A Travesti Natasha Comeu Meu Marido e Eu de Quatro Lado a Lado

Um conto erótico de Morena Casada
Categoria: Trans
Contém 1363 palavras
Data: 24/01/2026 06:52:50
Assuntos: Trans

Ricardo dirigia como se estivesse fugindo da polícia ou correndo para a terra prometida. No banco de trás, Natasha ocupava todo o espaço, as pernas intermináveis cruzadas, o cheiro de perfume doce e fumaça enchendo o carro. Ela não falava muito. Ela apenas cantarolava baixinho, observando a cidade passar, sabendo exatamente o efeito que causava em nós dois.

"Pra onde, Natasha?" Ricardo perguntou, a voz trêmula, olhando pelo retrovisor os olhos de predadora dela.

"Pro Fly, querido," ela disse, a voz grave vibrando no carro. "Pega a suíte Dark Sado. É o meu parquinho favorito.”

Chegamos ao motel. A entrada discreta, o portão automático subindo. Ricardo pediu a suíte. A recepcionista nem piscou, acostumada com os desejos da madrugada, mas eu vi o olhar dela quando Natasha desceu do carro na garagem privativa. A mulher era um monumento. De salto, ela praticamente batia no teto da garagem.

​Entramos na suíte Dark Sado do Motel Fly. O ambiente era um convite ao pecado: paredes pretas, iluminação vermelha indireta que fazia a pele parecer ferver, e o cheiro de couro, cloro da hidro e feromônios antigos impregnados no ar.

​Natasha não perdeu tempo admirando a decoração. Ela jogou a bolsa de oncinha na poltrona e se virou para nós. Sob a luz vermelha, ela parecia ainda maior, uma entidade de dois metros de altura.

​"Tranquem a porta," ela ordenou, a voz alta vibrando no peito. "E tirem a roupa. Eu não gosto de esperar."

​Nós obedecemos como dois servos. Eu e Ricardo nos despimos rapidamente, tropeçando nas próprias calças de tanto nervosismo. Ficamos nus no meio do quarto. Eu, a "Dona Luana", com minhas curvas brancas expostas. Ricardo, a "Boneca", branco, mole e tremendo.

​Natasha nos olhou de cima. Um sorriso cruel nos lábios pintados de roxo.

​Ela começou o ritual. Tirou o top, liberando os seios de silicone, duros como pedras, com mamilos negros e pontudos que pareciam balas de revólver. Tirou o microvestido, revelando o corpo de ébano esculpido em academia e hormônios.

​E então, a calcinha de onça.

​Ela enganchou os polegares no elástico e desceu devagar.

​Quando a peça caiu nos tornozelos, a "arma" se libertou. Ricardo soltou um suspiro engasgado, quase um choro.

​"Meu Deus..." ele sussurrou.

​Era monumental. Uma tora negra, grossa como o antebraço de um homem forte, pesada, veiada. Balançou no ar e bateu na coxa dela com um som surdo e pesado. PLAP. Já estava meia-bomba, pulsando, maior do que qualquer pau que eu ou o Ricardo já tivemos.

​"O que foi, Ricardo?" Natasha perguntou, segurando a base da rola e apontando para a cara dele. "Nunca viu uma mulher completa?"

​"Nunca... nunca desse tamanho, Majestade," ele gaguejou, ajoelhando-se instintivamente.

​"Então venham adorar. Os dois. De joelhos."

​Nós rastejamos até ela. O cheiro dela era forte — almíscar, perfume doce e o cheiro natural da virilha dela.

​"Mamem," ela ordenou. "Eu quero ver quem tem mais garganta."

​Ricardo foi na cabeça. Eu fui nas bolas. Eram grandes, pesadas, lisas. Eu as massageava, lambia o saco escuro, enquanto Ricardo lutava com a cabeça daquele monstro. Era grosso demais para ele. Ele abria a boca no limite, as bochechas esticando, os olhos lacrimejando, mas ele só conseguia colocar a cabeça.

​"Isso é boca de homem, Ricardo?" Natasha riu, segurando os cabelos dele e empurrando o quadril. "Engole! Faz força!"

​GACK! GACK!

​Ricardo engasgava, babando, o nariz amassado nos pelos aparados dela. Ele estava em êxtase, sendo sufocado pela mulher que ele tinha idealizado no carro.

​Depois de dez minutos de tortura oral, com ela revezando entre minha boca e a dele, nos fazendo disputar quem lambia melhor o freio e o tronco, ela se afastou. A rola agora estava dura como diamante, apontando para o teto, latejando.

​"Chega. Minha buceta tá piscando," ela disse, referindo-se ao pau. "Vamos pra área molhada. Eu quero sujeira."

​Ela nos guiou até a beira da hidromassagem gigante. O piso era frio, úmido.

​"De quatro," ela ordenou. "Os dois. Um do lado do outro. Bundas pra cima, cara no chão. Como dois cachorros."

