Os entraves começaram quando fui aprovado nos vestibulares, conseguindo uma vaga na faculdade pública que ficava na capital. Morávamos numa cidade do interior do Estado, mas os únicos parentes que moravam na capital, duas irmãs da minha mãe com suas famílias, alegaram não poder me receber em suas casas, inventando uma desculpa qualquer. Na verdade, foram os cunhados que se opuseram à minha vinda em suas casas, depois que minha homossexualidade se espalhou pela família. Um, casado com a irmã mais velha da minha mãe, não queria que eu convivesse com o casal de filhos, tendo como certo que eu os desvirtuaria com minha sexualidade pecaminosa. O outro, pai de dois meninos, achava que o convívio deles comigo resultaria ou numa suruba entre primos, ou em minha influência também os transformar em transviados. Sem condições de bancar os custos de uma moradia, mesmo que compartilhada, meus pais se viram no dilema de me convencer a desistir da faculdade.
Dias depois de haver me negado abrigo em sua casa, uma das minhas tias ligou para a minha mãe lembrando-a de uma prima de segundo grau que também morava em São Paulo, embora pouco se soubesse de sua vida.
- Talvez você não se lembre da Solange, uma vez que nunca tivemos muito contato com aqueles parentes e por ela ter vindo para a capital faz muito tempo, mas ela pode ser a solução para o Kiko poder cursar a faculdade por aqui. Tenho o número de telefone dela, ainda é dos fixos, e não sei se ela ainda está nesse número, em todo caso, não custa você tentar. – sugeriu minha tia, sentindo uma ponta de culpa pelo marido não a ter deixado me receber em sua casa.
- Só a vi uma vez, éramos adolescentes e tínhamos praticamente a mesma idade, isso deve fazer séculos, ela nem deve mais se lembrar da gente. – respondeu minha mãe. – Em todo caso, vou tentar, o Aldo disse que ajudaria nos custos do Kiko, talvez isso a faça aceitar recebê-lo.
De pronto a Solange topou me abrigar em sua casa pelo tempo que fosse preciso e deixou bem claro que dispensava qualquer pagamento por isso.
- Será um enorme prazer receber o Kiko aqui em casa, mas com uma única exigência, que não tentem me pagar por isso. Faço de coração e vocês só precisam se preocupar com uma mesada para uns pequenos gastos que ele tiver por aqui, do resto eu cuido, combinado? – impôs a Solange.
Ela me aguardava na rodoviária, temendo que eu pudesse me perder, uma vez que nunca estive numa cidade tão imensa quanto São Paulo. Era uma mulher mal entrada nos quarenta anos, extrovertida, bonita e elegante, que chamava a atenção dos homens, em relação aos quais ela tinha severas restrições por ter sido traída pelo marido depois de poucos anos de casada. A partir daí, e com o que conseguiu arrancar do esposo adúltero no divórcio, construiu sua independência financeira amealhando um sólido patrimônio, como proprietária de um lucrativo e movimentado spa estético para mulheres, que englobava diversos procedimentos estéticos faciais como peelings, um completo e sofisticado salão de cabelereiro, tratamentos para celulite e flacidez, depilação a laser e por aí vai. Isso permitia que tivesse uma vida confortável, um apartamento amplo e bem decorado, fizesse ao menos duas viagens para o exterior por ano e tivesse um carro de luxo na garagem. Paralelamente, levava uma vida amorosa com um parceiro também divorciado com um filho já adulto, com o qual mantinha um relacionamento cujas regras era ela quem ditava, a começar de não morarem na mesma casa. Ela o chamava ou ia até ele quando o tesão a impelia a procurar um macho, se satisfazia e o dispensava até a próxima crise de carência sexual, usando-o como fazem os criadores de gado ou de cavalos, colocando o touro ou o garanhão junto às vacas e éguas para que eles as cubram e lhes tragam o devido lucro a partir disso. No caso da Solange, ela dispensava a procriação, queria apenas e tão somente o prazer que o macho lhe proporcionava, sossegando a periquita por um tempo.
Fiquei inibido diante do apartamento suntuoso, embora tenha ficado deslumbrado com a suíte que ela preparou para mim, com tudo que um jovem da minha idade podia sonhar.
- Espero que goste, Kiko! Podemos mudar o que você quiser, quero que se sinta tão à vontade quanto em sua própria casa! Aliás, considere a partir de hoje, essa com sendo a sua casa. Pode trazer seus amigos, namorada e quem você desejar, estamos combinados? – afirmou, me abraçando com efusividade.
- Nem sei como agradecer! É muito para mim! – devolvi emocionado.
- Bobagem! Trate de se dedicar aos estudos que o resto eu garanto!
Ela se mostrou uma segunda mãe, pegava de leve no meu pé, mas também me incentivava a me soltar mais, a não ser tão retraído embora a agitação frenética da cidade ainda me causasse certo receio.
