No dia seguinte, uma Débora envergonhada ligou para se desculpar pela noite anterior. Assegurei que tinha me divertido e que estava feliz que ela estivesse se sentindo bem agora. A Débora continuou dizendo que ia viajar pela semana para visitar o marido enquanto ele estava trabalhando fora e perguntou se eu podia cuidar da casa. Animei com o pensamento de ter a Cindy de dezoito anos só pra mim pelos próximos dias, porém minha alegria durou pouco quando a Débora continuou explicando que a Cindy ficaria na casa de uma amiga e tudo que a Débora esperava era que eu cuidasse da casa vazia.
Nos próximos dias fiquei decepcionado que a Cindy gostosa não veio me ver e escolheu ficar na casa da amiga do outro lado da cidade. Ao invés de ter uns dias cheios de sexo com a Cindy, tive que sobreviver com minhas memórias das façanhas sexuais do fim de semana anterior. Não ajudou que o trabalho estava fraco e eu tinha tempo demais para sonhar acordado sobre o que a Cindy e eu poderíamos estar fazendo juntos.
Não foi até a sexta-feira à tarde que a campainha tocou e encontrei a linda Cindy parada lá. Ela usava uma minissaia sexy mostrando as pernas longas e lisas, mas era o rosto bonito que realmente se destacava, emoldurado pelo cabelo loiro comprido. Ela parecia quase perfeita no sol brilhante.
"Oi seu Marcos, que bom te ver de novo," e, rindo, se jogou em mim jogando os braços ao meu redor na empolgação.
Nos beijamos e nos abraçamos e meu pau se mexeu em antecipação enquanto segurava o corpo jovem e firme contra mim. Posso ter imaginado, mas senti os mamilos dela enrijecerem através da blusa e do sutiã enquanto nos abraçávamos apertado, mas a empolgação foi decepcionantemente curta quando ela empurrou para trás, se libertando do meu aperto saudoso.
"Desculpa seu Marcos, mas não posso ficar agora, mas tô feliz de ver que ainda gosta de mim," ela disse sorrindo enquanto traçava o contorno do meu pau duro através da roupa. "Mas a gente vai ter tempo depois."
"Por que não agora?" sabendo que uma foda agora é melhor que qualquer número de promessas quebradas.
"Eu e minhas amigas vamos ficar na minha casa um pouco, mas quando elas forem embora eu pulo lá," ela respondeu.
"Sua mãe sabe que você vai ter umas amigas em casa?"
Dando de ombros, ela respondeu, "Não importa. Eu volto mais tarde. Me espera acordado!" e ela girou no lugar e saiu correndo para a casa ao lado.
Hesitei na porta por um momento, mais uma vez achando difícil acompanhar a energia e entusiasmo que a Cindy tem pela vida. Fechando a porta, voltei ao meu trabalho tentando me manter focado, mas sempre acabava pensando na Cindy e no corpo jovem e perfeito. Depois de um tempo abandonei minhas tentativas de me concentrar e comecei a ler notícias como distração alternativa.
Em pouco tempo ouvi vários carros chegarem e olhei pela janela enquanto alguns amigos da Cindy chegavam. Eram oito ou nove deles pulando dos carros e rindo enquanto entravam na casa dos pais da Cindy. Todos pareciam ter a idade dela, o que não foi surpresa, e fui atraído pelas meninas, algumas das quais pareciam quase tão deslumbrantes quanto a Cindy numa seleção de roupas justas e curtinhas. Em particular uma morena com uma saia curta chamou minha atenção, mas entrou na casa com um garoto que imaginei ser o namorado, julgando pela forma como ele tentava colocar o braço ao redor dela.
Desistindo de ler as notícias, preparei uma refeição e me acomodei para assistir um pouco de TV para desviar minha mente da Cindy gostosa. Claramente funcionou porque algumas horas se passaram antes de ser assustado pelo estrondo de vidro quebrando e vozes altas vindo da casa ao lado.
Correndo para a janela, presenciei alguns garotos gritando um com o outro do lado de fora da casa dos meus vizinhos. Duas meninas estavam lá também, acenando os braços e gritando e berrando. Com tanta comoção não conseguia descobrir quem estava bravo com quem, mas notei que a Cindy não estava lá fora.
Apressadamente calçando uns tênis, saí correndo e propositalmente caminhei até a discussão berrando "Ei, o que tá acontecendo?"
Minha voz alta imediatamente chamou a atenção deles. Pausando, todos se viraram para me ver caminhando em direção a eles.
"Não se meta nisso, cara," o garoto mais longe da casa retrucou. A fala estava arrastada e notei que ele estava instável nos pés.
"Não. Vocês vão embora agora!" respondi com força. Meu coração estava batendo rápido e conseguia sentir um formigamento familiar da adrenalina correndo pelo corpo. Respirando fundo, me virei para os outros, "Agora, me contem o que aconteceu."
Uma das garotas de dezoito anos me respondeu, explicando que estavam tendo uma festa, dançando um pouco, bebendo um pouco e então o Caio, que era o garoto bêbado cambaleante, tinha começado a xingar a namorada e os outros, e finalmente tinha começado a brigar. O vidro que ouvi quebrando era uma garrafa de cerveja vazia que ele tinha lançado na parede com raiva.
Enquanto conversávamos, o Caio tinha afundado na grama úmida e estava sentado lá, a bravata e a luta o abandonando. Mais dos garotos de dezoito e dezenove anos tinham se juntado a nós do lado de fora da casa no gramado verde.
"Certo, quem pode levar o Caio pra casa?" exigi e um dos garotos levantou as chaves e disse que podia levá-lo.
"A festa acabou, então peguem suas coisas e vão embora."
Emburrados, o resto deles voltou para dentro da casa enquanto fiquei parado perto do Caio para garantir que ele não tentasse nada. Logo os adolescentes voltaram para fora da casa, alguns deles carregando os restos das bebidas que tinham trazido. Pelo que conseguia ver parecia que os três motoristas estavam sóbrios o suficiente para dirigir e todos pareciam meio envergonhados. Tive a sensação de que não eram naturalmente garotos rebeldes e pareciam chocados que o Caio tinha se comportado violentamente.
Fiquei tenso enquanto eles entravam nos carros, levando um Caio abatido com eles, e suspirei quando dobraram a esquina fora de vista. Virando para a casa, percebi que ainda não tinha visto a Cindy e entrei pela porta aberta, cuidadosamente evitando os cacos de vidro cobrindo o caminho pavimentado.
"Alô? Cindy? Cadê você?" chamei, cuidadosamente fechando a porta atrás de mim.
"Aqui." Me movi em direção à voz dela.
A sala era uma bagunça. Havia pacotes de salgadinhos descartados, garrafas vazias, garrafas meio vazias, embalagens de comida e migalhas por toda a sala de estar. Só depois de ver os destroços notei que a Cindy não estava sozinha. A morena bonita que tinha visto mais cedo estava sentada com a Cindy no sofá, e olhando mais de perto os olhos estavam vermelhos de chorar.
"Tá tudo bem?" perguntei, meio sem jeito.
A Cindy olhou pra cima pra mim. "Claro, tá tudo bem agora. O namorado da Kaila... quer dizer o ex-namorado da Kaila... estava sendo um babaca." Virando para a Kaila, ela continuou "Não acredito que ele te chamou de frígida, isso é horrível. Eu te disse que ele era burro."
A Kaila olhou para o colo e murmurou baixinho "Eu odeio ele, eu não sou... não sou... sabe o quê. É culpa dele, ele sempre me pressionava."
"Exatamente! Ele era um babaca," a Cindy concordou.
De repente me senti constrangido de estar ali enquanto essa conversa acontecia, então indiquei os destroços espalhados pela sala "Hã, Cindy, deixa eu ajudar a limpar aqui."
"Ah, valeu seu Marcos," e virando de volta para a amiga continuou "Vem Kaila, vamos te limpar."
Não estava esperando ter que fazer toda a arrumação quando ofereci ajuda, mas supus que quanto mais rápido limpasse, mais cedo poderia ter a Cindy só pra mim de novo. Comecei a arrumar a sala e surpreendentemente não demorou muito para tirar o lixo do caminho e fazer a sala parecer razoavelmente apresentável. Até tive tempo de limpar a garrafa quebrada da frente da casa.
