Sauna gay é, por princípio, lugar de promiscuidade, e não de romantismo. Ninguém que eu conheça vai lá para arrumar namorado, marido, sequer ficante. Vai para fuder, de preferência com um monte de caras.
É lógico que eu gosto de namorar. Beijar na boca, olhar nos olhos, andar de mãos dadas. Mas também amo de paixão ser a putinha da sauna, chupar uma floresta de rolas, dar pra um enquanto mamo outros, ver uma fila de caras querendo comer a minha bunda. Ser desejado, cobiçado e possuído de todas as formas pelo máximo de machos que conseguir aguentar.
Então, quando saio de casa para ir até o point de pegação mais quente da cidade, é pensando em, literalmente, pegar geral. É quando estou solteiro e na seca há algum tempo, com aquela fome de pica que nunca é totalmente saciada, mas chega perto disso quando a produção do dia chega a superar os dedos das mãos.
Era para ser mais um dia assim. Final de tarde de sexta-feira, um dos dias mais movimentados. Um calor gostoso de dezembro, daqueles de já dá vontade de ficar pelado mesmo sem companhia. O bar na entrada descendo cerveja gelada e deixando os caras ainda mais desinibidos, prontos para as maiores loucuras, inclusive e principalmente comigo. Aquele suor escorrendo pela pele e aquele cheiro gostoso de macho se espalhando pelo ambiente. Entrei já imaginando para quantos iria dar.
Deixei a roupa no armário, me enrolei na toalha, calcei os chinelos e fui direto para os chuveiros, tomar aquela ducha bem gostosa. Começar a me exibir e seduzir as primeiras presas. Ficar bem limpinho e cheiroso, quem sabe até para receber uma linguinha bem safada no cuzinho. Adoro quando começa assim.
Ansioso que sou, cheguei cedo, como sempre. Não havia ninguém ainda no espaço das duchas. Pendurei a toalha, abri o chuveiro e deixei aquela água morninha cair sobre o corpo. Mais tarde, pensei, com ele fervendo de tesão e escorrendo esperma, só tomaria banhos gelados.
Enchi a mão de sabonete líquido e esfreguei pelo peito, barriga e bumbum. O cheiro era bem agradável, excitante. Pensei no quanto eles gostariam de me sentir bem perfumado. Fiquei todo arrepiado. Com o restinho que ficou, coloquei a mão por entre as dobras. A sensação daquele líquido viscoso na porta do ânus era parecida com a do gozo. Fantasiei que era e senti o meu próprio pau ficando duro só com isso.
No meu devaneio, senti a porta abrir por trás de mim. Quem entrou foi um homem maduro, quase calvo, mas com aparência jovial. E um corpo surpreendente para a idade, certamente mais de quarenta anos. Talvez cinquenta. Barriga chapada, braços e peitoral definidos sem exageros, pernas bem torneadas, proporções quase perfeitas, enfim.
E quando aquela toalha caiu no chão, o que era aquilo pendurado entre as pernas? Mesmo por detrás da porta envidraçada da sauna a vapor, onde ele entrou, em vez de usar a ducha, dava pra ver nitidamente que se tratava de um daqueles instrumentos de prazer versão de luxo.
Fiquei simplesmente hipnotizado por aquela ferramenta. Não consegui desviar o olhar e, mesmo ainda mole, calculei que teria uns vinte e três centímetros ou mais em condições de combate. Salivei. Imaginei dentro da boca, batendo lá no fundo da garganta, fazendo engasgar. E, lógico, invadindo meu canal retal e rasgando tudo pela frente, mas ao mesmo tempo proporcionando máximo prazer. Pau grande faz diferença, sim, senhor.
Prova de que ele também gostou do que viu foi justamente aquela piroca ganhando volume. Ficando ainda maior e mais grossa do que eu imaginara. Ser motivo de uma ereção é algo que sempre me envaidece. Não sei se é minha bundinha, redondinha, quase feminina. Não sei se é o meu olhar guloso, de quem sabe do que gosta e o que quer. Não sei o que faz os homens ficarem loucos por mim. Mas eles ficam, isso é fato. E eu só vejo vantagens nisso.
