Já fazia quase um mês que não via Juliana. Isso ainda dói. Sei o quanto a fiz sofrer. Seu o quanto isso poderia ser prejudicial a ela. Sondei amigos dela, em comum e de trabalho, e só aí vi realmente a situação que nos encontrávamos: estávamos tão destruídos pelas ações um do outro que parecíamos pausados no tempo. Eu ainda tinha a melhor dupla de amigos que alguém poderia pedir. Raoni ficará do meu lado durante todo o resto do mês de março e abril. Estava puto com Juliana. “Não é a traiçãi que me pega, gordão, foi a putaria de insistir numa brincadeira que só tu fudeu, mer’mão!!” eu tentava por panos quentes e Ivete também. Juliana talvez tivesse culpa, talvez tivesse me empurrado praquilo, mas eu escolhi estar lá e entrar no jogo. Eu já esperava que algo ruim fosse acontecer e mesmo assim insisti. Por isso não posso e não consigo culpá-la. Ela foi vítima do próprio desespero. E foi por isso que pedi a ajuda da Ivete.
Chamei ela e Raoni pra conversarem. Armei a cama: fiz um belo café da manhã prós dois. Uma mesa sortida e bem gostosa. Ivete já olhou pra minha cara, rindo “parece o filho quando quer fazer merda e vem pedir autorização/perdão pros pais”. Impossível não rir com aquela mulher. Eles eram um grande casal e se completavam de uma maneira única. Acho que se eu e Juliana fossemos assim, tudo isso não teria acontecido. Mas... Pensar em dividi-la já fazia meus músculos enrijecerem. Não era hora de pensar naquilo.
-- o pedido é especialmente pra Ivete. Preta, você esteve com Juliana em algumas situações. Ela gosta de você apesar de não serem melhores amigas. Preciso... – estava realmente envergonhado e também chateado por Raoni pescou a idéia antes do final e só não falou nada porque Ivete segurou sua mão – preciso que cuide dela. Não preciso de notícias ou de reaproximação mas não vou deixar a mulher que amo... Só cuida dela pra mim até ela se recuperar, tá bom?
-- tá fazendo merda, Marcus. Já passou! Vocês já se machucaram demais! Esquece essa garota!! Você tem três melhores que ela... – escutar aquilo doia mesmo que meu amigo não soubesse o quanto me feria.
Ele se referia a Jane, Carolina e Camila. Eles sabiam de tudo. Eram meus confidentes então sabiam que Jane só queria fazer comigo o que Ivete ficava me sacaneando. E aquilo funcionava pra mim. Aliás, quando ela reapareceu depois do carnaval, me chamou e... Vou contar já já. Carolina... Bem, Carolina era inteligente, afiada, linda... E completamente submissa. O monstro que tentava enjaular era livre e feliz com ela. Nunca maltratei tanto uma mulher e nunca dei tanto prazer a alguém como pra ela. E depois tudo ficava bem. Nós aproximamos muito por estar em época de simpósios de robótica e a empresa, a qual não revelarei o nome, a colocou como minha ajudante. E a mais surpreendente de todas, era Camila. Ela era mais nova que eu, parecendo recém chegada na vida adulta mas tinha tanta experiência, tanta desenvoltura. No pior momento da minha vida, de alguma forma, ela me manteve são. Os olhos dela eram resolutos, tinham uma vivência que não deviam em alguém de tão pouca idade.
Não serei hipócrita e nem mentiroso. Nunca havia transado com outras até Juliana fazer o que fez. Eu tinha necessidade dela. Nunca olhei pra outras. Mais do que saber ou acreditar, ela viu em pelo menos duas ocasiões. Mas depois que experimentei essas meninas, minha libido ficou bem descontrolada. Tentei me afastar disso mas cai em um deliciosa armadilha de Jane. Ela estava ansiosa pra me rever depois do carnaval. Eu consegui me manter afastado dela por duas semanas, inclusive mudando os horários na academia mas aquela mulher é impossível.
Jane me ligou dizendo que tava em casa e que tava com saudades. Eu disse que não tava bem. Ela sabia de tudo. Ela me envolvia na conversa e arrancava tudo de mim. Ainda sim, ela nunca emitia opiniões. Pensando melhor agora, ela era igual minha psicóloga, com a adição de um sexo de muita qualidade. Ela foi me envolvendo no papo e acabei cedendo. Pra ser sincero, tava com saudade dela também. E quando ela me chamava de seu menino me deixava louco de tesão, porque pra mim parecia com uma professora ensinando uma lição. E ela sempre tinha uma nova.
Jane me recebeu na porta, com uma camisola transparente branca que realçavam seu bronzeado. A camisola evidenciava a falta de lingerie. A buceta completamente raspada e os seios de bicos duros e apontados pra mim. Meu corpo me traiu no momento em que a vi e senti seu cheiro. Meu pau inflou dentro da bermuda e ela sorriu, maliciosa. Veio até mim e me deu um gostoso abraço, espremendo nossos corpos.