Enquanto procurava por outros restos da festa para descartar, movi uma almofada e fiquei surpreso ao encontrar uma caixa de cores berrantes de um jogo chamado "Verdade ou Consequência Picante". Curioso, li a descrição nas costas e vi que era supostamente um "jogo romântico e íntimo para festas". Intrigado, estava prestes a abrir o jogo quando ouvi a Cindy e a Kaila no corredor.
A Kaila não parecia mais uma bagunça triste. Agora parecia deslumbrante. Era ligeiramente mais alta que a Cindy com cabelo comprido cor de mel e olhos verdes suaves. O rosto fino acentuava os lábios cheios e vermelhos e o corpo era maravilhoso. Era surpreendentemente magra, mas o busto era cheio e a saia curta de cintura baixa mostrava as curvas suaves dos quadris femininos. As pernas eram longas, lisas e bronzeadas e ela usava sandálias brancas.
Parada ao lado da Cindy, as duas eram meu par de sonho de garotas, e encarei por tempo demais porque a Cindy falou para a Kaila, sorrindo, "Acho que o seu Marcos aprova a gente."
E como eu não aprovaria duas garotas extremamente gostosas de dezoito anos usando roupas sedutoras paradas perto de mim? O sangue foi direto pro meu pau de novo.
Felizmente a Kaila não ficou ofendida com minha encarada nela, e esperei que ela estivesse lisonjeada de ter um homem achando ela gostosa. Os lábios vermelhos se moveram e a sugestão de um sorriso malicioso sugeriu que ela também era meio provocadora.
A Cindy notou o jogo que eu segurava e franziu a testa, "Tô vendo que achou a razão da briga."
Não entendi e apenas olhei para a Cindy questionadoramente.
Vendo minha confusão ela continuou, "O Caio queria jogar com a gente, mas a Kaila recusou, e então o babaca do Caio chamou ela de medrosa, frígida e maria-mijona."
"Eu não sou!" a Kaila exclamou, "É só o Caio que eu não gosto. Eu teria jogado se ele não tivesse sido tão mala." O rosto da Kaila tinha ido de bonito e sorridente, para bonito e emburrado. Não era à toa que o Caio tinha ficado frustrado se ela mudava de humor tão rápido. Decidi que ela era definitivamente uma maria-mijona.
Tentei acalmá-la, "Tá tudo bem Kaila, não tem problema se você não quis jogar esse jogo."
Isso não ajudou, porque ela bateu o pé e exclamou: "Eu quis jogar sim, tô só de saco cheio dele enchendo o saco."
Ela estava se comportando como uma garotinha mimada e eu estava ficando meio cansado de como ela estava claramente acostumada a fazer o que queria, enquanto provocava e era sexualmente provocativa. Comecei a sentir simpatia pelo frustrado Caio.
"Não se preocupa Kaila, você não precisa dar desculpa por não jogar."
Ela me encarou, em silêncio por um momento, irritada que eu não estava comprando a historinha de coitadinha. "Não tô dando desculpa. Na verdade eu jogaria agora mesmo se pudesse!" ela gritou.
"Tá bom, vamos jogar." Falei calmamente.
A Kaila ficou atordoada com minha reação. Ela não estava acostumada a ter um homem enfrentando as birras dela. Felizmente pra mim ela era teimosa demais para perceber que estava caindo numa armadilha.
"Sim, vamos jogar essa porra de jogo. Vou te mostrar!" O rosto da Kaila estava determinado, decidida a estar no controle.
A Cindy estava parada levemente atrás da Kaila e olhei para ela para julgar a reação. Um sorriso irônico no rosto bonito e um dar de ombros me disseram que eu estava livre para continuar.
Abri o jogo e coloquei o tabuleiro na mesinha de centro e sentei numa poltrona.
"Vamos lá então."
A Cindy casualmente caminhou e sentou em outra poltrona na minha frente. A saia subiu pelas pernas quando sentou e ela propositalmente abriu as pernas por um momento para me deixar entrever a calcinha branca. A Kaila hesitou, mas não querendo recuar caminhou pesadamente para o sofá e sentou, sentando ereta, as mãos nas pernas. Ela me olhou, desafiadoramente.
Peguei as regras e vi que eram muitas para ler e decidi inventá-las. Olhei pro relógio e disse "Não temos muito tempo então vamos escolher esse monte de cartas e vamos jogar uma rodada do tabuleiro. Primeira a chegar ao fim ganha, e uma vez que começarmos todos temos que concordar em ficar no jogo até uma de nós chegar ao fim. Entenderam?"
Deliberadamente olhei para a Kaila, e ela segurou meu olhar com os olhos verdes suaves quando respondeu, "Tá esperando o quê, vamos jogar."
O tabuleiro não era muito grande, e tinha cores diferentes, então decidi que todos escolheríamos uma cor e sempre que alguém caísse na cor de alguém teríamos que puxar uma carta. A pilha de cartas que tinha escolhido tinha uma figura discreta de três pimentas vermelhas no canto e estava esperando que essas fossem a seleção mais quente da caixa.
"A mais nova começa," anunciei.
"Sou eu!" a Cindy gritou, aparentemente empolgada em jogar. "Por mais de uma semana." Rolando os dados ela moveu sua peça para frente e caiu no azul, minha cor.
Tinha colocado as cartas ao meu lado e virei a de cima e olhei. Estava dividida numa seção de pergunta marcada "verdade" e uma seção "consequência". Decidi ignorar a parte da verdade e apenas li a consequência.
"Tire uma peça de roupa." Dei de ombros para a Cindy e a Kaila, "Acho que tenho que obedecer."
Me levantei, me curvei e desamarrei os dois tênis e tirei antes de sentar de novo.
"Kaila, sua vez."
A Kaila nem hesitou em pegar os dados e rolar. Estava determinada a jogar e se provar. Ela afastou o cabelo sedoso do rosto enquanto se inclinava para frente.
"Ha! Você de novo seu Marcos!" ela exclamou quando caiu no azul.
"Espero não ter essa sorte ruim o jogo todo," ri e peguei a próxima carta.
"Não vai dar pra trás, né?" desafiou a Kaila, obviamente ansiosa para ganhar esse jogo fazendo eu recuar. Ignorei ela e olhei para a carta. A consequência era interessante, mas queria jogar esse jogo no ritmo certo e disse que mandava eu tirar outra peça de roupa. Tirei as meias.
Pegando os dados rolei e caí no vermelho que era a cor da Cindy. Peguei a carta de cima e fingi ler antes de anunciar que ela tinha que perder uma peça de roupa. Não era o que dizia, mas guardei essa carta separada para depois.
A Cindy se levantou e se curvou na cintura e tirou as sandálias enquanto revelava as pernas longas e gostosas para minha vista. Ela sentou, pegou os dados, rolando rapidamente, e pegando azul de novo. Mais uma vez disse que eu tinha que tirar uma peça de roupa e tirei minha camisa deixando o peito nu.
A Kaila riu quando tirei a camisa, "Aposto que queria não estar jogando agora, seu Marcos."
"Sua vez Kaila," falei baixinho, não preocupado ainda.
A Kaila caiu no amarelo da Cindy e li a consequência: "Você deve beijar um homem na sala de sua escolha. Beije ele profundamente por 30 segundos."
"Aposto que desiste agora, Cindy," a Kaila provocou a amiga.
Mas a Cindy apenas se levantou e caminhou na minha direção, "Tenho que obedecer Kaila, são as regras do jogo."
A Cindy se curvou e consegui ouvir o suspiro de surpresa da Kaila quando a Cindy e eu juntamos as bocas, beijando profundamente, nossas línguas entrelaçadas. Nos beijamos apaixonadamente, nossas mãos alcançando uma a outra, antes da Cindy se afastar e olhar para a Kaila.
"Você tá cronometrando isso, né? Isso foi pelo menos 30 segundos."
"Ah, certo, desculpa Cindy, esqueci," respondeu a Kaila, ainda chocada de ver a amiga beijar apaixonadamente o vizinho mais velho.
A Cindy sentou e passou os dados para a Kaila, enquanto tentei esconder sub-repticiamente meu pau endurecendo. Adorava beijar e provar a boca jovem e quente da Cindy.
