“Paixão”
Tiago acordou cedo, ainda com o corpo leve da aceitação da noite anterior. Fez o café da manhã rápido, organizou a cozinha e saiu de casa antes das 6h15, carregando uma tigela de brigadeiros enrolados com cuidado, cobertos por filme plástico e dentro de uma sacola térmica pequena. O céu estava claro, o ar fresco da manhã de verão tardio, e ele caminhou os dez minutos até a escola com um sorriso bobo no rosto.
Chegou por volta das 6h25, o prédio ainda vazio. Subiu direto para a direção, bateu de leve na porta entreaberta.
— Entra — a voz de Johnny veio baixa, surpresa.
Tiago entrou, trancou a porta atrás de si e ergueu a sacola.
— Trouxe brigadeiro. Fiz ontem à noite pensando em você.
Johnny se levantou da cadeira, os olhos suavizando na hora.
— Meu garoto… vem cá.
Tiago largou a sacola na mesa e correu para os braços dele. Abraçou forte, o rosto enterrado no peito de Johnny.
— Eu senti sua falta ontem à noite — murmurou Tiago.
Johnny apertou o abraço, beijando o topo da cabeça dele.
— Eu também. Depois que você foi embora, fiquei pensando no que a gente falou. No drama todo. Eu não quero mais brigas, Tiago. Não quero te ver chorando por minha causa.
Tiago ergueu o rosto, olhos castanhos brilhando.
— Eu também não. Eu chorei muito ontem, mas depois… depois eu ri de mim mesmo. Fiquei pensando: “que bobo, Tiago. Você tá aí sofrendo por drama quando podia estar transando gostoso com o homem que ama”. Eu decidi aceitar. Aceitar que sou gay, que amo homem, que amo você. Não adianta ficar triste. A vida é curta.
Johnny sorriu, aliviado, passando o polegar na bochecha dele.
— Você é incrível, sabia? Eu também pensei nisso. Eu não vou mais deixar a culpa me dominar. Eu tô lutando pelo divórcio. Vai demorar, mas eu tô lutando. Por nós.
Tiago assentiu, puxando Johnny para um beijo lento, doce. As línguas se encontraram devagar, as mãos subindo pelas costas um do outro.
Johnny quebrou o beijo, voz rouca:
— Deixa eu te ver.
Ele começou a desabotoar a camisa do uniforme de Tiago, botão por botão, devagar. A camisa caiu aberta, revelando o peito macio, as tetas cheias ainda marcadas de vermelho dos apertos anteriores. Johnny tirou tudo — camisa, calça, cueca —, deixando Tiago nu sob a luz clara das lâmpadas de teto.
— Porra… você é perfeito — murmurou Johnny, os olhos famintos.
Ele se abaixou, levou a boca até as tetas de Tiago e chupou o mamilo esquerdo com vontade, sugando forte, a língua rodando. Tiago gemeu alto, as mãos na nuca careca dele.
— Johnny… isso…
Johnny esfregou o rosto entre as tetas, sentindo a maciez, o cheiro da pele clara. Lambeu entre elas, subiu para o outro mamilo, chupou com fome, mordiscando de leve.
Tiago tremeu inteiro, o pau duro latejando contra a barriga de Johnny.
— Me fode… por favor…
Johnny se levantou, tirou a própria roupa rápido — camisa, calça, cueca —, o pau de 20 centímetros já duro balançando livre.
— Fica de quatro no sofá. Horizontalmente. Empina essa bundinha pra mim.
Tiago obedeceu, subindo no sofá comprido, de quatro, apoiando os antebraços e o peito no encosto, empinando a bunda redonda e macia.
Johnny se ajoelhou atrás dele, abriu as nádegas com as mãos grandes.
— Olha esse cuzinho apertado… nem parece que aguenta meu pauzão, né?
Ele cuspiu direto na entrada, a saliva quente escorrendo. Lambeu devagar, a língua plana subindo da base até o cu, circulando a borda.
— Delícia… tão gostoso…
Cuspiu de novo, enfiou a língua devagar, fodendo o cu com ela, entrando e saindo ritmada. Tiago gemeu alto, as coxas tremendo.
— Johnny… merda… mais fundo…
Johnny chupou forte, sugando, lambendo em círculos rápidos, a barba rala roçando a pele sensível. Enfiou dois dedos junto com a língua, abrindo, fodendo devagar enquanto lambia ao redor.
Tiago revirou os olhos, o pau pingando pré-gozo no sofá.
— Eu vou gozar… ahh… caralho…
Johnny continuou, chupando com fome, os dedos mexendo dentro, acertando o ponto certo. Tiago tremeu inteiro, gozou forte sem tocar no pau, jatos quentes no sofá, o corpo convulsionando.
— Isso… goza bem gostoso pra mim, meu garoto…
Johnny se levantou, posicionou-se atrás dele de conchinha — deitado de lado no sofá, Tiago na frente, as costas coladas no peito dele. Johnny ergueu a perna de Tiago, segurou o pau na base e enfiou devagar no cu ainda molhado de saliva.
— Relaxa… toma tudo…
Entrou inteiro, devagar. Tiago gemeu rouco.
— Caralho… tão fundo…
Johnny começou a meter devagar, uma mão apertando a teta esquerda, beliscando o mamilo com força, a outra na teta direita, apertando, massageando.
— Essas tetas são minhas… tão macias… tão gostosas…
Aumentou o ritmo, metendo firme, o som molhado ecoando na sala. Apertava e beliscava os mamilos, puxando, torcendo de leve.
Tiago gemia sem parar, a cabeça jogada para trás no ombro de Johnny.
— Me fode… mais forte… seu filho da puta gostoso…
Johnny meteu rápido, profundo, o pau inteiro entrando e saindo. Apertou as tetas com as duas mãos, beliscando os mamilos ao mesmo tempo.
— Vagabunda de merda… vou gozar dentro de você…
Deu mais algumas estocadas fortes e gozou, jatos quentes enchendo o cu de Tiago, o pau pulsando dentro dele.
Ficaram assim, ofegantes, Johnny ainda dentro, beijando o pescoço de Tiago.
— Eu te amo, meu garoto.
Tiago sorriu, virando o rosto para beijá-lo.
— Eu também te amo.
Continua…