-- eu tava morrendo de saudade, meu menino!! – me deu um leve beijo nos lábios.
-- e eu tava fugindo de você mas também tava com saudades... – confessei aos risos.
Ela me pegou pela mão e entramos no apartamento. Ela me levou até o sofá e me deixou lá sentando enquanto ia até a geladeira, do outro lado da sala, de onde eu podia ver aquela bunda rebolando pra um lado e pro outro, me chamando, me seduzindo. Ela abre a geladeira perguntando se quero algo e se abaixa sem dobrar os joelhos. A camisola sobe deslizando por aquela pele macia, desnudando aquele rabo fantastico e mostrando aquele brilho delicioso entre suas pernas. Engoli em seco mesmo minha boca estando cheia d’agua. Não resisti e fui até ela como um cachorro que vê carne, e enquanto ela mexia na geladeira, dei um lambidão, do clitóris até cuzinho. Como já é era gostosa. Ela tinha um gosto levemente adocicado, diferente das mulheres que experimentara.Ela gemeu baixo e se ajeitou, pegando uma garrafinha de isotônico e virando pra mim, rindo.
-- negativo, meu menino... Hoje você queria conversar e vamos só conversar... – como era cruel quando queria.
Me levou novamente ao sofá e me pôs sentado. E sentou em meu colo em seguida. Pós os joelhos do lado do meu corpo, se encaixando, abriu o isotônico e começou a tomar. Ela sentia meu pau pulsando violentamente sob a bermuda e rebolava sutilmente, espremendo meu pau entre meu corpo e sua buceta quente e molhada.
-- o que tem deixado meu menino tão triste? Detesto ver você assim... – ela acariciava meus rosto enquanto eu me esforçava pra não gemer e prestar atenção nela.
-- é... É difícil... – olhava prós olhos dela e os via transbordar de desejo. Sentia meu pau melado de pre gozo e dos sucos dela.
-- então respira e não pira, meu menino, e me conta – disse, arranhando meu peito e beijando meu pescoço
-- Jane... Você disse que seria só conversa... – disse com a respiração pesada e adorando aquele papo.
Enquanto se curvava beijando meu pescoço, uma de suas mãos passou por baixo de nós, tirando meu pau da bermuda e acomodando entre os lábios daquela bucetinha gordinha e melada no meu pau. Ela continuava rebolando, agora indo pra frente e pra trás, deixando ele totalmente melado. Ela respirava fundo e pesado enquanto ria. Um riso gostoso. Eu gostava de vê-la feliz. A história de vida de Jane também não era fácil mas não me cabe falar sobre isso. O fato é que adorava ver minha professora sorrindo.
-- e não estamos conversando? – dizia com a respiracão entrecortada. – você dizia que tá perdendo o controle, é isso? O que eu te ensinei, meu menino?! Ahh...
Minhas mãos entraram por baixo da camisola, pressionando sua cintura com força. É estranho mas eu sentia uma chave virando toda vez que isso acontecia. Minhas mãos apertaram mais forte do que ela permitia. Meus olhos ficaram escuros enquanto ela olhava. E aí veio o primeiro tapa. No rosto não era um tapa forte e nem desmoralizante. A surpresa foi tão grande, que eu fiquei olhando sem entender.
-- só quem me come é o meu menino. Gostoso. Firme. Ahh.. – enquanto rebolava esfregando a buceta no meu pau. – é só você e sempre você... Só... Equilíbrio!
Nesse momento, ela trava meu tronco e sinto suas pernas tendo espasmos. Sua boca se abre buscando ar e, a vendo chegar perto do orgasmo, eu faço uma surpresa pra ela. Ergo rapidamente a mão, apertando seu pescoço, a deixando sem ar. Ela segura meu braço com as duas mãos mas continuo apertando enquanto olho em seus olhos. Posso ver seus olhos quase revirando e solto. No momento em que soltou, ele puxa o ar com força e tem um gozo explosivo, gritando e rebolando no meu pau. Seu gozo é tão forte que ela molha completamente minha bermuda e o sofá. Seu gozo é longo e a puxou pra deitar sobre mim enquanto ela recupera o fôlego.
-- você tá bem? – sussurro enquanto tento ajudá-la a retomar a respiração. Dessa vez fui eu. E fiquei satisfeito. Eu fiz aquilo mas de maneira controlada, zelosa. Não foi para submetê-la, foi pra intensificar o seu gozo.
--isso foi perigoso... – disse recuperando o fôlego – mas nunca gozei tão forte na minha vida! – levantou me dando um beijão.
Quando se afastou de mim, sentiu meu pau ainda duro e pulsando e deu uma rebolada com mais força.
-- hoje... Só hoje, você não será meu menino. Hoje eu quero que o Marcus mande, me possua. Mas tem que ser você. Me domina mas não se perca.