A Kaila rolou e caiu no azul de novo. Sabia que tinha tempo disso virar, mas era meio irritante que a Kaila não tinha tido que fazer nenhuma consequência. Anunciei que tinha que tirar outra peça de roupa e então me levantei e devagar desfiz a calça e tirei. Fiquei de pé depois de tirá-las, encarando a Kaila por um momento, e fiquei satisfeito em ver os olhos dela atraídos pelo volume considerável na minha cueca samba-canção antes de sentar de novo.
"Minha vez," falei enquanto pegava os dados e rolava para cair no amarelo que era a cor da Kaila.
"Finalmente Kaila, sua vez de tirar roupa," anunciei depois de pegar uma carta do monte.
"Fácil!" disse a Kaila e rapidamente deslizou as sandálias e as chutou para longe, e ela sorriu para mim sabendo que o jogo estava indo do jeito dela. As pernas lisas e nuas eram mais longas que as da Cindy e a saia curta só cobria o topo das coxas bronzeadas.
A Cindy fez sua jogada e caiu na cor da Kaila, no que a Kaila fez bico, mas só de brincadeira e consegui perceber que ela achava que estava definitivamente no controle de novo. Era a vez dela de me beijar e ela só hesitou brevemente e disse condescendentemente, "É sua noite de sorte seu Marcos, você nunca mais vai ter a chance de beijar duas garotas bonitas numa noite."
Ela se levantou e caminhou na minha direção, e apesar da arrogância estava ficando excitado com o rosto bonito e o corpo sexy. Mas o beijo não foi nada especial, ela apenas cumpriu tabela e os lábios eram macios, mas ela não abriu a boca e minhas tentativas de tocar foram repelidas. Não me importei porque ainda tinha bastante tempo.
Sentando de volta, a Kaila pegou os dados, rolou e caiu na cor da Cindy. Isso significava que a Cindy tinha que tirar a blusa e revelou um sutiã de renda bonito que mostrava os peitos jovens e firmes para um efeito de mexer no pau. Os mamilos estavam claramente visíveis através do tecido transparente.
A Cindy gemeu e fingiu algum aborrecimento quando também caí na cor dela, mas conseguia perceber que ela estava curtindo esse jogo. Levantando-se ela me encarou e desfez a minissaia e deixou cair no chão enquanto eu observava. Ela estava usando uma calcinha pequena de renda branca que apenas cobria o monte e provocava com apenas um vislumbre da pele lisa por baixo.
"Você é muito bonita, Cindy," falei, abertamente admirando o corpo jovem e em forma apenas minimamente coberto pela lingerie de renda.
Sorrindo de volta para mim, ela respondeu "Obrigada seu Marcos."
A Kaila ficou irritada por não ser o centro das atenções, apesar de não querer realmente jogar o jogo, "Vamos, para de encarar ela seu Marcos. Sua vez Cindy, quero que o seu Marcos perca de novo."
Achei que a Kaila estava esperando que eu tivesse que tirar a cueca para ficar pelado, e nesse ponto eu teria que desistir e a Kaila ganharia. Sabia que levaria isso até o fim.
A Cindy sentou, rolou os dados e caiu no amarelo. Hora da Kaila tirar outra peça de roupa. A Kaila provocadora estava de volta agora e achou que podia me seduzir e se safar; mais um homem para adicionar a uma lista provavelmente longa de machos que tinha provocado e descartado.
Confiantemente a Kaila se levantou do sofá e me encarou, e começou a devagar desabotoar a blusa. Ela era bonita e sexy, e sabia disso. Devagar puxando a borda da blusa revelou a pele lisa e bronzeada, uma barriga chapada e um sutiã preto sexy meia-taça que deixava quase metade dos peitos empinados nus e apenas cobria os mamilos. Meu pau não conseguiu deixar de reagir a essa garota bonita de dezoito anos se despindo na minha frente.
Colocando a blusa no braço do sofá ela despreocupadamente se virou e sentou de novo, não suprimindo um sorriso de superioridade enquanto olhava nos meus olhos. Se curvando para frente ela alcançou os dados, me deixando ter uma boa vista do decote impressionante.
A Kaila olhou para mim quando rolou os dados, sabendo o que estava fazendo comigo, mas não percebendo que eu não recuaria. Olhando para baixo ela viu que tinha caído no meu espaço colorido e a Kaila me olhou em triunfo, como se esperando que o jogo acabaria agora se eu tivesse que tirar a cueca. Porém ficou decepcionada quando disse que eu devia dar à garota à direita uma massagem de dois minutos.
"Você tá inventando isso," ela desafiou, mas felizmente era a consequência real na carta e então ela relutantemente concordou e sentou ereta no sofá.
Me movi para trás da Kaila e ela parecia tensa e nervosa quando fui tocá-la. Ela pulou quando primeiro coloquei minhas mãos gentilmente nos ombros nus, e ela segurou o corpo rígido, compreensivelmente preocupada sobre que liberdades eu ia tomar. Comecei gentilmente massageando os ombros e ocasionalmente cuidadosamente esfregando o pescoço, minhas mãos deslizando sob o cabelo lindo. Conseguia sentir ela devagar relaxar enquanto gradualmente percebia que eu ia apenas massagear os ombros.
Ela provavelmente estava esperando que eu apalpasse ela imediatamente que pudesse colocar as mãos, como qualquer garoto da idade dela faria. Mas eu sabia ir devagar, e gradualmente e suavemente massagear ela primeiro antes de tentar qualquer outra coisa. O tempo estava acabando e então esfreguei entre as omoplatas, sentindo os músculos relaxarem, e o corpo inteiro amolecendo sob meu toque.
Quando a Cindy gritou "tempo" achei que conseguia pegar um pequeno murmúrio de arrependimento da Kaila, mas apenas caminhei de volta para minha cadeira e sentei.
Rolando os dados caí na cor da Kaila e ela me olhou enquanto li a carta. Era a vez da Kaila de perder outra peça de roupa e ela decidiu me provocar de novo. Mal sabia ela que tudo que estava conseguindo era aumentar meu nível de determinação de que ela não sairia desse jogo até eu ter feito o que queria com ela e ensinado uma lição.
Levantando do sofá ela deslizou os dedos sob a cintura elástica da saia curta e devagar deslizou sobre os quadris macios. O sangue encheu meu pau de novo enquanto assistia a saia dela cair no chão para revelar os quadris maravilhosamente curvados e uma calcinha minúscula preta com renda rosa mal cobrindo o monte. Virando ela se curvou e pegou a calcinha para colocar no braço do sofá me dando uma visão ótima da bunda lisa e firme. Presumivelmente ela estava se sentindo segura na casa dos pais da Cindy e não se importava de dar um show para o vizinho mais velho da amiga, não esperando que mais nada acontecesse.
A Cindy não foi afetada pelas palhaçadas da Kaila e apenas me deu um sorriso cúmplice enquanto as costas da Kaila estavam viradas, antes de rolar os dados. Estávamos pouco mais da metade agora e estava esperando poder manobrar a Kaila para dar mais que apenas um show. O marcador da Cindy acabou no azul e então eu tinha que pegar uma consequência, que era exatamente o que eu queria para ir pro próximo nível. Anunciei que tinha que tirar uma peça de roupa e a Kaila apenas assobiou, rindo, e dizendo "tira logo," sabendo que eu só tinha a cueca.
Hesitei um momento, para deixar a Kaila achar que ela tinha ganhado.
"Vamos seu Marcos, tira a cueca ou você é covarde demais pra mostrar! A gente adoraria ver, não é Cindy," provocou a Kaila.
A Cindy apenas acenou em resposta e deixei a Kaila achar que tinha ganhado por mais alguns segundos antes de responder, "Bom, eu disse que jogaria até o fim, assim como vocês duas, então tenho que fazer o que a carta manda."
Me levantei e coloquei as mãos na cintura da cueca. Devagar comecei a deslizar para baixo e a Kaila sentou, boca aberta, as provocações secando. Gradualmente a base do meu pau apareceu e empurrando a cueca mais baixo minhas bolas grandes e sem pelos e a haste do meu pau entraram em vista. Estava apenas semi-duro e meu pau pendia, mas estava claro que a Kaila ou nunca tinha visto um pau pelado ou esse era o maior que tinha visto. Ela continuou assistindo fascinada enquanto deixei a cueca escorregar pro chão e chutei. Fiquei de pé, nu na frente das duas fofas de dezoito anos, meu pau grande pendurado e gentilmente pulsando enquanto olhava para as garotas lindas vestidas apenas nas lingeries bonitas.
