O demônio e a megera (jogos de fetiche e prazer mais ou menos a dois)

Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 2531 palavras
Data: 23/01/2026 15:59:27
Última revisão: 23/01/2026 16:01:29

#Esse é um conto inédito e exclusivo para a Casa dos Contos.

Aniversário de um amigo em comum. Churrasco, bebida, muita gente bonita, um clima leve, muitas risadas e uma sinergia visível entre as pessoas. É o tipo de ambiente que eu amo. Sabe quando você se sente bem da hora que chega à hora de ir embora?

É um sábado, estou com André, meu namorado, minha paixão e um cara espetacular. Planejamos juntar as trouxas em breve. Só espero terminar a faculdade e conseguir um bom emprego para ajudar a dividir as contas. Algo me diz que seremos daqueles casais inseparáveis, como, aliás, já somos.

Não é a primeira vez que percebo André envolvido numa conversa com o Júlio, um coroa bonitão, daquele tipo que parece estar em paz com a academia. O tipo de homem que é impossível não notar. Não só pela beleza madura, que é afrodisíaca para qualquer mulher, mas, também, pela qualidade da conversa. O cara é inteligente, bem informado e com um senso de humor maravilhoso.

Quando André está interessado de verdade em uma conversa, parece que o mundo desaparece ao seu redor. Observo discretamente, enquanto interajo com um grupo da nossa idade, todos na faixa dos 20 aos 30 anos. Alguns minutos depois, me aproximo do meu namorado e acabo sendo tragada para a conversa dos dois.

Enquanto a noite vai se pronunciando, vou sendo fisgada pela companhia dos dois homens. Quando percebe que Júlio está à vontade comigo, André pede licença para ir ao banheiro. É minha vez de saborear a atenção de Júlio. Conversamos sobre política, passando por economia, música e outros assuntos. Deleito-me com seus conhecimentos, ávida por mostrar que não sou só uma jovem bonita, com pernas grossas, um belo par de seios, um rosto bonito e um bumbum bem razoável.

André sabe que tenho fetiche por pessoas inteligentes. Isso não se restringe a homens. Adoro interagir, sobretudo, com pessoas mais velhas. Conversas adultas, com pessoas que têm conteúdo, mexem com minha libido. Não sei por que, mas é afrodisíaco.

Já o fetiche do André é me ver dando atenção a outro homem. Acho que o que desperta o monstrinho nele é sentir ciúmes. Verdade seja dita, o fetiche dele parece mais convencional do que o meu. Eu acho.

Em momento algum, Júlio dá qualquer sinal de ter outro interesse que não seja conversar com uma jovem que o ouve fascinada. Seu gestual comigo é o mesmo da interação com meu namorado.

Não que comigo seja diferente. Tudo que quero é prolongar a conversa, não só por ser genuinamente saborosa, mas porque alimenta a tensão sexual entre meu namorado e eu. André se junta a outro grupo e trocamos raros olhares que dizem tudo e me fazem pensar em coisas muito safadas. É o que posso chamar de uma dinâmica afrodisíaca.

Minha vez de ir ao banheiro, peço licença a Júlio, um calor subindo pelas minhas pernas e a calcinha levemente umedecida. Na volta, encontro André, Júlio e outras pessoas sentadas em torno de uma mesinha. O assunto agora é futebol. Júlio e André participam. Abraço André por trás e deixo que sinta minha respiração em sua orelha, deixando-o todo arrepiado. A provocação não pode parar. A eletricidade entre nós pode dar choque. André desliza sua mão pela minha perna, não como demonstração de posse. Ele não precisa e sabe disso. É para me provocar, uma promessa silenciosa, um aviso de que o melhor do jogo ainda está por vir.

- Parabéns pela sua namorada, André. Além de bonita, é uma mulher inteligente e uma pessoa agradável. Adorei conversar com você, Ana Clara. Espero ser convidado para o casamento.

- Ou cerimônia de união dos trapos – brinquei, toda cheia com o elogio nitidamente sincero.