No primeiro final de semana após a minha chegada, ela convidou o parceiro, Romão, e o filho dele, Victor, para o almoço de domingo, para que me conhecessem. O Romão é um quarentão parrudo, atlético e desencanado que sabia se valer de seus atributos físicos para conquistar a mulherada com seu charme de bom cafajeste. Fiquei encantado com seu rosto hirsuto e anguloso, com o tórax largo e um tantinho peludo, com os braços enormes e musculosos, e com o tamanho do volumão que trazia dentro das calças. Ele se mostrou bastante receptivo e simpático, e me deixou corado quando passou a mão no meu rosto elogiando o que chamou de carinha de anjo, já que o fez com uma sensualidade que me causou um arrepio. O Victor era uma versão mais jovem do pai, dois anos mais velho do que eu, tinha um corpão sarado, coxas grossas, ombros largos e uma barba escanhoada uma vez por semana que lhe dava uma aparência máscula e viril, também tão safada quanto a do pai. Ele foi mais ousado ao me cumprimentar com um abraço que me grudou ao torso sólido dele, enquanto roçava impudicamente o volumão excitado nas minhas coxas. Depois da apresentação e dos cumprimentos, meu corpo tremia da cabeça aos pés, pois nunca tinha tido um contato físico tão intenso com um macho que não escondia a cobiça pelo meu corpo.
Me entrosei rápido na rotina de aulas, trabalhos e provas na faculdade, o que me consumia um bom tempo. Por insistência da Solange, passei a ter aulas de judô duas vezes por semana na academia que ela frequentava na mesma regularidade.
- Vai ser bom para você sair um pouco daquele quarto, se exercitar, e deixar esse corpão ainda mais atraente! – justificou quando me matriculou pagando os custos do curso. – Também vai te ajudar a se defender do bando de gaviões que logo, logo, vão estar na sua cola, querendo tirar uma casquinha dessa sua bunda fenomenal! – ele dizia isso com uma naturalidade assombrosa, sempre me deixando corado e envergonhado. Tenho para mim que ela o fazia de propósito, não para me zoar, mas para me deixar mais desinibido.
- Você fala cada coisa! Imagina que alguém vai se interessar por mim, ou pela minha bunda. – devolvia eu, todo acanhado.
- É você que não faz ideia do quanto mexe com as pessoas, Kiko! Garotões com todo esse potencial como o seu não estão dando sopa por aí! Muito menos com uma bunda de fechar o comércio como a sua! Eu conheço os homens e sei do que são capazes para se esbaldarem numa bunda como a sua. Minha santa das busanfas gostosas, que te deu esse tanto de carnes bem torneadas! – exclamava ela, antes de cair na risada, me deixando morrer de vergonha.
Não demorei a perceber que ela tinha razão quando comecei a ser assediado por alguns caras na faculdade e por algumas garotas colegas que gostavam de dar beliscões nas minhas nádegas carnudas. Na cidade de onde eu vinha isso nunca tinha acontecido, muito provavelmente porque os caras temiam ser chamados de veados se mostrassem algum interesse pela bunda de outro cara e, porque as garotas que se atrevessem a beliscar a bunda de um homem seriam consideradas vagabundas. Contudo, isso não impedia que a minúscula cidade tivesse o mais movimentado dos puteiros da região, onde putas e gays faziam a alegria da clientela.
Mas o que mais me espantou foi notar que o Romão, toda vez que vinha em casa, dava um jeito de me bolinar como se fosse um simples afago de pai para filho, ou algo parecido. Contudo, eu conseguia sentir a devassidão daquelas mãos deslizando pelo meu corpo ou roçando minha bunda, e isso me causava um frisson danado, chegando a me fazer sentir culpado como se estivesse traindo a Solange de alguma maneira. O Victor não ficava atrás, sempre que vinha dava um jeito de ficar a sós comigo no quarto, ora para jogar videogame, ora para assistir um filme ou série no streaming ou simplesmente jogar conversa fora; nas quais me relatava em detalhes suas peripécias sexuais com as garotas. Ele me deixava excitado contando as façanhas enquanto apertava o pauzão dentro da calça, do qual eu não conseguia desviar o olhar de tão hipnotizado.
Pai e filho eram viciados em futebol. Os sábados de manhã eram sagrados jogando partidas de futebol com uma galera de amigos num campo privado próximo da casa onde moravam e não muito distante do bairro em que a Solange tinha o apartamento. Eles tentavam me convencer a participar dos jogos, mas eu não entendia absolutamente nada daquele esporte e nem mesmo o curtia, à exceção das pernas musculosas dos jogadores quando me via obrigado a assistir uma partida pela televisão. O pior é que a Solange dava corda ao parceiro e seu filho, ajudando a me convencer a passar uma manhã de sábado na companhia deles.
- Você tem que se distrair, Kiko! E essa é outra boa oportunidade de você sair de casa, tomar um sol nessa pele branquinha para ganhar uma corzinha mais saudável. – dizia ela, atiçando os dois.
- Não sei jogar, tenho duas pernas esquerdas para esse jogo, fora que é um troço muito bruto! – retrucava eu, o que dava aos dois machos uma ideia do quão sensível eu devia ser, e essa constatação os deixava de pau duro.
- Nós te ensinamos! – disse o Victor, já me imaginando pelado debaixo das duchas ao final das partidas com a bunda roliça toda exposta.
- Vou pensar! – devolvia eu, não querendo parecer chato e estraga prazeres.
