Tomei banho na frente do pedreiro.

Um conto erótico de Lou
Categoria: Heterossexual
Contém 1330 palavras
Data: 24/01/2026 08:26:02

Quando eu saí do meu primeiro emprego, peguei todas minhas recisão, todo o dinheiro que eu tinha ganhado e dei para a minha mãe, e falei. Mãe esse dinheiro é pra reformar o banheiro.

A gente tinha uma vida bem difícil na época, minha mãe, solteira, semi analfabeta, trabalhava duro para sustentar uma casa e três filhos, quando eu comecei a trabalhar, eu prometi pra mim mesma que iria ajudar ela a melhorar a casinha que ela tinha batalhado tanto pra conseguir.

E o dinheiro nem era muito, mas quando fala em economizar e pechinchar a minha mãe é profissional, o dinheiro não daria pra fazer um banheiro dos sonhos, mas se soubesse fazer dava, e minha mãe soube, foi atrás do material pelo melhor preço e que cabia no nosso orçamento, mas o problema era mão de obra, essa não ia ser barato, a minha mãe procurou até conseguir, até no dia que ela chega falando.

- Lou, fui atrás do Sr Lorival, aquele pedreiro que faz trabalhos para seu tio, e expliquei a situação pra ele e ele me indicou um ex servente dele que está começando a fazer uns trabalhos de profissional, mas falou que eu posso confiar, falou que é muito caprichoso e de confiança. Amanhã vou ligar pra ele.

E minha mãe acreditou no Sr Lorival, e fechou com o ex servente. Eu achei arriscado demais, mas era o que podíamos pagar, e rezar pra dar certo, pedreiro já é uma raça difícil de lidar, tomara que dê certo.

No dia combinado, eu desempregada, aproveitando pra dormir até mais tarde, acordei com a campainha tocando, tinha me esquecido completamente do pedreiro, fui abrir a porta só com um pijaminha de short e camiseta, sem calcinha e sem soutien, meus peitos marcando o tecido. Quando eu abri a porta que eu lembrei.

Era um rapaz negro, magro, e muito, muito tímido, de fala baixa e olhar pra baixo, sempre que falava com vc, jamais olharia diretamente. Deixei ele entrar, mostrei onde era o banheiro, onde estava o material, e fui me deitar novamente, cochilei um pouco e logo começou a quebrar tudo, fazer um barulho ensurdecedor, então sai do quarto e fui fazer algo pra eu comer, quando eu saí, ele não olhava, eu de pijama, curto, não muito mais curto, e ele não me olhava diretamente, percebi ele tentando me olhar discretamente, mas ele não levantava a cabeça, e tentei puxar papo com ele, ele respondia sempre com Sra, e não olhava diretamente pra mim.

Fiquei com aquilo na cabeça, a cabecinha exibicionista já começou a maquinar, eu sozinha com um homem dentro e casa, vontade louca de ficar pelada, mas eu não fazia ideia de qual seria a reação dele. E eu fiquei pensando, será que mesmo se eu sair só de calcinha ele não vai olhar? Não é possível.

Mas porra, alguém já precisou reformar o único banheiro da casa, e ainda morar nela, é um incômodo muito grande, então eu precisava descer e usar o banheiro da casa da minha avó, aquilo era extremamente irritante.

Mas voltando ao assunto. Eu fiquei com aquilo na cabeça. E foram se passando os dias, e eu tentava puxar assunto, ele só respondia o essencial, curto e simples, no outro dia, eu já esperava acordada, e esperei a minha mãe sair e vesti uma camisola que não era muito curta pois eu ainda morava com a minha mãe meus irmãos, mas era de alcinhas e deixava grande parte dos meus peitos aparecendo, e marcava muito o bico no tecido, e ele não olhava, as vezes eu pegava ele olhando para as minha pernas.

E eu comecei a ficar mais ousada, eu queria que ele olhasse, eu novinha, toda gostosinha, adorava ser admirada, adorava atrair os olhares dos homens, mas ele não olhava.