Olhei pra ela por um tempo. Sabia o que ela tava tentando fazer. Ela me olhava enquanto rebolava sutilmente em meu colo, mordendo os lábios. A puxei pra mim pelo pescoço e beijei sua boca. Nosso beijo sempre foi algo intenso, forte. Gostoso. Eu chupava sua língua enquanto nossos lábios se a pertavam. E ela começava a quicar no meu colo, doida pra sentir meu pau dentro dela. Parei o beijo e olhando pra ela com um sorriso safado.
-- ajoelha. – foi... Bom. Era minha voz. Era serena mas com uma autoridade que fez Jane se tremer e sair de cima de mim.
Tirei a Bermuda e ela ajoelhou entre minhas pernas. Pôs as mãos sobre minhas coxas e ficou admirando meu pau melado e pulsando.
-- o que você quer? – falei. Um sussurro que mais pareceu pra mim, do que pra ela.
Ela nem olhou pra mim. Com uma das mão comecou uma lenta e deliciosa punheta. Meu pau tava tão melado que fazia um barulho deliciosamente pornográfico. O olhar de admiração daquele mulherão entre minhas pernas é o que me dava mais tesão.
-- diz o que você quer, minha puta gostosa... – falei. Minha voz mais forte, olhando aquela punheta e sentindo meu pau doer de tão duro.
Ela olhou no fundo dos meus olhos sem parar a punheta e deu um sorriso tão safado que tive que pensar em tragédias pra não gozar e acabar com a brincadeira antes de começar.
-- quem é que manda? – sem parar de punhetar.
Eu sorri. Um riso de satisfação. E foi impossível não comparar. Eu sabia que ela estava sobre o meu domínio. Ela queria aquilo. Ela entregou aquilo. Eu, ainda sorrindo, dei um tapa em seu rosto. Não foi um tapa forte. Foi um tapa de domínio, com a ponta dos dedos. Eu vi seus olhos ficarem vermelhos mas não era ódio. Ela apertou meu pau com força e sorriu, transloucada de tesão.
-- continua a punheta e me chupa, minha puta gostosa. – e ela foi. Com fome.
Jane deu uma chupada porte na cabeça seguida de várias chupadas mais fracas. Depois afastou a cabeça enquanto me olhava e deixou uma boa quantidade de saliva escorrer da boca pro meu pau, ajudando a lubrificar a punheta que não parou em nenhum momento. Enfiou a cabeça novamente na boca e passou a fazer um boque caprichado e muito babado. A língua circulava a cabeca parando só no cabresto onde ela mexia e quase me fazia gozar. Tive que respirar fundo algumas vezes.
-- tira mão, minha putinha. Agora engole o que der.
Ela colocou as mãos sobre minhas coxas e começou a subir e descer cada vez mais fundo. Seus olhos cravados nos meus me davam total controle da situação. E ela demonstrava prazer nisso, o que era o mais importante pra mim. Ela foi descendo até sobrar bem pouco pra engolir toda minha rola. Quando ela ia tirar, travei sua cabeca prendendo pela nuca. Ela me olhou e arregalou o olho. Eu acariciei o rosto dela.
-- falta pouco, minha putinha. Não me decepcione.
Aquilo deu um fogo nela que eu não esperava. Podia sentir sua garganta me apertando e fazendo força pra caber tudo. Ela foi descendo até a porta do nariz tocar meu corpo. Aquela visão deixou meu orgasmo a ponto de sair. Dei um gemido gutural e comecei a sentir os espasmos de gozo chegando. Do meu saco ao corpo do pau.
-- tira, minha putinha gulosa. Quero gozar nesse rostinho lindo. – falava contendo os gemidos.
Jane continuou me punhetando com força. O pau babado ajudava a deslizar. Sem mais ter como controlar, avisei que ia gozar e ela direciou tudo pro rosto enquanto abria a boca e colocava a língua de fora. Os primeiros jatos foram no rosto, pegando inclusive no cabelo, depois um empossou no olho, dois deles caíram na boca e na língua, depois queixo e o resto foi amparado pelo pescoço descendo pro decote. Ela ainda Continuou punhetando extraindo até a última gota do meu sêmen. Quando terminou de degustar minha porra, a puxei pelo braço e lhe dei um beijo apaixonado. Era posse mas também era cuidado. Ela enlaçou meu pescoço e ficamos nos beijando. Meu pau nem fraquejou. A levantei e levei pro quarto.
Não deixei que limpasse o rosto e nem tirasse a camisola. A coloquei de frente pro espelho que tinha no armário do seu quarto. Enquanto beijava seu pescoço, uma das mãos apertavam alternadamente seus mamilos duros de tesão e a outra esfregava carinhosamente seu clitóris. Ela pôs as mãos para tras, entrelacando os dedos na minha nuca.
-- hoje essa buceta não vê pau. Quero que veja esse cuzinho engolindo meu pau inteiro. – enquanto falava, esfregava meu pau por toda a buceta dela que jorrava muito suco.