Resisti o quanto pude, mas minhas desculpas já não estavam mais colando. E lá fui eu num sábado cedo e ensolarado quando os dois vieram me buscar, para o tal campo de futebol, munido de um uniforme que o Romão havia me presenteado. O lugar era um reduto de machos das mais variadas idades, que se reuniam ali para beber cerveja, encontrar amigos, falar de mulheres sempre com conotações sexuais e dar uma de craques em dribles amadores, disputados aos gritos e palavrões, que muitas vezes acabavam em lesões que os tiravam de campo e os obrigavam a cuidar dos entorses aliviando as dores na base da cerveja gelada. Ao final das partidas, já próximo ao meio-dia, o vestiário virava um pardieiro de machos suados pelados se enfileirando debaixo das duchas, enquanto ensaboavam seus cacetões e sacões falando sacanagens.
Foi nesse ambiente másculo que pude contemplar os pauzões do Romão e do Victor pela primeira vez, e quase tive um troço quando vi o tamanho daqueles caralhões. O Romão era deliciosamente sacudo, os testículos pendiam pesados dentro dele e o pauzão nada modesto e muito grosso tinha uma cabeçorra bem destacada. O do Victor tinha mais de um palmo, era ligeiramente menos grosso, mas ainda mais cabeçudo que o do pai e suas bolas aderidas à base do pauzão tinham o tamanho de ovos de galinha. Eu circulava entre aquele bando de machos sem coragem de olhar para todos aqueles genitais libidinosos tentando não dar bandeira do quanto eles me excitavam e me deixavam amedrontado.
Quando você acha que uma coisa não pode ficar pior do que está, é porque não viveu o bastante para saber que tudo pode ficar mais escabroso do que está. A coisa começou quando decidiram que os times seriam divididos entre os de camisa e descamisados, indo eu parar nesse último. Assim que meus mamilos acastanhados sensualmente salientes e com seus biquinhos pontudos se destacando ficaram expostos, os jogadores que sentiram as ereções se formando dentro do short começaram a apertar os pauzões e a lamber devassamente os lábios. Eu devia ter menos testosterona e mais estrogênio circulando nas veias para que minhas tetas tivessem adquirido aquela forma sedutora semelhante às tetinhas de uma menina moça. E só piorou quando chegou a hora de tirar aquele short que moldava e mal continha o exuberante volume das nádegas, e que já havia causado um reboliço entre os machos, antes de eu seguir para os chuveiros, e expor minha bunda aos olhares cobiçosos deles. Foi um tal de assobios e fiu-fius ecoando por todo vestiário quando meu rabão roliço e carnudo mostrou todo seu esplendor. Tive a sensação de que seria estuprado por aqueles caralhões antes mesmo de me enfiar debaixo do chuveiro, o que fez meu pintinho se recolher todo acanhado, causando um frenesi entre eles. Eu era, sem dúvida, o mais novinho ali, parecendo um peixe fora d’água naquele ambiente dominado pela testosterona.
Para não me deixar desprotegido, o Victor se postou no chuveiro ao lado. Eu não sabia se tinha mais medo da tara explícita do bando de machos que não tirava os olhos de mim, ou daquela benga cavalar que ele manipulava sensualmente ao se ensaboar, deixando-a à meia-bomba, enquanto flertava com minhas nádegas branquinhas e roliças. Foi uma experiência peculiar que, a um só tempo, me fazia não querer repeti-la nunca mais e, por outro lado, não ver a hora de a vivenciar novamente.
Tanto o Romão quanto o filho já tinham sacado que, usando um pouquinho de sutileza e tática, conseguiriam meter as cacetas no meu cuzinho virgem, vencendo a minha timidez e receio. Até então, eu ainda não tinha estado na casa deles, pois geralmente era o Romão quem mais vinha se encontrar com a Solange trazendo esporadicamente o filho junto quando sabia que eu estaria em casa. Porém, naquele sábado, depois do compromisso futebolístico sagrado, ficou acertado que eu almoçaria com eles, uma vez que a Solange tinha ido participar de uma feira de produtos para salões de beleza.
A casa térrea era ampla e bem iluminada, um jardim a circundava ao mesmo tempo que propiciava isolamento. Pedimos o almoço num tailandês próximo, depois de haverem elogiado os pratos que serviam. Eu já estava bastante familiarizado com eles e o papo rolou fácil, um pouco mais picante que a refeição, mas nada desrespeitoso. O Romão foi dar uma esticada nas pernas em seu quarto depois do Victor e eu termos lavado os pratos; enquanto nós dois fomos jogar Diablo IV no videogame da sala, onde a Smart TV de 85 polegadas e alta resolução dava mais emoção ao jogo. Meia hora depois, minha pontuação já estava mais que o dobro da dele e, a cada novo ponto, ele ficava mais contrariado.
- Porra, Kiko, assim não dá! - exclamou zangado
- Sou bom nisso, você não dá nem pro cheiro! - devolvi caçoando
- Se fosse só bom nisso eu até que deixava passar, mas essa porra de short que você está usando com essa puta fenda nas laterais que vive abrindo e mostrando a cobrinha entre a sua bundona tesuda e as coxas não me deixa concentrar em nada! – protestou. – Saca só a minha situação, assim é covardia, tá na cara que vai ganhar de mim de lambada! – exclamou, me mostrando a ereção cavalar que já fazia a cabeçorra do cacetão sair pela perna do short dele. Eu engoli em seco, fiquei paralisado.