A Kaila continuou encarando e era difícil ler o que ela estava pensando, enquanto a Cindy olhava faminta mesmo tendo me visto nu antes. Fiquei feliz de me exercitar regularmente e estava confortável estando despido na presença dessas duas garotas lindas, e estava esperando que ao liderar o caminho seria mais difícil para a Kaila recuar.
Quebrando o feitiço, sentei, dizendo, "Sua vez Kaila."
A Kaila parecia estar tentando encontrar algo espirituoso para dizer, ou talvez uma ofensa, mas não disse nada e em vez disso pegou os dados e rolou. Caindo na cor da Cindy me virei para encarar a Cindy e li a carta.
Tentando manter qualquer emoção fora da minha voz, disse "Escolha um homem na sala. Acaricie o pau dele por dois minutos e deixe ele duro."
"Você não pode fazer isso, Cindy!" exclamou a Kaila, chocada ao falar.
A Cindy se virou para a Kaila, "Bom, eu concordei em jogar e não posso voltar atrás ou todo mundo vai saber que sou covarde e medrosa."
Boa Cindy, ela estava liderando a Kaila também.
"E tenho certeza que não vai causar mal nenhum." A Cindy concluiu.
A Kaila estava claramente chocada e isso a confundiu, mas ela não se mexeu, assistindo enquanto a Cindy caminhava até mim enquanto me levantava. A visão da linda e jovem Cindy vestida apenas na lingerie branca de renda era sexy o suficiente, mas saber que ela estava prestes a me acariciar já era o suficiente para fazer meu pau endurecer.
A Cindy ficou de lado e gentilmente levantou meu pau semi-duro com uma mão e fiquei satisfeito em ver que ela tinha arrumado para apontar diretamente onde a Kaila estava sentada assistindo. Deixando a Kaila ter uma visão clara, a Cindy envolveu a mãozinha parcialmente ao redor do meu pau grosso e devagar me acariciou. Pra cima e pra baixo a mão de unhas feitas se moveu, minha cabeça dura e brilhante do pau exposta para a Kaila e crescendo em tamanho enquanto ela assistia.
"Ah, não é grande Kaila," a Cindy murmurou, assistindo meu pau crescer nas mãos enquanto me punhetava. Adorava a sensação das mãos macias me acariciando e causava arrepios passarem por mim enquanto assistia a Kaila, sentada na lingerie minúscula, apenas encarando meu pau nas mãos da amiga.
Logo meu pau estava totalmente ereto, ficando em pé e revelando todo o comprimento e grossura para as garotas bonitas de dezoito anos. A Cindy estava expertamente provocando meu pau. Ela acariciou o comprimento então massageou a cabeça lisa. Ela começou a me dar uma punheta completa, firmemente acariciando meu comprimento duro.
Chamei tempo, não querendo mais estimulação no momento, e a Cindy se virou e riu para a Kaila, "Isso foi divertido, olha o que fiz pro seu Marcos."
Sentei, dizendo "Você é uma garota gostosa, Cindy. Seu namorado tem muita sorte."
Voltando para a cadeira a Cindy travou os olhos comigo e sorriu travessamente, "Sim, ele tem muita sorte, não tem."
Alcancei através da minha ereção para pegar os dados e rolei e contei os quadrados no tabuleiro. Estávamos chegando mais perto do fim do jogo e esperava que tivéssemos turnos suficientes para chegar ao clímax que eu queria. Felizmente caí na cor da Kaila e ela sentou surpreendentemente quieta, olhando para as mãos descansando nos joelhos, nem discutindo nem se gabando agora.
"Levanta e tira uma peça de roupa, Kaila." Anunciei.
Os olhos da Kaila dispararam, olhando primeiro para mim, então para a Cindy, esperando ser dispensada dessa consequência, mas ela estava determinada o suficiente para não pedir em voz alta. Percebendo que ninguém ia dispensá-la, ela se levantou e rapidamente alcançou atrás e desfez o sutiã preto minúsculo. Deslizando ele manteve um braço sobre os peitos enquanto jogava o sutiã de lado.
"Mostra." Eu disse.
Devagar o braço da Kaila se moveu revelando um par maravilhosamente empinado de peitos, lisos e perfeitos com mamilos escurecidos que eram surpreendentemente proeminentes. Valeram a espera e novamente pensei como tinha sorte com duas garotas bonitas de dezoito anos devagar se despindo na minha frente.
"Lindo," foi tudo que disse, e achei que peguei um leve sorriso de orgulho da Kaila, e talvez até o começo de um rubor enquanto sentava.
A Cindy pegou os dados e rolou enquanto olhava para a Kaila. Era a cor da Kaila de novo e ela fez careta enquanto peguei a carta de cima e li.
"Desculpa Kaila," embora não estivesse realmente arrependido, "mas você tem que tirar outra peça de roupa."
Tudo que a Kaila tinha era a calcinha bonita preta e rosa e ela não queria ficar nua e exposta. Porém eu já estava nu e ela ainda não queria recuar. Ela mudou de lado no assento e agarrou a cintura da calcinha e puxou para baixo, pelas pernas longas mas sem mover as pernas separadas e me dar uma visão. Tudo que conseguia ver eram os quadris longos e lisos e as pernas que eram sexy o suficiente e vê-la nua fez meu pau pular de novo.
Estava prestes a repreender a Kaila por não dar um show como o resto de nós, mas a Cindy interrompeu.
"Sou a única que não tá pelada agora, isso significa que ganhei?" perguntou a Cindy.
Me virei de volta para a Cindy, "Não, o jogo termina quando uma de nós chegar no espaço central. A vencedora puxa uma carta e faz o que diz com a perdedora, que é a pessoa mais longe do espaço central."
A Cindy fez um biquinho brincalhão, "Ahhhh, achei que tinha ganhado. Bom, vamos continuar o jogo." A Cindy passou os dados para a Kaila e a Kaila alcançou para frente, o contorno dos peitos lindos me fazendo ofegar baixinho.
Com um gemido a Kaila percebeu que tinha caído na própria cor. Lendo a carta anunciei "Escolha um homem para apalpar e chupar seus peitos por dois minutos enquanto você fica parada."
Olhando para mim, não consegui decifrar a expressão no rosto da Kaila agora. Parecia ser principalmente horror, mas achei que havia uma pitada de excitação também. Talvez fosse apenas pensamento positivo.
Relutantemente a Kaila se levantou, mas ela cuidadosamente manteve as pernas juntas e colocou as mãos sobre o monte para proteger a buceta do meu olhar. Não me importei porque estava prestes a provar os peitos deliciosos e fui até ela e gentilmente tracei o contorno dos peitos jovens com os dedos. O peito dela se contraiu quando primeiro toquei, mas ela não recuou, me encorajando a me curvar e devagar lamber pelo mamilo proeminente.
Ouvi um suspiro quase inaudível na primeira lambida, mas ela ainda ficou completamente parada, aparentemente determinada a não mostrar reação. Fui devagar, beijando pela pele macia mas firme dos peitos, provocando ela beijando ao redor do mamilo mas não no mamilo. Quando consegui sentir a respiração da Kaila mudando beijei o mamilo de novo, dessa vez devagar levando entre os lábios e gentilmente chupando, então mordiscando, então lambendo, então apenas beijando de novo. Alternando, provoquei os peitos e mamilos, gradualmente sentindo os mamilos enrijecerem sob meu toque erótico, crescendo na minha boca enquanto ansiosamente os chupava.
Apesar dela tentar ficar parada conseguia sentir os movimentos da Kaila em resposta à minha chupada nos mamilos. A respiração estava ficando mais rasa, o peito se movendo mais rápido enquanto aumentei o ritmo da provocação dos mamilos. Até ouvi alguns suspiros baixos, gradualmente ficando mais altos enquanto continuei a apalpar os peitos jovens e lindos.
Achei que até ouvi um gemido gentil de decepção ou frustração quando a Cindy chamou tempo na minha atenção oral aos peitos da Kaila.
"Ah isso pareceu maravilhoso," a Cindy disse para a Kaila, "queria que tivesse sido eu."
A Kaila sentou rapidamente, claramente excitada com o que tinha acabado de acontecer. Ela também sorriu, sabendo que a Cindy desejava estar no lugar dela, a parte controladora da Kaila feliz que estava liderando o caminho agora.
