Ricardo dirigia como se estivesse fugindo da polícia ou correndo para a terra prometida. No banco de trás, Natasha ocupava todo o espaço, as pernas intermináveis cruzadas, o cheiro de perfume doce e fumaça enchendo o carro. Ela não falava muito. Ela apenas cantarolava baixinho, observando a cidade passar, sabendo exatamente o efeito que causava em nós dois.
"Pra onde, Natasha?" Ricardo perguntou, a voz trêmula, olhando pelo retrovisor os olhos de predadora dela.
"Pro Fly, querido," ela disse, a voz grave vibrando no carro. "Pega a suíte Dark Sado. É o meu parquinho favorito.”
Chegamos ao motel. A entrada discreta, o portão automático subindo. Ricardo pediu a suíte. A recepcionista nem piscou, acostumada com os desejos da madrugada, mas eu vi o olhar dela quando Natasha desceu do carro na garagem privativa. A mulher era um monumento. De salto, ela praticamente batia no teto da garagem.
Entramos na suíte Dark Sado do Motel Fly. O ambiente era um convite ao pecado: paredes pretas, iluminação vermelha indireta que fazia a pele parecer ferver, e o cheiro de couro, cloro da hidro e feromônios antigos impregnados no ar.
Natasha não perdeu tempo admirando a decoração. Ela jogou a bolsa de oncinha na poltrona e se virou para nós. Sob a luz vermelha, ela parecia ainda maior, uma entidade de dois metros de altura.
"Tranquem a porta," ela ordenou, a voz alta vibrando no peito. "E tirem a roupa. Eu não gosto de esperar."
Nós obedecemos como dois servos. Eu e Ricardo nos despimos rapidamente, tropeçando nas próprias calças de tanto nervosismo. Ficamos nus no meio do quarto. Eu, a "Dona Luana", com minhas curvas brancas expostas. Ricardo, a "Boneca", branco, mole e tremendo.
Natasha nos olhou de cima. Um sorriso cruel nos lábios pintados de roxo.
Ela começou o ritual. Tirou o top, liberando os seios de silicone, duros como pedras, com mamilos negros e pontudos que pareciam balas de revólver. Tirou o microvestido, revelando o corpo de ébano esculpido em academia e hormônios.
E então, a calcinha de onça.
Ela enganchou os polegares no elástico e desceu devagar.
Quando a peça caiu nos tornozelos, a "arma" se libertou. Ricardo soltou um suspiro engasgado, quase um choro.
"Meu Deus..." ele sussurrou.
Era monumental. Uma tora negra, grossa como o antebraço de um homem forte, pesada, veiada. Balançou no ar e bateu na coxa dela com um som surdo e pesado. PLAP. Já estava meia-bomba, pulsando, maior do que qualquer pau que eu ou o Ricardo já tivemos.
"O que foi, Ricardo?" Natasha perguntou, segurando a base da rola e apontando para a cara dele. "Nunca viu uma mulher completa?"
"Nunca... nunca desse tamanho, Majestade," ele gaguejou, ajoelhando-se instintivamente.
"Então venham adorar. Os dois. De joelhos."
Nós rastejamos até ela. O cheiro dela era forte — almíscar, perfume doce e o cheiro natural da virilha dela.
"Mamem," ela ordenou. "Eu quero ver quem tem mais garganta."
Ricardo foi na cabeça. Eu fui nas bolas. Eram grandes, pesadas, lisas. Eu as massageava, lambia o saco escuro, enquanto Ricardo lutava com a cabeça daquele monstro. Era grosso demais para ele. Ele abria a boca no limite, as bochechas esticando, os olhos lacrimejando, mas ele só conseguia colocar a cabeça.
"Isso é boca de homem, Ricardo?" Natasha riu, segurando os cabelos dele e empurrando o quadril. "Engole! Faz força!"
GACK! GACK!
Ricardo engasgava, babando, o nariz amassado nos pelos aparados dela. Ele estava em êxtase, sendo sufocado pela mulher que ele tinha idealizado no carro.
Depois de dez minutos de tortura oral, com ela revezando entre minha boca e a dele, nos fazendo disputar quem lambia melhor o freio e o tronco, ela se afastou. A rola agora estava dura como diamante, apontando para o teto, latejando.
"Chega. Minha buceta tá piscando," ela disse, referindo-se ao pau. "Vamos pra área molhada. Eu quero sujeira."
Ela nos guiou até a beira da hidromassagem gigante. O piso era frio, úmido.
"De quatro," ela ordenou. "Os dois. Um do lado do outro. Bundas pra cima, cara no chão. Como dois cachorros."
Nós obedecemos. Eu fiquei à direita, Ricardo à esquerda. Ombros colados. Duas bundas brancas empinadas, oferecidas para a Rainha Negra.