Quando me dei por satisfeito, engui Jane do chão e ordenei que direcionasse meu pau praquele cuzinho apertado. Ela o fez com uma mão e foi escorregando devagar. Jane já havia acostumado com meu tamanho e gostava de sexo anal. Excitada do jeito que estava, não me surpreendeu quando deslizou sem problemas, com a cabeça passando suave e o resto foi se aconchegando dentro daquele rabo gostoso.ela suspirava enquanto segurava suas pernas no ar e mantinha os olhos fechados curtindo aquela primeira entrada. E aí eu comecei a excitá-la de verdade.
-- olha, minha putinha gostosa... Olha como esse cuzinho aguenta meu pau todo ho! Parece que foi feito pra ele!! – ela abriu a boca em um gemido mudo e fez força pra erguer o corpo e fazer meu pau entrar e sair. – olha como essa buceta brilha escorrendo esse mel!!! Esses bicos duros querendo minha boca!!
Comecei devagar, erguendo o corpo dela lentamente e deixando o corpo dela cair mas controladamente. Ela não tirava os olhos do espelho Vendo meu pau sumir dentro dela, alargar aquele cuzinho apertado. Sua excitação também se mostrava pelo aperto que o anel dava. Um aperto deliciosamente forte.
-- ai, Marcus!! Eu... Eu vou...- parei. E ela gemeu esperada.
-- vai gozar quando eu mandar, minha putinha linda... Segura, porque se gozar sem minha autorização... – sussurro no ouvido dela – seu castigo vai ser bem doloroso.
Jane não tava acostumada com isso. Diferente de Carolina, esse tipo de brincadeira não a agradava. Pelo menos não até agora. Porque no exato momento que eu falei que ia puni-la ela gozou. E um gozo tão forte que chegou a esguichar no espelho, gritando e empinando o rabo ainda no meu colo. A espremi no armário para que não caísse e fiquei beijando sua nuca e seu pescoço. Que gostoso era sentir Jane piscando lá embaixo e sem fôlego. Seu corpo quente espremido entre o armário e eu.
A repousei na cama de bruços e deitei ao seu lado.
-- você me desobedeceu. Empina o rabo. Darei três tapas: um pela desobediência. Um por ter gozado. Um por não ter me feito gozar. Agora empina
Ela ronronou. E empinou, me olhando e mordendo os lábios em meio a um sorriso.
-- meu homem vai me punir...? – me disse com malícia na voz, que quase sumia em um sussurro. Como podia ser tão desafiadora e tão carinhosa ao mesmo tempo?
SLAP!!!
O primeiro tapa veio. Firme. Forte. Estalado. Sonoro. E ela riu e mordeu os lábios. A marca da minha mão naquela bunda durinha, como ferro em brasa marcando a pele de Jane. Ela gemeu um “ai” tímido. Depois do primeiro tapa a beijei com carinho, coisa que até então jamais havia feito com minha professora. Alisei sua bunda no lugar que bati sentindo o relevo que minha mão causou. A pele estava quente.
SLAP!!!
O segundo tapa. Segundo ela, o mais ardido. Ela gemeu alto. Sua cara continha uma mescla de dor e prazer. O sorriso e a mordida nos lábios ainda estavam lá. Acariciei novamente sua bunda. A pele vermelha e incandescente quase. Olhei com mais atenção e suas coxas estavam apertadas. Ela tava excitada e não era pouco. Eu vi aquele brilho hipnotizante. Eu ri.
SLAP!!!
O terceiro. Um pouco mais forte que os outros. Sua bunda completamente vermelha. Um gemido alto e longo. Minha professora havia gozado de novo. Agora, voltei a beija-la só que com fome. Me marquei na pele dela e ela tinha curtido. E eu também. Após isso deitamos de ladinho e ela procurou meu pau e colocou na bundinha castigada dela. Transamos devagar, com carinho. Eu beijava seus ombros e nuca enquanto ela alisava meus cabelos e me puxava pra beijos. Gozei dentro daquele rabo maravilhoso e ela gozou mais uma vez comigo. Ficamos letargicos e naquela conchinha por um longo tempo, até meu pau amolecer e sair dela. Ela se virou pra mim. Um brilho novo nos olhos. Se ajeitou na cama, ficando de bruços e apoiando o rosto nas mãos.
-- você acabou comigo!! Acho que não posso mais te chamar de meu menino... Agora é meu homão!! – disse dando uma gargalhada muito gostosa.
Eu alisava suas costas. Ela já ia se livrado da camisola e estava completamente nua. A curva das costas ainda se arrepiando pelo meu toque. Ora ou outra, alisava a bunda constatando o estrago que causei mas quando ela falou isso e riu, eu fiquei tranquilo, feliz e satisfeito.
-- não!! Eu vou sempre ser seu menino... Isso me dá um tesão danado!! – ri.