Rapidamente rolei os dados, ansioso para terminar esse jogo, meu pau mais duro do que antes. Caí na cor da Cindy e disse pra ela tirar uma peça de roupa.
A Cindy combinou minha ansiedade de avançar no jogo e apressadamente se levantou e alcançou atrás para desabotoar o sutiã, deixando a renda branca cair no chão e revelando os peitos macios e firmes e os mamilos duros e lindos. Meu pau se mexeu com a visão e a memória de apalpar e chupar eles das nossas vezes anteriores juntos.
Pegando os dados, a Cindy me apresentou com uma visão maravilhosa dos peitos lisos. O marcador dela caiu na minha cor e a carta esperava que eu buscasse bebidas para os outros jogadores. Rapidamente peguei as bebidas, não querendo que as garotas tivessem segundos pensamentos enquanto estava fora. Elas ficaram quietas enquanto busquei as bebidas e fiz questão de colocar as bebidas na mesa na frente delas, meu pau semi inchado pendurado na frente delas. Pelo canto do olho peguei a Kaila dando uma olhada demorada no meu pau.
A Kaila já tinha os dados na mão e ela rolou quando sentei no meu lugar. Contando os espaços com o marcador ela caiu na minha cor e peguei uma carta que tinha colocado de lado antes.
"Ah, aqui está minha tarefa: 'Você deve passar os próximos quatro minutos dando prazer ao jogador que rolou com sua boca. Para homens, isso significa que você dá à garota sua melhor chupada de buceta'." Olhei para a Kaila, e ela me olhou, chocada. Apenas dei de ombros tentando disfarçar minha ansiedade, embora meu pau se mexeu com a promessa de provar a buceta da Kaila.
A Kaila se virou para a amiga Cindy.
"Você não pode deixar ele fazer isso comigo, Cindy," a Kaila implorou.
"Desculpa, mas já terminamos quase o jogo, seria mais rápido se você só deixasse o seu Marcos continuar."
A Kaila olhou de volta para mim, claramente confusa, e então devagar se recostou. "Tá bom...," ela disse hesitantemente.
Me movi em direção à Kaila sentada no sofá. As pernas eram esbeltas mas bem feitas e com uma forma que me fazia querer suavemente tocar e beijar. Passei minha mão por uma perna lisa enquanto suavemente beijava a coxa antes de me mover para a outra perna e gentilmente levantá-la. Deitei a perna esquerda da Kaila de volta levemente separada da outra e deslizei minha cabeça no espaço. Vi a buceta dela pela primeira vez, um pequeno remendo macio de pelos aparados acima da fenda lisa. Devagar desci, beijando cada coxa e gentilmente empurrando-as separadas a cada beijo. Peguei o cheiro emanando da Kaila e sabia o quão excitada ela estava agora, o que me deixou mais empolgado.
"Sua buceta é muito bonita," murmurei suavemente então abaixei meu rosto em direção ao remendo macio de pelos cor de mel. Beijando firmemente, me movi para baixo até alcançar os lábios da buceta da Kaila. Respirando fundo absorvi o aroma da excitação da Kaila então provoquei para abrir os lábios externos. A Kaila estava totalmente exposta para mim agora e vi pequenas gotículas nos lábios internos rosados. Cuidadosamente abaixei minha língua e lambi, provando a Kaila. Era um gosto doce e forte. Um gosto que me fez querer mais. Lambi mais forte, sondando entre os lábios para ir mais fundo. Então senti eles abrirem e minha língua deslizou no calor e umidade da Kaila.
Lambi dentro da Kaila, rodopiando minha língua dentro dela, tentando lamber cada parte da buceta. Ouvi gemidos suaves da Kaila, e me movi, passando minha língua para cima para lamber suavemente sobre o clitóris sensível da Kaila. Os quadris da Kaila pularam quando a sensação a surpreendeu e passei minha língua ao redor do clitóris pequeno e duro.
"Ah sim," ouvi claramente a Kaila gemer, e passei a ponta da língua pelo clitóris sensível. Ela estava movendo as coxas agora, ritmicamente reagindo à minha atenção oral na buceta e clitóris sensíveis. Conseguia sentir que ela ia gozar logo, mas fomos interrompidos por uma Cindy alta.
"Eu disse que o tempo acabou!"
Com uma última lambida na buceta, me afastei, gentilmente soltando as pernas da Kaila. A Kaila parecia confusa, os quadris ainda se movendo por um momento, tentando buscar meu toque que a tinha desertado. Devagar ela voltou aos sentidos e se sentou, os olhos ainda sem foco, afastando o cabelo do rosto. Ela estava corada, um vermelhidão gentil fazendo o rosto bonito brilhar.
*Kaila: "Porra... o que foi isso? Nunca senti nada assim... por que ele parou? Queria tanto gozar..."*
Olhei para a Cindy e ela sorriu para mim, aparentemente feliz com minha atenção na Kaila. Rolando os dados caí num dos poucos espaços de cor dupla perto do fim do tabuleiro.
"Ei, esse é para vocês duas, Cindy e Kaila."
A Kaila respondeu ao nome e ambas me olharam com a Kaila ainda corada de excitação. Peguei uma das cartas especiais para os espaços de duas cores e li.
"Bom Cindy e Kaila, diz 'Sua tarefa é dar o melhor prazer oral possível para quem rolou os dados. A que der mais prazer vai ganhar sua própria recompensa. Façam turnos de três minutos chupando ele até ele gozar.'" Pausei quando ouvi um suspiro da Kaila, antes de continuar. "'Se você fizer ele gozar pode mover seu marcador dez casas pra frente'."
Vi a Cindy sorrindo com o desafio, mas foquei minha atenção na Kaila. Ela parecia confusa de novo, dividida entre o pensamento de ter que me fazer um boquete e o jogo. Ela olhou para o tabuleiro onde estava em último lugar várias casas atrás da Cindy e de mim. A recompensa a moveria logo atrás de mim em segundo lugar.
Meu pau começou a crescer de novo só no pensamento do par dessas garotas de dezoito anos me chupando e fiz sinal para a Cindy fazer o movimento. A Cindy pegou uma almofada da cadeira e deixou cair aos meus pés enquanto me levantava.
"Ah bom, vamos ver como é," a Cindy disse, fazendo um show para a Kaila.
Afundando de joelhos na minha frente, a Cindy agarrou meu pau e devagar o acariciou, fazendo crescer em comprimento e grossura de novo. Uma vez que tinha crescido ereto a Cindy se curvou com a cabeça e lambeu devagar ao longo do meu pau quente enquanto segurava o cabelo loiro comprido longe do rosto.
A língua lambeu ao redor da cabeça lisa do meu pau inchado, passando e fazendo se mexer em resposta. Devagar abrindo os lábios pintados a Cindy se moveu para frente deslizando a boca sobre a ponta da minha ereção. Tremi com o calor da boca enquanto ela envolvia meu pau. De repente ela deslizou os lábios sobre minha ereção e levou o máximo na boca que conseguia. Gemi de prazer. A Cindy me deu algumas estocadas rápidas na boca quente e jovem, e então começou a lamber em círculos lentos ao redor da coroa do meu pau.
Agarrando meu comprimento, a Cindy consumiu meu pau de novo e devagar meu pau inchou na boca ao máximo. Ela começou a chupar meu pau muito devagar com os lábios vermelhos apertados ao redor. O cabelo caiu no caminho de novo, então ela me soltou e empurrou o cabelo loiro atrás das orelhas. Fui presenteado com a visão maravilhosa dos lábios envolvidos ao meu redor enquanto ansiosamente chupava meu pau fundo.
Arrancando meus olhos da Cindy sexy, vi que a Kaila estava assistindo intensamente enquanto a Cindy me chupava. Me perguntei se a Kaila já tinha feito um boquete e se estava assistindo para aprender como dar prazer oral a um homem.
Chamei tempo para o primeiro turno e a Cindy decepcionantemente deixou meu pau duro cair da boca e se arrastou para o lado, sentando na minha cadeira. Me virei para a Kaila, meu pau duro e inchado encarando ela.
"Sua vez Kaila."