Num outro dia, eu atendi ele só com uma regra velha que eu tinha pegado do meu irmão e usava como camisola, por eu ser muito baixinha, só que ele era bem velhinha, branca, já estava um pouco transparente, e fui atender sem soutien, que eu jamais usava em casa, e uma calcinha bem pequena e vermelha que era pra transparecer no tecido. E minha mãe tinha deixado a missão de eu dar o almoço pra ele, ela deixava tudo pronto, pra eu esquentar na hora do almoço e dar pra ele, só que ele não sentava comigo na mesa, ele não aceitava, ele insistia que queria almoçar no quintal. E nesse dia eu fui fazer companhia pra ele, me sentei num banquinho que minha mãe tem no quintal, prato na mão, pernas cruzadas, deixei a calcinha bem a mostra, nesse dia eu vi que ele olhou para o meio das minhas pernas só que pareceu meio constrangido, parecia estar violando uma menina inocente, mal sabia ele que de inocente eu não tinha nada.

No dia seguinte, eu estava com um vestidinho curto, de ficar em casa, e ele já terminando o banheiro, só que como eu já disse em contos anteriores, a janela do meu quarto dava para o quintal, e eu deixei a cortina fechada só a metade, me deitei e deixei a minha bunda toda a mostra com uma calcinha toda enfiada no rabo, e fiquei de costas pra janela onde ele precisava ir pra pegar os materiais e fingi dormir depois do almoço. Fiquei um tempo deitada de bruços, de costas pra janela, fingindo dormir, mas a adrenalina de poder ser vista, não deixava, na verdade me deixava excitada e bem acordada. Até que depois de mais de uma hora eu esperando, escutei o barulho da enxada na massa, e minha espinha já gelou na hora e a buceta deu uma piscada. Será que ele vai ver coragem de olhar? As batidas da enxada na massa que começaram fortes, foram diminuindo, eu abria o olho, mas não tinha como ver se ele estava olhando, até que eu vi uma sombra se aproximando da janela, e escutei baixinho.

- Que bunda linda.

Caralho, eu tinha conseguido atrair os olhares dele, minha buceta molhou na hora, aquele frio na barriga me consumia, ele então voltou pra dentro, eu levei a minha mão na buceta e me masturbei ali, esperando ele voltar, mas ele demorou muito. Porém quando eu saía e aparecia na sua frente, ele continuava não me olhando diretamente.

Até que no último dia, banheiro já pronto, ele só terminando uns detalhes. Eu tinha um compromisso e precisava tomar banho, e não queria ir na casa da minha avó, embora fosse somente descer a escada, na verdade a vontade de ficar nua na frente de um homem me consumia, e eu decidi tacar o foda-se, cheguei no banheiro e perguntei. O chuveiro já pode usar. Ele respondeu sem me olhar.

- Já pode sim.

E eu perguntei. E vc vai demorar? E ele respondeu.

- Já estou terminando, mais meia hora e eu termino.

E eu falei. Não tenho esse tempo. Tirei a minha roupa ali na porta do banheiro, fiquei completamente pelada de frente pra ele e ele não olhou, então entrei no banheiro, que ainda nem tinha box, ou cortina, nada, não tinha nada que me separasse dele, liguei o chuveiro, e tomei um banho ali peladinha a uns dois metros dele, foi a primeira vez que eu vi ele levantando a cabeça pra olhar, mas eu fingia não ver, mas ele me admirou durante todo o banho. E quando eu terminei o banho e cadê a toalha. E eu falei com ele, nossa, estou com tanta pressa que eu acabei esquecendo a toalha, vc pode pegar pra mim, está pendurada na porta do meu quarto, e ela saiu, e quando foi me entregar a toalha, ele me olhou nos olhos e falou timidamente.

- A Sra é muito bonita!

Eu dei um sorriso e agradeci. Me enxuguei ali no banheiro, e recebendo aquele último olhar tímido.

Sei que essa minha vontade de ficar nua ainda vai me trazer problemas, ou prazeres, vai saber.

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