Ela ficou me avaliando por um tempo.
-- quando você finalmente me deixou chegar, você era realmente um menino perdido. Agora... É um homem. Um puta de um homem, diga-se de passagem. Mas ainda te falta a compreensão... A percepção de quem você é. – ela dizia enquanto alisava seu rosto e vez ou outra ela beijava minha mão.
-- eu tenho medo, Jane... Eu... Eu fugi da Juliana porque temi que pudesse- respirei fundo.- eu não temi. Eu queria machucá-la. Queria destruí-la. Só depois eu percebi que eu queria isso pra acabar com qualquer marca residual que eu achava que tinha daquele filho da puta. Terminei porque a amo. E também a odeio. E isso tava me quebrando.
-- você já a perdoou. Há muito tempo. Você queria castigá-la mas se perdeu no seu personagem. Meu menino, ela te ama. Espero que você não tenha dúvidas disso!! Se equilibra. Se ajusta. E depois corre atrás dela. Ela vai te esperar...
Fiquei olhando pra ela um tempo. Tão serena e tão sábia. Não sei bem quando ela se tornou tão importante pra mim mas hoje ela tem um espaço no meu coração que ninguém toma. Não sei o que tinha no meu olhar que ela riu sem graça.
-- eu gosto demais de você, Jane...
Acho que essas palavras soaram muito erradas nos ouvidos dela. Ela se empertigou e vi sua expressão ficar lívida. Ela ameaçou levantar e eu a puxei, rindo.
-- eu te amo, professorinha, mas calma... Isso quer dizer que te estimo muito, que aprendi e aprendo muito contigo. Uma vez ouvi alguém falar que existe amor no casual. Hoje eu compreendo. Nos momentos que estou contigo, eu estou contigo 100%.
Quando comecei a falar ela ainda se debatia mas conforme eu explicava, ela foi relaxando e deixando seu corpo repousar sobre o meu. Voltei a acariciar as costas dela com a ponta dos dedos e beijar o topo de sua cabeça.
-- cuidado, meu menino. Principalmente comigo. – sussurrou enquanto me abraçava.
Eu entendi o que ela quis dizer. Naquele dia transamos mais três vezes e, embora quisesse dormir com ela, por entender o que ela pediu, só me despedi e fui embora.
Jane reacendeu a pira do meu tesão e depois disso voltei a sair com as meninas. Passava muito tempo com Jane e o resto dívida entre Carolina e Camila. Com carolinaeu aprendi muitas brincadeiras novas e aprendi realmente a me aceitar e me sentir bem sobre as práticas que fazíamos. Ela era uma mulher fenomenal e o fato de ser sub não tirava em nada sua força e sua altivez. Mas que eu a maltratei muito, isso eu fiz. Já Camila me deixava confuso. Ela me surpreendia muito. Descobri que estudava artes plásticas e era um “espirito livre”. Ela costumava dizer que a música de um grupo chamado Tribalistas era a música da vida dela. Estar com ela era leve e intenso. Por duas vezes transamos com mais de duas pessoas e nessa, eu conheci Adriana.
Adriana pintava e fazia esculturas. Tinha um sorriso quase sempre debochado e uma altivez que dava a ela um ar de realeza. Seu queixo sempre elevado e seu olhar penetrante transformavam a presença dela em algo magnético. Ela era esguia, com um corpo magro. Peitos pequenos e durinhos, sempre apontando pra frente das camisas que usava, sempre sem sutien. As pernas longas e a bundinha redondinha e arrebitada chamavam a atenção mesmo atravesdas roupas largas que costumeiramente usava. Negra de cabelos de dreadlocks, andava com eles em um rabo de cavalo frouxo e com fios que caiam sobre o rosto.
A preta tinha um gingado bonito mas o que mais me pegou foi a sagacidade e esperteza. Suas piadas eram ótimas, baseadas em sarcasmo e ironia de montão e aquilo me deixou encantado. Era diferente do humor jocoso que eu e Juliana gostávamos tanto. Bem... Transamos algumas vezes durante o mês de abril, sempre eu, ela e Camila, sempre regado a muito vinho, música boa e cultura alternativa. As mulheres que me cercavam não me ensinaram apenas a fuder. Todas deixaram um pouco em mim e isso também me ajudou a entender um pouco o porque Juliana tinha aquele desejo mórbido por submissão e relacionamento tóxico. Mas vou precisar deixar essa história pra depois.
Durante todo esse período, me comunicava periodicamente com Ivete. Ela tava cuidando de Juliana e... Eu gostaria de ter estado perto pra cuidar dela. Me encontrava com Ivete sozinho pra evitar a raiva, muito justificada, de Raoni. De qualquer forma, acompanhei e ajudei minha amiga Ivete a acompanhar e melhorar a cabeça de Juliana. Eu... Me culpava... Não. Ainda me culpo por não ter sido mais observador quanto ao comportamento dela e os sinais. Eu amo a Juliana. E ficar longe dela era uma das coisas mais difíceis que já tive que fazer na vida. Felizmente, ela tava se levantando com ajuda da única amiga que ficou, Ivete, e de muita ajuda psicológica. Eu estava realmente feliz por ela mas ainda queria me manter longe. Não achava que era hora. Até o fim do mês.