- Deixa de ser tarado, Victor! Olha para a tela, não para minhas coxas! Não tem nada aqui para você! - retruquei
- Tem certeza? Essa bundinha gostosa é tudo que estou precisando! – devolveu, apertando a rola.
- Então acho melhor pararmos de jogar e eu voltar para casa! – argumentei, ameaçando me levantar do sofá.
Nem tinha conseguido colocar o gamepad na mesinha lateral quando ele pulou para cima de mim me derrubando com seu corpão pesado sobre o sofá. Tentei me livrar dele, mas não conseguia superar sua força física. Lutamos por alguns minutos, o que só serviu para aumentar o tesão que sentia com meu corpo roçando o dele.
- Se acha que vou te deixar sair sem uma revanche, está muito enganado, seu bundudinho tesudo do caralho! – grunhia ele, me contendo à força. – É isso, ou deixar eu meter meu cacete no teu cuzinho! – ameaçou.
- Eu deixo! Não, quer dizer, eu dou a revanche! – respondi, atordoado com aquele pauzão duro sendo esfregado nas minhas nádegas.
- Dispenso a revanche, quero o cuzinho! – sussurrou junto ao meu ouvido enquanto baixava meu short expondo a bunda lisinha.
- Eu vou chamar seu pai, tarado desmiolado! – ameacei
- Chama, pode chamar, ele está tão afim desse cuzinho quanto eu! Assim seremos dois a brincar no seu brioco! – afirmou.
- Não! Então vamos negociar! – sugeri, sentindo que meu pintinho começava a ficar duro e meu cu já piscava acelerado.
- Não tem negociação! Não sei se você já se deu conta, mas sou bem mais forte que você, e posso me apossar do seu cuzinho agora mesmo se quiser.
- Por favor, Victor, me solta, não faz isso comigo! – retruquei choroso, tentando comovê-lo para ver se conseguia escapulir de seus braços musculosos.
- Isso é golpe baixo, seu veadinho! Sei o que está tentando fazer, não vai colar! Quer que me sensibilize para você aproveitar e escapar daqui.
- Prometo que não fujo!
- Não confio em você! E, eu como fico, meu pau já tá doendo de tanto tempo que está duro? Dá só uma mamadinha nele então, na cabecinha, depois eu não insisto mais.
- Agora sou eu quem não confia em você! Estamos quites!
- Para de fazer charminho, vai! Pensa que já não saquei como você gosta de olhar para o meu pau quando vamos para os chuveiros do vestiário do campo de futebol?
- Isso é mentira! Você é que fica se achando só porque tem essa coisa enorme no meio das pernas. – respondi, me denunciando.
- Se você não fica olhando para o meu pau, como sabe que ele é enorme? – pronto, pego em flagrante! Não adiantava mais negar, por isso me calei e continuei lutando para me livrar dele, já sentindo o pauzão forçando minha fendinha. – Fica quieto, para de se mexer! Você sabe que está dominado e que não pretendo te soltar. Não quero te machucar, mas se você insistir em se debater, vou acabar te machucando. Seja bonzinho, aceita que estou no comando, empina o rabão e abre esse cuzinho para mim. – acabei me entregando, até porque o cacetão cutucando as preguinhas me deixou morrendo de tesão.
Ele precisou de cinco tentativas para conseguir enfiar a cabeçorra no meu buraquinho travado pelo medo. Apesar de ele ter tapado minha boca, meu grito ecoou pela sala quando a cabeça do caralhão deslizou através dos esfíncteres para dentro do meu cuzinho virgem. Fiquei tão agoniado com aquela dor que voltei a me debater, pois senti que ele havia me rasgado e podia detonar meu cu se eu me mantivesse completamente passivo.
- Mandei você parar de se debater, caralho! – exclamou zangado
- Tá doendo muito, Victor! Juro, tá doendo!
- Eu não mandei você abrir o cu? Se tivesse me obedecido, não estaria doendo tanto! Fica quietinho e se acalma, logo a dor passa e eu prometo que você vai sentir muito prazer na minha rola.
Sem argumentos, só me restou fazer o que ele mandava, já que eu era o marinheiro de primeira viagem nessa história. Instintivamente meu ânus se protegia daquela verga grossa escorregando para dentro dele, travando a musculatura anal sem que eu soubesse como a fazer relaxar.
- Ai meu cuzinho, Victor! Vai devagar, seu bruto!
- Não me peça o impossível, veadinho gostoso da porra! Você me deixou tão maluco e esse buraquinho é tão apertado e macio que não vejo a hora de me enfiar todo dentro dele. – murmurou entre dentes expressando o tesão que o consumia.