- Calma, Júlio, não faça julgamentos precipitados. Você não viu o pacote inteiro ainda. Por trás dessa faixada talvez você descubra uma megera. Mas o que fazer se não consigo imaginar minha vida sem ela? Sinta-se convidado para a cerimônia de união dos trapos.

Era a deixa para o meu último ato, já que Júlio estava se despedindo de nós.

- Você vai ver a megera quando formos embora – ameacei, simulando contrariedade, enquanto abraçava Júlio carinhosamente, agradecendo-lhe pela paciência de oferecer uma conversa tão saborosa a uma “megera”.

Todos rimos e Júlio se foi.

- Amor, chama o aplicativo, que a megera não aguenta mais de vontade de ser fodida – sussurrei no ouvido de André, sentindo a temperatura ambiente se elevar.

- Pensei que você quisesse fazer isso com o Júlio. Estava toda oferecida para o coroa – devolveu o sussurro.

- Ah, amor, bem que eu queria, mas ele não me deu mole. Quem sabe um dia, não é? Vou ter que me satisfazer com meu prêmio de consolação hoje – provoquei, fazendo André dar aquela risada de canto de boca, que me deixa louca de tesão.

- Se você tivesse falado antes, tinha convidado o Júlio para beber um whisky lá em casa, mas você teria que aguentar os dois.

Golpe baixo. A imagem se formou na minha cabeça, deixando a coisa complicada entre minhas pernas, mas eu não deixaria aquilo barato.

- Os dois, não, amor, só eu e ele. Você iria só ficar olhando – sussurrei em seu ouvido.

- Tudo bem, amor, mas eu não vou querer ficar só olhando. A gente pode chamar a Amanda, aquela sua amiga gostosa. Seria uma noite memorável. Você com o Júlio e eu com a Amanda.

- É, seu filho da puta? Está de olho na minha amiga, aquela gostosa do caralho? Vai foder com ela e depois não vai me querer mais, não é seu monstro?

- Chumbo trocado não dói, meu bem!

O pior é que a cena se formou na minha cabeça. Puta merda, eu estava tarada, só pensando sacanagem. Essa é uma das razões pelas quais eu amo o André. Não tira pé de dividida, como metaforizam os homens.

- Chega, André! Minha calcinha já está encharcada. Chama esse carro logo e vamos para casa, que eu vou ao banheiro. Tenho que me recompor.

Percebi que tínhamos nos desligado das outras pessoas, que pareciam alheias ao nosso joguinho, que agora nada tinha de silencioso, embora as cartas fossem jogadas na mesa com sussurros cheios de um delicioso veneno.

Despedimo-nos dos bravos heróis que ainda resistiam. A viagem de aplicativo até em casa duraria 5 minutos, que pareciam uma eternidade. No elevador, olhávamo-nos com olhos famintos e ríamos da nossa necessidade explícita e compartilhada. O calor que dominava o meu corpo era insuportável.

- Você é um demônio, André.

- Você é uma megera, Ana.

- Eu te amo demônio!

- Eu te amo em dobro, megera!

Foi entrarmos em casa e minha minissaia quase foi parar na cabeça. Minha calcinha encharcada foi arrancada com fúria e desapareceu do mapa como por encanto, enquanto nossas bocas se devoravam com uma fome que eu poucas vezes experimentara. Quando me dei conta, o pau de André já estava dentro de mim. Sentir o desejo e a paixão do meu namorado me comendo era enlouquecedor. Eu estava imprensada contra a parede, sendo fodida com um vai e vem nervoso, alucinado, devastador. Fui dos gemidos aos gritos rapidamente, o orgasmo reprimido por horas sendo libertado.

André também já estava no limite do tesão e praticamente gozamos juntos. Ficamos abraçados, as respirações aceleradas e descompassadas, os suores e a respiração se misturando, seu pau ainda duro dentro de mim. Eu sabia que a noite estava só começando e isso era muito bom, porque eu não tinha fogo, mas um incêndio para apagar na perereca.

