Ah, preconceitos. Na antiguidade, o importante era o prazer e não a forma. Em muita coisa a civilização avançou para melhor, porém, no sexo e costumes, infelizmente, houve uma involução especialmente na Idade Média.
Criaram rótulos específicos para tudo. Tabus do que pode e não pode. Exigências de comportamentos padrão, condenações, piadas, exclusões e por aí vai. Ceifando a liberdade sexual das pessoas. Por outro lado, fomentou também uma reação agressiva com os prejudicados tentando impor à força seus conceitos. Nascendo um estado hostil entre os prós e contras.
Eu me assumo bissexual e acho que entre quatro paredes, havendo consenso, não prejudicando ninguém, tudo é válido e permitido. Tal preceito deveria ser respeitado. Adere quem quiser. Ninguém é obrigado a fazer o que não deseja. Porém, deve haver respeito aos que pensam e agem de forma diferente.
Depois da revolução sexual nos anos sessenta do século passado, atualmente, a monogamia está perdendo força. Pode ser estarrecedor para os puritanos, porém, numa pesquisa recente da sexlog, concluiram que a maioria dos homens sente prazer em ter sua companheira desejada por outros. Muitos casais se tornando liberais. Basta ir numa casa de swing para constatar isso. O termo corno já deixou de ter sentido pejorativo. Motivo que até ensejou crimes no passado pela dita ¨defesa da honra¨.
O mesmo vale para o sexo anal. Só as prostitutas faziam. Mulheres ditas direitas, nem pensar. Das que se arriscavam, o medo da dor. Para os homens então, era muito pior. Coisas de pederastas. O cu era algo intocável, quanto mais admitir que era fonte de prazer. Isso também vem mudando com maior aceitação, ainda que de forma tímida e oculta.
Hoje muitos homens criam coragem de quebrar esses paradigmas. Até mesmo os bem casados. De pegar no pau de outro, de chupar um cacete duro, de fazer inversões com uso de consolos ou plug anal. De experimentar trans, ativa ou passivamente. Não estou fazendo apologia disso. Apenas constatando uma realidade.
Eu mesmo namorei uma garota trans por longo tempo e foi com ela que experimentei dar o cu. Foi gostoso sim, se bem que ela não sentia bem no papel de ativa. Eu para satisfazer a curiosidade de ter alguém nas minhas costas, sentindo a sensação paradoxal de senti-la fungando no meu cangote enquanto metia na minha bunda.
Serviu para eu constatar que gosto mais de ser o agente ativo. Comer um cu é extremamente prazeroso, principalmente porque o orifício anal é mais apertado, envolvendo meu pau com forte pressão aumentando o prazer. E mais ainda, provocando prazer intenso no parceiro ou parceira.
Quem leu meus contos sabe como sodomizei um garoto bonito e também um casado bundudo que teve medo, mas, me deixou meter gostoso. Também um casal onde comi a esposa e o marido. Transas que foram extremamente satisfatórias e do qual tenho ótimas recordações.
O reto é recheado de terminações nervosas que possibilitam sensações intensas. Quem teve coragem de experimentar gostou. Seja na inversão com a parceira, apesar disso ser difícil caso não haja aceitação dela. Ou o mais fácil com garotas de programa trans que são mestras em atender iniciantes.
Quando estou com vontade de enrabar alguém, vou a uma sauna gay. No começo frequentava por curiosidade, só observando. A vantagem de locais assim é todos são livres de preconceitos e a aproximação é facilitada. Como foi na semana passada. Evito finais de semana que é bem mais agitado.
Em dias de semana é mais calmo e agora ainda mais por causa do calor. De qualquer modo é agradável suar bastante nessa época. Depois de passar pelo vestiário, apenas com chinelo e toalhas, é gostoso circular pelo ambiente refrigerado. Começando com um drink no bar.
A casa tem suas regras em que devemos respeitar as vontades de outros. De não ser inconveniente forçando situações. Com o tempo a gente aprende a ¨conversar¨ com os olhos. A tal linguagem corporal. Interpretar o que as pessoas ali buscam. Quase sempre dá para perceber quem é simples curioso, quem é escolado e almeja pica ou cu.
Entrei na sauna seca e vi dois se pegando. Um outro me olhou com interesse. Sentou ao meu lado sem tirar os olhos do meu pau que modéstia a parte, tem um bom tamanho. Notei de cara que ele era passivo procurando rola. Seu jeito afetado demonstrava isso. Falamos um pouco sobre o calor que fazia lá fora. Não demorou muito para ele perguntar se podia pegar na minha rola. Assenti e ele começou a me masturbar, gostando da pronta resposta. Endureceu na hora.
No degrau mais alto, um outro espiava de maneira tímida. Ele disfarçava, mas, procurava olhar na minha vara rígida. Gosto mais desses, com ar de macho. O carinha que me masturbava, caiu de boca na minha vara, iniciando um boquete. Caralho, o sujeito sabia mesmo como chupar uma rola. Estava tão gostoso que senti o gozo chegando. Eu ainda não queria terminar. Estava na caça de um cu apetitoso onde ejacular.