No final de abril havia uma conferência de robótica em um famoso hotel aqui do Rio, próximo ao forte de Copacabana. Meus agora sócios, me enviaram Carolina para nós prepararmos e coordenarmos apresentações e todo o material promocional. Tudo que fizemos foi fuder e muito. A ponto de sair com ela com clipes nos mamilos e o ápice foi ela me apresentando a um aparato que parecia um gancho. Acho que de todas as vezes que fui seu dom, essa foi a que mais me assustou. A mim. Ela tirou de letra e agiu com naturalidade, até jantando comigo e com alguns possíveis investidores com aquele troço. Não mexia direito o pescoço alegando torcicolo mas era a correia imobilizando seus movimentos. Confesso que aquela noite eu a fudi tanto e com tanta força que no dia seguinte ela teve dificuldade pra andar.
Quando a conferência realmente começou, estávamos indo muito bem. Conversamos com vários investidores e clientes em potencial e percebi uma coisa. Aquela confianca conquistada graças as meninas, me ajudou muito a fechar a maioria das parcerias que me interessavam. Eu jogava duro. Limpo mas duro. E assim consegui contratos exclusivos e de muito investimento. Em uma hora de descanso, estava indo para o buffet pois precisava comer algo. Carolina tinha sugado bastante da minha energia pela manhã e essas tensas e intensas negociações me deixaram morrendo de fome.
Comecei a pegar uns canapés quando uma mão toca meu ombro.
-- posso? – estendendo a mão e pedindo um canapé
Me virei e tive uma visão de tirar o folego. Uma mulher linda, corpo feminino com coxas grossas e destacadas em uma calça cigarrete, seios médios despontando mesmo sob o terninho, os tracoscorporais indicando uma barriguinha lisa, e o rosto... Olhos pintados e puxados como um gatinho, um sorriso luminoso e encantador e seus cabelos negros presos em um coque alto. Fiquei admirando enquanto oferecia meu prato a encarando de boca aberta, que ela pegou e comeu com gosto.
-- nossa, isso aqui é realmente muito bom. – eu meio que acordei do transe e ia falar algo quando ela continuou – eu me chamo Juliana mas meus amigos me chamam de Juli.
E eu ri.
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Eu estava nervosa. Ele estava lindo. Era meu Marcus mas diferente. Sua postura agora era impecável. Sua presença pareia um sol que atraia as pessoas a orbitar em volta dele. Ele sorria e falava com aquela voz calma que eu amava mas agora também tinha autoridade. Ele... Se tornou ainda melhor do que eu esperava. Eu o destruí e ele se levantou ainda melhor do que antes dessa desgraça toda. Eu... Fiquei feliz por ele. Aflita mas feliz. Aflita porque... Pra que ele voltaria pra alguém quebrado e que já fez ele passar por tanto? Quando toquei seu ombro e evoquei o melhor momento da minha vida, foi por puro instinto mas aguardar a resposta dele estava me matando. Não sabia por quanto tempo ia segurar o sorriso.
-- isso é um convite pra ser seu amigo? Onde está a magia das solicitações de amizade? – ele comeu um canapé enquanto me olhava. Um olhar curioso mas muito gentil. Como o meu Marcus me olhava e aquilo me deixou empolgada – eu me chamo Marcus mas meus amigos me chamam de gordo.
Eu ri. Ri de verdade. Como se nunca tivesse escutado aquilo antes. Sentia as lágrimas se formarem em meu olhos mas não iria chorar. Ia continuar embarcando no nosso novo começo.
-- aí credo, então não quero ser sua amiga!!! – disse apoiando minha mão em seu ante braço.
-- agora? Já meteu a mão no meu prato!! Já era baixinha!! – ele deu um lindo sorriso pra mim. Meu coração faltava explodir no peito de tão acelerado.
-- há há. Muito engraçado, Big... Mac... – ficamos nos olhando por bastante tempo. Só isso.
Existiam um mar de palavras que transbordavam com força naquela troca de olhar. Eu queria dizer que queria ele de volta, que queria que ele me perdoasse, que eu falhei com ele, que queria uma nova chance e eu lutaria todo dia pra que ele voltasse a confiar em mim e me amar. Mas não consegui falar nada. Aquele espaço e aquele olhar caloroso estavam confortáveis. Eu queria me jogar nos braços dele. Eu não sei se foi impressão minha ou se era apenas minha esperança me fazendo ver coisas mas ele pareceu querer a mesma coisa que eu. Eu já ia continuar o assunto quando ela chegou.
