Por uma semana inteira a nossa rotina matinal foi essa putaria. A gente acordava, eu dava um banhão completo no Alexandre, depois pegava naquela rola e punhetava com vontade até ele esporrar tudo. Depois o safado se ajoelhava como se fosse a coisa mais normal do mundo e me mamava gostoso até eu gozar na boca dele. Todo santo dia era assim. E todo dia ele reforçava que ele ia me chupar "sem viadagem".
Mais ou menos uma semana depois, tiraram a tala do braço esquerdo dele, mas o gesso ainda tava no braço direito e no ombro. Ele conseguia se virar melhor com uma mão livre, então eu não precisava mais dar banho nele.
Mas o clima ficou esquisito pra caralho entre a gente.
Passaram umas duas semanas e a gente mal se falava. Só sobre a faculdade mesmo.
Eu tava confuso pra porra, meio magoado, meio puto... parecia que tinha perdido um irmãozão. O cara simplesmente fechou a cara.
E eu ainda não conseguia evitar de dar umas olhadas na rola dele enquanto ele dormia de barriga pra cima.
O pior é que eu tava mais que fissurado no corpo inteiro dele também... Ficava vendo aquele peitoral musculoso e todo lisinho. A barriga trincada pra caralho. Os braços fortes de anos de trabalho na roça. As coxas enormes de quem jogava rugby desde moleque... Os pelinhos loiros clarinhos saindo pela cueca... e aquela pica monstra de 21cm grossa pra caralho, latejando de leve no ritmo do sono...
Um dia ele acordou do nada. Me pegou olhando. Merda.
- Tá precisando de alguma coisa, véi?
Ele falou, acordando e esfregando os olhos com a mão que agora dava pra usar.
- Não, tá tranquilo.
Eu disse. Ele desceu a mão e ajeitou o pau na cueca. Dá pra ajeitar o quê quando você tem uma pica de 21cm latejando que nem cabe direito dentro de uma cueca fina de algodão?
- Eu sinto falta...
Ele se apoiou num cotovelo.
- De eu te chupar?
- Não, porra. Vai tomar no cu. - eu respirei fundo, tentando não explodir - Eu tava tentando dizer que sinto falta da tua amizade, caralho. Da gente trocar ideia, rir junto. Que porra aconteceu essas últimas semanas? Tu simplesmente se distanciou, mano!
Ele baixou o rosto um segundo, meio sem graça.
- Desculpa, irmão... Não quis te deixar puto. É que... Na moral fiquei bolado pra caralho contigo. Foi só eu tirar aquela merda de tala e parece que você nem quis mais me ajudar. Ainda preciso de apoio, tá ligado?... E também, sei lá...
Ele sentou na cama e deu uns tapinhas do lado dele, chamando pra eu sentar também. Dei uma olhada de novo pro pau latejando dele marcando forte na cueca... Só percebi depois que tinha uma mancha grandona e molhada.
- Eu fiquei com a cabeça a mil, pensando se tu tinha se arrependido de tudo... - A voz dele saiu meio travada, as palavras saindo devagar. - Olha, eu não quero que tu ache que eu sou viado nem nada disso.
- Eu também não, véi. A gente tava nessa junto, porra.
- Eu sei, mas...
Enquanto falava, ele virou o corpo pro meu lado... e a rola ainda dura pra caralho chegou a roçar no meu braço. Senti até me melando. Eu olhei nos olhos dele.
- Sinceramente, eu acho que você me ajudava só pra eu te chupar no final... mas eu meio que sinto falta do que a gente fazia...
Nessa altura minha rola já tava dura pra caralho. Percebi os olhos deles cravando no meu pau latejando.
Eu estiquei a mão, toquei na frente da cueca dele, agarrei forte naquela pica e falei:
- Eu também, irmão. Eu também.
Ele meteu a mão boa na minha cueca e começou a me punhetar pelo tecido. Aí se inclinou mais e já foi me chupando. Eu gemi pra caralho:
- MMMMmmmm, caralho. Mano, como eu senti falta disso.
Ele tirou minha rola da boca um segundo e soltou:
- Nem se compara com o quanto eu senti, véi.
Depois voltou a lamber cada centímetro, engolindo fundo, abrindo um pouco a garganta... tudo isso enquanto apertava meu saco. Meter na garganta dele era uma delícia do caralho!
- Para. Espera. - eu falei. - Não quero gozar ainda.
Abaixei a cueca dele e a rola tava babando pra caralho. Que pica linda. Cheio de pentelhos loirinhos escuros, pau veiúdo, saco gostoso e grande... Agarrei a base da pica e fui passando a língua nela.
