Viagem longa e gostosa 4

Um conto erótico de Airo
Categoria: Heterossexual
Contém 1431 palavras
Data: 23/01/2026 19:42:36
Assuntos: Heterossexual

Estávamos próximo de Pernambuco, tínhamos percorrido grande parte do percurso já, Letícia estava acordada, viemos sem parar nem pra almoçar, Waze ligado, sem radar a 190 km/h direto, pé até o fundo, tínhamos passado por Sergipe, com destino a Cabrobó, faltava pouco pra chegar em Petrolina, cidade grande, estávamos em Juazeiro no Sul da Bahia, alguns metros dali, passando a ponte já estaríamos em Pernambuco e paramos novamente num posto de gasolina da cidade. Dessa vez resolvemos alugar um quarto num hotel próximo, em Petrolina mesmo, hotel orla house, bem ajeitado, tinha um restaurante no outro lado da rua, Letícia e eu fomos até lá tomar uma cerveja e comer uns petiscos, pra nossa surpresa quem era o dono do restaurante? O Rodrigo da van...nem acreditou quando nos viu, entramos, fingimos que não o conhecíamos e sentamos na mesa. Veio uma moça, morenona, cabelos crespos, devia ter uns 40 anos, deu pra gente o cardápio e disse que ela e seu irmão estariam a nossa disposição. Rodrigo então veio até a nossa mesa, perguntou sobre o resto do pessoal e eu desmenti a história, o cara ficou roxo de vergonha sabendo que o corno manso era eu, mas o deixei tranquilo, contei que inventei aquilo com medo deles, poderiam ser estupradores ou ladrões, ele gargalhou "Se fossemos qualquer coisa assim, que diferença faria?" Quem sabe vcs dariam um fim em mim para ficar com ela, não pude arriscar...Demos risada e ele se sentou conosco pediu pra sua irmã trazer umas cervejas, ficamos conversando, a irmã dele trouxe uns petiscos, tábua de frios, ficou tarde, nos despedimos, trocamos contato por educação e fomos para o hotel. Já no hotel, teve um evento pequeno no salão e resolvemos ver, tinha uma palestra de pessoas que não conhecíamos mas participamos, estávamos com sono, bebemos bem com o Rodrigo e só íamos ficar um pouco até que olhei pro lado e não vi a Letícia, resolvi esperar, devia ter ido ao toillet, nem falou nada, mas aguardei. Passou uns 10 minutos e nada, fui até o quarto e nada, achei estranho mas não descartei uma possibilidade, Rodrigo, fui até o restaurante e ela estava lá, porque não me falou que queria voltar? Pensei puto mas não disse nada, cheguei lá na mesa e perguntei porque ela tinha voltado, ela riu e estava sentada do lado dele, olhei pra dentro e não vi sua irmã, perguntei pro Rodrigo e ele disse que estava em casa já, no cômodo de cima, achei interessante tudo junto alí, pedi pro Rodrigo me mostrar quando pudesse e, pra ficar com a minha esposa sozinho, com certeza por isso, falou pra eu ficar a vontade. Não me preocupei e subi, fui ver como era la em cima, pra minha surpresa ouvi barulho de chuveiro ligado, já imaginei aquela morenona, fui devagarinho e a porta estava meio aberta, dei uma olhada e lá estava Bruna, a irmã do Rodrigo peladinha, peitão gostoso, pentelhos encaracolados, marquinha de sol, uma delícia com os olhos cheios de sabão, olhos fechados, tropecei no tapete e com o barulho que fiz Bruna pediu que eu buscasse a toalha pra ela, demorei um pouco olhando aquele corpão, aproveitando o sabão que estava nas costas coloquei a mão e fui espalhando, ela rindo perguntou se eu tinha buscado a toalha, só fiz um barulho "hum rum" e ela continuou de costas, pediu pra eu pegar mais sabão que minha mão estava macia, disse que ficaria ali por horas se eu passasse desse jeito tão gostoso, eu continuei com "hum rum" aí ela se apoiou com as duas mãos na parede e pediu pra eu continuar massageando, que estava muito bom. Fui massageando com as duas mãos e ela foi empinando a bunda pra trás, pensei "Caralho, isso seria incesto se eu fosse o Rodrigo" mas continuei massageando, desci minha bermuda, puxei meu pau pelo lado da cueca, já estava muito excitado, me encostei na bunda dela com meu pau virado pra cima, ela começou rebolar devagarinho e continuei massageando. Percebendo que o clima estava bom lá embaixo, desci a cabeça da minha rola na buceta da morena e segurando em seus ombros, puxei pro meu corpo e meu pau entrou bem gostoso, fiquei enfiando e tirando ela gemia baixinho, fui mais forte, tirando e colocando, sentindo meu quadril naquela bunda macia, batendo forte e estocava minha pica bem gostoso naquela morena sarada, era gostosa demais, até que ela desceu , ficou de quatro no chão, igual uma cachorrinha, que bunda linda, aberta, aquele cuzão piscando, coloquei meu pau e fiquei pressionando na entrada, ela disse que estava doendo, eu tirei e voltei com a cabeça dando mais pressão até que entrou a cabeça, ela fazia piscar na intenção de entrar mais e eu abria suas nádegas com as duas mãos, até que foi descendo devagar, aí eu parava ali, ela pediu pra empurrar de novo, empurrei , até que entrou, ela rebolava devagar, eu tirei devagar de novo, ela reclamou, aí abri suas nádegas, com a cabeça só encostada, pedi pra ela dar uma piscadinha, aí torei com força e comecei fuder de verdade, batia meu quadril naquela raba com gosto, segurando na cintura e socando a pica, ela gemia gostoso, pedia pra eu não parar, desci segurando seus peitos, apertava e enrabava, chegou a hora "Vou gozar!!!" Ela pediu pra manter assim e jorrar lá dentro, gozei muito, escorria pelas pernas, ela se deitou de lado no Box e falou brincando que ia dormir ali no chão, sussurrei que ia buscar a toalha, vesti minha bermuda, sai dali para um quarto, peguei a toalha, pendurei no box e voltei correndo para baixo, não vi ninguém, só um bilhete na mesa, fomos embora, era a letra da Letícia, achei que fosse brincadeira e fui pro hotel, acordei cedo e nada de Letícia, caí por terra e percebi que tinha perdido minha esposa.