Nunca vi mulher mais bonita ou posuda. Vestia um vestido preto impecável com um coque alto e brincos discretos. Ela pôs sua mão no ante braço do Marcus e se aproximou, falando algo em seu ouvido que eu não ouvi. Meu coração parecia a de um cavalo de corrida e tenho certeza que meu sorriso se desfez quando a vi tãi íntima dele. Mas... Durante todo aquele tempo em que ela o tocava e falava, ele não tirava os olhos de mim. Era como voltar a época em que moramos juntos e estávamos brigados. O olhar dele me queimava de um jeito gostoso. Sentia ele percorrer cada pedaço do meu corpo. Aquilo me excitou mas não era o que eu queria e tive uma surpresa quando olhei pra ele novamente e vi que, apesar do desejo, parecia exatamente aquele olhar que ele me deu na primeira vez que nos vimos.
Ela tirou a mão dele e ele se aproximou de mim a uma distância pouco maior que meu braço. Pensei que ele ia me beijar ali mesmo e cheguei a ficar fraca e me apoiei discretamente na mesa.
-- peço desculpas,... Juliana, certo? – ele riu. – preciso ir. Há algumas situações que requerem minha atenção.
Ele me deu o cartão dele.
-- te ligarei a breve pra... Tratarmos de negócios. – ele saiu e a mulher foi logo atrás dele.
Naquele dia voltei pra casa com borboletas no estômago. Não me sentia feliz assim há meses. Eu não sabia se ele ainda me amava mas o fato de entrar na brincadeira me deu esperanças de que talvez pudesse reconquistá-lo. Mordia o lábio de excitação por isso e dava pequenos saltinhos. Liguei pra Ivete pra contar a ela que acabei esbarrando com ele e falei também da mulher que estava com ele. Ela rapidamente mandou eu focar nele e não em quem estava perto. Me parabenizou e pude sentir na sua voz que realmente estava feliz por mim. Mas algo tinha que estragar aquilo.
Ao chegar em casa, havia um carro na frente da entrada. Um carro conhecido e que não queria ver nunca mais na vida. O dono do carro estava debruçado sobre o teto do carro me aguardando. Apertei o passo, e quando ele me viu, já estava na porta.
-- calma aí, Juliana, vamos conversar! Eu só vim ver como você tá... Raquel disse que você tava precisando de cuidados. – dizia Daniel enquanto tentava se aproximar de mim.
Consegui abrir a porta rapidamente e entrei antes que ele viesse junto. Me virei pra ele com lágrimas nos olhos, mas também com raiva, ódio, e uma intenção quase assassina.
-- Daniel, me deixa em paz!! Não me procura mais por favor!! Me esquece!
Entrei rápido em casa trancando a porta e as janelas. Tomei uma chuveirada e enquanto a água quente caia no meu corpo eu lembrava do olhar dele. Do leve toque das mãos grandes, de sopro quente toda vez que ele respirava perto do meu pescoço... Instintivamente levei a mão até minha buceta e a senti melada. Fechei os olhos e lembrei. Lembrei de seu toque, do seu pau me cutucando fundo, dos braços dele me envolvendo, dos seus lábios tocando a pele da minha nuca. Eu deslizava os dedos como se fosse ele. Em um ritmo lento, gostoso, íntimo. Minha outra mão subiu até meu seio, apertando delicadamente, depois brincando com os mamilos. Eu quase posso sentir a boca dele no meu pescoço e isso me faz gemer. A sensação de estar olhando pra ele enquanto sento em seu colo. Enquanto cavalgo olhando em seus olhos. Sinto meu gozo se aproximar. Intimo puro, saudoso. Mas então acontece.
Como uma nuvem, me vem na cabeça ele comendo o cuzinho da menina. Meu clitóris pulsa tão forte que sinto a pressão em meus ouvidos. A imagem dele dando com o pau na cara delas, dele acabando com a boca da piranha. Minha siririca que estava calma e deliciosa, passa a ser algo dolorosamente urgente. Passo a esfregar meu clitoris com fúria, com necessidade. As imagens vem a minha cabeça e gozo em profusão quando lembro dele gozando na cara dela a centímetros do meu rosto. O gozo é longo. Eu encostei na parede e fui escorregando para baixo do chuveiro enquanto chorava. “o que há de errado comigo?”. Essa noite eu fui até o escritório e peguei algumas roupas dele. Dormi sentindo o cheiro de Marcus. Foi o que me acalmou.
Tive sonhos bem perturbados aquela noite. Pesadelos também. Me via como a menina que ele quase partiu ao meio. Ele fazendo comigo tudo que fez com ela e eu adorava. Mas ele sempre terminava fazendo amor com a garota de cabelos cacheados. Mila. Acordei algumas vezes durante a noite até que o cansaço me derrubou. Acordei no dia seguinte com a calcinha melada e um peso enorme no coração. Um medo sem igual tomou conta de mim. E... E se agora ele realmente só me quisesse como amiga ou pior... Fizesse de mim uma amiga com benefícios? E se o que tivemos ontem foi só um revival do que já fomos e aquela mulher que tocou seu braço com tanta intimidade fosse sua nova namorada? E a garota de cabelos cacheados? Aquela que dominou ele... Qual a importância dela pra ele?