- Você está com seus lindos mamilos apontando para mim. O que eles querem? – brincou, enquanto os ensaboava, seu pau já dando sinais de que a noite seria longa.

- Eles querem o que eu quero. E parece que não somos só nós. Tem alguma coisa entre as suas pernas que parece bem interessada em participar das nossas safadezas – provoquei, levando a mão ao seu pau, sentindo-o crescer ao meu toque.

- Isso tudo é por causa do Júlio?

- Isso tudo é por causa da Amanda?

- Se ficar falando daquela gostosa, não vai conseguir me aguentar hoje.

- Se ficar falando do Júlio, você é que não vai conseguir me aguentar.

- Está confessando?

- O que? – brinquei com cara de dissimulada, sentindo o clima esquentar entre minhas pernas.

- Que morre de vontade de me ver comendo sua amiga?

- Não exatamente isso, amor. Estava pensando no Júlio. Eu e ele fazendo coisas e você só olhando.

- Você sabe que eu posso te castigar por ficar falando essas indecências para mim, não sabe?

- O que você vai fazer para me castigar, amor?

- Estou pensando em ligar para a Amanda, chamá-la para uns drinks, te amarrar na poltrona e obrigar você a me ver fazendo coisas indecentes com ela.

- Que crueldade, amor! Que coisas indecentes você faria com ela? – respondi, mordendo os lábios e encostando meu corpo no do André, minha buceta dando sinais.

- Coisas deliciosas que eu só faço com você.

- Isso quer dizer que eu também posso fazer coisas indecentes com o Júlio na sua frente?

- Megera!

- Demônio! Kkkkkkkkkkkkkkk.

André me enxuga, me deixando com o corpo todo em estado de expectativa.

- Amor, você teria coragem de trepar com outro?

- Só se fosse com o Júlio. Fico pensando como deve ser fazer sexo com um homem experiente, que deve saber dar prazer a uma mulher.

- Eu não te dou prazer?

- Um pouquinho – provoco, fazendo gesto com os dedos.

Em troca, André me olha com aquele sorriso de canto de boca, como quem entende a provocação e aceita o desafio.

- Será que ele beijaria seus seios assim? – provoca, beijando meu mamilo oferecido, antes de lambê-lo e começar a sugar com delicadeza, enquanto suas mãos descem pelas minhas costas com delicadeza, até apertar minhas nádegas.

- Ui, Júlio, que delícia o que você está fazendo comigo. Melhor do que meu namorado – provoco, já com a voz rouca, cheia de tesão.

André traz seus lábios até os meus, dá uma mordida de leve, enquanto sua mão começa a explorar minha buceta, já sentindo minha umidade.

- Você não tem nem ideia do que eu posso fazer com uma garota jovem e cheia de fogo como você – sussurra André no meu pescoço enquanto beija e morde, me arrancando suspiros e um gemidinho manhoso.

André lambe os dedos e volta a esfregá-los nos meus lábios vaginais e provoca minha entradinha.

- Seu namorado não se importa se eu te der prazer?

- Não, ele come minha amiga. Sabe o que ele faz comigo? Ainda me amarra na poltrona e me obriga a assistir às safadezas dos dois, sem poder nem me tocar para aliviar a tensão.

- E como você se sente quando ele faz isso?

- Eu fico morrendo de te...t..tsão. Aaaainnnn.

- Você tem vontade de fazer a mesma coisa com ele – sussurra André com a voz rouca, enquanto mordisca o lóbulo da minha orelha, me fazendo realizar movimentos pélvicos nos seus dedos, que já fazem um suave entra e sai, ao mesmo tempo em que acaricia meu grelo sensível.

- Não quero falar nisso, Júlio. Eu quero ser sua. Quero ver o que um homem experiente como você faz uma garota como eu sentir.

André me toma num beijo quente, lento, mas cheio de intensidade, que me deixa mole. Não resisto mais. Aperto meu namorado com força e devoro sua boca. Vamos nos beijando até a cama.