A Kaila hesitou um momento antes de se ajoelhar na almofada na minha frente. Assisti enquanto ela agarrava meu pau timidamente e devagar trouxe a boca para a cabeça. Senti um par de lábios tentativamente pressionando contra a parte mais sensível do meu pau. Então a Kaila fez algo maravilhoso e olhou para cima para mim, os olhos bonitos brilhando enquanto deslizava os lábios sobre minha cabeça inchada com a mãozinha delicada ainda envolvida ao redor do meu pau.
Não podia acreditar na minha sorte enquanto essa segunda garota sexy de dezoito anos estava agora me fazendo um boquete. Senti a língua explorar a cabeça do meu pau, e gemi mais alto quando ela lambeu ao longo da pele macia abaixo da cabeça do meu pau. Encorajada pela minha reação ela segurou meu pau na boca e lambeu toda a minha cabeça sensível, a língua passando ao meu redor.
Os olhos vivos, a Kaila começou a devagar balançar a boca para cima e para baixo no meu pau, levando mais fundo na boca a cada estocada. Ela conseguia perceber que eu estava lutando para segurar porque tirou a boca por um momento.
"Por favor não, sabe, termine na minha boca seu Marcos." A Kaila disse, nervosamente olhando para meu pau extremamente inchado. Ele se mexeu em resposta ao pensamento da boca bonita dela envolvendo ele de novo.
"Vou fazer o meu melhor, Kaila."
Então ela começou a foder meu pau com a boca de novo, assistindo minhas expressões faciais enquanto lutava para não gozar imediatamente. A Kaila me levou fundo na boca bonita, as mãos alcançando para agarrar meu pau. Ela me puxou mais fundo na boca, franzindo os lábios mais apertados ao redor do meu pau e chupando forte.
Então a Kaila moveu a cabeça para trás, e bombeou a mão para cima e para baixo enquanto a boca e língua estimulavam minha cabeça sensível. Senti meu pau inchar e sabia que a Kaila estava prestes a receber minha carga. Impressionado, senti meus dedos formigarem, e minha bunda apertar, e então explodiram.
Disparei o primeiro jato contra o céu da boca da Kaila que a pegou de surpresa. Ela sentou de volta nos calcanhares, meu pau caindo da boca, e as rajadas seguintes de porra quente pousaram nos peitos nus. Assisti enquanto meu pau pulsava e esguichava sobre o corpo firme da Kaila, a porra branca pousando nos montes virados para cima. Fiquei decepcionado que o toque dela tinha parado quando tinha começado a gozar, mas a visão da minha porra espirrando na Kaila sexy compensou a falta de sensação física.
*Kaila: "Caralho... tem tanta porra... nos meus peitos... e na minha boca... o gosto é... não é ruim. Por que engoli?"*
A Kaila parecia hipnotizada pela visão da minha porra quente nos peitos e ela olhou para baixo, assistindo escorrer devagar pelo decote jovem. A visão era tão quente que quase perdi a pequena contração da garganta enquanto ela sentava lá. Me levou um momento ou dois para registrar que a Kaila tinha acabado de engolir aquele primeiro esguicho da minha porra que tinha enchido a boca bonita.
Estava tremendo agora com a liberação do meu orgasmo, e desabei de volta na minha cadeira, meu pau devagar amolecendo.
Sem dizer nada a Cindy passou uma caixa de lenços para a Kaila e ela se limpou antes de sentar de volta no sofá. Ela parecia confusa, sem saber o que fazer com o que tinha acabado de acontecer. Para mim, estava devagar descendo da onda do meu orgasmo e olhei para a Cindy que não parecia tão satisfeita quanto tinha estado antes. Ela estaria arrependida de jogar esse jogo com a Kaila?
Quaisquer que fossem as dúvidas, a Cindy pegou os dados e rolou e caiu na minha cor e preguiçosamente li as instruções que me direcionavam a chupar os peitos da Cindy. Isso fez a Cindy se animar, e suspeitei que ela estava se sentindo um pouco deixada de lado da diversão que a Kaila parecia estar tendo.
Ela se levantou e devagar me levantei, meu corpo ainda se recuperando de ter gozado na boca da Kaila e pelo corpo. No entanto, estendi a mão e segurei os peitos empinados da Cindy, meus polegares esfregando pelos mamilos já duros. Me curvei e levei o peito direito na boca, gentilmente chupando no começo, gradualmente aumentando a sucção como sabia que ela gostava que os peitos fossem mexidos.
Estendi a mão e coloquei uma mão no quadril dela para mantê-la firme, minha mão massageando ao redor da calcinha, enquanto chupava e lambia pelos mamilos cada vez mais sensíveis. Ouvi a Cindy gemendo baixinho e conseguia sentir ela tremendo enquanto aumentei a força das passadas da língua pelos mamilos. Sub-repticiamente deslizei a mão entre as coxas e esfreguei o polegar sobre a calcinha, provocando a buceta por baixo. Isso fez ela respirar fundo e murmurar "ah, sim" baixinho para que só eu pudesse ouvir.
"Tempo acabou." Ouvi, e me afastando fiquei irritado que a Kaila tinha se recomposto para nos cronometrar. A Cindy ficou ainda mais irritada julgando pelo olhar duro que lançou para a Kaila enquanto sentava de volta. Tive apenas tempo suficiente para ver uma pequena mancha úmida na calcinha onde eu tinha estado esfregando.
A Kaila ainda parecia corada e excitada enquanto pegava os dados e os rolava na mão.
"Eu ganho se chegar no fim, né?" ela perguntou.
Vi que ela estava perto e precisaria de um onze para ganhar nos dois dados e acenei, esperando que ela não estivesse prestes a nos vencer.
Os dados rolaram, e ela gemeu quando deram um total de quatro para deixá-la atrás da Cindy. Era o quadrado colorido da Cindy e então dirigi a Cindy a remover a última peça de roupa: a calcinha.
Ainda parecendo frustrada, a Cindy se levantou e meio que rapidamente puxou a calcinha para baixo me dando apenas um breve vislumbre da buceta úmida antes de sentar de novo. Foi o suficiente para fazer meu pau inchar de novo com o pensamento da buceta jovem e apertada envolvida ao redor do meu pau.
Peguei os dados e soprei neles, e olhei diretamente para a Kaila.
"Um dez ou mais me faz ganhar o jogo."
"Ha," bufou a Kaila, "você queria."
Sorri e os rolei na mesa, travando olhos com a Kaila e nem mesmo olhando para o resultado. Estava tremendo, rezando por dentro que estava numa sequência de sorte.
A Kaila foi corajosa também, não olhando para baixo mesmo quando os sons indicaram que os dados tinham parado. Mas então a Cindy ofegou e a Kaila estremeceu e olhou para baixo, os olhos uma mistura de irritação e antecipação.
"Você é um homem de sorte, seu Marcos."
Olhei e minha mente vibrou de alegria quando vi os dois seis mostrando nos dados. Por dentro meu coração estava pulando de alegria, mas por fora tentei bancar o descolado.
"Nada mais do que mereço, Kaila."
Levantei a carta do topo do monte, "e para o desafio final: 'Parabéns por ganhar o prêmio máximo. A perdedora do jogo será sua parceira sexual pelo resto da noite. Foda ela até vocês dois estarem satisfeitos.'"
"O quê!" exclamou a Kaila, me encarando horrorizada. "De jeito nenhum. Me mostra."
Entreguei minha carta maravilhosa e ela pegou na mão trêmula, lendo, e lendo de novo. Ela não se mexeu enquanto encarava as palavras fatídicas na carta, mas a respiração estava rasa e o peito subia e descia rapidamente fazendo os peitos macios balançarem.
Deixei a Kaila marinar por um tempo, não interrompendo enquanto ela se acostumava com o que estava prestes a acontecer. Vi ela começando a mover os quadris, o corpo traindo o desejo por sexo.
Olhei para a Cindy, e ela deu de ombros, não querendo se envolver. Detectei irritação na ação, aparentemente infeliz com o final do jogo apesar de querer levar vantagem sobre a Kaila.
Irritada, a Cindy se levantou de um salto e estralou para a Kaila, "Acho que você ganhou também." Ela pegou os copos da mesa e saiu da sala.
Acho que as palavras da Cindy foram o gatilho final para fazer a Kaila decidir. Ela estava vacilando se era isso que queria ou não, mas a ideia de ganhar a fez escolher, embora ainda não completamente convencida que me foder era o melhor resultado do jogo.