Não demorou nada para que ele, de pau trincando de duro, desistisse da sessão de sauna a vapor. Tínhamos coisa bem melhor pra fazer. Fui na frente, indicando o caminho dos reservados, que ele já parecia conhecer bem também. As toalhas até foram colocadas para o curto trajeto, mas já caíram ao chão tão logo entramos pela porta do cubículo. O tesão era enorme e mútuo.
Sentei no estofado e ele parou em pé bem á minha frente, com aquela pica gigantesca a centímetros do meu rosto. É como um roteiro não escrito, mas sempre seguido à risca. Antes de receber pela entrada dos fundos, se degusta, se sente o delicioso sabor e aroma que só um órgão sexual masculino tem.
Mas antes que eu pudesse dar aquela primeira lambida, senti meu rosto arder, um misto de dor e surpresa. Um tapa bem dado na minha cara, acompanhado de um xingamento que mal consegui ouvir.
- Quer chupar meu pau, seu putinho?
Era só o que eu queria da vida naquele momento. E aquela aparente humilhação, estranhamente, me deixou ainda mais excitado.
Tentei outra vez, e o que recebi não foi aquela costumeira estocada que enfia tudo de uma vez boca adentro, mas outro tapa, desta vez na outra face. Doeu à beça, mas deu também o maior tesão. Eu nem sabia direito, mas adorava ser dominado, subjugado por um macho muito maior e mais forte, a quem só cabia a mim obedecer.
- Quer engolir e minha pica, seu viado?
Em vez da mão, ele bateu no meu rosto com o próprio pênis. E, de tão grande e duro, chegou a arder tanto quanto a palma estendida. Vinte e quatro centímetros de comprimento e uma largura que nem dava pra estimar direito. Um enorme cilindro de carne rija, que em vez de proporcionar prazer convencional, parecia querer se tornar um instrumento de tortura.
E, pior, eu estava gostando. Adorando. Os urros e gemidos que saíam daquela pequena cabine certamente podiam ser ouvidos por todo o recinto.
Enfim meu amo e senhor permitiu que eu sentisse o gosto de seu membro viril. Foi um breve alívio pensar que o sexo a partir dali se tornasse um pouco mais padrão. Mas que nada.
O que você quer, seu merdinha?
Mamar seu pau...
Até eu gozar na sua boca, seu puto?
De boca cheia, só respondi movendo a cabeça para baixo e para cima. No máximo, um a-ham gutural.
Então pede porra...
Quero sua porra...
Onde?
Na minha boquinha...
Vai engolir tudo?
Tudinho...
Mas o que saiu dali não foi o leite quente esperado. Não sei como, mas ele começou a mijar, mesmo de pau duro. Desviei o rosto, mas senti aquele líquido escorrendo pelo meu peito e barriga. O cheiro não era lá agradável, mas a sensação era como a de estar tomando um banho quente. Fiz cara de nojo, mas não era bem isso o que sentia.
Abre a boca e engole meu mijo!
Não, isso eu não quero...
Se não quiser, também não vai ter porra...
Refuguei, mas o que veio foi outro tapa, ainda mais forte que os dois primeiros.
Engole, puto!
Não... - respondi já quase cedendo, um pouco por medo de apanhar mais, mas também de curiosidade e excitação.
O jato de urina agora já molhava meu rosto, pescoço, cabelos. A sensação era de extrema humilhação, algo muito bizarri, mas que estava me fazendo quase perder os sentidos de tanto desejo. Não resisti mais.
A primeira reação foi de ânsia de vômito, mas logo foi dando lugar a um estranho prazer. Aquele caldo diferente de homem também tinha seu sabor. Um pouco ainda escorreu pelo canto da boca, como na primeira vez que esporraram dentro dela. Mas outro tanto foi engolido como se fosse o melhor néctar que havia.
Mesmo na penumbra, dava para ver no rosto dele a satisfação de ter alcançado seu objetivo. Eu estava totalmente entregue.
