Aluguei um chalé numa pousada rural enorme, extensa mesmo; cada unidade ficava longe pra dedéu uma da outra. A gente nem conseguia ver direito a próxima. Até porque o terreno era acidentado, com grandes pedras e pequenas colinas, que encobriam as casinhas umas das outras.
Fui muito bem atendido: fiz o check in, e a recepcionista falou que logo mais mandaria os itens do frigobar. Agradeci e, seguindo as plaquinhas desde a recepção até chegar ao meu paraíso do final de semana, segui antegozando os prazeres daquele recanto. Final de tarde, o horizonte se acinzentando, prenúncio de forte chuva em breve.
Aproveitei esse isolamento para ficar como em minha casa: pelado. Tomei um banho delicioso e me deitei no confortável sofá, nu, bundão pra cima. Cochilei. Acordei com o barulho da chuva torrencial e com leves batidas na porta: uma voz masculina informava que trouxera as coisas da geladeira.
Com uma preguiça enorme de me levantar e me vestir, falei que poderia deixar na varanda mesmo, que eu pegaria depois. E me arrumei melhor no sofá. Depois de um breve silêncio, ouvi o trinco se mexendo e a porta abrindo. Droga: eu não fechara na chave. Mas estava tão gostoso aquele sofá que mandei o constrangimento à puta que pariu e esperei o entregador, com naturalidade.
Era um novinho de seus 18, 20 anos, no máximo, sem camisa, só de bermuda, corpo marrom brilhando dos respingos de chuva, cabelo molhado, e descalço. Deixou o guarda-chuva meio furreca pingando na varanda, junto da porta, enxugou como pôde os pés no tapete e foi entrando; me olhou despido sobre o sofá mas nada comentou sobre isso. Passou direto para a cozinha, com a bolsa de bebidas. Enquanto entrava, falava:
– Pode deixar que eu coloco, porque se ficar fora da geladeira pode estragar.
Bem desenrolado, o garoto: com uma prática incrível, colocou tudo e voltou. Quando pensei que passaria direto, porta afora, parou no meio da sala, ao meu lado, puxando assunto:
– O senhor tá pelado!
– Tem algum problema? – perguntei.
– Não, problema nenhum. O senhor tem uma bunda bonita...
O elogio surpreendeu-me. Estaria o carinha a fim de me comer? Não sei, mas a partir daí já fiquei a fim de ser comido. Alimentei a conversa:
– Obrigado... Eu gosto de ficar pelado. Tomei um banho super gostoso e resolvi deitar um pouquinho aqui. Acabei dormindo.
Novamente me surpreendeu:
– O senhor deixa eu comer o cu do senhor?
Resolvi desdenhar, para provocá-lo:
– Só se tiver uma rola de responsa!
A estratégia funcionou. Num ímpeto, baixou a bermuda molhada de chuva e a rola dura pulou pra fora. Com o pé, jogou a roupa para o meio da sala. Senti taquicardia...
– Eita porra! Não é que é um baita varão?! Pega ali em cima da mesa um tubo de lubrificante. Isso, traz aqui. Passa no meu cu, senão tu vai me arrombar, cara!
Ele, decerto satisfeito com a moral que dei pra ele, fez tudo direitinho. Foi lá, catou a vaselina, botou na ponta dos dedos, aproximou-se de mim, foi abrindo minhas nádegas, localizou o cu e me penetrou com o dedo besuntado. Eu me senti no paraíso. Chamei:
– Vem aqui, que agora eu quero lubrificar tua pica.
Aproximou-se me estendendo o tubo, o pau duraço balançando na minha frente. Peguei o lubrificante e joguei no chão:
– Não, tua rola eu lubrifico de outro jeito.
Estendi o braço e catei a pica do novinho. Ele se aproximou e eu comecei lambendo a cabecinha e fui engolindo sua vara. Ele foi gemendo e enfiando até minha garganta. Senti o líquido salgadinho e sabia que era o momento de parar, senão eu perderia aquela maravilha em mim. Liberei a rola e ela ficou pulsando, brilhando.
O rapaz então subiu nas minhas costas, aprumou o pau no meu cu, com a ajuda da mão, e foi entrando. Deslizou fácil pelo meu rabo adentro, que estava bem lubrificado. Senti uma coisa boa demais, enquanto o rapazinho me estocava, aos gemidos. Eu estava a ponto de gozar também. Ele entrava e saía, a princípio meio desajeitado, mas depois acertando a cadência no ritmo adequado.
Em pouco se contorcia, aumentava os gemidos e acelerava as estocadas...
– Ah, vou gozar...
Antes de terminar de falar, senti o primeiro jato em minhas entranhas, seguido de outro e mais outro, enquanto ele urrava sobre meu lombo. Após o último jorro, arfando, ele puxou a rola para fora, e eu senti o filete de porra descendo entre minhas coxas. Liberei um gemido bem escroto, exteriorizando todo o prazer que sentira naquela foda.
Ele catou a bermuda, vestiu com a rola ainda a meio pau, e enquanto se vestia enfatizava:
– Por favor, o senhor não conta a ninguém, viu? Senão eu tô lascado... Estou em experiência neste emprego...
– Depende...
Ele parou, olhar assustado:
– Depende de quê?
– Não conto se você voltar aqui mais vezes, no final de semana, pra me comer de novo.
Ele respirou, aliviado:
– Oxe... Demorou! Pode deixar... eu venho.
E veio mesmo. O safado me fodeu mais umas três vezes. Eu fiz um oral caprichado nele, que ele esporrou na minha boca. Consegui que ele me punhetasse e até me chupasse um pouquinho (“Caralho grosso da porra o senhor tem!”). Pedi um beijo na boca, mas o máximo que se permitiu foi um selinho:
– Eu sou homem, num sou gay não!
