Prima? Quem nunca? 2

Um conto erótico de Quase Alguém
Categoria: Heterossexual
Contém 818 palavras
Data: 24/01/2026 09:33:32

Um dia após tirar o cabaço da minha prima Klara, todo o foco da família era o casamento. A prima que iria se casar já namorava a um bom tempo e a união sempre foi bem vista por todos os familiares.

Como o casamento era o único assunto, Klara e eu, imersos num tesão lascinante, aproveitamos bastante para nós divertir. Ela prometera ser minha puta enquanto eu estivesse por lá, e cumpriu a risca. Logo no nosso primeiro encontro do dia, num café da manhã apenas com as famílias, sem noivos, padrinhos ou madrinhas, ela se exibiu em cada oportunidade. Estava vestida como na noite anterior, porém, o vestido era mais curto e tinha um decote mais acentuado.

Sempre que se sentava de frente pra mim, abria as pernas para mostrar a buceta descoberta, além de passar rapidamente os dedos nela. Eu tentava me controlar, mas meu pau não, pulsava a cada contato visual, duro como nunca. Após os comes e bebes, estávamos todos confraternizando. Klara, de longe, acenou que ia ao banheiro, eu acompanhei. Eles eram um de frente com o outro, eu entrei no masculino por uns segundos, depois pulei para o feminino, onde ela estava.

Nos pegamos por um tempo, sua boca parecia desesperada por mim. Quando encostei meu pau na buceta dela, ela, ainda beijando, abriu habilmente o zíper e abaixou minhas calças. Olhou alguns segundos admirada e começou a mamar.

- É a primeira vez que chupo um pau. Espero que goste.

Ela começou meio desajeitada, mas ia sentindo minhas reações e ajustando até chegar na perfeição. Sorria pra mim e beijava muito minha rola, que estava pulsando naquela mãozinha macia.

- Que delicia, priminha!

- Hmmm... gostou, safado? Então se apressa e goza na boca da sua puta.

Eu agarrei seu cabelo e fechei os olhos. Klara tentou colocar tudo na boca, mas engasgou. Em todo caso, a tentativa foi o gatilho pro climax. Gozei enquanto ela punhetava, com a boca chupando só a ponta da cabeça.

Abri a porta e verifiquei se tinha alguém. Pra nossa sorte, tudo limpo. Voltei e dei um beijo de despedida nela, que saiu um tempo depois.

Ainda naquela manhã, ela seguiu provocando, me deixando cada vez mais atiçado.

No almoço, na casa da nossa avó, só a família paterna. Todos precisavam se organizar já que o casamento seria bem cedo. Todos comeram e foram cuidar dos afazeres, se arrumar, dar suporte aos noivos e ao pessoal que estava organizando a festa.

Por sorte, eu e duas primas fomos incubidos de levar ao salão onde ocorreria a festa alguns itens que estavam faltando, uma delas era Klara. Chegando lá, nossa prima foi auxiliar o pessoal da decoração e Klara e eu fugimos. Achamos uma sala afastada e aberta, com a chave do lado de dentro. Não tinha literalmente nada ali.

Novamente, uma pegação intensa, que só foi interrompida por uma proposta inusitada da minha prima.

- Me faz gozar aqui e agora, que a gente volta aqui mais tarde pra você foder minha bunda.

Eu sorri e levantei o vestido dela. Segurei ela no colo pelas pernas e a encaixei no meu pau. Deslizou deliciosamente. Klara era mais leve do que parecia, ou meu tesão estava descontrolado demais. Sei que comecei a balançar seu corpo pra cima e pra baixo. Quando ela começava a gemer mais alto, eu beijava sua boca para abafar.

Aguentei bons minutos naquela posição, mas acabei pedindo arrego. Coloquei ela no chão e a encostei na parede. Ergui uma de suas pernas e penetrei novamente, dessa vez, ambos de pé.

Não demorou para que ela gozasse, olhando dentro dos meus olhos. Klara era minha, eu tinha certeza daquilo. Enquanto observava seu orgasmo, cheguei a pensar que logo menos aquilo acabaria. Mas não pensei mais naquilo depois, ia apenas aproveitar.

Soltei a perna dela, que deu uma fraquejada por conta do êxtase. Meu pau seguia duro, mas precisávamos sair dali. Ao sair, percebi que a chave da sala estava do lado de dentro da porta. Eu peguei e tranquei ela, para que estivesse livre pra nós mais tarde.

Quando procuramos nossa prima, ela disse que ficaria mais uns 30 minutos, depois iria direto pro salão. Como seu pai estava por perto, buscaria ela sem problemas.

Me despedi quase pulando de alegria. Eram 10 minutos dali até a casa da Klara. Só eu e ela no carro. Assim que saímos daquele lugar, ela abriu o zíper das minhas calças e botou meu pau pra fora. Me mamou até perto da sua casa, quando eu gozei. Klara aprendia rápido, engoliu toda a minha porra e fez questao de abrir a boca e mostrar.

Infelizmente, essa despedida não permitiu um beijo. Estávamos na frente de sua casa, mas, ela fez questão de lembrar a promessa para mais tarde.

- Compra lubrificante, você vai tirar a virgindade do meu cu hoje.

Eu sorri, meu pau pulsou, estávamos ansiosos pra cerimônia mais tarde...

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