Eu estava tendo minhas próprias dúvidas depois de testemunhar o descontentamento da Cindy, mas a aquiescência da Kaila parou minha própria vacilação. Algo sobre o pássaro na mão veio à mente enquanto a Kaila descuidadamente jogou minha carta vencedora na mesa e, com a cabeça ainda abaixada, disse "Tá bom."
Nunca um "tá bom" significou tanto para mim. Foi dito baixinho, mas meu pau imediatamente começou a bombear com sangue de novo, inchando pronto para a união iminente.
A Kaila parecia linda enquanto se levantava, revelando a forma nua e alta para mim de novo, os quadris largos e lisos acentuando o monte macio no ápice das pernas longas e macias. Ela não me olhou enquanto se deitava no tapete macio estampado atrás da mesa, as mãos ao lado e as pernas levemente abertas.
Imaginei que ela não era experiente em sexo, mas isso só me encorajou mais enquanto me levantava da cadeira, meu pau duro balançando na minha frente. Olhei para baixo para o corpo nu esperando por mim e notei que a buceta ainda estava molhada de excitação. Decidi que tínhamos passado tempo suficiente nas preliminares - o jogo inteiro foi preliminar para esse momento de acasalamento - e me ajoelhei entre as coxas, facilitando as pernas mais abertas para expor a buceta.
Deitei sobre a Kaila, meus braços me segurando acima dela, olhando para o rosto bonito embora ela ainda mantivesse os olhos desviados de mim. Me mexi, meu pau duro pousado na entrada, e conseguia sentir ela ficando tensa embaixo de mim. Meus quadris se moveram, minha cabeça dura gentilmente sondando a Kaila, gentilmente passando pelos lábios externos com cada pequeno movimento, esticando a maciez. O corpo relaxou. Ela prendeu a respiração, antecipando o momento da penetração. Empurrei para frente, a cabeça dura do meu pau abrindo os lábios molhados, entrando nela, enchendo o corpo.
"Ohhhh," um gemido prolongado escapou dos lábios vermelhos da Kaila quando sentiu meu comprimento duro empurrar no corpo jovem. Sorri, me deliciando com a sensação da buceta macia apertando ao redor do meu pau. Isso era o paraíso.
Puxei para trás um pouco, descansando apenas dentro, antes de empurrar mais fundo. Mais do meu pau encheu a Kaila, deslizando mais para cima dentro dela. De novo ela gemeu, as mãos involuntariamente me agarrando ao redor da cintura, o corpo se movendo embaixo de mim.
Gentilmente deslizei para dentro e para fora da Kaila de novo e de novo, indo devagar, deixando ela se acostumar com minha ereção grossa. Ela gradualmente relaxou enquanto me sentia dentro, os quadris se movendo no tempo das minhas estocadas lentas. As mãos gentilmente me segurando perto dela.
Me curvando peguei o peito da Kaila na boca, gentilmente chupando o mamilo, passando a língua. Ainda estocava dentro dela com um ritmo lento e repetitivo. A combinação do meu comprimento duro dentro e minha provocação do mamilo fez a Kaila ofegar mais alto, os gemidos ficando mais altos. A buceta apertada ao redor do meu pau tornava difícil manter o ritmo lento, mas queria gradualmente aumentar o tempo.
"Ohhhh, sim, mmm." Uma explosão repentina mais alta da Kaila coincidiu com um aperto da buceta e movimento dos quadris e conseguia sentir a paixão crescente. Me movi mais rápido, meu pau enfiando mais forte agora, totalmente penetrando a cada estocada, minhas bolas apertadas contra ela a cada estocada maravilhosa. O almíscar da buceta encheu a sala enquanto os sucos cobriam meu comprimento grosso.
A Kaila empurrou para cima, esfregando o clitóris contra mim sempre que empurrava fundo dentro. Ela jogou a cabeça de lado a lado no tempo das minhas estocadas, um gemido alto cronometrado com cada estocada. As mãos me agarravam forte agora, as unhas pintadas cavando no meu lado. A visão da paixão me inflamou, meu pau inchando ainda maior dentro enquanto enfiava completamente nela.
"Ai, caralho sim," a Kaila exclamou, o corpo começando a tremer. "Ai caralho, tô gozando."
Mantive o ritmo, meu pau duro afundando fundo no corpo apertado da Kaila de novo e de novo, ainda chupando forte no mamilo. Com um grito a Kaila começou a se debater embaixo de mim, os braços e mãos selvagens, a cabeça balançando para frente e para trás. Ela arqueou as costas, me empurrando para cima, as pernas longas se esticando. O clímax da Kaila foi selvagem enquanto gozava embaixo de mim. Pulsos de prazer dispararam por mim quando a buceta contraiu ao redor do meu pau grosso, e mal conseguia continuar enfiando, prolongando o prazer da Kaila enquanto ela gritava de novo e de novo. Ela se contorcia no tapete, a mão agarrando uma dobra de material e puxando forte, aparentemente tentando fugir do meu pau. Mas me movi com ela, a buceta empalada com meu comprimento duro, incapaz de escapar.
*Kaila: "Porra... nunca gozei assim... tão intenso... tão bom... por que ele me faz sentir assim? Nunca vou conseguir esquecer essa sensação..."*
Com um suspiro repentino a Kaila desabou no chão, sem se mover, a respiração rápida e rasa. Ela soltou pequenos gemidos, os lábios molhados com saliva da paixão, o cheiro do sexo pairando sobre nós. Segurei parado, meu pau ainda sentindo os tremores secundários da buceta apertando ao meu redor. Pausei, deixando ela devagar se recuperar do clímax explosivo, enquanto olhava para o corpo lindo embaixo de mim.
Devagar puxei para fora da buceta apertada da Kaila e me ajoelhei entre as pernas enquanto a respiração voltava ao normal. O rosto estava ainda mais bonito após o orgasmo e o cabelo estava despenteado do esforço. A Kaila devagar focou em mim e me deu um pequeno sorriso, "Ah, isso foi bom seu Marcos."
"Ainda não terminamos." A Kaila olhou para baixo e viu meu pau ainda ereto agora brilhando com os sucos dela, e os lábios se transformaram num 'oh' de surpresa.
Me movi para o sofá e sentei perto da frente, fazendo sinal para a Kaila se juntar a mim. Ela estava instável nos pés quando se levantou, as pernas ainda fracas do clímax inesperadamente forte. Fiz ela se virar para que a bunda macia e firme ficasse me encarando e ajudei ela a se posicionar sobre meu pau. Segurei minha ereção ereta e gentilmente deixei ela descer com os lábios rosa da buceta devagar deslizando ao redor do meu comprimento grosso.
Gemi enquanto penetrava a Kaila de novo, e ela foi mais vocal, gemendo e dizendo "Ah, adoro sentir você dentro de mim seu Marcos."
Ela afundou completamente, meu pau fundo dentro da buceta jovem e apertada da Kaila e ela descansou lá um momento, se ajustando à sensação do meu pau duro mais fundo do que antes. Alcancei ao redor e segurei os peitos firmes, e acariciei e provoquei os mamilos duros enquanto ela começava a se mover em mim, apenas balançando para frente e para trás, explorando as sensações do meu pau dentro.
Belisquei os mamilos e encorajei a Kaila a começar a se mover, e ela começou a deslizar a buceta para cima e para baixo no meu pau duro, trabalhando duro e percebi pelos gemidos suaves que ela estava curtindo a sensação de mim. Assisti a bunda firme pulando para cima e para baixo no meu colo, vendo meu pau duro desaparecendo nela toda vez que sentava de volta em mim. Meus dedos continuaram brincando com os mamilos enquanto ela me cavalgava.
A Kaila se inclinou para frente enquanto se movia mais rápido, tentando fazer meu pau esfregar contra ela de um jeito que causasse mais prazer. A respiração estava mais rápida e ela estava mais vocal agora, gemendo a cada movimento no meu comprimento duro. Alcancei ao redor entre as pernas e juntei alguns dos nossos sucos e deslizei o dedo entre as dobras.
"Ai, caralho sim, ai sim," ela gritou de prazer quando meu dedo esfregou pelo clitóris inchado. Rapidamente acariciei em sincronia com os movimentos no meu pau e de repente fui recompensado com um grito.