Ela pegou uma camisinha na mesa de cabeceira. Rasgou o pacote com os dentes. O som do látex desenrolando naquela tora imensa foi o único barulho na sala.
Ela caminhou atrás de nós. A sombra dela nos cobriu. Eu sentia o calor do corpo dela.
"Primeiro a dama," ela disse. "Vamos ver se a patroa aguenta o tranco pra ensinar para o Marido."
Ela não foi suave. Ela segurou meus quadris com aquelas mãos enormes, firmando-me no chão. A cabeça do pau roçou na minha entrada, quente e protegida pelo látex.
E ela empurrou.
"AAAAAAHHHHHH!"
Eu gritei. O som ecoou no teto solar. Não foi prazer imediato; foi invasão. Era grande demais. Eu senti minhas paredes esticarem ao limite, o ar sair dos meus pulmões. Ela me preencheu completamente, batendo no colo do útero na primeira estocada.
"Aguenta, Luana! Aguenta!" ela falava, começando a bombear.
As estocadas eram longas. Ela saía quase tudo e enterrava tudo de novo. PLOC. PLOC. O som da pélvis dela batendo na minha bunda era alto.
Ricardo, ao meu lado, assistia tudo. Ele via a tora preta sumindo dentro da esposa dele. Ele via minha cara de dor e tesão, amassada no chão. Ele começou a bater uma punheta frenética, choramingando.
"Isso... come ela... come a minha esposa..."
"Gostosa," Natasha gemia, a voz grossa. "Apertada. Mas eu vou alargar."
Ela me fodeu por cinco minutos intensos, me deixando tonta, babando no chão. Quando ela saiu, eu senti um vazio gelado e minha buceta ficou aberta, latejando.
"Sua vez, Marido," ela disse, virando-se para o Ricardo.
Ricardo tremeu. O rabo dele estava fechado, piscando de medo.
Natasha não teve paciência. Ela cuspiu na mão enluvada de látex e passou no pau. E cuspiu no rabo do Ricardo.
"Relaxa o furico, Ricardo. Se travar, vai doer mais."
Ela alinhou. Segurou a cintura dele com força bruta.
E enterrou.
"GGGUUUUUUUHHHHHHAAAAAAA!"
O grito do Ricardo foi muito alto. Foi um uivo. Ele tentou fugir para frente, mas ela o segurou. A tora entrou rasgando, abrindo passagem onde não havia espaço.
"Isso! Recebe! Recebe a nega!"
Ela começou a meter. Sem dó. PLAFT! PLAFT! PLAFT!
O corpo do Ricardo sacudia inteiro. A cabeça dele batia no chão a cada estocada. Ele estava sendo empalado.
"Luana!" Natasha gritou, sem parar o ritmo. "Levanta! Vem aqui!"
Eu me levantei, as pernas bambas, escorrendo lubrificante.
"Fica na frente dele. Deita de frente pra ele."
Eu me deitei no chão, cara a cara com o meu marido, que estava sendo sodomizado violentamente. O rosto dele estava vermelho, suado, veias saltando no pescoço.
"Beija ele! Dá a língua pra ele morder enquanto eu arrombo ele!"
Eu colei minha boca na dele. Ele me beijou com desespero. Nossas línguas se encontraram num beijo salgado de lágrimas e suor. Eu sentia o impacto do corpo da Natasha empurrando o corpo dele contra o meu. Éramos um sanduíche humano de perversão.
"VOU GOZAR! VOU ENCHER ESSA CAMISINHA!" Natasha rugiu.
Ela acelerou. Era uma britadeira. O Ricardo gemia dentro da minha boca, os olhos revirados.
Ela travou o quadril contra a bunda dele. Segurou firme. E descarregou.
Eu ouvi o grunhido dela, profundo, animal. Ela bombeava o gozo dentro da borracha, dentro do rabo do meu marido.
O Ricardo, estimulado pela próstata sendo esmagada por aquela tora, gozou no meio das nossas pernas. O jato dele espirrou na minha barriga e no chão, sem ninguém tocar no pau dele.
Natasha ficou ali parada por um minuto, respirando fundo, pesada sobre ele.
Depois, ela saiu devagar. POP.
Ricardo desabou, destruído, o rabo aberto, vermelho e laceado.
Natasha tirou a camisinha. Estava cheia, pesada de leite. Ela deu um nó.
"Presente pra vocês," ela disse, jogando a camisinha cheia no peito do Ricardo.
Ela se levantou, caminhou até a hidro, entrou na água e acendeu um cigarro, olhando para nós dois amontoados no chão como restos de uma batalha.
"Limpem a bagunça," ela disse, rindo. "E depois venham me lavar."
Nós nos olhamos. Eu e minha boneca. Destruídos. Felizes. E completamente dela.