Eu senti o gosto da babinha salgada que tava lotada naquela cabeçona. Já tinha provado a minha antes e tinha achado sem graça. Mas a dele era diferente. Na moral, era muito gostosa. Eu tava me sentindo uma puta, mas tava nem aí, me entreguei total pra aquele macho.
Eu queria retribuir todas as mamadas que ele já tinha feito em mim. Deitei ele na cama, fiquei de bruços e fui lambendo cada centímetro da pica dele, enquanto olhava o rosto dele pra pra ver se ele tava curtindo.
- Caralho, mano...
Ele gemeu quando eu fechei os lábios em volta.
Eu nunca tinha chupado pau antes, tentei imitar como ele fazia no meu pau... Sinceramente eu sou horrível fazendo isso. A pica dele parecia ainda maior na boca, e eu só conseguia colocar metade do pau dele dentro. Mas eu tava adorando! Que pau gostoso da porra!
- Não para, irmão. Continua me chupando.
Comecei a lamber e chupar aquela pica enorme com toda vontade.
Eu curtia pra caralho sentir aquelas mãos fortes de mlk da roça e de jogador de rugby na minha nuca e acariciando minha cabeça.
- Isso aí. Mmmmm, tu tá indo bem pra caralho.
Ele tentava empurrar o pau pra minha garganta, igual eu fazia com ele. Comecei a engasgar e tossir sem parar.
- Puta, desculpa, véi. Acho que isso é coisa que vai pegando o jeito depois de umas vezes.
- Então... tu já chupou rola antes de mim?
- Aham, já. Isso te deixa incomodado?
Ele perguntou. Em resposta, eu dei um sorrisinho safado pra ele e só voltei a chupar o pauzão.
- Me ensina como tu curte ser chupado, vai.
O Alex foi me dando instruções. Vai devagar, usa mais a língua, usa a mão. Ele tava sendo bem paciente. Mas a pica dele é tão grossa e longa que ela mal cabia na minha boca.
- Opa! Cuidado com os dentes, véi!
Aos poucos fui conseguindo usar mais os lábios e menos os dentes como ele fazia na minha pica.
- Num tira a boca do meu pau, mano.
Obedeci. Com o pau dele na minha boca, ele deu um giro na cama e abocanhou minha pica. Ficamos deitados de um jeito que eu conseguia ver ele me chupando e eu chupando ele.
Minha pica tava quase explodindo de tesão. Fui fudendo a boca dele, assistindo meu pau afundando naqueles lábios até o queixo dele bater no meu saco. Era lindo demais ver aquele cara loirinho engolindo minha pica preta inteira, sem esforço nenhum.
Ele gemia e fechava os olhos. Aquele puto amava mamar pica. Sentia até o pau dele latejando mais na minha boca.
Ele colocou as mãozonas dele na minha bunda. Eu coloquei as minhas na dele. Porra, que saudade de tocar naquele rabo.
Ficamos bombando o pau um na boca do outro.
Nessa posição consegui engolir um pouco mais o pau dele. Até que numa das bombadas senti a cabeçona dele passando da goela e entrando na garganta. O pau dele tava inteiro dentro de mim. Porra, fiquei feliz demais. Senti que eu tava quase gozando já, mas segurei.
Ficamos mamando em sincronia. Ele bombava o pau na minha boca e eu na dele. Meu pau entrava na garganta dele fácil, o pau dele nem sempre entrava na minha, mas quando sentia minha garganta preenchida com aquela pica eu sentia minha porra quase saindo.
Ele esticou o braço bom e alcançou minha perna flexionada e ficou massageando meu pé. Fiz o mesmo com ele. A gente foi bombando forte um na boca do outro. Eu não tava acreditando na intensidade que meu tesão tava, crescendo cada vez mais. Espero que ele goze dentro da minha boca, pensei.
Nesse instante eu comecei a gozar. Pra caralho. Ele foi bebendo tudo e começou a gemer. Era o gemido de orgasmo dele. Ele começou a gozar na minha boca, e eu enlouqueci. Só consegui dar uns dois golinhos da porra dele e o resto vazou da minha boca. Eu queria beber tudo, mas era porra pra caralho.
Foi o orgasmo mais intenso que eu tive. Ele se ajeitou na cama, ofegante. Eu simplesmente desabei em cima do peito dele, todo mole. Ficamos deitados assim, em silêncio. Nossos dois peitos juntos, colados com suor um do outro. Toda vez que ele respirava fundo meu peito levantava junto.
E ai a gente dormiu assim. Nesse dia nem fomos pra faculdade.