Fui desanimada pra cozinha fazer o café. O fiz forte pra que pudesse acordar e reunir forças pros meus afazeres. Busquei pelo meu telefone e ainda estava dentro da bolsa. Quando o peguei o cartão que Marcus me dera veio junto. Era um cartão preto, bem minimalista. Coisa dele, com certeza. Elegante, chamativo e de bom gosto. Fiquei brincando com o cartão nas mãos por um longo tempo e o pus em cima da bancada da cozinha. Liguei pra Ivete.
-- bom dia, chuchu! Como estamos hoje? Aí! – uma risada gostosa pôde ser ouvida do outro lado da linha.
-- desculpa, amiga, mas ontem... Não foi por querer! Acabei esbarrando com o Marcus e... – pude escutar uma certa correria, como se alguém tivesse se ajeitando.
Ela demorou uns minutos até que fala de novo.
-- e então? Você tá bem?
-- sim e não... É que... Eu tô morrendo de saudade dele e tava com medo dele me ver e... Sei lá... Vê-lo foi ótimo! Ele tá lindo. Não. Ele É lindo. Mas agora ele tá mais confiante e parece que todo mal que eu fiz a ele não foi o bastante pra mudá-lo e eu agradeço muito por isso. – eu nem senti quando minha voz embargou – eu acho que ele tá melhor sem mim, Ivete!
-- calma, meu amor... Me conta tudo que houve...
Contei a ela. Não tinha muito pra contar. Falei que brincamos como se fosse nosso primeiro encontro de novo e estava tudo indo bem até aquele sirigaita linda pegar no braço dele e tirá-lo de perto de mim mas que ele deixou o cartão como se tivesse gostado do jogo e agora não sabia o que fazer.
-- por que você não liga pra ele e mantém o enredo? Marca uma reunião de negócios... Vê no que vai dar. Talvez seja o destino tentando arrumar vocês dois de novo. Uma nova chance pra vocês...
Concordei. Conversamos mais um pouco e após se certificar que eu estava realmente bem, Ivete desligou.
Demorei a ter coragem de ligar pra ele. Não conseguia parar de pensar nos pesadelos. Ficava repassando aquela breve conversa e a mulher que o tocara. Tinha medo da rejeição. Tinha medo de descobrir que já era tarde pra nós dois e que ele me quisesse apenas como amiga. Aquilo começou a me fazer mal fisicamente. Meu estômago queimava e minha cabeça doía. O que me deu coragem pra ligar foi lembrar da troca de olhares. Eu senti algo ali. Talvez... Só talvez... Ainda existisse uma chance.
Disquei os números no meu celular, trêmula e ansiosa. O toque parecia uma contagem regressiva. A cada toque eu me distanciava mais. Uma vez. DuasCaixa postal. Deixei o telefone escorregar entre meus dedos e o pus na bancada. Tentei formar mil desculpas pra atender mas minha cabeça só apontava pra duas coisas: ou ele já estava com alguém(possivelmente aquela mulher alta, linda e nojenta) ou simplesmente não quis atender. Respirei fundo, chegando a conclusão que talvez nosso tempo tenha passado e que o melhor a fazer por ele era deixá-lo ir. Nessa minha viagem, me assustei quando o telefone vibrou em cima da bancada.
Número desconhecido.
-- alô?
-- bom dia! Me chamo Marcus e sou engenheiro robótico. Me ligaram desse número há alguns instantes. – apertei o telefone na mão e senti aquelas borboletas no estômago novamente. Eu sorri sem ao menos ter um real motivo.
-- sim... Me chamo Juliana e sou nutróloga com área de estudo em alta performance esportiva. Tivemos uma breve conversa naquela noite...gostaria de marcar uma reunião para... Uhn... Ouvir... Sobre o produto... – de verdade, não sabia bem o que ele estava vendendo mas só queria ficar perto dele.
-- hum. Claro. Juliana. Por acaso é a pessoa que meteu a mãi no meu prato com ousadia e doçura? – ele deu uma risadinha.
-- essa mesmo! – não contive o riso. Era bom fingir aquele desconhecimento. De certa forma, me isentava dos pecados passados
-- ah, ótimo. Vou te mandar o endereço. Jantar, amanhã às 19. Estarei esperando. Tenha um bom dia.
-- bom dia... – ele desligou.
Ele aceitou. Ele... Aceitou me ver. Ainda que fosse com essa máscara. Precisava arrumar as coisas e estar deslumbrante pra ele. Em dois dias estaríamos jantando e eu faria de tudo pra recuperar o homem da minha vida.