O Victor foi se empurrando para dentro de mim arregaçando tudo pelo caminho, eu gemia feito uma cadelinha, o que o deixava com mais tesão. Eu o sentia me preenchendo com o pauzão latejando, ouvindo o sacão dele batendo no meu reguinho e o shlap-shlap de suas coxas batucando contra minhas nádegas. Fiquei alucinado com aquilo, a sensação da carne rija e quente dele esfregando a minha toda úmida, me fez esquecer da dor e seguir suas instruções, empinar o rabo e abrir o cu, o que fazia o caralhão entrar fundo em mim. Ele socava com força, eu gania com dois dedos dele dentro da minha boca e, não sei por que cargas d’água, eu os lambia e chupava num tesão crescente.
Eu não prestava muita atenção no meu entorno, só me deliciando com aquele macho engatado no meu rabo, o que só me permitiu ver que o Romão vinha em nossa direção com uma das mãos enfiada dentro da bermuda folgada manipulando a estrovenga excitada quando estava ao nosso lado. O Victor continuou me fodendo com a mesma obstinação, sem se importar com a aproximação do pai.
O Romão tirou o pauzão da bermuda e o pincelou todo melado no meu rosto, me instigando a chupá-lo. O cheiro daquilo era simplesmente divino, penetrante, ácido, viril. Me esforcei ao máximo para abrir a boca e abocanhar a chapeleta estufada, minha saliva se misturou àquele fluído viscoso delicioso e eu o suguei com toda voracidade. Com uma caceta grossa entalada na garganta e outra me destroçando as preguinhas anais eu me senti nas nuvens e, pela primeira vez, compreendi o significado do prazer sexual. O êxtase era tamanho que, sem o perceber, comecei a gozar com o pintinho balançando solto a cada nova estocada que o Victor dava no meu cuzinho metendo o pauzão até o talo dentro dele.
- Caralho de veadinho apertado da porra! Você precisa experimentar como essa putinha é estreita, pai! Cacete, que tesão! – grunhia o Victor, se esbaldando no meu cuzinho macio.
- Você ainda é virgem, Kiko? – perguntou o Romão, ao se tocar a partir da afirmação do filho. Eu acenei positivamente com a cabeça sem parar de mamar o caralhão grosso que ele socava na minha garganta, afundando meu rosto no tufo denso de pentelhos cheirosos dele.
O Victor deu duas estocadas fundas e vigorosas, meio truncadas, eu soltei um ganido agudo de dor, ele se estremeceu todo e soltou um urro gutural se derramando todo no meu casulo anal até o encharcar a ponto de o esperma começar a vazar. O orgasmo do filho, aliado ao prazer dos meus lábios trabalhando sua verga, fez o Romão me agarrar pelos cabelos, firmar minha cabeça e esporrar na minha boca, enquanto admirava prazeroso e satisfeito, como eu engolia um jato após do outro.
Nossos corpos estavam tão agitados que levou alguns minutos para voltarmos a respirar normalmente. O Victor continuava agarrado ao meu tronco, suado e esperando o pauzão amolecer sem pressa. O Romão me observava a sorrir, limpando com lambidas que se estendiam por todo cacete, a porra que não consegui engolir na profusão que era ejaculada. A que ficou presa ao meu queixo, ele captou com o polegar e depois o introduziu sensualmente na minha boca para não desperdiçar o precioso néctar.
Menos de uma hora depois, a rodada se repetiu, dessa vez com o Victor me fazendo mamar sua verga e o Romão metendo a dele no meu cuzinho esfolado. Como ela era bem mais grossa que a do filho, ela terminou de me rasgar arrebentando as preguinhas que o Victor não havia arrebentado. Foram mais de trinta minutos sendo devorado pela sanha dos dois machos, e um prazer multiplicado às centenas.
Como a Solange só voltaria para casa no domingo à noite, eu pernoitei na casa do Romão, deitado nu entre os corpões parrudos de pai e filho, que iam tirando uma casquinha a cada vez que eu me virava para o lado de um deles. Pela manhã, acordando agarrado ao torso sólido e peludo do Romão e, com uma das pernas encaixadas entre as dele, o Victor se aproveitou da ereção matinal consumada e foi me penetrando devagar, ouvindo meus gemidinhos enquanto eu despertava. Foram não mais de dez minutos me fodendo, fazendo meu corpo sentir cada impulso vigoroso com o qual se atolava no meu rabo, o que levou o Romão a acordar, e deslizar a minha mão que acariciava seu peito até o pauzão completamente duro, onde fiquei afagando e acariciando o sacão peludo enquanto ele grunhia de prazer. Ele esperou o filho inundar meu rabo de porra, para depois me levar até o chuveiro onde me enrabou, envolvendo-me em seus braços e mordiscando minha nuca, e terminou de encher meu cuzinho com seu leite de macho.
Esses encontros começaram a se tornar mais frequentes. Rotineiramente aos sábados depois do futebol quando me levavam para a casa deles e me fodiam até me virar do avesso. Eu voltava para casa com o cuzinho todo esfolado e arrombado, sentindo a ardência queimar dentro dele a cada passo, mas feliz como nunca imaginei me sentir.
A Solange notou que eu andava mais solto, que estava mais ligado aos dois, porém nunca desconfiou que ambos estavam me enrabando e se valendo do meu corpo sensual e da minha bunda carnuda para extravasar suas taras de macho. Eu torcia para aquilo continuar assim, não queria magoar ninguém, nem abrir mão do prazer que aqueles dois me proporcionavam.
