!
Mas eu não quis devagar. Segurei sua cintura larga, puxei o cabelo cacheado e meti fundo, batendo com força contra aquela bunda grande e macia. O quarto encheu do som molhado de pele contra pele e dos gemidos dela. Fodi possessivo, nervoso, imaginando que estava marcando território. Larissa gozou primeiro, tremendo, apertando meu pau. Eu gozei logo depois, enterrado bem fundo, enchendo ela enquanto grunhia.
Caímos os dois suados e ofegantes.
No dia 25, de manhã cedo, saí do quarto tentando não acordar Larissa. Assim que fechei a porta, senti um corpo quente colar nas minhas costas. Kiara estava ali, só de calcinha e uma camiseta curta que mal cobria os seios. Encostou a boca no meu ouvido e sussurrou com aquela voz manhosa, pidona, exatamente igual à que usou com meu pai:
— A gente sabe que você viu, maninho…
Ela mordeu de leve o labio inferior e se afastou devagar, olhando pra trás com um sorriso sujo antes de desaparecer no corredor.
Continua...