​Nós obedecemos. Eu fiquei à direita, Ricardo à esquerda. Ombros colados. Duas bundas brancas empinadas, oferecidas para a Rainha Negra.

​Ela pegou uma camisinha na mesa de cabeceira. Rasgou o pacote com os dentes. O som do látex desenrolando naquela tora imensa foi o único barulho na sala.

​Ela caminhou atrás de nós. A sombra dela nos cobriu. Eu sentia o calor do corpo dela.

​"Primeiro a dama," ela disse. "Vamos ver se a patroa aguenta o tranco pra ensinar para o Marido."

​Ela não foi suave. Ela segurou meus quadris com aquelas mãos enormes, firmando-me no chão. A cabeça do pau roçou na minha entrada, quente e protegida pelo látex.

​E ela empurrou.

​"AAAAAAHHHHHH!"

​Eu gritei. O som ecoou no teto solar. Não foi prazer imediato; foi invasão. Era grande demais. Eu senti minhas paredes esticarem ao limite, o ar sair dos meus pulmões. Ela me preencheu completamente, batendo no colo do útero na primeira estocada.

​"Aguenta, Luana! Aguenta!" ela falava, começando a bombear.

​As estocadas eram longas. Ela saía quase tudo e enterrava tudo de novo. PLOC. PLOC. O som da pélvis dela batendo na minha bunda era alto.

​Ricardo, ao meu lado, assistia tudo. Ele via a tora preta sumindo dentro da esposa dele. Ele via minha cara de dor e tesão, amassada no chão. Ele começou a bater uma punheta frenética, choramingando.

​"Isso... come ela... come a minha esposa..."

​"Gostosa," Natasha gemia, a voz grossa. "Apertada. Mas eu vou alargar."

​Ela me fodeu por cinco minutos intensos, me deixando tonta, babando no chão. Quando ela saiu, eu senti um vazio gelado e minha buceta ficou aberta, latejando.

​"Sua vez, Marido," ela disse, virando-se para o Ricardo.

​Ricardo tremeu. O rabo dele estava fechado, piscando de medo.

​Natasha não teve paciência. Ela cuspiu na mão enluvada de látex e passou no pau. E cuspiu no rabo do Ricardo.

​"Relaxa o furico, Ricardo. Se travar, vai doer mais."

​Ela alinhou. Segurou a cintura dele com força bruta.

​E enterrou.

​"GGGUUUUUUUHHHHHHAAAAAAA!"

​O grito do Ricardo foi muito alto. Foi um uivo. Ele tentou fugir para frente, mas ela o segurou. A tora entrou rasgando, abrindo passagem onde não havia espaço.

​"Isso! Recebe! Recebe a nega!"

​Ela começou a meter. Sem dó. PLAFT! PLAFT! PLAFT!

​O corpo do Ricardo sacudia inteiro. A cabeça dele batia no chão a cada estocada. Ele estava sendo empalado.

​"Luana!" Natasha gritou, sem parar o ritmo. "Levanta! Vem aqui!"

​Eu me levantei, as pernas bambas, escorrendo lubrificante.

​"Fica na frente dele. Deita de frente pra ele."

​Eu me deitei no chão, cara a cara com o meu marido, que estava sendo sodomizado violentamente. O rosto dele estava vermelho, suado, veias saltando no pescoço.

​"Beija ele! Dá a língua pra ele morder enquanto eu arrombo ele!"

​Eu colei minha boca na dele. Ele me beijou com desespero. Nossas línguas se encontraram num beijo salgado de lágrimas e suor. Eu sentia o impacto do corpo da Natasha empurrando o corpo dele contra o meu. Éramos um sanduíche humano de perversão.

​"VOU GOZAR! VOU ENCHER ESSA CAMISINHA!" Natasha rugiu.

​Ela acelerou. Era uma britadeira. O Ricardo gemia dentro da minha boca, os olhos revirados.

​Ela travou o quadril contra a bunda dele. Segurou firme. E descarregou.

​Eu ouvi o grunhido dela, profundo, animal. Ela bombeava o gozo dentro da borracha, dentro do rabo do meu marido.

​O Ricardo, estimulado pela próstata sendo esmagada por aquela tora, gozou no meio das nossas pernas. O jato dele espirrou na minha barriga e no chão, sem ninguém tocar no pau dele.

​Natasha ficou ali parada por um minuto, respirando fundo, pesada sobre ele.

​Depois, ela saiu devagar. POP.

​Ricardo desabou, destruído, o rabo aberto, vermelho e laceado.

​Natasha tirou a camisinha. Estava cheia, pesada de leite. Ela deu um nó.

​"Presente pra vocês," ela disse, jogando a camisinha cheia no peito do Ricardo.

​Ela se levantou, caminhou até a hidro, entrou na água e acendeu um cigarro, olhando para nós dois amontoados no chão como restos de uma batalha.

​"Limpem a bagunça," ela disse, rindo. "E depois venham me lavar."

​Nós nos olhamos. Eu e minha boneca. Destruídos. Felizes. E completamente dela.

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