O Victor estava me esperando na saída da faculdade com um sorriso que eu já conhecia, malicioso, tarado. Não era a primeira vez que ele vinha me esperar ao final das aulas e me levar para casa dele onde passávamos a tarde trepando como se não houvesse amanhã. Quando cheguei à casa dele, o Romão estava acompanhado de dois caras que eu conhecia do campo de futebol. Um quarentão gostoso de pernas grossas e peludas, uma barriguinha discretamente saliente e peludinha, e tórax vigoroso onde dava vontade de se aninhar, apesar de ele ser casado e pai de dois garotos de oito e dez anos que ele às vezes levava para o futebol, o que nunca me impediu de cobiçar a estrovenga grossa e cabeçuda que ele exibia com orgulho no vestiário, para inveja de muitos. E um morenão alto e parrudo talhado nos músculos, instrutor de academia na faixa dos trinta e poucos anos, que não era frequentador assíduo dos sábados de futebol, mas dava as caras de vez em quando e sempre era disputado pelos times devido aos dribles espetaculares que fazia em campo. Eu nunca o tinha visto pelado no vestiário, mas quando corria atrás da bola, dava para notar que um troço respeitável sacolejava pesado dentro do calção; tanto que o apelidaram de Lucão tripé.
- Você já conhece o Marcos e o Lucão, do futebol! – exclamou o Romão me apresentando a eles.
- Claro! Oi, como vai, Marcos? Lucão! – cumprimentei, indo apertar suas mãos, intimidado pela maneira nada sutil como me cobiçaram com o olhar.
- Vamos pro meu quarto? – indagou o Victor, o que me deixou ainda mais constrangido, pois não devia mais ser segredo para ninguém daquela turma do futebol que pai e filho estavam se refestelando nas preguinhas do meu cu.
- Sim, claro! Vamos! Com licença! – balbuciei, todo educado, como meus pais haviam me ensinado, o que só deixou aqueles machos mais atiçados pela inocência que transparecia no meu gesto.
O quarto do Victor ficava no final de um corredor que separava a parte íntima da casa do restante e, tão logo adentramos nele, ele me pegou por trás pela cintura, fungou e chupou meu pescoço enquanto se esfregava na minha bunda, que logo empinei contra a virilha dele.
- Tá com tesão no cuzinho, meu putinho? Fala para o teu macho que tava com saudades da minha pica, fala! – ronronava ele, enfiando as mãos debaixo da minha camiseta para bolinar e amassar minhas tetinhas.
- Ainda estou com as preguinhas esfoladas do sábado, mas estava com saudades sim, do meu parrudão gostoso. – confessei sincero e dengoso.
- Mostra elas para o teu parrudão gostoso, mostra! Sou fissurado nelas, como você sabe! Vou dar um trato bem carinhoso nelas, meu tesudinho!
- Promete que não vai judiar muito de mim com esse pauzão, promete Victor? É sério, não estou totalmente recuperado do que você e seu pai fizeram comigo no sábado. – pedi fazendo charminho.
- Está me deixando maluco, confessando isso tão objetivamente. Quer dizer que o nosso veadinho ficou com cuzinho todo assado, foi? Tesão de rabo gostoso da porra! – murmurou, já arriando meu jeans e cueca a um só tempo.
- Não se faça de besta, você está cansado de saber em que estado vocês deixam meu cuzinho! – retruquei, sentindo o tesão se apossando de mim.
Dali a eu estar ajoelhado entre as pernas abertas dele ao pé da cama, chupando o cacetão e as bolas, não se passaram mais que poucos minutos. Deitado de costas, mãos atrás cabeça e todo largadão, ele ronronava de prazer, sentindo minha boca sugar delicadamente o pré-gozo que vazava da chapeleta, e minha língua lambendo e massageando o sacão emanando seu perfume almiscarado.
- Vem cá meu putinho tesudo, vem, senta na rola do teu macho, senta! – exclamou, quando eu não conseguia mais movimentar o pauzão de tão duro que estava.
Era uma das posições preferidas dele, sentir a jeba atolada até as bolas no meu cuzinho enquanto eu o cavalgava gingando as ancas e arranhando seu peitoral maciço, enquanto o encarava delirando de prazer e gemendo feito uma cadelinha. De quando em quando, ele me segurava pela cintura, dava umas estocadas fortes para cima, socando fundo no meu cu até eu ganir, para depois me puxar para cima dele e me beijar demorada e devassamente, amenizando a dor que as estocadas haviam me causado.
Por estar de costas para a porta, e focado em lhe dar prazer, demorei a perceber que o Romão, o Marcos e o Lucão estavam nos observando com as braguilhas abertas manipulando seus cacetões sedentos pelo meu buraquinho dadivoso.
- Ai, que susto! – soltei quando os notei excitados me cobiçando.
- O que foi que te assustou, meu putinho, nossa presença ou nossas picas? – perguntou o Romão, ao se aproximar, virar meu rosto em sua direção e beijar sensualmente minha boca.
- As duas coisas! – respondi serelepe, de tanto tesão que a caceta do Victor arreganhando meus esfíncteres estava me causando.