Peguei o carro, sozinho, pé na tábua, estava na estrada sentido Cariris, até que me toquei que estava sozinho, peguei o retorno e comecei voltar, não teria mais propósito de ir ver os índios, minha vontade era vê-la metendo com os índios, mas não ia rolar, não seria eu a puta dos índios, então peguei a estrada de volta, Waze ligado, sentei o pé de novo, 190 km/h às 6h da manhã, nenhum carro atrapalhando, só estrada pela frente, viagem muito longa até que percebi a placa do posto e vi que conhecia, era o posto dos caminhoneiros, já eram 14 horas, tinha voltado bem na estrada e tinha pouca fome, a lembrança da Letícia não saia da minha cabeça. Estacionei novamente no posto só que afastado dos caminhões, fiquei embaixo de um toldo por causa do sol, deitei o banco e ia dormir até que a Andréa apareceu, perguntei porque estavam lá ainda, seu marido disse que iriam sair no outro dia porque tinha muita entrega pra fazer, até que ela me cortou e disse que ele sentiu meu cheiro no corpo dela, ela não sabe como ele percebeu que tínhamos metido e a deixou, fiquei muito feliz ouvindo aquilo e falei sobre a Letícia, que acabou me abandonando em Petrolina, pedi pra ela vir comigo que eu estava disposto ter uma nova vida, ela me aceitou e entrou no meu carro, eu estava cansado e ela se propôs dirigir, pegou no volante, caímos na estrada, eu deitei meu banco, baixei minha bermuda e ela com uma mão no volante e outra no meu pau, foi tocando uma pra mim e dirigindo, falei pra ela seguir o Waze até que cochilei por umas horas. Era um pouco tarde e paramos num restaurante na estrada, Andréa e eu fomos almoçar, ela também não tinha almoçado, dali passamos por um centrinho com algumas barracas, fomos passear e sugeri um shortinho branco pra ela usar. Andréa aceitou e compramos algumas roupas que me fazia bem vê-la usando e ela sugeriu algumas roupas pra mim.

Chegamos em Belo Horizonte - MG, minha terra, Andréa curtiu o lugar, ela era de Vitória da Conquista e não se importou em viver comigo, tudo era novidade pra ela, fui até a locadora devolvi o carro e fomos para minha casa. Chegando em casa, tomamos um banho juntos, falei pra Andréa ficar bem bonita que iríamos jantar, pedi pra ela colocar aquele shortinho branco, sem calcinha, pra deixar a buceta dividida que eu adorava ver outros homens desejando minha mulher, Andréa adorou a ideia, disse que era de homens como eu que ela sempre sonhou, se arrumou e saímos....esse conto tem continuação...

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