O sujeito babava no meu pau, às vezes fazendo um garganta profunda, tentando colocar o cacete inteiro na boca. Tive de por a mão na sua cabeça e afastar. A porra já devia ter chegado até na cabeçorra e talvez vazado um pouco. Ainda bem que não gozei. Ele me convidou para irmos às cabines privativas. Agradeci e disse que ia curtir mais sauna.
Ao subir um degrau, de propósito aproximei o pau babado perto do rosto do sujeito tímido. Seu olhar parecia hipnotizado pela minha rola dura. Perguntei se podia sentar ao lado dele e ele assentiu:
- Meu nome é J.P. e o seu?
- Me chamo Edgar. Você vem sempre aqui?
- Às vezes. E você?
- É minha primeira vez. Bem animado a coisa aqui, né?
- Hoje até está calmo. Nos fins de semana ferve de gente.
- Ah, tá... E você já ficou com alguém aqui? O rapaz acabou de ter chupar, né.
- Vim poucas vezes. Na chupada, quase gozei.
- E porque não gozou?
- É que estou guardando para comer um cu e ainda não achei o parceiro certo.
- Então você gosta de meter, né? Já deu atrás alguma vez?
- Já sim. Namorei uma garota trans e eu quis experimentar. Ela preferia ser passiva, mas, me comeu.
- E foi bom? Não doeu?
- Doer dói um pouquinho. A sensação foi boa e agora sei como é. E você já deu o rabo?
- Não, nunca. Quando guri brinquei de troca troca, mas, foi mais ficar esfregando o pau na bunda um do outro. Já encapei uma cenoura com camisinha e coloquei ali. Tive de fazer bem escondido pra minha mulher não saber.
Só então reparei numa aliança fina na mão esquerda. O meu pau que estava meia bomba voltou a endurecer só de saber que o cu do Edgar era virgem. Ele então perguntou olhando pro meu pau com o cenho franzido:
- E a tua namorada trans aguentava tudo isso no cu?
- Não só aguentava como às vezes pedia pra socar tudo e até gozava sem tocar no pinto.
Depois de longa conversa, fomos tomar uma ducha. No salão descansamos um pouco na esteira. Nisso o carinha que tinha me chupado passou de mãos dadas com um outro. Ao passar na nossa frente, sorriu e acenou para mim. Subiram as escadas que dá acesso aos quartos privativos. Pelo jeito era figurinha carimbada no local. Edgar perguntou:
- Eles vão trepar?
- Com certeza.
- Nossa, eu queria assistir.
- Então porque não pergunta pra eles se podemos?
Levantou mais que depressa em direção da escada. Subimos no andar de cima a ponto de ver os dois entrando num quarto. Edgar se apressou e perguntou ao carinha. Ele pelo jeito concordou e deixou a decisão para o parceiro que deu de ombros.
Entramos no quartinho apertado. O carinha já foi ficando de quatro na cama e o parceiro dele, encapou o pau com camisinha, passou gel e lubrificou também o cu do outro. Se posicionou para penetrar e logo colocou a cabeça. O passivo soltou um suspiro forte enquanto o comedor enfiava mais e mais.
Edgar estava rígido assistindo cada detalhe. Me posicionei por trás e encaixei meu pau na bunda dele. Como ela não disse nada, fiquei esfregando o cacete procurando seu buraquinho. Enquanto a outra dupla fodia, nós ficamos assim brincando, eu no rabo dele. Nisso o passivo passou a gemer alto quando o comedor meteu mais forte e depressa.
- AHHHH, AHHHH, AHHHH, AHHHH, AHHHH.
Apesar da timidez, Edgar não resistiu, se abaixou mais e perguntou para o passivo:
- Está doendo?
- AHHH, AHHH, só um pouco, AHHH, AHHH, está gostoso, AHHH, AHHH.
Como a porta estava entreaberta, mais dois sujeitos entraram no cubículo, nos deixando mais espremidos. Para mim foi bom, porque com o pau encaixado no meio do rabo do Edgar, não havia como ele fugir. Depois apareceu mais um cara que queria participar, enquanto a outra dupla já colocava o preservativo.
A coisa apesar de excitante, estava descambando para suruba. Falei para o Edgar:
- Vamos para outro quarto?
Saímos abrindo caminho meio na marra, com eu grudado no traseiro do Edgar. Entramos em outro cubículo e eu fiquei beijando seu pescoço na altura da nunca. Meu pau a ponto de explodir, todo inchado de tesão. Aquela bunda branca e virgem me deixava maluco! Empurrei ele para a cama com a bunda para cima, deitei em cima e fiquei esfregando o pau no rego da sua bunda, igual um cachorro no cio.
Ele tentou sair de baixo e disse que queria dar uma chupada no meu pau para ver como é. Com certeza estava lembrando do passivo boquetando meu cacete. Sai de cima e deitei de costas na cama. Edgar pegou na minha vara, abaixou o prepúcio expondo a cabeçorra. Aproximou cauteloso como estivesse com uma cobra na mão.