Aproveitando que meu rosto estava virado em sua direção, o Romão começou a pincelar o pauzão melado no contorno dos meus lábios, com os quais, mais que depressa, eu envolvi a cabeçorra dele, lambendo e me deliciando com o pré-sêmen que escorria farto e saboroso. Sem desviarem os olhares de cobiça, o Lucão e o Marcos se masturbavam fazendo com que os sacões globosos saltassem a cada movimento. Eu lhes lançava um olhar provocativo e sensual, tirava a boca brevemente da caceta do Romão e passava a língua pelos lábios vermelhos e úmidos, sem parar de cavalgar intempestivamente a pica do Victor socada no fundo do meu cuzinho.
- Caralho de moleque tesudo da porra! – exclamou o Marcos, mal se contendo de tanto tesão. – Tô de olho nessa bundinha roliça desde a primeira vez que vocês o levaram ao futebol. Esse rabo nasceu para levar pica, tesão do cacete! – disse ele, começando a se despir.
- Nem me fale, tô com o caralho estourando de tão duro, vendo como ele é generoso dando o rabão! – afirmou o Lucão, de quem pude ver pela primeira vez o tamanho do caralhão que carregava entre as pernas musculosas.
Nunca nem imaginei que o um cara pudesse ter uma pica daquele tamanho, ainda por cima muito grossa e cabeçuda. Gostaria de ter uma régua naquele momento, só para medir a estrovenga cavalar que, chutando a grosso modo, devia ter mais do que 25cm.
- Olha o que te esperava, seu veadinho safado do caralho! – exclamou, sacudindo a mangueirona pesada. – Tu vai sentir esses 28cm sumindo do teu rabo, veado gostoso da porra! – afiançou ameaçador, me fazendo sentir um pavor e um frisson perpassarem minha coluna.
Voltei a me dedicar ao Victor que estava a um passo do orgasmo, grunhindo rouco e me fodendo com força as preguinhas esfoladas, o que me obrigava a ganir alto. Inclinei-me sobre ele, tomei seu rosto entre as mãos e o beijei, lambendo e chupando sua língua, enquanto o Romão aproveitava para acariciar as minhas nádegas. De repente, ele guiou o pauzão dentro do meu rego apartado e começou a forçar minha fendinha estirada pelo cacetão do filho. Eu estava com tanto tesão e completamente entorpecido por ele que fitava o Romão como quem diz – mete a jeba em mim, mete macho – e foi o que ele fez com uma estocada abrupta e forte, fazendo a cabeçorra afundar paralela ao cacetão do filho. Meu grito ecoou pela casa toda, me agarrei aos ombros do Victor que logo me amparou segurando meus flancos.
- Ai meu cu! Tá doendo! Ai machos, estão rasgando meu cu, seus putos! – continuei ganindo enquanto o Romão enfiava o que podia daquele caralhão no meu ânus arreganhado.
- Calma putinho! Abre o cuzinho, abre! Precisa abrir bastante! – sussurrou o Romão na orelha que fungava e lambia em êxtase.
Nisso, o Marcos e o Lucão se posicionaram de tal maneira que fiquei frente a frente com seus caralhões babando de tão excitados. Fechei as mãos trêmulas ao redor dos dois e comecei a chupá-los da base até a chapeleta, ora me dedicando a um, ora ao outro, explorando com os lábios e a língua toda extensão daquelas jebas taurinas, e acariciando os sacões peludos e suas bolas ingurgitadas, fazendo suas coxas musculosas tremerem.
Se me contassem que a imagem que via refletida no espelho da porta do armário, onde eu era o centro da tara daqueles quatro machos, eu certamente não acreditaria; porém era impossível negar o que meus próprios olhos estavam presenciando, eu enchendo aqueles machos de prazer enquanto eu mesmo flutuava dentro dele. O primeiro urro foi do Victor, seguido, segundos depois, pelo mais grave e rouco do Romão, quando gozaram se despejando no fundo do meu cu até parte do esperma que ejacularam começar a vazar. Ao mesmo tempo que enchia meu ânus de porra, o Romão apertava com os dedos grossos os biquinhos dos meus mamilos, aumentando meu prazer e me levando ao clímax. Meu gozo foi se espalhando sobre os pelos da barriga do Victor, em meio aos meus tresloucados gemidos de dor e prazer. Algo que não se dissociava quando trepava com aqueles machos ardentes.
Quando me levantei do colo do Victor com o cuzinho, aberto e pingando porra, pelas rolas de pai e filho, senti a mão forte do Lucão amassando meus glúteos e insinuando o dedão no buraco úmido que se fechava em contrações lentas.
- Tesão de bundinha gostosa! – exclamou examinando-a com cobiça. – Assim é melhor, o cuzinho já laceado e lubrificado, vai doer menos quando eu te pegar, moleque putinho safado!
- Ai Lucão, eu não vou aguentar levar esse pauzão! É muito grosso, cara! Vai me detonar, eu não aguento! – afirmei tremendo só de olhar para aquela coisa imensa.
- Veadinho tem que aguentar rola de macho, tem que saciar as picas dos machos com essa belezura de bundinha que nasceu! – disse ele, me puxando para junto dele e me beijando libidinosamente com a língua vasculhando cada canto da minha boca.