Sabia que você ia gostar, seu viado.
Adorei...
Como você é um putinho obediente, vou te dar o que você quer agora.
E começou a foder a minha boca com força, como se fosse uma bucetinha molhada. Eu não precisava fazer qualquer movimento, apenas esperar passivamente pelo vaivém ritmado de seus quadris contra meu rosto, ardendo, ensopado de urina e todo dolorido, mas quase pegando fogo de tanto desejo. O melhor boquete da minha vida.
Aquele púbis coberto de pelos se chocando contra meu rosto, as bolas batendo no queixo. Minha boca com uma mistura de saliva, resto de urina e os primeiros sinais antes da ejaculação. Como se fosse uma coisa só. Como se nós dois fôssemos uma só pessoa, de tão juntos.
O gozo não tardou a vir. Acompanhado de um grito rouco que não canso de ouvir dos meus homens, mas diferente, ainda mais intenso do que costuma ser. O sabor agora era muito mais familiar e agradável e encheu minha boca como se fosse um tsunami. Não deixei escapar nenhuma gotinha. Enquanto ele não soltou o último jato, não deixei tirar de dentro. Se existe algo mais gostoso do que leite de macho, eu ainda não experimentei.
Fomos direto para a ducha. Ambos com as pernas bambas pela intensidade fora do comum da foda. Mas eu ainda queria mais.
Chamei-o para a outra sala, onde uma cama serve de cenário para outro tipo de aventuras sexuais, a dois ou em grupo. Hoje, no caso, eu não queria nem precisava de mais ninguém.
Deitamos juntos, eu com a cabeça em seu peito, acariciando aquele corpo perfeito que já tinha me dado prazer e ainda tinha muito a me proporcionar. Nem parecia aquele cara dominador de minutos antes. Agora, mansinho, doce até, recebia os meus carinhos como um gatinho de estimação.
Mudei de posição e ficamos de lado um para o outro, mas invertidos. Agora eu podia mamar com calma, passar a língua pela cabeça, por toda a extensão da pica, pelas bolas, pela virilha. Sentir o cheiro e o gosto da pele sem aquela ânsia pelo clímax. É muito gostoso também.
Assim como é sentir uma língua deslizando pelo cuzinho, rodeando o buraquinho, às vezes entrando alguns centímetros. Todo homem deveria cunetar antes de comer. Poucos o fazem, mas quando rola, é tudo de bom.
Com o cu devidamente lubrificado de saliva, era hora do apogeu. De sofrer um pouco no começo, mas depois apenas desfrutar. Mas eu acho mais charmoso parecer que não aguento.
Vai devagar, por favor...
Pode deixar, amor, vou bem devagarinho.
O dominador agora tinha virado namoradinho. E eu estava adorando a virada no jogo também.
Parece impossível, olhando para aquela enormidade, que algum ânus consiga recebê-lo.
O meu consegue.
A experiência me faz relaxar e saber que vale cada instante de dor.
O prazer ao ser penetrado, ainda mais assim, por completo, não se explica em palavras. Apenas se sente.
E eu quero sentir de todas as formas, em todas as posições que existem e outras que invento na hora. De lado, de quatro, de franguinho, sentando, quicando, engolindo com o cuzinho sem deixar nada pra fora. Excitando meu homem com movimentos, gemidos, sussurros, palavras amorosas ou nem tanto. Até ele não aguentar mais e se acabar dentro de mim.
E como é bom levar leitada no rabo. Um risco, eu sei claro, mas também um presente que me dou sempre que o tesão é maior que o medo. Pra que serve, enfim, os tais PREPS e PEPS?
A segunda gozada nunca é tão volumosa quanto a primeira, mas nem precisa. Deixa o cu pingando, jogando pra fora o que entrou. Todo arrombado, parecendo que não vai mais voltar ao normal. Mas volta, e fica prontinho pra próxima.
Que pode ser com meu macho bipolar, dominador e dominado, que foi único e exclusivo naquele dia diferente na sauna. Quem precisava de outro?
Ou pode ser com você, se quiser. Aparece lá.