Finalmente abriu a boca e abocanhou a ponta. Dava para notar sua inexperiência em chupar um pau. Fazia devagar, sentindo cada sensação de ter um naco vivo e duro na boca. Quando subiu e desceu, seus dentes tocaram na glande e tive de pedir para ele usar a língua e céu da boca. Logo chupava gostoso.
- Me avise se for gozar. Disse.
- Olha, eu quero gozar num cu. Vamos meter?
- Não sei, J.P. Você viu como aquele cara gemia de dor quando o outro metia na bunda dele?
- Não era dor não. Ele estava gemendo de prazer. O carinha deve ser popular aqui. Sabe aqueles caras que entraram depois? Nessa hora estão revezando comendo o cu dele.
- Nem sei como ele tem coragem de encarar tantos machos...
- Vamos então brincar um pouco. Faz de conta que meu pau é a cenoura e vem por cima. Tá bom?
Surpreendentemente ele topou. Pensei que teria que gastar tremenda saliva para convencê-lo, mas, ele pegou uma camisinha e encapou meu pau. Pegou o gel e lambuzou minha vara. Deu uma boa olhada no caralho que ia tirar sua virgindade e veio por cima, tentando se auto empalar.
Talvez pelo medo ou excesso de precaução, ele não conseguia. Falei para colocar gel no botãozinho e tentar de novo. Para ajudar, segurei no meu pau deixando ele firme e ereto apontado para cima. Edgar veio descendo, sentindo a ponta do cacete no anelzinho. Ele descia o quadril um pouco e mal sentia a pressão, já levantava apressado.
Numa das vezes que ele descia hesitante, peguei no quadril dele e puxei para baixo. A cabeça entrou! Ele tentou fugir e eu segurei firme. De olhos fechados ele sentia o invasor alargando as paredes do cu virgem. Como fiquei parado, Edgar sentiu mais segurança. Falei então:
- Está doendo?
- Um pouco, mais ardendo, sei lá. Uma fisgada forte às vezes.
- É mais o medo, viu? Logo você se acostuma. Vem descendo aos poucos.
Ele veio deixando o quadril descer e eu só vendo o cu dele engolindo minha vara. Cada vez mais ousado e confiante, ele foi se auto penetrando mais e mais. Depois com quase metade do meu pau espetado, ficou subindo e descendo devagar numa cavalgada lenta. As vezes sentia algo que o fazia parar e ficar imóvel.
- Está cansado? Deixa eu ir por cima.
- Tudo bem, mas, faz devagar tá?
Era tudo que eu queria. Ele deitou de bruços e ainda até empinou a bunda. Passei mais gel e segurando o pau, só coloquei na entradinha. Ele piscou fechando o anel. Com paciência dei um tempo e tentei meter a cabeça. Depois de duas tentativas, finalmente entrou. Para não assustá-lo fui avançando lentamente, dizendo para ele ¨cagar¨ meu pau que isso facilitava.
Logo a metade estava dentro. Deixava que ele expulsasse meu pau e depois enfiava de novo. Uma brincadeira gostosa que a minha namorada trans adorava. Ele pelo jeito estava apreciando e eu perguntei:
- Está bom?
- Hmmmm, está gostoso...
- Posso meter mais forte?
- Vai, faz, mas não muito forte, tá?
Comecei a aumentar o ritmo das metidas. Ele soltou o primeiro gemido, mas até rebolava para facilitar. Em cada entrada forte, o pau ia mais fundo e eu controlando para não amedrontá-lo. Logo já estava metendo com vontade no cu do Edgar. Ele agora já choramingava com sons roucos e desafinados:
- Aiii, aiii, uaaa. aiiii, aaaa, áaaai.
Já no modo comedor total, passei a meter com vontade e ele então gritava palavrões e pedidos no meio dos berros de dor:
- AAAAAI, JP, FILHO DA PUTA! AAAAAI, VOCÊ ESTÁ ME RASGANDO, AAAAI, UUUUUUH, METE MAIS, AHHH, AIII, PUTA QUE PARIU, AHHHH, ME FODE, AHHHH, AIIIII, VOCÊ TÁ ME ARROMBANDO, AAAAI, FILHO DA PUTA, AAAAAI, UUUUHHHH, PUTA QUE PARIU, AAAAI, AAAHHH, PUTA QUE PARIU!
De repente ficou quieto só gemendo baixinho. Ele tinha punhetado e gozado. Como eu estava quase para gozar também, continuei metendo forte. Ele então protestou:
- Aiiii, JP, já chega né? Está doendo adoidado!
- Estou quase gozando. Aguenta mais um pouco.
Continuei metendo e finalmente gozei enchendo o preservativo de porra. Fiquei engatado nele, descansando da foda intensa. Quando fomos ao banheiro ele reclamou que estava com o cu pegando fogo e que doía quando andava. Disse que era normal, a tal da dorzinha gostosa que fica depois...
Trocamos telefone e nem passou uma semana, ele ligou perguntando quando eu iria para aquela sauna de novo. Será amor de pica?
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