Chegando junto, o Marcos deu um tapa estalado nas minhas nádegas e, enquanto o Lucão dedava meu buraquinho, ele apertava as carnes roliças e lisinhas.
- Esse moleque nasceu para fazer a alegria dos machos! Delicia de bunda! – exclamou excitado.
- Vão saber o que é delícia quando meterem nesse cuzinho! – exclamou o Victor que, apesar de saciado, já dava sinais de estar pronto para um segundo round. – O putinho sabe agasalhar uma rola como ninguém! – acrescentou, atiçando ainda mais o Marcos e o Lucão.
- Você primeiro, parceiro, faça as honras! – disse o Lucão, oferecendo minha bunda ao Marcos num gesto cavalheiresco. – Quanto mais laceado e lubrificado esse putinho estiver melhor para mim. – me arrepiei todo com sua afirmação.
O Marcos me fez ficar de quatro na beira da cama, chegou junto, pincelou o pauzão no meu reguinho me deixando todo arrepiado. Forçou a chapeleta estufada e babando e me penetrou com um impulso forte, rasgando outro tanto de pregas e me fazendo ganir alto.
- Ai Marcos, meu cuzinho! Tá doendo muito, mete mais devagar! – implorei, sentindo minha carne contraída se rasgando.
- Delícia foder esse novinho tesudo da porra! Ele é mesmo bem apertadinho como você disse, Victor! – exclamou, dando um tranco forte que fez aquela tora de carne revestida de nervos e veias salientes afundar no meu rabo, deixando apenas o sacão espremido entre as bandas polpudas.
Manipulando devassamente seus cacetões, o Romão e o Victor o incentivavam a meter forte em mim, que levava as estocadas agarrado pela cintura e gemia torturado pela dor e alucinado pelo prazer. Com um grunhido gutural forte, o pauzão do Marcos pulsou e ele ejaculou seu leite no meu rabinho lanhado, me fazendo sentir a gosma quente e pegajosa escorrer para o fundo das entranhas. Eu estava tão arrombado sentindo meu ânus aberto como se fosse a boca de um túnel, uma dor intensa e gostosa transformava os toques daqueles machos deslizando pelo meu corpo em puro prazer.
Assim que o Marcos arrancou o caralhão saciado fora, o Lucão meteu sem dó, antes do buraco leitado se fechar por inteiro.
- Aaaaiiiii meu cuzinho, macho! Tá doendo, meu cu tá doendo muito, Lucão! Eu disse que não ia aguentar levar esse caralhão enorme! Tá me machucando, macho! Não estou aguentando! – berrava agoniado, sentindo aquele mastro cavalar escorregando fundo para dentro de mim e detonando tudo que encontrava pelo caminho.
Completamente empalado, gemendo de dor, pensei que ia desmaiar na verga bruta daquele macho sedento e carente. Foi então que o Romão tomou meu rosto em suas mãos, o afagou, amparou as lágrimas que rolavam por ele e cobriu minha boca com a dele, num beijo demorado que lentamente foi ajudando a relaxar a musculatura anal e a aplacar a dor no cu. A cena ensandeceu o Lucão fazendo-o estocar com força num vaivém cadenciado que sacolejava meu corpo inteiro. Já meu olhar doce e submisso, entre gemidos lascivos, fez o Romão colocar o pauzão na minha boca.
- Toma mais leite, meu putinho! – exclamou com sua voz grave e trovoenta.
Engoli o que pude do caralhão dele e mamei feito um bezerrinho esfomeado a suculência daquela carne rija que latejava na minha garganta. Minha mão espalmada sobre seu ventre trincado e peludo sentiu quando ele estremeceu, urrou e ejaculou seu leite quente e cremoso na minha boca. No mesmo instante, o Lucão deu uma socada potente e funda, rugiu feito um leão e encheu meu cuzinho com seu leite pegajoso e formigante. Eu me tremia inteiro, os músculos por todo corpo se contraíam em ondas desassociadas e sem controle tomados por um prazer tão intenso como nunca senti. O cheiro viril daqueles machos havia se impregnado na minha pele, e o de seus espermas se incrustou nas entranhas tornando sua masculinidade ainda mais sensual e prazerosa.
Fui me sentindo cada vez mais empoderado à medida que entregava meu cuzinho receptivo a machos com diferentes expectativas, porém sequiosos pelo prazer que meu buraquinho apertado lhes conseguia oferecer. Na maioria das vezes, éramos só nós três, Romão, Victor e eu. Havíamos alcançado uma simbiose tão pura e intensa que apenas poucos dias sem unirmos nossos corpos se tornava algo pesaroso. De vez em quando, para apimentar essa relação, eles chamavam ou alguns machos do futebol que sabiam sentirem-se atraídos pela minha bunda exuberante, ou algum amigo que sabiam estar carente dos afagos e carícias que eu, sedutora e generosamente, distribuía ao macho engatado no meu cuzinho. O que rolava entre nós era um segredo de alcova que só era compartilhado com poucos, capazes de compreender a singeleza e peculiaridade desse tipo de relação.