- Vem cá, menina safada. Senta no colinho do tio Júlio, que eu quero comer essa bucetinha olhando esse rabo gostoso, enquanto rebola na minha pica.

O joguinho do André me deixa transtornada de tesão, sentindo que o segundo orgasmo não vai demorar. Isso sempre acontece quando brincamos dessas safadezas. Obedeço e sento em seu colo de costas para ele, que encaixa seu cacete muito duro no meu buraquinho enxarcado, deixando entrar tudo de uma vez e já começando a me movimentar para frente e para traz, buscando oferecer a Júlio a melhor visão de minha bunda, gemendo manhosa, com a respiração cada vez mais acelerada.

- Isso, minha jovem putinha! Como você é gostosa! Rebola mais para mim.

- Ai, tio Júli, que gostoso rebolar no seu mastro. Ensina meu namorado como é que se faz. Aiinnnn!

Para me deixar mais louca, André ainda estimula meu grelinho com o dedo babado, enquanto, com a outra mão, estimula meus mamilos alternadamente.

- Ai, meu Deus! Nossa!

- Está gostando de rebolar no colo do tio Júlio, exibindo essa bunda gostosa para mim?

- Ai, tio, eu tô! Não aguento mais, aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh

Com tantos estímulos, meu corpo todo se convulsiona e tenho um orgasmo violento.

- Caraaaalhoooooo! Que porra é essa, amor?

- Fica de quatro para mim na cama, sua putinha traidora – ordena André. Acho que agora é o André que está falando comigo.

Obedeço e descanso a cabeça, ainda rodando, no travesseiro. André acaricia meu traseiro, desce com a mão para as minhas coxas e solto um gritinho quando sinto sua língua molhada na pontinha do meu cu. Ele quer me deixar louca, eu sei. Ele consegue fazendo assim, deslizando sua língua em círculos, com suavidade, na minha portinha dos fundos. Será que eu vou ser fodida no cu?

Lá vem ele com os dedos babados dentro da minha buceta, massageando meu grelinho e fazendo meu corpo todo se arrepiar.

- Amanda, sua gostosa, eu sempre quis comer você assim, de quatro, toda oferecida para mim – provoca.

Meu coração acelera com a provocação, sinto uma onda de calor na barriga, no peito, na vagina.

- Eu sei, a Ana me contou que você tem tara no meu rabão. Eu sempre tive vontade de dar para você.

- A Ana contou?

- É. Ai meu Deus, mete esse pau em mim. Ela falou que tem tesão de me ver trepando com você. Me fode, André, mata minha vontade e a da sua namorada.

André sente a provocação e enterra o pau com vontade na minha xereca, enquanto estala dois tapas na minha bunda, me fazendo gemer alto.

- Você vai me matar de tanto gozar, seu puto. Mete! Mete na amiga da sua namorada – provoco, a voz saindo mais alta, fora de controle.

André me fode com força, me segurando pela cintura. O sexo se torna selvagem e não tem nada melhor do que tapa na bunda para me tirar do sério de vez. Ganho mais dois, um de cada lado, enquanto nossos corpos fazem um barulho indecente cada vez que se chocam.

Para me destruir de vez, o puto ainda me pega pelo cabelo, me fazendo sentir como uma égua sendo cavalgada e dominada pelo meu cavalheiro. Que delícia!

- Tá vindo de novo. Jesus!

- Vamos gozar juntos. Puta que o pariu, não consigo mais segurar, sua gostosa do caralho!

- Ai, nem eu. Aaaaaaiiiiiinnnnnn.

Gozamos aos urros, fazendo uma barulheira danada.

- Ai amor, que delícia foder assim com você – consigo finalmente falar, já deitada de bruços, André ao meu lado na mesma posição, acariciando meu cabelo e minha nuca.

- Comigo, com o Júlio e com a Amanda.

- Ahahahaha! Agora somos só nós dois, amor. Sempre será assim, não é?

- Claro, sua gostosa! Eu te amo pra caralho.

FIM

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