"Ahhhhh, simmmm," a Kaila gritou, a buceta convulsionando ao redor do meu pau ereto fundo dentro. O corpo tremeu, sentada no meu colo, as pernas levantadas enquanto estava indefesa de prazer. A cabeça jogada para trás apenas me agarrei nela, meu dedo ainda esfregando o clitóris para prolongar o orgasmo.
A Kaila se debateu em cima de mim, meu pau profundamente embutido nela, as pernas agora indo pro chão, tentando empurrar o corpo para cima longe de mim, o prazer grande demais para ela aguentar. Me agarrei nos quadris, impedindo ela de sair de mim, meu dedo ainda acariciando o clitóris sensível e fazendo ela gritar em êxtase.
"Ai eu não consigo... não consigo... ai tão bom... ai demais... ai seu Marcos... ai para." A Kaila jogou a cabeça para trás, falando besteira enquanto gozava de novo e de novo, incapaz de saber o que fazer, incapaz de sair de mim. Fiquei impressionado com o quão sensível ela era enquanto arranhava contra mim e o sofá, sem saber o que fazer. A buceta se fechou ao redor do meu pau, os espasmos de prazer sentindo maravilhoso por todo meu comprimento ereto. Os sucos da Kaila vazaram dela, encharcando meu pau e bolas.
Tive pena dela quando os gemidos ficaram mais fracos e soltei ela, e ela rapidamente puxou a buceta apertada do meu pau e desabou no sofá ao meu lado, deitando de costas, as pernas tremendo do clímax, os olhos sem foco e a boca aberta respirando rápido e raso. A Kaila parecia muito gostosa enquanto deitava lá, se recuperando dos múltiplos orgasmos, a garota de 18 anos nua desabada no sofá, as pernas abertas, os sucos brilhando ao redor da buceta exposta e vulva esticada aberta da nossa fodida. Meu pau estava se mexendo em resposta ao estado dela e distraidamente o acariciei enquanto a Kaila deitava lá, o peito subindo e descendo com respirações cada vez mais profundas enquanto brincava com os mamilos.
Me inclinei e beijei a Kaila nos lábios vermelhos e doces e ela respondeu, me beijando de volta profundamente. "Está satisfeita Kaila?"
"Ah sim, seu Marcos. Muito satisfeita."
"A carta disse que tínhamos que foder até os dois estarem satisfeitos," e gesticulei para meu pau duro e molhado, "só eu agora Kaila."
Achei que a Kaila pudesse estar relutante em continuar fodendo, mas o jogo e suas consequências tinham despertado algo nela e ela não queria parar de foder, os dedos ainda esfregando os mamilos rosa escuro.
"Como você me quer seu Marcos?" ela disse, olhando nos meus olhos.
"De quatro," ordenei e ela instável deslizou do sofá e para o tapete de novo.
A Kaila se ajoelhou no tapete grosso e apoiou o corpo com as mãos e tive uma visão maravilhosa do corpo magro de 18 anos se apresentando para meu prazer. Me movi ao redor atrás dela e olhei para baixo para o corpo sexy esperando que eu a pegasse de novo.
Ajoelhando entre as pernas longas coloquei minha cabeça inchada na entrada da buceta molhada. Agarrando os quadris macios segurei ela parada enquanto empurrava meu comprimento duro no corpo disposto. Nesse ângulo conseguia empalá-la totalmente e não parei de empurrar até estar contra a bunda firme.
A Kaila soltou um murmúrio quieto de prazer quando entrei, e continuou fazendo pequenos sons quando comecei a bombear meu pau para dentro e para fora. Comecei num ritmo lento, curtindo a buceta aveludada agarrando minha dureza a cada estocada funda. Segurei os quadris parados para que pudesse ditar o ritmo e a profundidade das minhas estocadas.
A Kaila estava se sentindo cansada de todos os orgasmos anteriores e os braços cederam e a cabeça caiu no chão. A sensação desse ângulo era ótima e me excitou ainda mais, mas conseguia perceber que a Kaila estava lutando para ficar de joelhos, e estava tendo que aguentar mais do peso dela com meu aperto nos quadris.
Puxei para trás e para fora da Kaila e ela olhou para trás meio confusa, mas apenas a peguei e carreguei para o braço do sofá e curvei ela sobre ele. Agora a bunda estava alta e os ombros podiam descansar no sofá para que ela não tivesse que suportar o próprio peso.
Mirando meu pau duro, empurrei na Kaila de novo, a buceta ainda surpreendentemente apertada apesar de todo nosso acasalamento. Agora era minha vez de me divertir e agarrei os quadris apertado e comecei a rapidamente bombear meu pau no corpo jovem. Os sons de chapinhada do nosso acasalamento encheram a sala e o aroma forte de sexo estava ficando avassalador. Fodi ela forte, meu pau deslizando mais fundo e mais fundo a cada estocada poderosa na buceta disposta. Assisti meu comprimento duro mergulhar nela de novo e de novo coberto nos sucos. Os gritos encheram meus ouvidos com volume crescente enquanto ela curtia eu pegando ela.
"Sim, ai sim, me fode forte, sim, ai sim."
Conseguia sentir minhas bolas apertarem prontas para explodir minha carga na buceta receptiva, mas de repente a Kaila alcançou outro clímax.
"Ai, caralho sim, tô gozando de novo, ai, ai, ai." A Kaila estava praticamente gritando enquanto se contorcia de prazer de novo.
Agarrando os quadris apertado segurei a Kaila parada para garantir que ela não me tirasse do meu próprio clímax. Com um gemido alto meu empurrei fundo na buceta pulsante e liberei minha porra dentro.
"Sim, tô gozando em você, gozando em você Kaila," ofeguei, meu pau pulsando de prazer enquanto esguicho após esguicho de porra bombeou dentro. Fiquei surpreso com quanto tempo continuei gozando, minhas bolas apertando e mandando onda após onda da minha semente nela. Durante todo meu orgasmo a Kaila tremeu de prazer, o corpo tremendo da cabeça aos pés.
Eventualmente parei de gozar e puxei meu pau sensível da buceta apertada da Kaila, o ângulo do corpo sobre o braço do sofá impedindo qualquer da minha porra de pingar para fora. Em vez disso recebi uma visão maravilhosa da buceta esticada cheia da minha porra pegajosa e copiosa.
Os esforços da Kaila finalmente a venceram e ela estava inconsciente, incapaz de lidar com o número e intensidade dos orgasmos. Movi ela cuidadosamente para que estivesse deitada no sofá e cobri com o casaco depois de enrolar a calcinha e empurrar entre as pernas para absorver qualquer dos nossos sucos que vazasse da buceta bem fodida.
Minha própria energia estava diminuindo depois do sexo maravilhoso e afundei de volta na cadeira limpando meu comprimento amolecendo com alguns lenços.
Depois de alguns minutos de recuperação fiquei ciente da Cindy parada na porta, usando um roupão com os braços nos quadris.
"Terminou de se divertir com a Kaila?"
Percebi que devo parecer uma visão lamentável desajeitadamente sentado nu com um pau agora murcho. Também me senti culpado por ter recebido meu prazer mas ignorado a Cindy, apesar do encorajamento inicial para seduzir a Kaila.
"Desculpa Cindy, mas ela perdeu. Posso te ajudar agora?" ofereci mas meu coração não estava realmente nisso.
"Tudo bem seu Marcos, tô cansada demais agora, e imagino que você também dado os sons que você e a Kaila estavam fazendo. Acho que ela teve o mesmo prazer que tenho com você. Mas acho que você devia ir agora."
Acenei com a dispensa e peguei minhas roupas e apressadamente vesti o suficiente para cobrir minha nudez para a curta caminhada para casa. Hesitei quando passei pela Cindy e fiquei satisfeito quando ela me beijou ainda que apenas um breve toque dos lábios.
"Volta de manhã pra ajudar a terminar de limpar."
Chegando em casa tomei um banho rápido e desabei na cama, exausto mas extremamente satisfeito com a noite. Ainda estava levemente culpado por ter fodido a amiga da Cindy na própria casa da Cindy, mas adormeci lembrando do aperto da buceta jovem da Kaila ao redor do meu pau duro.
***
FIM! Espero que tenham gostado! Comentem e curtam, por favor, pessoal! Isso nos ajuda a ver se estamos no caminho certo e se estão gostando! Abraço!